Interações de carbamazepina

Carbamazepina tem 200 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 9 contraindicadas, 79 graves, 107 moderadas e 5 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anticonvulsivantes. ATC N03AF01. Bula da FDA (em inglês)

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Contraindicada9 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Carbamazepina + atazanavir

    Contraindicado com indutores fortes do CYP3A pela perda de eficácia antirretroviral.

    O que fazer: Evitar a associação; usar um antirretroviral alternativo.

  • Carbamazepina + bupropiona

    A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

    O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

  • Carbamazepina + cobicistate

    Anticonvulsivantes indutores enzimáticos contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um anticonvulsivante sem indução do CYP3A.

  • Carbamazepina + lurasidona

    O uso concomitante de lurasidona com indutores fortes do CYP3A4 é contraindicado.

    O que fazer: Não usar lurasidona junto com um indutor forte do CYP3A4 (p. ex., rifampicina, carbamazepina, fenitoína).

  • Carbamazepina + nifedipino

    Contraindicados os indutores fortes do CYP3A com nifedipino.

    O que fazer: Não usar nifedipino junto com indutores fortes do CYP3A; considerar um anti-hipertensivo alternativo.

  • Carbamazepina + ranolazina

    Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A.

    O que fazer: Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A, como rifampicina, rifabutina, fenobarbital, fenitoína ou carbamazepina.

  • Carbamazepina + selegilina

    A carbamazepina é contraindicada com selegilina transdérmica.

    O que fazer: Não associar carbamazepina com selegilina transdérmica.

  • Carbamazepina + tranilcipromina

    A carbamazepina é contraindicada com tranilcipromina pelo risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Não associar tranilcipromina com carbamazepina.

  • Carbamazepina + voriconazol

    Rifampicina, carbamazepina e os barbitúricos de ação prolongada são contraindicados com voriconazol.

    O que fazer: Não associar voriconazol com rifampicina, carbamazepina nem barbitúricos de ação prolongada.

Grave79 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Carbamazepina + abiraterona

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Carbamazepina + alprazolam

    Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.

    O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.

  • Carbamazepina + apixabana

    Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.

  • Carbamazepina + aripiprazol

    A carbamazepina diminui significativamente a concentração de aripiprazol e obriga a duplicar sua dose.

    O que fazer: Duplicar a dose de aripiprazol ao adicionar carbamazepina; se a carbamazepina for suspensa, reduzir novamente a dose de aripiprazol.

  • Carbamazepina + bictegravir

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bictegravir a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se bictegravir for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bictegravir e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + budesonida

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de budesonida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se budesonida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de budesonida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + buprenorfina

    Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de buprenorfina e, quando suspensos, podem provocar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o indutor, considerar reduzir a dose de buprenorfina e monitorar a função respiratória.

  • Carbamazepina + ciclosporina

    Vários medicamentos diminuem as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de ciclosporina e ajustar a dose ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Carbamazepina + ciprofloxacino

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + claritromicina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + clozapina

    Não se recomenda associar clozapina com indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de clozapina.

  • Carbamazepina + codeína

    Os indutores do CYP3A4 diminuem os níveis de morfina gerados a partir da codeína, com risco de perda de eficácia ou abstinência; sua suspensão pode causar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar a eficácia e os sinais de abstinência; ao suspender o indutor, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Carbamazepina + colchicina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de colchicina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se colchicina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de colchicina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + dabigatrana

    Deve-se evitar a associação de carbamazepina com os anticoagulantes orais diretos.

    O que fazer: Evitar a coadministração de carbamazepina com apixabana, dabigatrana, edoxabana ou rivaroxabana.

  • Carbamazepina + darunavir

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + deflazacorte

    os indutores moderados ou fortes do CYP3A4 reduzem a eficácia do deflazacorte

    O que fazer: evitar o uso concomitante desses indutores do CYP3A4 com deflazacorte

  • Carbamazepina + desogestrel

    A carbamazepina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal ou adicional em pacientes que recebem carbamazepina junto com anticoncepcionais hormonais.

  • Carbamazepina + digoxina

    Carbamazepina induz a glicoproteína P e pode reduzir os níveis de digoxina.

    O que fazer: Evitar a associação. Se for imprescindível, monitorar o efeito de digoxina e considerar uma alternativa que não dependa da glicoproteína P.

  • Carbamazepina + diltiazem

    O diltiazem pode elevar os níveis séricos de carbamazepina a ponto de produzir toxicidade.

    O que fazer: Vigiar os níveis séricos de carbamazepina e sinais de toxicidade ao associar com diltiazem.

