Interações de tramadol

Tramadol tem 146 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 7 contraindicadas, 123 graves e 16 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Opioides. ATC N02AX02. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada7 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Tramadol + fenelzina

    Não usar tramadol em pacientes que tomam IMAO ou que os suspenderam há menos de 14 dias.

    O que fazer: Não coadministrar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar o tramadol.

  • Tramadol + linezolida

    Não usar tramadol em pacientes que tomam IMAO ou que os suspenderam há menos de 14 dias.

    O que fazer: Não coadministrar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar o tramadol.

  • Tramadol + moclobemida

    Não usar tramadol em pacientes que tomam IMAO ou que os suspenderam há menos de 14 dias.

    O que fazer: Não coadministrar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar o tramadol.

  • Tramadol + naltrexona

    A naltrexona é contraindicada em pacientes que recebem opioides ou que são dependentes deles.

    O que fazer: Não usar naltrexona em pacientes que recebem analgésicos opioides ou que são dependentes de opioides; assegurar um período livre de opioides de 7 a 10 dias antes de iniciar a naltrexona.

  • Tramadol + rasagilina

    Meperidina (petidina), tramadol e metadona contraindicados com rasagilina.

    O que fazer: Não coadministrar; aguardar pelo menos 14 dias entre a suspensão da rasagilina e o início desses medicamentos, ou vice-versa.

  • Tramadol + selegilina

    A selegilina transdérmica é contraindicada com ISRS, IRSN, os tricíclicos clomipramina e imipramina, os opioides meperidina, tramadol e metadona, e o antitussígeno dextrometorfano.

    O que fazer: Não associar selegilina transdérmica com esses medicamentos; respeitar os períodos de washout recomendados ao trocar de um para o outro.

  • Tramadol + tranilcipromina

    Não usar tramadol em pacientes que tomam IMAO ou que os suspenderam há menos de 14 dias.

    O que fazer: Não coadministrar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar o tramadol.

Grave123 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Tramadol + ácido valproico

    Tramadol com ácido valproico pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.

  • Tramadol + amicacina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + amitriptilina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + amoxicilina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + amoxicilina/clavulanato de potássio

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + ampicilina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + aripiprazol

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + atazanavir

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + azitromicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + baclofeno

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + bromazepam

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Tramadol + bupropiona

    Os inibidores do CYP2D6 (p. ex., amiodarona) aumentam os níveis de tramadol e reduzem os de seu metabólito ativo M1.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência quanto a convulsões, síndrome serotoninérgica e sinais de abstinência de opioides quando usado junto com um inibidor do CYP2D6.

  • Tramadol + carbamazepina

    Não se recomenda a administração conjunta de tramadol com carbamazepina.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar analgesia alternativa.

  • Tramadol + carisoprodol

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + cefalexina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + ceftriaxona

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + cefuroxima

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + cetirizina

    Tramadol com cetirizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + ciclobenzaprina

    risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose

  • Tramadol + cinacalcete

    Os inibidores do CYP2D6 (p. ex., amiodarona) aumentam os níveis de tramadol e reduzem os de seu metabólito ativo M1.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência quanto a convulsões, síndrome serotoninérgica e sinais de abstinência de opioides quando usado junto com um inibidor do CYP2D6.

  • Tramadol + ciprofloxacino

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + citalopram

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.

  • Tramadol + claritromicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + clindamicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + clobazam

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Tramadol + clonazepam

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + clonidina

    Tramadol com clonidina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + clorfeniramina

    Tramadol com clorfeniramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + clorpromazina

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + clozapina

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Tramadol + darunavir

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + desvenlafaxina

    O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.

  • Tramadol + dextrometorfano

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + diazepam

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + dicloxacilina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + difenidramina

    Tramadol com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + dimenidrinato

    Tramadol com dimenidrinato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + doxiciclina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + efavirenz

    Tramadol com efavirenz pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + eletriptana

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + eritromicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + escitalopram

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + eszopiclona

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + fenitoína

    Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de tramadol até obter um efeito estável e vigiar sinais de abstinência de opioides.

  • Tramadol + fenobarbital

    Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de tramadol até obter um efeito estável e vigiar sinais de abstinência de opioides.

  • Tramadol + fentanila

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Tramadol + fluconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + flunarizina

    Tramadol com flunarizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + fluoxetina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Tramadol + fluvoxamina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Tramadol + fosfomicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + gabapentina

    Os opioides associados à gabapentina aumentam o risco de depressão respiratória e sedação, às vezes fatal.

    O que fazer: Monitorar sinais de depressão respiratória e sedação; considerar iniciar gabapentina em dose baixa e ajustar conforme necessário.

  • Tramadol + gentamicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + haloperidol

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + hidromorfona

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Tramadol + hidroxizina

    Tramadol com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + imipramina

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + itraconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + cetoconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + levetiracetam

    Tramadol com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + levofloxacino

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + levomepromazina

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + lítio

    O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.

