Interações de tansulosina

Tansulosina tem 24 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 graves e 14 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Alfabloqueadores. ATC G04CA02. Também chamado: Tamsulosina, cloridrato de tansulosina. Bula da FDA (em inglês)

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Grave10 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Tansulosina + atazanavir

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Tansulosina + claritromicina

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Tansulosina + cobicistate

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Tansulosina + darunavir

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Tansulosina + itraconazol

    Não se recomenda associar itraconazol a alfabloqueadores como a tansulosina.

    O que fazer: Evitar o uso associado durante o tratamento com itraconazol e até 2 semanas depois.

  • Tansulosina + cetoconazol

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Tansulosina + posaconazol

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Tansulosina + ritonavir

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Tansulosina + tadalafila

    O uso concomitante com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática; não é recomendado para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.

    O que fazer: Evitar a associação para o tratamento da hiperplasia prostática benigna; na disfunção erétil, iniciar o inibidor da PDE5 na dose mais baixa em pacientes estáveis com alfabloqueadores, ou o alfabloqueador na dose mais baixa em pacientes que já recebem tadalafila.

  • Tansulosina + voriconazol

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

Moderada14 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Tansulosina + bupropiona

    Bupropiona inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tansulosina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tansulosina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender bupropiona.

  • Tansulosina + carbamazepina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Tansulosina + cinacalcete

    Cinacalcete inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tansulosina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tansulosina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cinacalcete.

  • Tansulosina + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Tansulosina + eritromicina

    Usar tansulosina com cautela junto com inibidores moderados do CYP3A4 ou inibidores do CYP2D6.

    O que fazer: Usar com cautela, sobretudo com doses de tansulosina maiores que 0.4 mg, em pacientes tratados com eritromicina, paroxetina ou terbinafina.

  • Tansulosina + fenitoína

    Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.

  • Tansulosina + fenobarbital

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Tansulosina + fluoxetina

    Fluoxetina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tansulosina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tansulosina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluoxetina.

  • Tansulosina + paroxetina

    Usar tansulosina com cautela junto com inibidores moderados do CYP3A4 ou inibidores do CYP2D6.

    O que fazer: Usar com cautela, sobretudo com doses de tansulosina maiores que 0.4 mg, em pacientes tratados com eritromicina, paroxetina ou terbinafina.

  • Tansulosina + rifampicina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Tansulosina + sildenafila

    A associação com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática.

    O que fazer: Iniciar sildenafila na menor dose em pacientes já estáveis com um alfabloqueador; usar com cautela.

  • Tansulosina + terbinafina

    Usar tansulosina com cautela junto com inibidores moderados do CYP3A4 ou inibidores do CYP2D6.

    O que fazer: Usar com cautela, sobretudo com doses de tansulosina maiores que 0.4 mg, em pacientes tratados com eritromicina, paroxetina ou terbinafina.

  • Tansulosina + vardenafila

    A associação de tansulosina com inibidores da PDE5 pode causar hipotensão sintomática.

    O que fazer: Usar com cautela a associação de tansulosina com inibidores da PDE5.

  • Tansulosina + varfarina

    Usar tansulosina com cautela em pacientes tratados com varfarina.

    O que fazer: Ter cautela com a administração concomitante de varfarina e tansulosina.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos tansulosina interage?
Na nossa base, tansulosina tem 24 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, claritromicina, cobicistate, darunavir, itraconazol, cetoconazol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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