Interações de metadona

Metadona tem 167 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 12 contraindicadas, 109 graves, 45 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Opioides. ATC N07BC02. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada12 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Metadona + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Metadona + fenelzina

    O uso de metadona com IMAO, ou nos 14 dias após sua suspensão, pode produzir síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Não se recomenda o uso de metadona em pacientes que recebem IMAO ou nos 14 dias após sua suspensão.

  • Metadona + itraconazol

    O itraconazol é contraindicado com numerosos medicamentos pelo risco de toxicidade grave devido ao aumento acentuado de suas concentrações.

    O que fazer: Não usar itraconazol junto com esses medicamentos durante o tratamento e até 2 semanas depois; colchicina e solifenacina são contraindicadas somente em pacientes com insuficiência renal ou hepática.

  • Metadona + cetoconazol

    o cetoconazol é contraindicado com medicamentos que prolongam o intervalo QT e são metabolizados pelo CYP3A4

    O que fazer: não coadministrar cetoconazol com esses medicamentos

  • Metadona + linezolida

    O uso de metadona com IMAO, ou nos 14 dias após sua suspensão, pode produzir síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Não se recomenda o uso de metadona em pacientes que recebem IMAO ou nos 14 dias após sua suspensão.

  • Metadona + moclobemida

    O uso de metadona com IMAO, ou nos 14 dias após sua suspensão, pode produzir síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Não se recomenda o uso de metadona em pacientes que recebem IMAO ou nos 14 dias após sua suspensão.

  • Metadona + naltrexona

    A naltrexona é contraindicada em pacientes que recebem opioides ou que são dependentes deles.

    O que fazer: Não usar naltrexona em pacientes que recebem analgésicos opioides ou que são dependentes de opioides; assegurar um período livre de opioides de 7 a 10 dias antes de iniciar a naltrexona.

  • Metadona + rasagilina

    Meperidina (petidina), tramadol e metadona contraindicados com rasagilina.

    O que fazer: Não coadministrar; aguardar pelo menos 14 dias entre a suspensão da rasagilina e o início desses medicamentos, ou vice-versa.

  • Metadona + selegilina

    A selegilina transdérmica é contraindicada com ISRS, IRSN, os tricíclicos clomipramina e imipramina, os opioides meperidina, tramadol e metadona, e o antitussígeno dextrometorfano.

    O que fazer: Não associar selegilina transdérmica com esses medicamentos; respeitar os períodos de washout recomendados ao trocar de um para o outro.

  • Metadona + tranilcipromina

    O uso de metadona com IMAO, ou nos 14 dias após sua suspensão, pode produzir síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Não se recomenda o uso de metadona em pacientes que recebem IMAO ou nos 14 dias após sua suspensão.

  • Metadona + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Metadona + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave109 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Metadona + ácido valproico

    Metadona com ácido valproico pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + amiodarona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + amitriptilina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + aripiprazol

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + atazanavir

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + azitromicina

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + baclofeno

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + bromazepam

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Metadona + carbamazepina

    Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + carisoprodol

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + cetirizina

    Metadona com cetirizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + ciclobenzaprina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + ciclosporina

    Ciclosporina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de metadona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de metadona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Metadona + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Metadona + citalopram

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.

  • Metadona + claritromicina

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + clobazam

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Metadona + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Metadona + clonazepam

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Metadona + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Metadona + clorfeniramina

    Metadona com clorfeniramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + cloroquina

    Cloroquina e metadona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + clorpromazina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + clozapina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + cobicistate

    Buprenorfina e metadona com efeito variável ao coadministrar com cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do opioide usando a menor dose inicial ou de manutenção possível.

  • Metadona + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Metadona + darunavir

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + desvenlafaxina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + diazepam

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Metadona + difenidramina

    Metadona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + diltiazem

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + dimenidrinato

    Metadona com dimenidrinato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + domperidona

    Domperidona e metadona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + donepezila

    Donepezila e metadona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + efavirenz

    efavirenz pode precipitar abstinência de metadona

    O que fazer: monitorar sinais de abstinência e aumentar a dose de metadona, se necessário

  • Metadona + eletriptana

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de metadona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se metadona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de metadona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Metadona + eritromicina

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + escitalopram

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + eszopiclona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + fenitoína

    Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + fenobarbital

    Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + fentanila

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Metadona + fluconazol

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + flunarizina

    Metadona com flunarizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Metadona + fluvoxamina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Metadona + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Metadona + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Metadona + gabapentina

    Os opioides associados à gabapentina aumentam o risco de depressão respiratória e sedação, às vezes fatal.

    O que fazer: Monitorar sinais de depressão respiratória e sedação; considerar iniciar gabapentina em dose baixa e ajustar conforme necessário.

