Interações de hidroxizina

Hidroxizina tem 95 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 3 contraindicadas, 22 graves, 51 moderadas e 19 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anti-histamínicos. ATC N05BB01. Também chamado: Hidroxicina, cloridrato de hidroxizina. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada3 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Hidroxizina + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Hidroxizina + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Hidroxizina + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave22 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Hidroxizina + buprenorfina

    Buprenorfina com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + cetirizina

    Evitar cetirizina em pacientes com antecedente de hipersensibilidade ou AGEP por hidroxizina, pelo risco de sensibilidade cruzada.

    O que fazer: Evitar cetirizina ou levocetirizina em pacientes que tenham apresentado AGEP ou outras reações de hipersensibilidade com hidroxizina.

  • Hidroxizina + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Hidroxizina + codeína

    Codeína com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + fentanila

    Fentanila com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Hidroxizina + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Hidroxizina + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Hidroxizina + hidromorfona

    Hidromorfona com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Hidroxizina + metadona

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + morfina

    Morfina com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Hidroxizina + oxicodona

    Oxicodona com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Hidroxizina + petidina

    Petidina com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Hidroxizina + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Hidroxizina + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Hidroxizina + tapentadol

    Tapentadol com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + tramadol

    Tramadol com hidroxizina pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Hidroxizina + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

Moderada51 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Hidroxizina + alprazolam

    Alprazolam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + amiodarona

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + amitriptilina

    Amitriptilina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + azitromicina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + biperideno

    Biperideno e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + bromazepam

    Bromazepam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + butilbrometo de escopolamina

    Butilbrometo de escopolamina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + carbamazepina

    A carbamazepina, como depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito de outros depressores do SNC.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de carbamazepina ou do outro depressor do SNC ao usá-los concomitantemente.

  • Hidroxizina + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + citalopram

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + claritromicina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + clobazam

    Clobazam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + clomipramina

    Clomipramina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + clonazepam

    Clonazepam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Hidroxizina + clorfeniramina

    Clorfeniramina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + cloroquina

    Cloroquina e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + clorpromazina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + clozapina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + diazepam

    Diazepam e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + difenidramina

    Difenidramina e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + dimenidrinato

    Dimenidrinato e hidroxizina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + domperidona

    Domperidona e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + donepezila

    Donepezila e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + eritromicina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + escitalopram

    Escitalopram e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + fenobarbital

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Hidroxizina + fluconazol

    Fluconazol e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + haloperidol

    Haloperidol e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + heparina

    Digitálicos, tetraciclinas e anti-histamínicos podem contrabalançar parcialmente o efeito anticoagulante da heparina.

    O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante ao associar heparina com esses fármacos.

  • Hidroxizina + imipramina

    Hidroxizina e imipramina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + cetoconazol

    Cetoconazol e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + levofloxacino

    Levofloxacino e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + levomepromazina

    Hidroxizina e levomepromazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + lorazepam

    Hidroxizina e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Hidroxizina + midazolam

    Hidroxizina e midazolam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + nortriptilina

    Hidroxizina e nortriptilina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + olanzapina

    Hidroxizina e olanzapina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + ondansetrona

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + orfenadrina

    Hidroxizina e orfenadrina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + oxibutinina

    Hidroxizina e oxibutinina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + pimozida

    Pimozida e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + posaconazol

    Posaconazol e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + prometazina

    Hidroxizina e prometazina têm efeito anticolinérgico; juntos, aumentam a carga anticolinérgica.

    O que fazer: Evitar em idosos ou em pacientes com comprometimento cognitivo, glaucoma de ângulo fechado ou hiperplasia prostática; preferir alternativas sem efeito anticolinérgico.

  • Hidroxizina + rivastigmina

    Hidroxizina neutraliza o efeito de rivastigmina.

    O que fazer: Evitar o anticolinérgico ou escolher um de menor carga; reavaliar a necessidade de ambos.

  • Hidroxizina + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + sulpirida

    Sulpirida e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Hidroxizina + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Hidroxizina + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Hidroxizina + triazolam

    O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.

Leve19 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Hidroxizina + ácido valproico

    Ácido valproico e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + baclofeno

    Baclofeno e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + carisoprodol

    Carisoprodol e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + efavirenz

    Efavirenz e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + eszopiclona

    Eszopiclona e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + fenitoína

    Fenitoína e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + flunarizina

    Flunarizina e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + gabapentina

    Gabapentina e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + levetiracetam

    Hidroxizina e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + metocarbamol

    Hidroxizina e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + metoclopramida

    Hidroxizina e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + mirtazapina

    Hidroxizina e mirtazapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + oxcarbazepina

    Hidroxizina e oxcarbazepina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + pramipexol

    Hidroxizina e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + pregabalina

    Hidroxizina e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + progesterona

    Hidroxizina e progesterona têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + tizanidina

    Hidroxizina e tizanidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + topiramato

    Hidroxizina e topiramato têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Hidroxizina + zolpidem

    Hidroxizina e zolpidem têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos hidroxizina interage?
Na nossa base, hidroxizina tem 95 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, voriconazol, ziprasidona, buprenorfina, cetirizina, ciprofloxacino. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso hidroxizina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com hidroxizina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

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