Interações de fentanila

Fentanila tem 124 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 7 contraindicadas, 96 graves, 20 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Opioides. ATC N02AB03. Também chamado: Fentanilo, fentanil, citrato de fentanila. Bula da FDA (em inglês)

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Contraindicada7 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Fentanila + fenelzina

    Não se recomenda usar fentanila em pacientes que tomam IMAO.

    O que fazer: Não usar fentanila em pacientes que tomam IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão.

  • Fentanila + linezolida

    Não se recomenda usar fentanila em pacientes que tomam IMAO.

    O que fazer: Não usar fentanila em pacientes que tomam IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão.

  • Fentanila + moclobemida

    Não se recomenda usar fentanila em pacientes que tomam IMAO.

    O que fazer: Não usar fentanila em pacientes que tomam IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão.

  • Fentanila + naltrexona

    A naltrexona é contraindicada em pacientes que recebem opioides ou que são dependentes deles.

    O que fazer: Não usar naltrexona em pacientes que recebem analgésicos opioides ou que são dependentes de opioides; assegurar um período livre de opioides de 7 a 10 dias antes de iniciar a naltrexona.

  • Fentanila + rasagilina

    Não se recomenda usar fentanila em pacientes que tomam IMAO.

    O que fazer: Não usar fentanila em pacientes que tomam IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão.

  • Fentanila + selegilina

    Não se recomenda usar fentanila em pacientes que tomam IMAO.

    O que fazer: Não usar fentanila em pacientes que tomam IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão.

  • Fentanila + tranilcipromina

    Não se recomenda usar fentanila em pacientes que tomam IMAO.

    O que fazer: Não usar fentanila em pacientes que tomam IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão.

Grave96 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Fentanila + ácido valproico

    Fentanila com ácido valproico pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar de perto sinais de depressão respiratória e sedação.

  • Fentanila + amitriptilina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + atazanavir

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + azitromicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + baclofeno

    Os relaxantes musculares potencializam o bloqueio neuromuscular e a depressão respiratória da fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de depressão respiratória e ajustar a dose de fentanila ou do relaxante muscular conforme necessário.

  • Fentanila + bromazepam

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + buprenorfina

    O uso concomitante de buprenorfina com benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central aumenta o risco de eventos adversos graves.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, usar as menores doses eficazes, minimizar a duração e monitorar o paciente de perto.

  • Fentanila + bupropiona

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Fentanila + carisoprodol

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Fentanila + cetirizina

    Fentanila com cetirizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + ciclobenzaprina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + ciclosporina

    Ciclosporina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fentanila + ciprofloxacino

    Ciprofloxacino inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fentanila + citalopram

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.

  • Fentanila + claritromicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + clobazam

    O uso concomitante de clobazam com opioides aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar a associação para casos sem alternativas adequadas; usar as menores doses eficazes e vigiar rigorosamente a sedação e a função respiratória.

  • Fentanila + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Fentanila + clonazepam

    O uso concomitante de clonazepam com opioides pode produzir sedação profunda e depressão respiratória.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose eficaz e a menor duração possível e vigiar a sedação e a função respiratória.

  • Fentanila + clonidina

    Fentanila com clonidina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + clorfeniramina

    Fentanila com clorfeniramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + clorpromazina

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + clozapina

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + cobicistate

    Fentanila com risco de depressão respiratória potencialmente fatal pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento cuidadoso dos efeitos terapêuticos e adversos da fentanila ao coadministrar.

  • Fentanila + codeína

    O uso concomitante de codeína com benzodiazepínicos ou outros depressores do SNC pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar a menor dose e a menor duração possíveis e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Fentanila + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de fentanila e oxicodona.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente os efeitos terapêuticos e adversos do opioide.

  • Fentanila + desvenlafaxina

    O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.

  • Fentanila + diazepam

    Risco de depressão respiratória grave ao associar diazepam a opioides.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas; usar as doses mínimas eficazes e monitorar de perto a sedação e a função respiratória.

  • Fentanila + difenidramina

    Fentanila com difenidramina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + diltiazem

    Diltiazem inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fentanila + dimenidrinato

    Fentanila com dimenidrinato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + dronedarona

    Dronedarona inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fentanila + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + efavirenz

    Fentanila com efavirenz pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + eletriptana

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + enzalutamida

    Os indutores do CYP3A4 diminuem as concentrações de fentanila.

    O que fazer: Monitorar de perto e ajustar a dose de fentanila ao iniciar ou suspender o indutor.

  • Fentanila + eritromicina

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + escitalopram

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + eszopiclona

    Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.

  • Fentanila + fenitoína

    Os indutores do CYP3A4 diminuem as concentrações de fentanila.

    O que fazer: Monitorar de perto e ajustar a dose de fentanila ao iniciar ou suspender o indutor.

  • Fentanila + fenobarbital

    Os indutores do CYP3A4 diminuem as concentrações de fentanila.

    O que fazer: Monitorar de perto e ajustar a dose de fentanila ao iniciar ou suspender o indutor.

  • Fentanila + fluconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + flunarizina

    Fentanila com flunarizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + fluoxetina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + fluvoxamina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + gabapentina

    Os opioides associados à gabapentina aumentam o risco de depressão respiratória e sedação, às vezes fatal.

    O que fazer: Monitorar sinais de depressão respiratória e sedação; considerar iniciar gabapentina em dose baixa e ajustar conforme necessário.