  • Metadona + haloperidol

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + hidromorfona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Metadona + hidroxizina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Metadona + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Metadona + imatinibe

    Imatinibe inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de metadona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de metadona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Metadona + imipramina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + levetiracetam

    Metadona com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + levofloxacino

    Levofloxacino e metadona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + levomepromazina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + lítio

    O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.

  • Metadona + loperamida

    Deve-se evitar o uso conjunto de loperamida com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antipsicóticos, moxifloxacino ou outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Metadona + lorazepam

    O uso concomitante de lorazepam com opioides pode produzir sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; se associados, monitorar de perto a depressão respiratória e a sedação.

  • Metadona + lurasidona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + metocarbamol

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + metoclopramida

    Metadona com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + midazolam

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + mirtazapina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + morfina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Metadona + nevirapina

    Metadona com concentrações reduzidas pela nevirapina e risco de abstinência.

    O que fazer: Monitorar sinais de abstinência e ajustar a dose de metadona em incrementos de 10 mg, conforme necessário.

  • Metadona + nortriptilina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + olanzapina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Metadona + orfenadrina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + oxcarbazepina

    Metadona com oxcarbazepina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + oxicodona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + paliperidona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + paroxetina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + petidina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + pimozida

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + posaconazol

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + pramipexol

    Metadona com pramipexol pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + pregabalina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + progesterona

    Metadona com progesterona pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + prometazina

    Metadona com prometazina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Metadona + quetiapina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + rifampicina

    Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + risperidona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + ritonavir

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Metadona + rizatriptana

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + sertralina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Metadona + sulpirida

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + sumatriptana

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + tapentadol

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + tizanidina

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + topiramato

    Metadona com topiramato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Metadona + tramadol

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + trazodona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + triazolam

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Metadona + venlafaxina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + verapamil

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + vortioxetina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + zolmitriptana

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Metadona + zolpidem

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

Moderada45 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Metadona + abacavir

    O abacavir aumenta a depuração da metadona e pode exigir ajuste de sua dose.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de metadona em um número reduzido de pacientes.

  • Metadona + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + anlodipino

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + atomoxetina

    Metadona e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + biperideno

    O uso conjunto de metadona com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar retenção urinária e motilidade gástrica reduzida durante o uso conjunto.

  • Metadona + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de metadona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se metadona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de metadona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Metadona + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + butilbrometo de escopolamina

    O uso conjunto de metadona com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar retenção urinária e motilidade gástrica reduzida durante o uso conjunto.

  • Metadona + clopidogrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do clopidogrel.

    O que fazer: Na síndrome coronariana aguda, considerar um antiagregante parenteral se for necessário coadministrar morfina ou outro opioide.

  • Metadona + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de metadona.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente metadona 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de metadona.

  • Metadona + deflazacorte

    Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + dexametasona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + digoxina

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + famotidina

    Metadona e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + felodipino

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + flecainida

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + hidrocortisona

    Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + indapamida

    Metadona e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de metadona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se metadona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de metadona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Metadona + metilprednisolona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Metadona + nifedipino

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Metadona + norfloxacino

    Metadona e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + orlistate

    Orlistate pode reduzir a absorção de metadona.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente metadona 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de metadona.

  • Metadona + oxibutinina

    O uso conjunto de metadona com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar retenção urinária e motilidade gástrica reduzida durante o uso conjunto.

  • Metadona + prasugrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do metabólito ativo do prasugrel.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitam de morfina ou outros opioides.

  • Metadona + prednisolona

    Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + prednisona

    Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + ranolazina

    Metadona e ranolazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + rifabutina

    Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de metadona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se metadona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de metadona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.

  • Metadona + salbutamol

    Metadona e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + salmeterol

    Metadona e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + solifenacina

    O uso conjunto de metadona com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar retenção urinária e motilidade gástrica reduzida durante o uso conjunto.

  • Metadona + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Metadona + tamoxifeno

    Metadona e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + ticagrelor

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do ticagrelor.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitem de opioides.

  • Metadona + tolterodina

    O uso conjunto de metadona com anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar retenção urinária e motilidade gástrica reduzida durante o uso conjunto.

  • Metadona + torasemida

    Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Metadona + vardenafila

    Metadona e vardenafila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Metadona + zidovudina

    A metadona aumenta a AUC da zidovudina, com risco de toxicidade por zidovudina.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por zidovudina em pacientes tratados conjuntamente.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Metadona + dextrometorfano

    Dextrometorfano e metadona aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos metadona interage?
Na nossa base, metadona tem 167 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, fenelzina, itraconazol, cetoconazol, linezolida, moclobemida. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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