Categoria CID-10
S15 · Traumatismo dos vasos sangüíneos ao nível do pescoço
Categoria da CID-10 que agrupa 7 códigos de quatro caracteres, no grupo S10–S19 (Traumatismos do pescoço). Pertence ao capítulo XIX · Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria S15 se divide em 7 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.
Códigos de S15
- S15.0Traumatismo da artéria carótida
- S15.1Traumatismo da artéria vertebral
- S15.2Traumatismo da veia jugular externa
- S15.3Traumatismo da veia jugular interna
- S15.7Traumatismo de múltiplos vasos sangüíneos ao nível do pescoço
- S15.8Traumatismo de outros vasos sangüíneos ao nível do pescoço
- S15.9Traumatismo de vasos sangüíneos não especificados ao nível do pescoço
Perguntas frequentes
A categoria S15 (Traumatismo dos vasos sangüíneos ao nível do pescoço) agrupa 7 códigos de quatro caracteres: S15.0 (Traumatismo da artéria carótida), S15.1 (Traumatismo da artéria vertebral), S15.2 (Traumatismo da veia jugular externa), S15.3 (Traumatismo da veia jugular interna), S15.7 (Traumatismo de múltiplos vasos sangüíneos ao nível do pescoço), S15.8 (Traumatismo de outros vasos sangüíneos ao nível do pescoço), S15.9 (Traumatismo de vasos sangüíneos não especificados ao nível do pescoço).
A categoria S15 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.
Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.
Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.
O código, enquanto você fala com o paciente.
O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.