  • Fentanila + hidromorfona

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + hidroxizina

    Fentanila com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + imatinibe

    O imatinibe aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP3A4 com margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Usar com particular cautela ao administrar imatinibe com substratos do CYP3A4 de margem terapêutica estreita (p. ex., ciclosporina, ergotamina, fentanila, pimozida, sirolimo, tacrolimo).

  • Fentanila + imipramina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + itraconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + cetoconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + levetiracetam

    Fentanila com levetiracetam pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + levomepromazina

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + lítio

    O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.

  • Fentanila + lorazepam

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + metadona

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + metocarbamol

    Os relaxantes musculares potencializam o bloqueio neuromuscular e a depressão respiratória da fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de depressão respiratória e ajustar a dose de fentanila ou do relaxante muscular conforme necessário.

  • Fentanila + metoclopramida

    Fentanila com metoclopramida pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + midazolam

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + mirtazapina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + morfina

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + nifedipino

    Risco de hipotensão grave com nifedipino, betabloqueadores e fentanila em doses altas.

    O que fazer: Em pacientes tratados com nifedipino que necessitem de anestesia com fentanila em doses altas, considerar suspender o nifedipino com antecedência suficiente (pelo menos 36 horas) antes da cirurgia.

  • Fentanila + nortriptilina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + olanzapina

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + ondansetrona

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de síndrome serotoninérgica durante o uso concomitante; se surgirem sintomas, suspender a ondansetrona e iniciar tratamento de suporte.

  • Fentanila + orfenadrina

    Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.

  • Fentanila + oxcarbazepina

    Fentanila com oxcarbazepina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + oxicodona

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + paroxetina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + petidina

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + posaconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + pramipexol

    Fentanila com pramipexol pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + pregabalina

    Pregabalina com opioides aumenta o risco de depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se coadministrada com um opioide, iniciar pregabalina em doses baixas e monitorar sintomas de depressão respiratória e sedação.

  • Fentanila + progesterona

    Fentanila com progesterona pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + prometazina

    Fentanila com prometazina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + quetiapina

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + rifampicina

    Os indutores do CYP3A4 diminuem as concentrações de fentanila.

    O que fazer: Monitorar de perto e ajustar a dose de fentanila ao iniciar ou suspender o indutor.

  • Fentanila + ritonavir

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + rizatriptana

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + sertralina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + sumatriptana

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + tapentadol

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + tizanidina

    Os relaxantes musculares potencializam o bloqueio neuromuscular e a depressão respiratória da fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de depressão respiratória e ajustar a dose de fentanila ou do relaxante muscular conforme necessário.

  • Fentanila + topiramato

    Fentanila com topiramato pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fentanila + tramadol

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + trazodona

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + triazolam

    O uso combinado de fentanila com benzodiazepínicos ou outros opioides aumenta o risco de sedação profunda e morte.

    O que fazer: Reservar o uso concomitante para pacientes sem alternativas adequadas, com a menor dose eficaz e monitoramento rigoroso.

  • Fentanila + venlafaxina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + verapamil

    Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fentanila + voriconazol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Fentanila + vortioxetina

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + ziprasidona

    Risco aumentado de síndrome serotoninérgica ao associar ziprasidona a outros medicamentos serotoninérgicos.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, informar o paciente e vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender ambos os medicamentos se surgirem sintomas.

  • Fentanila + zolmitriptana

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fentanila + zolpidem

    Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.

Moderada20 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Fentanila + amiodarona

    A fentanila associada à amiodarona pode causar hipotensão e bradicardia.

    O que fazer: Monitorar hemodinamicamente durante o uso concomitante.

  • Fentanila + aripiprazol

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + biperideno

    Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.

  • Fentanila + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de fentanila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se fentanila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fentanila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Fentanila + butilbrometo de escopolamina

    Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.

  • Fentanila + clopidogrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do clopidogrel.

    O que fazer: Na síndrome coronariana aguda, considerar um antiagregante parenteral se for necessário coadministrar morfina ou outro opioide.

  • Fentanila + haloperidol

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + lurasidona

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de fentanila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se fentanila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fentanila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Fentanila + nevirapina

    Fentanila com concentrações reduzidas pela nevirapina.

    O que fazer: Não há doses estabelecidas para esta associação; monitorar a resposta clínica.

  • Fentanila + oxibutinina

    Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.

  • Fentanila + paliperidona

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + pimozida

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + prasugrel

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do metabólito ativo do prasugrel.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitam de morfina ou outros opioides.

  • Fentanila + rifabutina

    Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de fentanila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se fentanila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fentanila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.

  • Fentanila + risperidona

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + solifenacina

    Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.

  • Fentanila + sulpirida

    Os neurolépticos associados à fentanila podem elevar a pressão arterial e exigem monitoramento cardíaco.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico quando um neuroléptico for usado junto com fentanila.

  • Fentanila + ticagrelor

    Os opioides retardam e reduzem a absorção do ticagrelor.

    O que fazer: Considerar o uso de um antiagregante parenteral em pacientes com síndrome coronariana aguda que necessitem de opioides.

  • Fentanila + tolterodina

    Os anticolinérgicos aumentam o risco de retenção urinária e constipação grave com fentanila.

    O que fazer: Monitorar sinais de retenção urinária ou diminuição da motilidade gástrica.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Fentanila + dextrometorfano

    Dextrometorfano e fentanila aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos fentanila interage?
Na nossa base, fentanila tem 124 interações documentadas; as mais graves são com fenelzina, linezolida, moclobemida, naltrexona, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso fentanila com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com fentanila já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.

Abrir o verificador de interações →