Categoria CID-10
S22 · Fratura de costela(s), esterno e coluna torácica
Categoria da CID-10 que agrupa 8 códigos de quatro caracteres, no grupo S20–S29 (Traumatismos do tórax). Pertence ao capítulo XIX · Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas.
Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria S22 se divide em 8 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.
Códigos de S22
Perguntas frequentes
A categoria S22 (Fratura de costela(s), esterno e coluna torácica) agrupa 8 códigos de quatro caracteres: S22.0 (Fratura de vértebra torácica), S22.1 (Fraturas múltiplas da coluna torácica), S22.2 (Fratura do esterno), S22.3 (Fratura de costela), S22.4 (Fraturas múltiplas de costelas), S22.5 (Tórax fundido (oscilante)), S22.8 (Fraturas de outras partes dos ossos do tórax), S22.9 (Fratura dos ossos do tórax, parte não especificada).
A categoria S22 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.
Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.
Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.
O código, enquanto você fala com o paciente.
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