Categoria CID-10

R83 · Achados anormais no líquido cefalorraquidiano

Categoria da CID-10 que agrupa 10 códigos de quatro caracteres, no grupo R83–R89 (Achados anormais de exames e de outros líquidos, substâncias e tecidos do corpo, sem diagnóstico). Pertence ao capítulo XVIII · Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte.

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria R83 se divide em 10 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.

Perguntas frequentes

A categoria R83 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano) agrupa 10 códigos de quatro caracteres: R83.0 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível enzimático anormal), R83.1 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível hormonal anormal), R83.2 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível anormal de outras drogas, medicamentos e substâncias biológicas), R83.3 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - nível anormal de substâncias cuja origem é essencialmente não medicinal), R83.4 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados imunológicos anormais), R83.5 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados microbiológicos anormais), R83.6 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados citológicos anormais), R83.7 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achados histológicos anormais), R83.8 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - outros achados anormais), R83.9 (Achados anormais no líquido cefalorraquidiano - achado anormal não especificado).

A categoria R83 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.

Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.

Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.

Voltar para a busca CID-10

O código, enquanto você fala com o paciente.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.