Interações de difenidramina
Difenidramina tem 72 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 20 graves, 32 moderadas e 20 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Anti-histamínicos. ATC R06AA02. Também chamado: Difenhidramina. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave20 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Difenidramina + amitriptilina
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + aripiprazol
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + atomoxetina
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de atomoxetina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de atomoxetina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + buprenorfina
Buprenorfina com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + clomipramina
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de clomipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de clomipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + clozapina
Evitar clozapina com outros medicamentos anticolinérgicos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros anticolinérgicos sempre que possível.
- Difenidramina + codeína
Codeína com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + fentanila
Fentanila com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + flecainida
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + hidromorfona
Hidromorfona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + imipramina
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + metadona
Metadona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + morfina
Morfina com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + nortriptilina
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de nortriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de nortriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + oxicodona
Oxicodona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + petidina
Petidina com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + pimozida
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + propafenona
Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de propafenona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de propafenona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Difenidramina + tapentadol
Tapentadol com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Difenidramina + tramadol
Tramadol com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
Moderada32 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Difenidramina + alprazolam
Alprazolam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + biperideno
Biperideno e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + bromazepam
Bromazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + butilbrometo de escopolamina
Butilbrometo de escopolamina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Difenidramina + ciclobenzaprina
Ciclobenzaprina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + clobazam
Clobazam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + clonazepam
Clonazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + clorfeniramina
Clorfeniramina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + clorpromazina
Clorpromazina e difenidramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + diazepam
Diazepam e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + dimenidrinato
Difenidramina e dimenidrinato têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + donepezila
Difenidramina neutraliza o efeito de donepezila.
O que fazer: Evitar o anticolinérgico ou escolher um de menor carga; reavaliar a necessidade de ambos.
- Difenidramina + eszopiclona
A difenidramina tem efeitos sedativos aditivos com outros depressores do sistema nervoso central.
O que fazer: Usar a associação com precaução; alertar sobre o risco de sedação excessiva.
- Difenidramina + fenobarbital
o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores
O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta
- Difenidramina + heparina
Digitálicos, tetraciclinas e anti-histamínicos podem contrabalançar parcialmente o efeito anticoagulante da heparina.
O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante ao associar heparina com esses fármacos.
- Difenidramina + hidroxizina
Difenidramina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + levomepromazina
Difenidramina e levomepromazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + lorazepam
Difenidramina e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + metoprolol
Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de metoprolol.
O que fazer: Vigiar sinais de excesso de betabloqueio (bradicardia, hipotensão) e ajustar a dose, se necessário.
- Difenidramina + midazolam
Difenidramina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + olanzapina
Difenidramina e olanzapina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + orfenadrina
Difenidramina e orfenadrina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + oxibutinina
Difenidramina e oxibutinina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + prometazina
Difenidramina e prometazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + quetiapina
Difenidramina e quetiapina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + rivastigmina
Difenidramina neutraliza o efeito de rivastigmina.
O que fazer: Evitar o anticolinérgico ou escolher um de menor carga; reavaliar a necessidade de ambos.
- Difenidramina + solifenacina
Difenidramina e solifenacina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + tamoxifeno
Difenidramina inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.
O que fazer: Preferir uma alternativa a difenidramina que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.
- Difenidramina + tolterodina
Difenidramina e tolterodina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Difenidramina + triazolam
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Difenidramina + zolpidem
A difenidramina tem efeitos sedativos aditivos com outros depressores do sistema nervoso central.
O que fazer: Usar a associação com precaução; alertar sobre o risco de sedação excessiva.
Leve20 interações leves
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Difenidramina + ácido valproico
Ácido valproico e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + baclofeno
Baclofeno e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + carisoprodol
Carisoprodol e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + cetirizina
Cetirizina e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + clonidina
Clonidina e difenidramina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + efavirenz
Difenidramina e efavirenz têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + fenitoína
Difenidramina e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + flunarizina
Difenidramina e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + gabapentina
Difenidramina e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + levetiracetam
Difenidramina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + metocarbamol
Difenidramina e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + metoclopramida
Difenidramina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + mirtazapina
Difenidramina e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + oxcarbazepina
Difenidramina e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + pramipexol
Difenidramina e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + pregabalina
Difenidramina e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + progesterona
Difenidramina e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + tizanidina
Difenidramina e tizanidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + topiramato
Difenidramina e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Difenidramina + trazodona
Difenidramina e trazodona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos difenidramina interage?
- Na nossa base, difenidramina tem 72 interações documentadas; as mais graves são com amitriptilina, aripiprazol, atomoxetina, buprenorfina, clomipramina, clozapina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso difenidramina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com difenidramina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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