  • Tramadol + lorazepam

    O uso concomitante de lorazepam com opioides pode produzir sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; se associados, monitorar de perto a depressão respiratória e a sedação.

  • Tramadol + lurasidona

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + metadona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Tramadol + metocarbamol

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + metoclopramida

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + metronidazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + midazolam

    O uso concomitante de midazolam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso conjunto; monitorar de perto o paciente quanto a depressão respiratória e sedação.

  • Tramadol + minociclina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + mirtazapina

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Tramadol + morfina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.

  • Tramadol + moxifloxacino

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + nistatina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + nitrofurantoína

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + norfloxacino

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + nortriptilina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com nortriptilina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, advertir o paciente sobre o risco aumentado e vigiar especialmente durante o início e os aumentos de dose.

  • Tramadol + olanzapina

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + ondansetrona

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de síndrome serotoninérgica durante o uso concomitante; se surgirem sintomas, suspender a ondansetrona e iniciar tratamento de suporte.

  • Tramadol + orfenadrina

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + oxcarbazepina

    Tramadol com oxcarbazepina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + oxicodona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + paliperidona

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + paroxetina

    O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + benzilpenicilina benzatina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + petidina

    risco de síndrome serotoninérgica ao associar petidina com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar de perto ao iniciar ou ajustar a dose

  • Tramadol + pimozida

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + posaconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + pramipexol

    Tramadol com pramipexol pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + pregabalina

    Pregabalina com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se coadministrada com um opioide, iniciar pregabalina em doses baixas e monitorar sintomas de depressão respiratória e sedação.

  • Tramadol + progesterona

    Tramadol com progesterona pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + prometazina

    Tramadol com prometazina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + quetiapina

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + rifabutina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + rifampicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + risperidona

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + ritonavir

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + rizatriptana

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + secnidazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + sertralina

    O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Tramadol + sulpirida

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + sumatriptana

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + tapentadol

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Tramadol + terbinafina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + tinidazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + tizanidina

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + topiramato

    Tramadol com topiramato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Tramadol + trazodona

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + triazolam

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + sulfametoxazol/trimetoprima

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + vancomicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + venlafaxina

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + voriconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Tramadol + vortioxetina

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + ziprasidona

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Tramadol + zolmitriptana

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Tramadol + zolpidem

    O uso concomitante de tramadol com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar a sedação e a função respiratória.

Moderada16 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Tramadol + abiraterona

    Abiraterona inibe o CYP2D6, a enzima que converte tramadol em sua forma ativa: tramadol pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a abiraterona que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tramadol que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tramadol + amiodarona

    Os inibidores do CYP2D6 (p. ex., amiodarona) aumentam os níveis de tramadol e reduzem os de seu metabólito ativo M1.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência quanto a convulsões, síndrome serotoninérgica e sinais de abstinência de opioides quando usado junto com um inibidor do CYP2D6.

  • Tramadol + biperideno

    O uso concomitante de tramadol com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica.

  • Tramadol + butilbrometo de escopolamina

    O uso concomitante de tramadol com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica.

  • Tramadol + celecoxibe

    Celecoxibe inibe o CYP2D6, a enzima que converte tramadol em sua forma ativa: tramadol pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a celecoxibe que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tramadol que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tramadol + clopidogrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do clopidogrel.

    O que fazer: Na síndrome coronariana aguda, considerar um antiagregante parenteral se for necessário coadministrar morfina ou outro opioide.

  • Tramadol + cobicistate

    Tramadol com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de tramadol.

  • Tramadol + digoxina

    Foram notificados casos raros de toxicidade por digoxina com o uso de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de toxicidade por digoxina e ajustar sua dose conforme necessário.

  • Tramadol + enzalutamida

    Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de tramadol até obter um efeito estável e vigiar sinais de abstinência de opioides.

  • Tramadol + mirabegrona

    Mirabegrona inibe o CYP2D6, a enzima que converte tramadol em sua forma ativa: tramadol pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a mirabegrona que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tramadol que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Tramadol + oxibutinina

    O uso concomitante de tramadol com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica.

  • Tramadol + prasugrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do metabólito ativo do prasugrel.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitam de morfina ou outros opioides.

  • Tramadol + solifenacina

    O uso concomitante de tramadol com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica.

  • Tramadol + ticagrelor

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do ticagrelor.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitem de opioides.

  • Tramadol + tolterodina

    O uso concomitante de tramadol com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica.

  • Tramadol + varfarina

    Foram notificados casos raros de alteração do efeito da varfarina com o uso de tramadol.

    O que fazer: Reavaliar com frequência o tempo de protrombina e ajustar a dose de varfarina conforme necessário.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos tramadol interage?
Na nossa base, tramadol tem 146 interações documentadas; as mais graves são com fenelzina, linezolida, moclobemida, naltrexona, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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