  • Carbamazepina + dolutegravir

    A carbamazepina diminui as concentrações de dolutegravir.

    O que fazer: Ajustar a dose de dolutegravir para duas vezes ao dia em pacientes sem resistência a inibidores da integrase.

  • Carbamazepina + domperidona

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de domperidona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se domperidona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de domperidona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + dronedarona

    Os indutores fortes do CYP3A diminuem significativamente a exposição à dronedarona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rifampicina ou outros indutores fortes do CYP3A.

  • Carbamazepina + drospirenona

    A carbamazepina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal ou adicional em pacientes que recebem carbamazepina junto com anticoncepcionais hormonais.

  • Carbamazepina + edoxabana

    Deve-se evitar a associação de carbamazepina com os anticoagulantes orais diretos.

    O que fazer: Evitar a coadministração de carbamazepina com apixabana, dabigatrana, edoxabana ou rivaroxabana.

  • Carbamazepina + efavirenz

    o efavirenz e esses anticonvulsivantes reduzem mutuamente suas concentrações

    O que fazer: usar um tratamento anticonvulsivante alternativo quando possível; caso contrário, monitorar periodicamente os níveis do anticonvulsivante

  • Carbamazepina + eletriptana

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eletriptana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eletriptana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eletriptana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + enzalutamida

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição à enzalutamida e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Evitar a coadministração com indutores fortes do CYP3A4; se não puder ser evitada, aumentar a dose de enzalutamida.

  • Carbamazepina + eplerenona

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + ergotamina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ergotamina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ergotamina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ergotamina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + eritromicina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + etinilestradiol

    A carbamazepina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal ou adicional em pacientes que recebem carbamazepina junto com anticoncepcionais hormonais.

  • Carbamazepina + everolimo

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Carbamazepina + felodipino

    Os anticonvulsivantes indutores (fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) reduzem acentuadamente as concentrações plasmáticas de felodipino.

    O que fazer: Considerar um tratamento anti-hipertensivo alternativo em pacientes que recebem esses anticonvulsivantes.

  • Carbamazepina + fenitoína

    Fenitoína, fenobarbital, rifampicina e teofilina podem diminuir a concentração plasmática de carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de carbamazepina ao iniciar tratamento com esses indutores.

  • Carbamazepina + fenobarbital

    Fenitoína, fenobarbital, rifampicina e teofilina podem diminuir a concentração plasmática de carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de carbamazepina ao iniciar tratamento com esses indutores.

  • Carbamazepina + fentanila

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + fluconazol

    O fluconazol inibe o metabolismo da carbamazepina, com risco de toxicidade.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina conforme as concentrações ou o efeito.

  • Carbamazepina + fluoxetina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Carbamazepina + fluticasona

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de fluticasona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se fluticasona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fluticasona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + fluvoxamina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + hidromorfona

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + imatinibe

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição ao imatinibe.

    O que fazer: Considerar agentes alternativos com menor potencial de indução enzimática quando for necessário um indutor forte do CYP3A4.

  • Carbamazepina + itraconazol

    Não se recomenda associar itraconazol com carbamazepina.

    O que fazer: Evitar o uso combinado 2 semanas antes, durante e 2 semanas após o tratamento com itraconazol.

  • Carbamazepina + ivabradina

    Deve-se evitar o uso de ivabradina com indutores do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de indutores do CYP3A4.

  • Carbamazepina + cetoconazol

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + lamotrigina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + levonorgestrel

    A carbamazepina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal ou adicional em pacientes que recebem carbamazepina junto com anticoncepcionais hormonais.

  • Carbamazepina + linagliptina

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

  • Carbamazepina + lovastatina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de lovastatina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se lovastatina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de lovastatina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + medroxiprogesterona

    A carbamazepina pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Recomendar um método contraceptivo não hormonal ou adicional em pacientes que recebem carbamazepina junto com anticoncepcionais hormonais.

  • Carbamazepina + metadona

    Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Carbamazepina + midazolam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + morfina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + nevirapina

    Anticonvulsivantes com concentrações reciprocamente reduzidas junto com nevirapina.

    O que fazer: Usar com precaução; monitorar a resposta virológica e os níveis do anticonvulsivante.

  • Carbamazepina + orlistate

    Foram relatadas convulsões com o uso combinado de orlistate e antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar alterações na frequência ou gravidade das convulsões ao coadministrar orlistate com antiepilépticos.

