Interações de tolterodina
Tolterodina tem 103 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 4 contraindicadas, 20 graves e 79 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antimuscarínicos urinários, Anticolinérgicos. ATC G04BD07. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada4 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Tolterodina + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Tolterodina + tranilcipromina
Os anti-histamínicos H1 não seletivos são contraindicados com tranilcipromina pelo aumento dos efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Não associar tranilcipromina com anti-histamínicos H1 não seletivos nem outros anticolinérgicos de risco semelhante.
- Tolterodina + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Tolterodina + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave20 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Tolterodina + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Tolterodina + claritromicina
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de tolterodina.
O que fazer: Em pacientes que recebem cetoconazol ou outros inibidores potentes do CYP3A4 (itraconazol, claritromicina, ritonavir), usar tolterodina de liberação prolongada 2 mg uma vez ao dia.
- Tolterodina + clozapina
Evitar clozapina com outros medicamentos anticolinérgicos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros anticolinérgicos sempre que possível.
- Tolterodina + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Tolterodina + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Tolterodina + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Tolterodina + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Tolterodina + ipratrópio
Deve-se evitar a associação de ipratrópio com outros medicamentos anticolinérgicos.
O que fazer: Evitar a coadministração de ipratrópio com outros medicamentos com ação anticolinérgica.
- Tolterodina + itraconazol
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de tolterodina.
O que fazer: Em pacientes que recebem cetoconazol ou outros inibidores potentes do CYP3A4 (itraconazol, claritromicina, ritonavir), usar tolterodina de liberação prolongada 2 mg uma vez ao dia.
- Tolterodina + cetoconazol
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de tolterodina.
O que fazer: Em pacientes que recebem cetoconazol ou outros inibidores potentes do CYP3A4 (itraconazol, claritromicina, ritonavir), usar tolterodina de liberação prolongada 2 mg uma vez ao dia.
- Tolterodina + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Tolterodina + olanzapina
O uso concomitante com outros anticolinérgicos aumenta o risco de reações adversas graves.
O que fazer: Usar a associação com precaução e vigiar a motilidade gastrointestinal.
- Tolterodina + paliperidona
Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.
- Tolterodina + propafenona
Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Tolterodina + quetiapina
Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.
- Tolterodina + ritonavir
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de tolterodina.
O que fazer: Em pacientes que recebem cetoconazol ou outros inibidores potentes do CYP3A4 (itraconazol, claritromicina, ritonavir), usar tolterodina de liberação prolongada 2 mg uma vez ao dia.
- Tolterodina + rivastigmina
Não se recomenda associar rivastigmina com medicamentos anticolinérgicos como oxibutinina ou tolterodina.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivastigmina com medicamentos anticolinérgicos como oxibutinina ou tolterodina, a menos que seja considerado clinicamente necessário.
- Tolterodina + sotalol
Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.
- Tolterodina + tiotrópio
O tiotrópio pode interagir de forma aditiva com outros medicamentos anticolinérgicos.
O que fazer: Evitar a administração concomitante de tiotrópio com outros medicamentos que contenham anticolinérgicos.
- Tolterodina + trazodona
Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).
Moderada79 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Tolterodina + amiodarona
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + amitriptilina
O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.
- Tolterodina + atazanavir
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + atomoxetina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + azitromicina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + biperideno
O uso concomitante com outros fármacos anticolinérgicos aumenta os efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Usar com precaução a associação com outros fármacos anticolinérgicos; vigiar o surgimento de efeitos anticolinérgicos.
- Tolterodina + buprenorfina
O uso concomitante com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica ao associar buprenorfina com fármacos anticolinérgicos.
- Tolterodina + bupropiona
Bupropiona inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tolterodina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender bupropiona.
- Tolterodina + butilbrometo de escopolamina
O uso concomitante com outros fármacos anticolinérgicos aumenta os efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Usar com precaução a associação com outros fármacos anticolinérgicos; vigiar o surgimento de efeitos anticolinérgicos.
- Tolterodina + carbamazepina
A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.
- Tolterodina + ciclobenzaprina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + cinacalcete
Cinacalcete inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tolterodina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cinacalcete.
- Tolterodina + citalopram
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + clomipramina
O uso concomitante de clomipramina com fármacos anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.
O que fazer: Supervisionar rigorosamente e ajustar a dose com cuidado se forem coadministrados.
- Tolterodina + clonidina
Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.
O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.
- Tolterodina + clorfeniramina
Clorfeniramina e tolterodina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Tolterodina + cloroquina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + clorpromazina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + cobicistate
Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tolterodina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.
