Categoria CID-10
Q39 · Malformações congênitas do esôfago
Categoria da CID-10 que agrupa 9 códigos de quatro caracteres, no grupo Q38–Q45 (Outras malformações congênitas do aparelho digestivo). Pertence ao capítulo XVII · Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Para registrar, prefira a subcategoria: a categoria Q39 se divide em 9 códigos de quatro caracteres, que dizem com mais precisão qual é o quadro. Escolha o que corresponde ao que está documentado no prontuário.
Códigos de Q39
- Q39.0Atresia de esôfago, sem fístula
- Q39.1Atresia de esôfago, com fístula traqueoesofágica
- Q39.2Fístula traqueoesofágica congênita, sem atresia
- Q39.3Estenose congênita e estreitamento congênito do esôfago
- Q39.4Pterígio do esôfago
- Q39.5Dilatação congênita do esôfago
- Q39.6Divertículo do esôfago
- Q39.8Outras malformações congênitas do esôfago
- Q39.9Malformação congênita não especificada do esôfago
Perguntas frequentes
A categoria Q39 (Malformações congênitas do esôfago) agrupa 9 códigos de quatro caracteres: Q39.0 (Atresia de esôfago, sem fístula), Q39.1 (Atresia de esôfago, com fístula traqueoesofágica), Q39.2 (Fístula traqueoesofágica congênita, sem atresia), Q39.3 (Estenose congênita e estreitamento congênito do esôfago), Q39.4 (Pterígio do esôfago), Q39.5 (Dilatação congênita do esôfago), Q39.6 (Divertículo do esôfago), Q39.8 (Outras malformações congênitas do esôfago), Q39.9 (Malformação congênita não especificada do esôfago).
A categoria Q39 se divide em subcategorias, e o código de quatro caracteres descreve o quadro com mais precisão — por isso é o preferível no prontuário, na estatística e no faturamento. Confira sempre o que pede o sistema em que você vai registrar.
Só em alguns casos. Pela Resolução CFM nº 1.658/2002 (art. 5º), o diagnóstico — codificado ou não — só vai no atestado por justa causa, por dever legal ou a pedido do próprio paciente ou do seu representante legal. Quando é o paciente quem pede, a concordância dele deve ficar expressa no atestado.
Fonte: tabela da CID-10 do DATASUS — Ministério da Saúde, versão 2008. Informação de referência: o diagnóstico é sempre do profissional que atende, e para faturamento confira a norma vigente.
O código, enquanto você fala com o paciente.
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