Interações de imipramina
Imipramina tem 136 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 9 contraindicadas, 52 graves, 59 moderadas e 16 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antidepressivos tricíclicos, Antidepressivos. ATC N06AA02. Bula da FDA (em inglês)
Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.
O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.
Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada9 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Imipramina + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Imipramina + fenelzina
Existe risco de interação adversa ao associar fenelzina com antidepressivos dibenzazepínicos, carbamazepina ou ciclobenzaprina.
O que fazer: Usar com cautela se for decidido administrar fenelzina junto com esses medicamentos.
- Imipramina + linezolida
Não administrar linezolida junto com medicamentos serotoninérgicos, a menos que não existam alternativas.
O que fazer: Evitar a associação, a menos que seja clinicamente necessária; se for usada, observar rigorosamente o paciente e considerar suspender o medicamento serotoninérgico.
- Imipramina + moclobemida
A associação de moclobemida (IMAO) com imipramina pode causar síndrome serotoninérgica grave.
O que fazer: Não associar. Respeitar os períodos de washout da bula (habitualmente 14 dias após um IMAO; 5 semanas após fluoxetina).
- Imipramina + rasagilina
Antidepressivos não recomendados com rasagilina pelo risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação; aguardar pelo menos 14 dias entre a suspensão de um e o início do outro (pelo menos 5 semanas após suspender a fluoxetina).
- Imipramina + selegilina
A selegilina transdérmica é contraindicada com ISRS, IRSN, os tricíclicos clomipramina e imipramina, os opioides meperidina, tramadol e metadona, e o antitussígeno dextrometorfano.
O que fazer: Não associar selegilina transdérmica com esses medicamentos; respeitar os períodos de washout recomendados ao trocar de um para o outro.
- Imipramina + tranilcipromina
A tranilcipromina não deve ser tomada junto com outros antidepressivos nem com simpatomiméticos.
O que fazer: Não associar tranilcipromina com esses medicamentos; respeitar o período de washout adequado entre os tratamentos.
- Imipramina + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Imipramina + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave52 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Imipramina + abiraterona
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Imipramina + amitriptilina
O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + buprenorfina
O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.
- Imipramina + bupropiona
A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.
O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.
- Imipramina + celecoxibe
Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Imipramina + ciclobenzaprina
risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos
O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose
- Imipramina + cinacalcete
O cinacalcete aumenta a exposição à flecainida e aos antidepressivos tricíclicos, medicamentos de margem terapêutica estreita metabolizados pelo CYP2D6.
O que fazer: Ajustar a dose de flecainida ou do antidepressivo tricíclico e vigiar sinais de toxicidade ao associar com cinacalcete.
- Imipramina + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Imipramina + citalopram
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Imipramina + clomipramina
O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Imipramina + clorpromazina
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + codeína
O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Imipramina + desvenlafaxina
O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.
- Imipramina + difenidramina
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Imipramina + duloxetina
O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + eletriptana
O uso concomitante de eletriptana com ISRS, IRSN, antidepressivos tricíclicos ou IMAO aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender a eletriptana se houver suspeita.
- Imipramina + escitalopram
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + fentanila
Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Imipramina + fluvoxamina
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Imipramina + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Imipramina + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Imipramina + hidromorfona
O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Imipramina + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Imipramina + lítio
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Imipramina + metadona
O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + mirabegrona
Mirabegrona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Imipramina + mirtazapina
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Imipramina + morfina
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.
- Imipramina + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Imipramina + nortriptilina
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com nortriptilina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, advertir o paciente sobre o risco aumentado e vigiar especialmente durante o início e os aumentos de dose.
- Imipramina + oxicodona
O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + paliperidona
Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.
- Imipramina + paroxetina
O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + petidina
risco de síndrome serotoninérgica ao associar petidina com medicamentos serotoninérgicos
O que fazer: evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar de perto ao iniciar ou ajustar a dose
- Imipramina + pimozida
Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.
- Imipramina + prometazina
A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.
O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.
- Imipramina + propafenona
Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Imipramina + pseudoefedrina
Deve-se evitar o uso conjunto de imipramina com descongestionantes ou outros simpaticomiméticos.
O que fazer: Evitar o uso de preparações que contenham aminas simpaticomiméticas.
- Imipramina + quetiapina
Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.
- Imipramina + ritonavir
Ritonavir inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Imipramina + salbutamol
Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem potencializar a ação do salbutamol sobre o sistema cardiovascular.
O que fazer: Administrar com extrema precaução em pacientes tratados com IMAO ou antidepressivos tricíclicos, ou dentro das 2 semanas posteriores à sua suspensão; considerar uma terapia alternativa.
- Imipramina + salmeterol
Os antidepressivos tricíclicos podem potencializar o efeito vascular do salmeterol.
O que fazer: Usar salmeterol com extrema precaução em pacientes tratados com um antidepressivo tricíclico, ou dentro das 2 semanas após sua suspensão.
- Imipramina + sertralina
O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Imipramina + sotalol
Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.
- Imipramina + tapentadol
O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Imipramina + terbinafina
A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.
O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.
- Imipramina + tramadol
O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + trazodona
A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + venlafaxina
O uso conjunto de venlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + vortioxetina
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Imipramina + zolmitriptana
O uso de zolmitriptana com ISRS, IRSN ou antidepressivos tricíclicos pode produzir síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica ao associar zolmitriptana a ISRS, IRSN ou antidepressivos tricíclicos; suspender o tratamento se houver suspeita.
