Categoria CID-10
R84 · Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax
Categoria da CID-10 que agrupa 10 códigos de quatro caracteres, no grupo R83–R89 (Achados anormais de exames e de outros líquidos, substâncias e tecidos do corpo, sem diagnóstico). Pertence ao capítulo XVIII · Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria R84 se divide em 10 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.
Códigos de R84
- R84.0Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível enzimático anormal
- R84.1Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível hormonal anormal
- R84.2Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível anormal de outras drogas, medicamentos e substâncias biológicas
- R84.3Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível anormal de substâncias cuja origem é essencialmente não medicinal
- R84.4Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados imunológicos anormais
- R84.5Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados microbiológicos anormais
- R84.6Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados citológicos anormais
- R84.7Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados histológicos anormais
- R84.8Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - outros achados anormais
- R84.9Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achado anormal não especificado
Perguntas frequentes
A categoria R84 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax) agrupa 10 códigos de quatro caracteres: R84.0 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível enzimático anormal), R84.1 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível hormonal anormal), R84.2 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível anormal de outras drogas, medicamentos e substâncias biológicas), R84.3 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - nível anormal de substâncias cuja origem é essencialmente não medicinal), R84.4 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados imunológicos anormais), R84.5 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados microbiológicos anormais), R84.6 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados citológicos anormais), R84.7 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achados histológicos anormais), R84.8 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - outros achados anormais), R84.9 (Achados anormais de material proveniente dos órgãos respiratórios e do tórax - achado anormal não especificado).
A categoria R84 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.
Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.
Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.
O código, enquanto você fala com o paciente.
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