Interações de oxicodona

Oxicodona tem 117 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 104 graves e 12 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Opioides. ATC N02AA05. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Oxicodona + naltrexona

    A naltrexona é contraindicada em pacientes que recebem opioides ou que são dependentes deles.

    O que fazer: Não usar naltrexona em pacientes que recebem analgésicos opioides ou que são dependentes de opioides; assegurar um período livre de opioides de 7 a 10 dias antes de iniciar a naltrexona.

Grave104 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Oxicodona + ácido valproico

    Oxicodona com ácido valproico pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.

  • Oxicodona + amitriptilina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + aripiprazol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + atazanavir

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + azitromicina

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + baclofeno

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + bromazepam

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Oxicodona + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Oxicodona + carisoprodol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + cetirizina

    Oxicodona com cetirizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + ciclobenzaprina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + ciclosporina

    Ciclosporina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Oxicodona + ciprofloxacino

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Oxicodona + citalopram

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + claritromicina

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + clobazam

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + clomipramina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + clonazepam

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + clonidina

    Oxicodona com clonidina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + clorfeniramina

    Oxicodona com clorfeniramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + clorpromazina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + clozapina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + cobicistate

    Cobicistate inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Oxicodona + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Oxicodona + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de fentanila e oxicodona.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente os efeitos terapêuticos e adversos do opioide.

  • Oxicodona + desvenlafaxina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + diazepam

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + difenidramina

    Oxicodona com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + diltiazem

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Oxicodona + dimenidrinato

    Oxicodona com dimenidrinato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + dronedarona

    Dronedarona inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Oxicodona + duloxetina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + efavirenz

    Oxicodona com efavirenz pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + eletriptana

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + enzalutamida

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem diminuir as concentrações plasmáticas de oxicodona e sua eficácia analgésica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência; considerar aumentar a dose de oxicodona, se necessário, para manter a analgesia e, ao descontinuar o indutor, considerar reduzi-la.

  • Oxicodona + eritromicina

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + escitalopram

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + eszopiclona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + fenelzina

    O uso concomitante com inibidores da MAO não é recomendado pelo risco de síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com IMAO ou dentro de 14 dias após sua suspensão; se imprescindível, usar doses de teste com titulação em pequenos incrementos e vigiar pressão arterial e função respiratória.

  • Oxicodona + fenitoína

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem diminuir as concentrações plasmáticas de oxicodona e sua eficácia analgésica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência; considerar aumentar a dose de oxicodona, se necessário, para manter a analgesia e, ao descontinuar o indutor, considerar reduzi-la.

  • Oxicodona + fenobarbital

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem diminuir as concentrações plasmáticas de oxicodona e sua eficácia analgésica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência; considerar aumentar a dose de oxicodona, se necessário, para manter a analgesia e, ao descontinuar o indutor, considerar reduzi-la.

  • Oxicodona + fentanila

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Oxicodona + fluconazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + flunarizina

    Oxicodona com flunarizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + fluoxetina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + fluvoxamina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + gabapentina

    Os opioides associados à gabapentina aumentam o risco de depressão respiratória e sedação, às vezes fatal.

    O que fazer: Monitorar sinais de depressão respiratória e sedação; considerar iniciar gabapentina em dose baixa e ajustar conforme necessário.

  • Oxicodona + haloperidol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + hidromorfona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativas adequadas; se usada, iniciar com doses baixas de ambos os medicamentos, titular conforme a resposta clínica e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Oxicodona + hidroxizina

    Oxicodona com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + imatinibe

    Imatinibe inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Oxicodona + imipramina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + itraconazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + cetoconazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + levetiracetam

    Oxicodona com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + levomepromazina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + linezolida

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + lorazepam

    O uso concomitante de lorazepam com opioides pode produzir sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; se associados, monitorar de perto a depressão respiratória e a sedação.

  • Oxicodona + lurasidona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + metadona

    O uso concomitante de metadona com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de depressão respiratória, sedação profunda, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; considerar reduzir as doses; vigiar sedação e depressão respiratória; considerar prescrever um agente de reversão de superdosagem de opioides.

  • Oxicodona + metocarbamol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + metoclopramida

    Oxicodona com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + midazolam

    O uso concomitante de midazolam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Limitar a dose e a duração do uso conjunto; monitorar de perto o paciente quanto a depressão respiratória e sedação.