  • Carbamazepina + oxicodona

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + petidina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + pimozida

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + posaconazol

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + quetiapina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + raltegravir

    Não se recomenda associar raltegravir com indutores enzimáticos fortes, como carbamazepina, fenitoína ou fenobarbital.

    O que fazer: Evitar a coadministração com esses anticonvulsivantes.

  • Carbamazepina + rifampicina

    Fenitoína, fenobarbital, rifampicina e teofilina podem diminuir a concentração plasmática de carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de carbamazepina ao iniciar tratamento com esses indutores.

  • Carbamazepina + ritonavir

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + rivaroxabana

    Deve-se evitar a associação de carbamazepina com os anticoagulantes orais diretos.

    O que fazer: Evitar a coadministração de carbamazepina com apixabana, dabigatrana, edoxabana ou rivaroxabana.

  • Carbamazepina + salmeterol

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de salmeterol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se salmeterol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de salmeterol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + sinvastatina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de sinvastatina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se sinvastatina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de sinvastatina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + sirolimo

    Evitar sirolimo com indutores fortes do CYP3A4/P-gp.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar um agente alternativo com menor potencial de interação.

  • Carbamazepina + tacrolimo

    A carbamazepina pode alterar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações sanguíneas de tacrolimo e ajustar sua dose conforme necessário.

  • Carbamazepina + tamoxifeno

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, não devem ser usados com tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de tamoxifeno com indutores fortes do CYP3A4.

  • Carbamazepina + tapentadol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + teofilina

    Fenitoína, fenobarbital, rifampicina e teofilina podem diminuir a concentração plasmática de carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de carbamazepina ao iniciar tratamento com esses indutores.

  • Carbamazepina + ticagrelor

    Evitar ticagrelor com indutores potentes do CYP3A.

    O que fazer: Evitar a associação.

  • Carbamazepina + tofacitinibe

    os indutores potentes do CYP3A4 reduzem a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: evitar o uso concomitante de tofacitinibe com indutores potentes do CYP3A4

  • Carbamazepina + tramadol

    Não se recomenda a administração conjunta de tramadol com carbamazepina.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar analgesia alternativa.

  • Carbamazepina + trazodona

    A carbamazepina reduz acentuadamente as concentrações plasmáticas de trazodona.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica à trazodona e considerar ajuste de dose ao associá-la com carbamazepina.

  • Carbamazepina + triazolam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + vardenafila

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de vardenafila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se vardenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de vardenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + verapamil

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + varfarina

    A carbamazepina pode reduzir o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR ao iniciar ou suspender carbamazepina em pacientes tratados com varfarina e ajustar a dose conforme necessário.

Moderada107 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Carbamazepina + acenocumarol

    Carbamazepina induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de acenocumarol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se acenocumarol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de acenocumarol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + ácido valproico

    Os indutores enzimáticos hepáticos aumentam a depuração do ácido valproico.

    O que fazer: Aumentar o monitoramento das concentrações de valproato e ajustar a dose ao iniciar ou suspender estes medicamentos.

  • Carbamazepina + albendazol

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + amiodarona

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de amiodarona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se amiodarona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de amiodarona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + amitriptilina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + anlodipino

    Os indutores do CYP3A podem diminuir o efeito do anlodipino.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente a pressão arterial ao coadministrar indutores do CYP3A.

  • Carbamazepina + atenolol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + atorvastatina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de atorvastatina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se atorvastatina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de atorvastatina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + azitromicina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + baclofeno

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + betametasona

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + biperideno

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + bisoprolol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de carbamazepina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se carbamazepina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de carbamazepina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Carbamazepina + bromazepam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + butilbrometo de escopolamina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + carisoprodol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + carvedilol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + cetirizina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + ciclobenzaprina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + cilostazol

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + cinacalcete

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cinacalcete a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se cinacalcete for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cinacalcete e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + citalopram

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + clindamicina

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, podem reduzir a eficácia da clindamicina.

    O que fazer: Monitorar a perda de eficácia ao associar com um indutor forte do CYP3A4.

  • Carbamazepina + clobazam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + clomipramina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + clonazepam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + clorfeniramina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + cloroquina

    A cloroquina pode antagonizar a atividade da carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de carbamazepina ao associá-la com cloroquina.

  • Carbamazepina + clorpromazina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de carbamazepina.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente carbamazepina 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de carbamazepina.

