Interações de difenidramina

Difenidramina tem 72 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 20 graves, 32 moderadas e 20 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anti-histamínicos. ATC R06AA02. Também chamado: Difenhidramina. Bula da FDA (em inglês)

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Grave20 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Difenidramina + amitriptilina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + aripiprazol

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + atomoxetina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de atomoxetina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de atomoxetina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + buprenorfina

    Buprenorfina com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + clomipramina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de clomipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de clomipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + clozapina

    Evitar clozapina com outros medicamentos anticolinérgicos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros anticolinérgicos sempre que possível.

  • Difenidramina + codeína

    Codeína com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + fentanila

    Fentanila com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + flecainida

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + hidromorfona

    Hidromorfona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + imipramina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + metadona

    Metadona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + morfina

    Morfina com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + nortriptilina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de nortriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de nortriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + oxicodona

    Oxicodona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + petidina

    Petidina com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + pimozida

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + propafenona

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de propafenona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de propafenona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Difenidramina + tapentadol

    Tapentadol com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Difenidramina + tramadol

    Tramadol com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

Moderada32 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Difenidramina + alprazolam

    Alprazolam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + biperideno

    Biperideno e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + bromazepam

    Bromazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + butilbrometo de escopolamina

    Butilbrometo de escopolamina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Difenidramina + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + clobazam

    Clobazam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + clonazepam

    Clonazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + clorfeniramina

    Clorfeniramina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + clorpromazina

    Clorpromazina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + diazepam

    Diazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + dimenidrinato

    Difenidramina e dimenidrinato têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + donepezila

    Difenidramina neutraliza o efeito de donepezila.

    O que fazer: Evitar o anticolinérgico ou escolher um de menor carga; reavaliar a necessidade de ambos.

  • Difenidramina + eszopiclona

    A difenidramina tem efeitos sedativos aditivos com outros depressores do sistema nervoso central.

    O que fazer: Usar a associação com precaução; alertar sobre o risco de sedação excessiva.

  • Difenidramina + fenobarbital

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Difenidramina + heparina

    Digitálicos, tetraciclinas e anti-histamínicos podem contrabalançar parcialmente o efeito anticoagulante da heparina.

    O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante ao associar heparina com esses fármacos.

  • Difenidramina + hidroxizina

    Difenidramina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + levomepromazina

    Difenidramina e levomepromazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + lorazepam

    Difenidramina e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + metoprolol

    Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de metoprolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de betabloqueio (bradicardia, hipotensão) e ajustar a dose, se necessário.

  • Difenidramina + midazolam

    Difenidramina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + olanzapina

    Difenidramina e olanzapina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + orfenadrina

    Difenidramina e orfenadrina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + oxibutinina

    Difenidramina e oxibutinina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + prometazina

    Difenidramina e prometazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + quetiapina

    Difenidramina e quetiapina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + rivastigmina

    Difenidramina neutraliza o efeito de rivastigmina.

    O que fazer: Evitar o anticolinérgico ou escolher um de menor carga; reavaliar a necessidade de ambos.

  • Difenidramina + solifenacina

    Difenidramina e solifenacina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + tamoxifeno

    Difenidramina inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a difenidramina que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Difenidramina + tolterodina

    Difenidramina e tolterodina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Difenidramina + triazolam

    O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.

  • Difenidramina + zolpidem

    A difenidramina tem efeitos sedativos aditivos com outros depressores do sistema nervoso central.

    O que fazer: Usar a associação com precaução; alertar sobre o risco de sedação excessiva.

Leve20 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Difenidramina + ácido valproico

    Ácido valproico e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + baclofeno

    Baclofeno e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + carisoprodol

    Carisoprodol e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + cetirizina

    Cetirizina e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + clonidina

    Clonidina e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + efavirenz

    Difenidramina e efavirenz têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + fenitoína

    Difenidramina e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + flunarizina

    Difenidramina e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + gabapentina

    Difenidramina e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + levetiracetam

    Difenidramina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + metocarbamol

    Difenidramina e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + metoclopramida

    Difenidramina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + mirtazapina

    Difenidramina e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + oxcarbazepina

    Difenidramina e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + pramipexol

    Difenidramina e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + pregabalina

    Difenidramina e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + progesterona

    Difenidramina e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + tizanidina

    Difenidramina e tizanidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + topiramato

    Difenidramina e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Difenidramina + trazodona

    Difenidramina e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos difenidramina interage?
Na nossa base, difenidramina tem 72 interações documentadas; as mais graves são com amitriptilina, aripiprazol, atomoxetina, buprenorfina, clomipramina, clozapina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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