Interações de metoclopramida
Metoclopramida tem 124 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 9 contraindicadas, 41 graves, 42 moderadas e 32 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Procinéticos, Antagonistas dopaminérgicos. ATC A03FA01. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada9 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Metoclopramida + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Metoclopramida + fenelzina
A associação de fenelzina (IMAO) com metoclopramida pode causar síndrome serotoninérgica grave.
O que fazer: Não associar. Respeitar os períodos de washout da bula (habitualmente 14 dias após um IMAO; 5 semanas após fluoxetina).
- Metoclopramida + linezolida
A associação de linezolida (IMAO) com metoclopramida pode causar síndrome serotoninérgica grave.
O que fazer: Não associar. Respeitar os períodos de washout da bula (habitualmente 14 dias após um IMAO; 5 semanas após fluoxetina).
- Metoclopramida + moclobemida
A associação de moclobemida (IMAO) com metoclopramida pode causar síndrome serotoninérgica grave.
O que fazer: Não associar. Respeitar os períodos de washout da bula (habitualmente 14 dias após um IMAO; 5 semanas após fluoxetina).
- Metoclopramida + rasagilina
Antagonistas dopaminérgicos podem reduzir a eficácia da rasagilina.
O que fazer: Evitar o uso concomitante sempre que possível; monitorar a resposta clínica.
- Metoclopramida + selegilina
A associação de selegilina (IMAO) com metoclopramida pode causar síndrome serotoninérgica grave.
O que fazer: Não associar. Respeitar os períodos de washout da bula (habitualmente 14 dias após um IMAO; 5 semanas após fluoxetina).
- Metoclopramida + tranilcipromina
A metoclopramida usada com tranilcipromina pode produzir crise hipertensiva ou síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar com cautela a associação de tranilcipromina com metoclopramida.
- Metoclopramida + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Metoclopramida + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave41 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Metoclopramida + aripiprazol
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + buprenorfina
Buprenorfina com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Metoclopramida + bupropiona
Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de metoclopramida.
O que fazer: Reduzir a dose de metoclopramida em pacientes que recebem inibidores potentes do CYP2D6.
- Metoclopramida + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Metoclopramida + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Metoclopramida + clomipramina
O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Metoclopramida + clorpromazina
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + clozapina
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + codeína
O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Metoclopramida + duloxetina
O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Metoclopramida + eszopiclona
Os depressores do sistema nervoso central potencializam os efeitos sedativos da metoclopramida.
O que fazer: Evitar a metoclopramida ou o medicamento interagente, conforme a importância de cada um para o paciente.
- Metoclopramida + fentanila
Fentanila com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Metoclopramida + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Metoclopramida + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Metoclopramida + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Metoclopramida + haloperidol
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + hidromorfona
Hidromorfona com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Metoclopramida + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Metoclopramida + levomepromazina
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + lítio
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Metoclopramida + lurasidona
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + metadona
Metadona com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Metoclopramida + morfina
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.
- Metoclopramida + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Metoclopramida + olanzapina
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + oxicodona
Oxicodona com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Metoclopramida + paliperidona
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + paroxetina
Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de metoclopramida.
O que fazer: Reduzir a dose de metoclopramida em pacientes que recebem inibidores potentes do CYP2D6.
- Metoclopramida + petidina
Petidina com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Metoclopramida + pimozida
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + propafenona
Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Metoclopramida + quetiapina
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + risperidona
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + rivastigmina
Não se recomenda o uso concomitante de metoclopramida com rivastigmina pelo risco de reações extrapiramidais.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com rivastigmina.
- Metoclopramida + sertralina
O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Metoclopramida + sotalol
Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.
- Metoclopramida + sulpirida
Não se recomenda usar metoclopramida junto com antipsicóticos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de metoclopramida com antipsicóticos.
- Metoclopramida + tapentadol
Tapentadol com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Metoclopramida + tramadol
O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Metoclopramida + trazodona
A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Metoclopramida + zolpidem
Os depressores do sistema nervoso central potencializam os efeitos sedativos da metoclopramida.
O que fazer: Evitar a metoclopramida ou o medicamento interagente, conforme a importância de cada um para o paciente.
Moderada42 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Metoclopramida + alprazolam
Alprazolam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + amiodarona
Amiodarona e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + azitromicina
Azitromicina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + biperideno
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Metoclopramida + bromazepam
Bromazepam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + butilbrometo de escopolamina
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Metoclopramida + cinacalcete
Cinacalcete inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de metoclopramida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metoclopramida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cinacalcete.
