Categoria CID-10
E61 · Deficiência de outros elementos nutrientes
Categoria da CID-10 que agrupa 10 códigos de quatro caracteres, no grupo E50–E64 (Outras deficiências nutricionais). Pertence ao capítulo IV · Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria E61 se divide em 10 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.
Códigos de E61
- E61.0Deficiência de cobre
- E61.1Deficiência de ferro
- E61.2Deficiência de magnésio
- E61.3Deficiência de manganês
- E61.4Deficiência de cromo
- E61.5Deficiência de molibdênio
- E61.6Deficiência de vanádio
- E61.7Deficiência de múltiplos elementos nutrientes
- E61.8Deficiência de outros elementos nutrientes especificados
- E61.9Deficiência de elementos nutrientes não especificados
Perguntas frequentes
A categoria E61 (Deficiência de outros elementos nutrientes) agrupa 10 códigos de quatro caracteres: E61.0 (Deficiência de cobre), E61.1 (Deficiência de ferro), E61.2 (Deficiência de magnésio), E61.3 (Deficiência de manganês), E61.4 (Deficiência de cromo), E61.5 (Deficiência de molibdênio), E61.6 (Deficiência de vanádio), E61.7 (Deficiência de múltiplos elementos nutrientes), E61.8 (Deficiência de outros elementos nutrientes especificados), E61.9 (Deficiência de elementos nutrientes não especificados).
A categoria E61 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.
Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.
Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.
O código, enquanto você fala com o paciente.
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