Interações de butilbrometo de escopolamina
Butilbrometo de escopolamina tem 37 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 5 graves e 31 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antiespasmódicos, Anticolinérgicos. ATC A03BB01. Também chamado: Butilbromuro de hioscina, buscapina, escopolamina butilbromuro, hioscina.
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada1 interação contraindicada
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Butilbrometo de escopolamina + tranilcipromina
Os anti-histamínicos H1 não seletivos são contraindicados com tranilcipromina pelo aumento dos efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Não associar tranilcipromina com anti-histamínicos H1 não seletivos nem outros anticolinérgicos de risco semelhante.
Grave5 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Butilbrometo de escopolamina + clozapina
Evitar clozapina com outros medicamentos anticolinérgicos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros anticolinérgicos sempre que possível.
- Butilbrometo de escopolamina + ipratrópio
Deve-se evitar a associação de ipratrópio com outros medicamentos anticolinérgicos.
O que fazer: Evitar a coadministração de ipratrópio com outros medicamentos com ação anticolinérgica.
- Butilbrometo de escopolamina + olanzapina
O uso concomitante com outros anticolinérgicos aumenta o risco de reações adversas graves.
O que fazer: Usar a associação com precaução e vigiar a motilidade gastrointestinal.
- Butilbrometo de escopolamina + rivastigmina
Não se recomenda associar rivastigmina com medicamentos anticolinérgicos como oxibutinina ou tolterodina.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivastigmina com medicamentos anticolinérgicos como oxibutinina ou tolterodina, a menos que seja considerado clinicamente necessário.
- Butilbrometo de escopolamina + tiotrópio
O tiotrópio pode interagir de forma aditiva com outros medicamentos anticolinérgicos.
O que fazer: Evitar a administração concomitante de tiotrópio com outros medicamentos que contenham anticolinérgicos.
Moderada31 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Butilbrometo de escopolamina + amitriptilina
O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.
- Butilbrometo de escopolamina + biperideno
Biperideno e butilbrometo de escopolamina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + buprenorfina
O uso concomitante com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica ao associar buprenorfina com fármacos anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Butilbrometo de escopolamina + ciclobenzaprina
Butilbrometo de escopolamina e ciclobenzaprina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + clomipramina
O uso concomitante de clomipramina com fármacos anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.
O que fazer: Supervisionar rigorosamente e ajustar a dose com cuidado se forem coadministrados.
- Butilbrometo de escopolamina + clorfeniramina
Butilbrometo de escopolamina e clorfeniramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + clorpromazina
Butilbrometo de escopolamina e clorpromazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + codeína
Os anticolinérgicos associados à codeína aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica ao associar anticolinérgicos com codeína.
- Butilbrometo de escopolamina + difenidramina
Butilbrometo de escopolamina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + dimenidrinato
Butilbrometo de escopolamina e dimenidrinato têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + donepezila
A donepezila pode interferir na atividade dos fármacos anticolinérgicos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao associar donepezila com fármacos anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + fentanila
Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.
O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.
- Butilbrometo de escopolamina + hidromorfona
O uso com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar a função urinária e intestinal; evitar em pacientes com risco de íleo.
- Butilbrometo de escopolamina + hidroxizina
Butilbrometo de escopolamina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + imipramina
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + levomepromazina
Butilbrometo de escopolamina e levomepromazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + metadona
O uso conjunto de metadona com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar retenção urinária e motilidade gástrica reduzida durante o uso conjunto.
- Butilbrometo de escopolamina + metoclopramida
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + morfina
Anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com morfina.
O que fazer: Avaliar sinais de retenção urinária ou motilidade gástrica reduzida ao usar morfina junto com anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + nortriptilina
Anticolinérgicos e simpatomiméticos requerem ajuste cuidadoso de dose com nortriptilina.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao coadministrar.
- Butilbrometo de escopolamina + orfenadrina
Butilbrometo de escopolamina e orfenadrina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + oxibutinina
O uso conjunto de oxibutinina com outros anticolinérgicos aumenta a frequência e a gravidade dos efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Vigiar o surgimento ou a piora de efeitos anticolinérgicos ao associar com outros fármacos anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + oxicodona
O uso concomitante com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica durante o uso concomitante.
- Butilbrometo de escopolamina + petidina
o uso conjunto com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave
O que fazer: vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica
- Butilbrometo de escopolamina + prometazina
A prometazina com outros anticolinérgicos aumenta o risco de efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Usar com precaução ao associar com outros agentes anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + quetiapina
O uso concomitante com outros fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de reações gastrointestinais graves por hipomotilidade.
O que fazer: Usar com precaução junto com outros fármacos com atividade anticolinérgica e vigiar a motilidade intestinal.
- Butilbrometo de escopolamina + solifenacina
Butilbrometo de escopolamina e solifenacina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Butilbrometo de escopolamina + tapentadol
O uso com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar a função urinária e intestinal; evitar em pacientes com risco de íleo.
- Butilbrometo de escopolamina + tolterodina
O uso concomitante com outros fármacos anticolinérgicos aumenta os efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Usar com precaução a associação com outros fármacos anticolinérgicos; vigiar o surgimento de efeitos anticolinérgicos.
- Butilbrometo de escopolamina + tramadol
O uso concomitante de tramadol com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos butilbrometo de escopolamina interage?
- Na nossa base, butilbrometo de escopolamina tem 37 interações documentadas; as mais graves são com tranilcipromina, clozapina, ipratrópio, olanzapina, rivastigmina, tiotrópio. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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