- Metoclopramida + citalopram
Citalopram e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + claritromicina
Claritromicina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + clobazam
Clobazam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + clonazepam
Clonazepam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + clonidina
Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.
O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.
- Metoclopramida + cloroquina
Cloroquina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + desvenlafaxina
Desvenlafaxina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + diazepam
Diazepam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + digoxina
Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.
O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.
- Metoclopramida + domperidona
Domperidona e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + donepezila
Donepezila e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + eritromicina
Eritromicina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + escitalopram
Escitalopram e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + fluconazol
Fluconazol e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + fluvoxamina
Fluvoxamina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + insulina
Metoclopramida pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina.
O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar o esquema posológico de insulina conforme necessário.
- Metoclopramida + cetoconazol
Cetoconazol e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + levodopa/carbidopa
A metoclopramida pode aumentar a biodisponibilidade da levodopa, mas também piorar o controle da doença de Parkinson.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o controle dos sintomas parkinsonianos.
- Metoclopramida + levofloxacino
Levofloxacino e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Metoclopramida + lorazepam
Lorazepam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + metronidazol
O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.
- Metoclopramida + midazolam
Metoclopramida e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + ondansetrona
Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.
O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Metoclopramida + orfenadrina
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Metoclopramida + oxibutinina
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Metoclopramida + posaconazol
Metoclopramida pode reduzir a absorção de digoxina, fosfomicina e posaconazol em suspensão oral.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica; para a digoxina, monitorar suas concentrações e aumentar a dose, se necessário.
- Metoclopramida + pramipexol
Os agonistas dopaminérgicos e a metoclopramida têm efeitos opostos sobre a dopamina.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica e o controle dos sintomas parkinsonianos ao associar esses fármacos.
- Metoclopramida + sirolimo
Metoclopramida pode aumentar a absorção de ciclosporina, sirolimo e tacrolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações plasmáticas e ajustar a dose conforme necessário.
- Metoclopramida + solifenacina
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Metoclopramida + tacrolimo
Metoclopramida pode aumentar a absorção de ciclosporina, sirolimo e tacrolimo.
O que fazer: Monitorar as concentrações plasmáticas e ajustar a dose conforme necessário.
- Metoclopramida + terbinafina
Terbinafina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de metoclopramida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metoclopramida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender terbinafina.
- Metoclopramida + tolterodina
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Metoclopramida + triazolam
Metoclopramida e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + venlafaxina
Venlafaxina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + vortioxetina
Vortioxetina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
Leve32 interações leves
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Metoclopramida + ácido valproico
Ácido valproico e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + amitriptilina
Amitriptilina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + baclofeno
Baclofeno e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + carbamazepina
Carbamazepina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + carisoprodol
Carisoprodol e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + cetirizina
Cetirizina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + ciclobenzaprina
Ciclobenzaprina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + clorfeniramina
Clorfeniramina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + dextrometorfano
Dextrometorfano e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + difenidramina
Difenidramina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + dimenidrinato
Dimenidrinato e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + efavirenz
Efavirenz e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + eletriptana
Eletriptana e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + fenitoína
Fenitoína e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + fenobarbital
Fenobarbital e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + flunarizina
Flunarizina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + gabapentina
Gabapentina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + hidroxizina
Hidroxizina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + imipramina
Imipramina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + levetiracetam
Levetiracetam e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + metocarbamol
Metocarbamol e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + mirtazapina
Metoclopramida e mirtazapina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + nortriptilina
Metoclopramida e nortriptilina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + oxcarbazepina
Metoclopramida e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + pregabalina
Metoclopramida e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + progesterona
Metoclopramida e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + prometazina
Metoclopramida e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + rizatriptana
Metoclopramida e rizatriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + sumatriptana
Metoclopramida e sumatriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Metoclopramida + tizanidina
Metoclopramida e tizanidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + topiramato
Metoclopramida e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Metoclopramida + zolmitriptana
Metoclopramida e zolmitriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos metoclopramida interage?
- Na nossa base, metoclopramida tem 124 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, fenelzina, linezolida, moclobemida, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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