  • Oxicodona + mirtazapina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + moclobemida

    O uso concomitante com inibidores da MAO não é recomendado pelo risco de síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com IMAO ou dentro de 14 dias após sua suspensão; se imprescindível, usar doses de teste com titulação em pequenos incrementos e vigiar pressão arterial e função respiratória.

  • Oxicodona + morfina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + nortriptilina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + olanzapina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + orfenadrina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + oxcarbazepina

    Oxicodona com oxcarbazepina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + paliperidona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + paroxetina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + petidina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + pimozida

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + posaconazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + pramipexol

    Oxicodona com pramipexol pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + pregabalina

    Pregabalina com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se coadministrada com um opioide, iniciar pregabalina em doses baixas e monitorar sintomas de depressão respiratória e sedação.

  • Oxicodona + progesterona

    Oxicodona com progesterona pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + prometazina

    Oxicodona com prometazina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + quetiapina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + rasagilina

    O uso concomitante com inibidores da MAO não é recomendado pelo risco de síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com IMAO ou dentro de 14 dias após sua suspensão; se imprescindível, usar doses de teste com titulação em pequenos incrementos e vigiar pressão arterial e função respiratória.

  • Oxicodona + rifampicina

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem diminuir as concentrações plasmáticas de oxicodona e sua eficácia analgésica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência; considerar aumentar a dose de oxicodona, se necessário, para manter a analgesia e, ao descontinuar o indutor, considerar reduzi-la.

  • Oxicodona + risperidona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + ritonavir

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + rizatriptana

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + selegilina

    O uso concomitante com inibidores da MAO não é recomendado pelo risco de síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com IMAO ou dentro de 14 dias após sua suspensão; se imprescindível, usar doses de teste com titulação em pequenos incrementos e vigiar pressão arterial e função respiratória.

  • Oxicodona + sertralina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + sulpirida

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + sumatriptana

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + tapentadol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + tizanidina

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + topiramato

    Oxicodona com topiramato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Oxicodona + tramadol

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + tranilcipromina

    O uso concomitante com inibidores da MAO não é recomendado pelo risco de síndrome serotoninérgica ou toxicidade opioide.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com IMAO ou dentro de 14 dias após sua suspensão; se imprescindível, usar doses de teste com titulação em pequenos incrementos e vigiar pressão arterial e função respiratória.

  • Oxicodona + trazodona

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + triazolam

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + venlafaxina

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + verapamil

    Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Oxicodona + voriconazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Oxicodona + ziprasidona

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Oxicodona + zolmitriptana

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Oxicodona + zolpidem

    O uso concomitante com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas de tratamento adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

Moderada12 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Oxicodona + biperideno

    O uso concomitante com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica durante o uso concomitante.

  • Oxicodona + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de oxicodona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se oxicodona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de oxicodona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Oxicodona + butilbrometo de escopolamina

    O uso concomitante com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica durante o uso concomitante.

  • Oxicodona + clopidogrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do clopidogrel.

    O que fazer: Na síndrome coronariana aguda, considerar um antiagregante parenteral se for necessário coadministrar morfina ou outro opioide.

  • Oxicodona + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de oxicodona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se oxicodona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de oxicodona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Oxicodona + nevirapina

    Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de oxicodona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se oxicodona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de oxicodona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.

  • Oxicodona + oxibutinina

    O uso concomitante com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica durante o uso concomitante.

  • Oxicodona + prasugrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do metabólito ativo do prasugrel.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitam de morfina ou outros opioides.

  • Oxicodona + rifabutina

    Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de oxicodona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se oxicodona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de oxicodona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.

  • Oxicodona + solifenacina

    O uso concomitante com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica durante o uso concomitante.

  • Oxicodona + ticagrelor

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do ticagrelor.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitem de opioides.

  • Oxicodona + tolterodina

    O uso concomitante com fármacos anticolinérgicos aumenta o risco de retenção urinária e constipação grave.

    O que fazer: Vigiar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica durante o uso concomitante.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos oxicodona interage?
Na nossa base, oxicodona tem 117 interações documentadas; as mais graves são com naltrexona, ácido valproico, alprazolam, amitriptilina, aripiprazol, atazanavir. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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