- Tolterodina + codeína
Os anticolinérgicos associados à codeína aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica ao associar anticolinérgicos com codeína.
- Tolterodina + darunavir
Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tolterodina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.
- Tolterodina + desvenlafaxina
A desvenlafaxina em doses altas pode aumentar a exposição a substratos do CYP2D6.
O que fazer: Não é necessário ajuste com desvenlafaxina 100 mg ou menos; reduzir a dose do substrato até a metade se coadministrado com 400 mg de desvenlafaxina.
- Tolterodina + difenidramina
Difenidramina e tolterodina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Tolterodina + digoxina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + dimenidrinato
Dimenidrinato e tolterodina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.
O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.
- Tolterodina + domperidona
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + donepezila
A donepezila pode interferir na atividade dos fármacos anticolinérgicos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao associar donepezila com fármacos anticolinérgicos.
- Tolterodina + efavirenz
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tolterodina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se tolterodina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tolterodina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Tolterodina + eritromicina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + escitalopram
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + famotidina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + fenitoína
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tolterodina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se tolterodina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tolterodina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Tolterodina + fenobarbital
Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tolterodina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se tolterodina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tolterodina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.
- Tolterodina + fentanila
Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.
O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.
- Tolterodina + flecainida
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + fluconazol
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + haloperidol
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + hidromorfona
O uso com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar a função urinária e intestinal; evitar em pacientes com risco de íleo.
- Tolterodina + hidroxizina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + imipramina
O uso conjunto de imipramina com anticolinérgicos intensifica os efeitos atropínicos.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao associar anticolinérgicos.
- Tolterodina + indapamida
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + levofloxacino
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + levomepromazina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + lítio
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + loperamida
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + metadona
O uso conjunto de metadona com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar retenção urinária e motilidade gástrica reduzida durante o uso conjunto.
- Tolterodina + metoclopramida
Os fármacos anticolinérgicos podem reduzir a absorção sistêmica da metoclopramida.
O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar metoclopramida com fármacos anticolinérgicos.
- Tolterodina + metronidazol
O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.
- Tolterodina + mirtazapina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + morfina
Anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com morfina.
O que fazer: Avaliar sinais de retenção urinária ou motilidade gástrica reduzida ao usar morfina junto com anticolinérgicos.
- Tolterodina + norfloxacino
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + nortriptilina
Anticolinérgicos e simpatomiméticos requerem ajuste cuidadoso de dose com nortriptilina.
O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso da dose ao coadministrar.
- Tolterodina + ondansetrona
Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.
O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Tolterodina + orfenadrina
O uso concomitante com outros fármacos anticolinérgicos aumenta os efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Usar com precaução a associação com outros fármacos anticolinérgicos; vigiar o surgimento de efeitos anticolinérgicos.
- Tolterodina + oxibutinina
O uso conjunto de oxibutinina com outros anticolinérgicos aumenta a frequência e a gravidade dos efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Vigiar o surgimento ou a piora de efeitos anticolinérgicos ao associar com outros fármacos anticolinérgicos.
- Tolterodina + oxicodona
O uso concomitante com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica durante o uso concomitante.
- Tolterodina + paroxetina
Paroxetina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tolterodina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender paroxetina.
- Tolterodina + petidina
o uso conjunto com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave
O que fazer: vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica
- Tolterodina + pimozida
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + posaconazol
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + prometazina
A prometazina com outros anticolinérgicos aumenta o risco de efeitos anticolinérgicos.
O que fazer: Usar com precaução ao associar com outros agentes anticolinérgicos.
- Tolterodina + ranolazina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + rifampicina
Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tolterodina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se tolterodina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tolterodina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.
- Tolterodina + risperidona
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + salbutamol
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + salmeterol
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + sertralina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + solifenacina
Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.
O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + sulpirida
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + tacrolimo
O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.
O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.
- Tolterodina + tamoxifeno
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + tapentadol
O uso com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar a função urinária e intestinal; evitar em pacientes com risco de íleo.
- Tolterodina + terbinafina
Terbinafina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tolterodina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender terbinafina.
- Tolterodina + tizanidina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + tramadol
O uso concomitante de tramadol com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.
O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou redução da motilidade gástrica.
- Tolterodina + vardenafila
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + venlafaxina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Tolterodina + verapamil
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos tolterodina interage?
- Na nossa base, tolterodina tem 103 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, tranilcipromina, voriconazol, ziprasidona, ciprofloxacino, claritromicina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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