Interações de amitriptilina

Amitriptilina tem 137 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 9 contraindicadas, 53 graves, 62 moderadas e 13 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antidepressivos tricíclicos, Antidepressivos. ATC N06AA09. Também chamado: cloridrato de amitriptilina. Bula da FDA (em inglês)

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Contraindicada9 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Amitriptilina + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Amitriptilina + fenelzina

    O uso conjunto de amitriptilina com IMAO é contraindicado pelo risco de crise hiperpirética, convulsões graves e morte.

    O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar amitriptilina, e iniciar com doses baixas e aumento gradual.

  • Amitriptilina + linezolida

    O uso conjunto de amitriptilina com IMAO é contraindicado pelo risco de crise hiperpirética, convulsões graves e morte.

    O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar amitriptilina, e iniciar com doses baixas e aumento gradual.

  • Amitriptilina + moclobemida

    O uso conjunto de amitriptilina com IMAO é contraindicado pelo risco de crise hiperpirética, convulsões graves e morte.

    O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar amitriptilina, e iniciar com doses baixas e aumento gradual.

  • Amitriptilina + rasagilina

    O uso conjunto de amitriptilina com IMAO é contraindicado pelo risco de crise hiperpirética, convulsões graves e morte.

    O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar amitriptilina, e iniciar com doses baixas e aumento gradual.

  • Amitriptilina + selegilina

    O uso conjunto de amitriptilina com IMAO é contraindicado pelo risco de crise hiperpirética, convulsões graves e morte.

    O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar amitriptilina, e iniciar com doses baixas e aumento gradual.

  • Amitriptilina + tranilcipromina

    O uso conjunto de amitriptilina com IMAO é contraindicado pelo risco de crise hiperpirética, convulsões graves e morte.

    O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 14 dias após suspender o IMAO antes de iniciar amitriptilina, e iniciar com doses baixas e aumento gradual.

  • Amitriptilina + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Amitriptilina + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave53 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Amitriptilina + abiraterona

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Amitriptilina + buprenorfina

    O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.

  • Amitriptilina + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Amitriptilina + celecoxibe

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Amitriptilina + ciclobenzaprina

    risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose

  • Amitriptilina + cinacalcete

    O cinacalcete aumenta a exposição à flecainida e aos antidepressivos tricíclicos, medicamentos de margem terapêutica estreita metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Ajustar a dose de flecainida ou do antidepressivo tricíclico e vigiar sinais de toxicidade ao associar com cinacalcete.

  • Amitriptilina + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Amitriptilina + citalopram

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + clomipramina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + clorpromazina

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + codeína

    O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Amitriptilina + desvenlafaxina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + difenidramina

    Difenidramina inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Amitriptilina + duloxetina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + eletriptana

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + escitalopram

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + fentanila

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + fluoxetina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + fluvoxamina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Amitriptilina + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Amitriptilina + hidromorfona

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Amitriptilina + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Amitriptilina + imipramina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + lítio

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + metadona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + mirabegrona

    Mirabegrona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Amitriptilina + mirtazapina

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Amitriptilina + morfina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.

  • Amitriptilina + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Amitriptilina + nortriptilina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + oxicodona

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Amitriptilina + paroxetina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + petidina

    risco de síndrome serotoninérgica ao associar petidina com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar de perto ao iniciar ou ajustar a dose

  • Amitriptilina + pimozida

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Amitriptilina + prometazina

    A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.

    O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.

  • Amitriptilina + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Amitriptilina + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Amitriptilina + ritonavir

    O ritonavir pode aumentar a concentração desses antidepressivos.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo ao coadministrar com ritonavir.

  • Amitriptilina + rizatriptana

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + salbutamol

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem potencializar a ação do salbutamol sobre o sistema cardiovascular.

    O que fazer: Administrar com extrema precaução em pacientes tratados com IMAO ou antidepressivos tricíclicos, ou dentro das 2 semanas posteriores à sua suspensão; considerar uma terapia alternativa.

