Categoria CID-10
K71 · Doença hepática tóxica
Categoria da CID-10 que agrupa 10 códigos de quatro caracteres, no grupo K70–K77 (Doenças do fígado). Pertence ao capítulo XI · Doenças do aparelho digestivo.
Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.
O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.
Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria K71 se divide em 10 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.
Códigos de K71
- K71.0Doença hepática tóxica com colestase
- K71.1Doença hepática tóxica com necrose hepática
- K71.2Doença hepática tóxica com hepatite aguda
- K71.3Doença hepática tóxica com hepatite crônica persistente
- K71.4Doença hepática tóxica com hepatite crônica lobular
- K71.5Doença hepática tóxica com hepatite crônica ativa
- K71.6Doença hepática tóxica com hepatite não classificada em outra parte
- K71.7Doença hepática tóxica com fibrose e cirrose hepáticas
- K71.8Doença hepática tóxica com outros transtornos do fígado
- K71.9Doença hepática tóxica, sem outra especificação
Perguntas frequentes
A categoria K71 (Doença hepática tóxica) agrupa 10 códigos de quatro caracteres: K71.0 (Doença hepática tóxica com colestase), K71.1 (Doença hepática tóxica com necrose hepática), K71.2 (Doença hepática tóxica com hepatite aguda), K71.3 (Doença hepática tóxica com hepatite crônica persistente), K71.4 (Doença hepática tóxica com hepatite crônica lobular), K71.5 (Doença hepática tóxica com hepatite crônica ativa), K71.6 (Doença hepática tóxica com hepatite não classificada em outra parte), K71.7 (Doença hepática tóxica com fibrose e cirrose hepáticas), K71.8 (Doença hepática tóxica com outros transtornos do fígado), K71.9 (Doença hepática tóxica, sem outra especificação).
A categoria K71 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.
Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.
Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.
O código, enquanto você fala com o paciente.
O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.