Categoria CID-10
T17 · Corpo estranho no trato respiratório
Categoria da CID-10 que agrupa 8 códigos de quatro caracteres, no grupo T15–T19 (Efeito da penetração de corpo estranho através de orifício natural). Pertence ao capítulo XIX · Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria T17 se divide em 8 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.
Códigos de T17
- T17.0Corpo estranho no seio nasal
- T17.1Corpo estranho na narina
- T17.2Corpo estranho na faringe
- T17.3Corpo estranho na laringe
- T17.4Corpo estranho na traquéia
- T17.5Corpo estranho no brônquio
- T17.8Corpo estranho em outras partes e partes múltiplas do trato respiratório
- T17.9Corpo estranho no trato respiratório, parte não especificada
Perguntas frequentes
A categoria T17 (Corpo estranho no trato respiratório) agrupa 8 códigos de quatro caracteres: T17.0 (Corpo estranho no seio nasal), T17.1 (Corpo estranho na narina), T17.2 (Corpo estranho na faringe), T17.3 (Corpo estranho na laringe), T17.4 (Corpo estranho na traquéia), T17.5 (Corpo estranho no brônquio), T17.8 (Corpo estranho em outras partes e partes múltiplas do trato respiratório), T17.9 (Corpo estranho no trato respiratório, parte não especificada).
A categoria T17 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.
Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.
Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.
O código, enquanto você fala com o paciente.
O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.