  • Amitriptilina + salmeterol

    Os antidepressivos tricíclicos podem potencializar o efeito vascular do salmeterol.

    O que fazer: Usar salmeterol com extrema precaução em pacientes tratados com um antidepressivo tricíclico, ou dentro das 2 semanas após sua suspensão.

  • Amitriptilina + sertralina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Amitriptilina + sumatriptana

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + tapentadol

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Amitriptilina + terbinafina

    A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.

  • Amitriptilina + tramadol

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + trazodona

    A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + venlafaxina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + vortioxetina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Amitriptilina + zolmitriptana

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

Moderada62 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Amitriptilina + ácido valproico

    O ácido valproico reduz a depuração de amitriptilina e nortriptilina, com risco de aumento de seus níveis.

    O que fazer: Considerar o monitoramento dos níveis de amitriptilina e reduzir sua dose se associada ao ácido valproico.

  • Amitriptilina + alprazolam

    Alprazolam e amitriptilina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + amiodarona

    Amiodarona e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + aripiprazol

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + azitromicina

    Azitromicina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + biperideno

    O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.

    O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.

  • Amitriptilina + bromazepam

    Amitriptilina e bromazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + butilbrometo de escopolamina

    O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.

    O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.

  • Amitriptilina + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Amitriptilina + carisoprodol

    O carisoprodol junto com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos sedativos aditivos.

    O que fazer: Usar com precaução em pacientes que tomam mais de um desses depressores do SNC simultaneamente.

  • Amitriptilina + claritromicina

    Claritromicina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + clobazam

    Amitriptilina e clobazam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + clonazepam

    O efeito depressor do sistema nervoso central do clonazepam pode ser potencializado por outros depressores do SNC.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o grau de sedação ao associar clonazepam com estes medicamentos.

  • Amitriptilina + clonidina

    Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.

  • Amitriptilina + clorfeniramina

    Amitriptilina e clorfeniramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Amitriptilina + cloroquina

    Cloroquina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + clozapina

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + cobicistate

    Antidepressivos tricíclicos e ISRS com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do antidepressivo, usando a menor dose inicial ou de manutenção possível, e monitorar a resposta.

  • Amitriptilina + darunavir

    Darunavir/ritonavir aumenta a exposição a antidepressivos tricíclicos e trazodona.

    O que fazer: Usar uma dose menor do antidepressivo tricíclico ou da trazodona.

  • Amitriptilina + diazepam

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Amitriptilina + dimenidrinato

    Amitriptilina e dimenidrinato têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Amitriptilina + dissulfiram

    O uso concomitante de amitriptilina e dissulfiram foi associado a delirium.

    O que fazer: Vigiar sinais de alteração do estado mental durante o uso concomitante.

  • Amitriptilina + domperidona

    Domperidona e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + donepezila

    Donepezila e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + eritromicina

    Eritromicina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + eszopiclona

    Eszopiclona com outros depressores do sistema nervoso central produz efeitos aditivos.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de eszopiclona e do depressor do SNC concomitante.

  • Amitriptilina + fenitoína

    Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.

  • Amitriptilina + fenobarbital

    A amitriptilina potencializa a resposta aos barbitúricos e a outros depressores do sistema nervoso central.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação e ajustar as doses conforme a resposta clínica.

  • Amitriptilina + flecainida

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + fluconazol

    O fluconazol aumenta o efeito da amitriptilina e da nortriptilina.

    O que fazer: Medir os níveis de nortriptilina/amitriptilina ao iniciar a associação e ajustar a dose, se necessário.

  • Amitriptilina + haloperidol

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + hidroxizina

    Amitriptilina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Amitriptilina + itraconazol

    O itraconazol pode aumentar as concentrações de venlafaxina e de outros antidepressivos.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo.

  • Amitriptilina + cetoconazol

    Cetoconazol e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + levodopa/carbidopa

    O uso concomitante de antidepressivos tricíclicos com levodopa/carbidopa foi associado a hipertensão e discinesia.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e o aparecimento de discinesias.