  • Carbamazepina + desloratadina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + dexametasona

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + diazepam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + difenidramina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + dimenidrinato

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + donepezila

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de donepezila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se donepezila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de donepezila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + doxiciclina

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + duloxetina

    Carbamazepina induz o CYP1A2 e pode reduzir os níveis de duloxetina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se duloxetina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de duloxetina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + estradiol

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de estradiol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se estradiol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de estradiol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + eszopiclona

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + fenelzina

    Existe risco de interação adversa ao associar fenelzina com antidepressivos dibenzazepínicos, carbamazepina ou ciclobenzaprina.

    O que fazer: Usar com cautela se for decidido administrar fenelzina junto com esses medicamentos.

  • Carbamazepina + fexofenadina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + flecainida

    os indutores enzimáticos aumentam a eliminação da flecainida

    O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose da flecainida

  • Carbamazepina + fludrocortisona

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + gabapentina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + glibenclamida

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + haloperidol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + hidrocortisona

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + hidroxizina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode reduzir a atividade dos antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar o controle das crises convulsivas ao coadministrar.

  • Carbamazepina + ibuprofeno

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + imipramina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + isoniazida

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + isotretinoína

    O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.

    O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.

  • Carbamazepina + ivermectina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ivermectina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ivermectina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ivermectina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + cetorolaco

    Foram relatados casos esporádicos de convulsões com o uso concomitante de cetorolaco e fenitoína ou carbamazepina.

    O que fazer: Vigiar o surgimento de convulsões se usados juntos.

  • Carbamazepina + lacosamida

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + levetiracetam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + levomepromazina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + levotiroxina

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + lítio

    A associação de carbamazepina com lítio aumenta o risco de neurotoxicidade.

    O que fazer: Monitorar sinais de neurotoxicidade ao associar carbamazepina com lítio.

  • Carbamazepina + loperamida

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de loperamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se loperamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de loperamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + loratadina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + lorazepam

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de carbamazepina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se carbamazepina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de carbamazepina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Carbamazepina + metilprednisolona

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + metocarbamol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + metoprolol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + mirtazapina

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + nebivolol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + nistatina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + nortriptilina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + olanzapina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + omeprazol

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + ondansetrona

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ondansetrona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ondansetrona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ondansetrona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + orfenadrina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + oxcarbazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + oxibutinina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + paliperidona

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + paracetamol

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + prednisolona

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + prednisona

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + pregabalina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + progesterona

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem aumentar a eliminação da progesterona e reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4.

  • Carbamazepina + prometazina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + propafenona

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de propafenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se propafenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de propafenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + propranolol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + repaglinida

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de repaglinida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se repaglinida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de repaglinida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + rifabutina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rifabutina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rifabutina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rifabutina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + riociguate

    Os indutores potentes do CYP3A podem reduzir significativamente a exposição ao riociguate.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao associar um indutor potente do CYP3A; não há dados que orientem um ajuste específico de dose.

  • Carbamazepina + risperidona

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + sertralina

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + sildenafila

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de sildenafila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se sildenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de sildenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + solifenacina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + sotalol

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + sulpirida

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + tadalafila

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Carbamazepina + tansulosina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Carbamazepina + terbinafina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Carbamazepina + tinidazol

    Os indutores do CYP3A4 podem acelerar a eliminação do tinidazol e reduzir seu efeito.

    O que fazer: Vigiar o efeito clínico do tinidazol; pode ser necessário ajuste de dose se coadministrado com indutores do CYP3A4.

  • Carbamazepina + tizanidina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + tolterodina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + topiramato

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + vortioxetina

    Os indutores potentes do CYP diminuem as concentrações plasmáticas de vortioxetina.

    O que fazer: Considerar aumentar a dose de vortioxetina quando se coadministra um indutor potente do CYP.

  • Carbamazepina + ziprasidona

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Carbamazepina + zolpidem

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

Leve5 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Carbamazepina + clonidina

    Carbamazepina e clonidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carbamazepina + escitalopram

    Carbamazepina, um indutor enzimático, poderia aumentar a depuração do escitalopram.

    O que fazer: Considerar a possibilidade de aumento da depuração do escitalopram se forem coadministrados; vigiar a resposta clínica.

  • Carbamazepina + flunarizina

    Carbamazepina e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carbamazepina + metoclopramida

    Carbamazepina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Carbamazepina + pramipexol

    Carbamazepina e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos carbamazepina interage?
Na nossa base, carbamazepina tem 200 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, bupropiona, cobicistate, lurasidona, nifedipino, ranolazina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso carbamazepina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com carbamazepina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.

Abrir o verificador de interações →