Moderada59 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Imipramina + alprazolam
Alprazolam e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + amiodarona
Amiodarona e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + aripiprazol
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + azitromicina
Azitromicina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + biperideno
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Imipramina + bromazepam
Bromazepam e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + butilbrometo de escopolamina
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Imipramina + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Imipramina + carisoprodol
O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.
O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.
- Imipramina + claritromicina
Claritromicina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + clobazam
Clobazam e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + clonazepam
O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.
- Imipramina + clonidina
Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.
- Imipramina + clorfeniramina
Clorfeniramina e imipramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Imipramina + cloroquina
Cloroquina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + clozapina
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + darunavir
Darunavir/ritonavir aumenta a exposição a antidepressivos tricíclicos e trazodona.
O que fazer: Usar uma dose menor do antidepressivo tricíclico ou da trazodona.
- Imipramina + diazepam
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Imipramina + dimenidrinato
Dimenidrinato e imipramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Imipramina + domperidona
Domperidona e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + donepezila
Donepezila e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + eritromicina
Eritromicina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + eszopiclona
Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.
- Imipramina + fenitoína
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Imipramina + fenobarbital
Os indutores enzimáticos (barbitúricos, fenitoína) diminuem e os inibidores (fluoxetina) aumentam as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Ajustar a dose de imipramina conforme a resposta clínica ao associar ou retirar esses fármacos.
- Imipramina + flecainida
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + fluconazol
Fluconazol e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + haloperidol
Haloperidol pode aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina e de outros antidepressivos tricíclicos.
O que fazer: Vigiar clinicamente e considerar reduzir a dose do tricíclico se coadministrado com haloperidol.
- Imipramina + hidroxizina
Hidroxizina e imipramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Imipramina + itraconazol
O itraconazol pode aumentar as concentrações de venlafaxina e de outros antidepressivos.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo.
- Imipramina + cetoconazol
Cetoconazol e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + levodopa/carbidopa
O uso concomitante de antidepressivos tricíclicos com levodopa/carbidopa foi associado a hipertensão e discinesia.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial e o aparecimento de discinesias.
- Imipramina + levofloxacino
Levofloxacino e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + levomepromazina
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + levotiroxina
O uso concomitante de antidepressivos tricíclicos e levotiroxina pode aumentar os efeitos terapêuticos e tóxicos de ambos os medicamentos.
O que fazer: Vigiar sinais de arritmia e de estimulação do SNC; ajustar as doses conforme a resposta clínica.
- Imipramina + lorazepam
O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.
O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.
- Imipramina + lurasidona
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + metilfenidato
Metilfenidato pode inibir o metabolismo da imipramina.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de imipramina quando administrada junto com metilfenidato.
- Imipramina + metronidazol
O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.
- Imipramina + midazolam
Imipramina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + olanzapina
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + ondansetrona
Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.
O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Imipramina + orfenadrina
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Imipramina + oxibutinina
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Imipramina + posaconazol
Posaconazol e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Imipramina + propranolol
Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.
- Imipramina + ranolazina
A ranolazina pode aumentar a exposição a antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos metabolizados pelo CYP2D6.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de antidepressivos tricíclicos ou antipsicóticos ao associá-los com ranolazina.
- Imipramina + rifampicina
A rifampicina diminui a exposição aos antidepressivos tricíclicos, como a nortriptilina.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do antidepressivo tricíclico; ajustar a dose ao iniciar ou suspender a rifampicina.
- Imipramina + risperidona
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + rivastigmina
Imipramina neutraliza o efeito de rivastigmina.
O que fazer: Evitar o anticolinérgico ou escolher um de menor carga; reavaliar a necessidade de ambos.
- Imipramina + rizatriptana
A rizatriptana pode produzir síndrome serotoninérgica quando associada a ISRS, IRSN ou antidepressivos tricíclicos.
O que fazer: Vigiar sinais de síndrome serotoninérgica ao associar rizatriptana com esses antidepressivos; suspender a rizatriptana se houver suspeita.
- Imipramina + solifenacina
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Imipramina + sulpirida
Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, antipsicóticos fenotiazínicos, ISRS) podem aumentar as concentrações plasmáticas de imipramina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de imipramina; monitorar os níveis plasmáticos ao associar ou retirar o inibidor.
- Imipramina + tacrolimo
O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.
O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.
- Imipramina + tizanidina
O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.
O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.
- Imipramina + tolterodina
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Imipramina + triazolam
Imipramina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + sulfametoxazol/trimetoprima
A eficácia dos antidepressivos tricíclicos pode diminuir ao coadministrá-los com sulfametoxazol/trimetoprima.
O que fazer: Monitorar a resposta terapêutica e ajustar a dose do tricíclico conforme necessário.
- Imipramina + zolpidem
Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.
Leve16 interações leves
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Imipramina + ácido valproico
Ácido valproico e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + baclofeno
Baclofeno e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + cetirizina
Cetirizina e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + dextrometorfano
Dextrometorfano e imipramina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Imipramina + efavirenz
Efavirenz e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + flunarizina
Flunarizina e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + gabapentina
Gabapentina e imipramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + levetiracetam
Imipramina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + metocarbamol
Imipramina e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + metoclopramida
Imipramina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Imipramina + oxcarbazepina
Imipramina e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + pramipexol
Imipramina e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + pregabalina
Imipramina e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + progesterona
Imipramina e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Imipramina + sumatriptana
Imipramina e sumatriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Imipramina + topiramato
Imipramina e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos imipramina interage?
- Na nossa base, imipramina tem 136 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, fenelzina, linezolida, moclobemida, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso imipramina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com imipramina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
Revise interações sem sair da consulta.
O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.