  • Amitriptilina + levofloxacino

    Levofloxacino e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + levomepromazina

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + levotiroxina

    O uso concomitante de antidepressivos tricíclicos e levotiroxina pode aumentar os efeitos terapêuticos e tóxicos de ambos os medicamentos.

    O que fazer: Vigiar sinais de arritmia e de estimulação do SNC; ajustar as doses conforme a resposta clínica.

  • Amitriptilina + lorazepam

    O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.

    O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.

  • Amitriptilina + lurasidona

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Amitriptilina + midazolam

    Amitriptilina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + olanzapina

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Amitriptilina + orfenadrina

    O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.

    O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.

  • Amitriptilina + oxibutinina

    O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.

    O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.

  • Amitriptilina + posaconazol

    Posaconazol e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amitriptilina + propranolol

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Amitriptilina + pseudoefedrina

    O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.

    O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.

  • Amitriptilina + ranolazina

    A ranolazina pode aumentar a exposição a antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de antidepressivos tricíclicos ou antipsicóticos ao associá-los com ranolazina.

  • Amitriptilina + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição aos antidepressivos tricíclicos, como a nortriptilina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do antidepressivo tricíclico; ajustar a dose ao iniciar ou suspender a rifampicina.

  • Amitriptilina + risperidona

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + rivastigmina

    Amitriptilina neutraliza o efeito de rivastigmina.

    O que fazer: Evitar o anticolinérgico ou escolher um de menor carga; reavaliar a necessidade de ambos.

  • Amitriptilina + solifenacina

    O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.

    O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.

  • Amitriptilina + sulpirida

    Os inibidores do CYP2D6 (propafenona, flecainida, ISRS, antipsicóticos fenotiazínicos) podem aumentar as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de amitriptilina; monitorar os níveis plasmáticos de amitriptilina ao associar ou retirar o inibidor.

  • Amitriptilina + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Amitriptilina + tizanidina

    O uso com depressores do SNC aumenta o efeito sedativo da tizanidina.

    O que fazer: Vigiar sinais de sedação excessiva quando associada a outros depressores do SNC.

  • Amitriptilina + tolterodina

    O uso concomitante de amitriptilina com anticolinérgicos ou simpatomiméticos requer supervisão rigorosa.

    O que fazer: Supervisão rigorosa e ajuste cuidadoso das doses.

  • Amitriptilina + topiramato

    O topiramato pode aumentar consideravelmente as concentrações plasmáticas de amitriptilina.

    O que fazer: Ajustar a dose de amitriptilina conforme a resposta clínica, e não conforme os níveis plasmáticos.

  • Amitriptilina + triazolam

    Amitriptilina e triazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + sulfametoxazol/trimetoprima

    A eficácia dos antidepressivos tricíclicos pode diminuir ao coadministrá-los com sulfametoxazol/trimetoprima.

    O que fazer: Monitorar a resposta terapêutica e ajustar a dose do tricíclico conforme necessário.

  • Amitriptilina + zolpidem

    Zolpidem com benzodiazepínicos, opioides ou antidepressivos tricíclicos aumenta o risco de depressão do sistema nervoso central.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de zolpidem e do outro depressor do SNC ao associá-los.

Leve13 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Amitriptilina + baclofeno

    Amitriptilina e baclofeno têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + cetirizina

    Amitriptilina e cetirizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + dextrometorfano

    Amitriptilina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Amitriptilina + efavirenz

    Amitriptilina e efavirenz têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + flunarizina

    Amitriptilina e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + gabapentina

    Amitriptilina e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + levetiracetam

    Amitriptilina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + metocarbamol

    Amitriptilina e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + metoclopramida

    Amitriptilina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Amitriptilina + oxcarbazepina

    Amitriptilina e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + pramipexol

    Amitriptilina e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + pregabalina

    Amitriptilina e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Amitriptilina + progesterona

    Amitriptilina e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos amitriptilina interage?
Na nossa base, amitriptilina tem 137 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, fenelzina, linezolida, moclobemida, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso amitriptilina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com amitriptilina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.

Abrir o verificador de interações →