Interações de claritromicina

Claritromicina tem 172 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 14 contraindicadas, 69 graves, 88 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Macrolídeos, Antibióticos. ATC J01FA09. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada14 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Claritromicina + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.

    O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).

  • Claritromicina + colchicina

    Claritromicina com colchicina é contraindicada em pacientes com insuficiência renal ou hepática.

    O que fazer: Não associar claritromicina com colchicina em pacientes com insuficiência renal ou hepática.

  • Claritromicina + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A.

    O que fazer: Não usar dronedarona com inibidores potentes do CYP3A.

  • Claritromicina + eletriptana

    Contraindicado usar eletriptana nas 72 horas seguintes a um inibidor potente do CYP3A4.

    O que fazer: Não usar eletriptana nas 72 horas seguintes ao uso de um inibidor potente do CYP3A4.

  • Claritromicina + eplerenona

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Claritromicina + ergotamina

    A claritromicina é contraindicada com pimozida e com ergotamina/di-hidroergotamina.

    O que fazer: Não coadministrar claritromicina com pimozida nem com ergotamina ou di-hidroergotamina.

  • Claritromicina + ivabradina

    A ivabradina é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A4.

    O que fazer: Não usar ivabradina junto com inibidores potentes do CYP3A4.

  • Claritromicina + lovastatina

    A claritromicina não deve ser usada junto com lovastatina ou sinvastatina.

    O que fazer: Não associar claritromicina com lovastatina nem sinvastatina; suspender a estatina durante o tratamento se não for possível evitar a claritromicina.

  • Claritromicina + lurasidona

    O uso concomitante de lurasidona com inibidores fortes do CYP3A4 é contraindicado.

    O que fazer: Não usar lurasidona junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, claritromicina, ritonavir, voriconazol).

  • Claritromicina + pimozida

    A claritromicina é contraindicada com pimozida e com ergotamina/di-hidroergotamina.

    O que fazer: Não coadministrar claritromicina com pimozida nem com ergotamina ou di-hidroergotamina.

  • Claritromicina + ranolazina

    Não usar ranolazina com inibidores fortes do CYP3A.

    O que fazer: Não usar ranolazina com inibidores fortes do CYP3A, como cetoconazol, itraconazol, claritromicina ou ritonavir.

  • Claritromicina + sinvastatina

    A claritromicina não deve ser usada junto com lovastatina ou sinvastatina.

    O que fazer: Não associar claritromicina com lovastatina nem sinvastatina; suspender a estatina durante o tratamento se não for possível evitar a claritromicina.

  • Claritromicina + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Claritromicina + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave69 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Claritromicina + amiodarona

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Claritromicina + apixabana

    Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.

    O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.

  • Claritromicina + aripiprazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 ou do CYP2D6 aumentam a exposição ao aripiprazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de aripiprazol quando associado a um inibidor forte do CYP3A4 ou do CYP2D6.

  • Claritromicina + atorvastatina

    Limitar a dose de atorvastatina a 20 mg com claritromicina ou itraconazol.

    O que fazer: Não exceder 20 mg diários de atorvastatina.

  • Claritromicina + azitromicina

    Azitromicina e claritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Claritromicina + budesonida

    Claritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Claritromicina + carbamazepina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Claritromicina + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Claritromicina + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Claritromicina + citalopram

    O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Claritromicina + cloroquina

    Claritromicina e cloroquina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + clorpromazina

    Claritromicina e clorpromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + cobicistate

    Os macrolídeos aumentam as concentrações de cobicistate e do inibidor de protease potencializado.

    O que fazer: Considerar um antibiótico alternativo.

  • Claritromicina + codeína

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.

  • Claritromicina + dabigatrana

    Deve-se evitar o uso concomitante de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave.

    O que fazer: Evitar o uso de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr 15-30 mL/min).

  • Claritromicina + deflazacorte

    os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte

    O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante

  • Claritromicina + dexametasona

    os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações de dexametasona

    O que fazer: avaliar o benefício em relação ao risco e vigiar sinais de excesso de corticoide

  • Claritromicina + digoxina

    Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.

  • Claritromicina + dimenidrinato

    O dimenidrinato pode mascarar a ototoxicidade de certos antibióticos.

    O que fazer: Usar com cautela junto com antibióticos ototóxicos (por exemplo, aminoglicosídeos); monitorar a função auditiva e vestibular.

  • Claritromicina + domperidona

    Claritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Claritromicina + donepezila

    Claritromicina e donepezila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + edoxabana

    Claritromicina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Claritromicina + efavirenz

    recomenda-se evitar claritromicina e outros macrolídeos com efavirenz, pelo risco de prolongamento do intervalo QT

    O que fazer: considerar antibióticos alternativos aos macrolídeos

  • Claritromicina + eritromicina

    Claritromicina e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + escitalopram

    Claritromicina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + everolimo

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Claritromicina + fentanila

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Claritromicina + flecainida

    Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.

  • Claritromicina + fluconazol

    Claritromicina e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Claritromicina + fluticasona

    Não se recomenda o uso de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.

  • Claritromicina + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Claritromicina + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Claritromicina + haloperidol

    Claritromicina e haloperidol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Claritromicina + cetoconazol

    Claritromicina e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + levofloxacino

    Claritromicina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + metadona

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Claritromicina + midazolam

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Claritromicina + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Claritromicina + nevirapina

    Claritromicina com exposição reduzida pela nevirapina e menor atividade contra M. avium.

    O que fazer: Considerar uma alternativa à claritromicina, como a azitromicina.

  • Claritromicina + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Claritromicina + oxicodona

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Claritromicina + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Claritromicina + petidina

    os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de petidina

    O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina ao iniciar o inibidor

  • Claritromicina + posaconazol

    Claritromicina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + pravastatina

    A claritromicina e a eritromicina aumentam o risco de miopatia e rabdomiólise com pravastatina.

    O que fazer: Não exceder 40 mg de pravastatina ao dia em pacientes que tomam eritromicina ou claritromicina.

  • Claritromicina + propafenona

    Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.

  • Claritromicina + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Claritromicina + rifabutina

    A claritromicina aumenta a concentração de rifabutina, e recomenda-se um tratamento alternativo para o MAC.

    O que fazer: Considerar um tratamento alternativo à claritromicina em pacientes que recebem rifabutina.

  • Claritromicina + salmeterol

    Não se recomenda o uso de salmeterol com inibidores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de salmeterol com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., ritonavir, atazanavir, claritromicina, itraconazol, cetoconazol).

  • Claritromicina + sildenafila

    Não se recomenda associar claritromicina com inibidores da PDE5.

    O que fazer: Evitar a coadministração de sildenafila, tadalafila ou vardenafila com claritromicina.

  • Claritromicina + sirolimo

    Evitar sirolimo com inibidores fortes do CYP3A4/P-gp.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar um agente alternativo com menor potencial de interação.

  • Claritromicina + sotalol

    Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.

  • Claritromicina + sulpirida

    Claritromicina e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + tacrolimo

    Os macrolídeos aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Claritromicina + tadalafila

    Não se recomenda associar claritromicina com inibidores da PDE5.

    O que fazer: Evitar a coadministração de sildenafila, tadalafila ou vardenafila com claritromicina.

  • Claritromicina + tansulosina

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Claritromicina + teofilina

    A claritromicina aumenta a concentração de teofilina.

    O que fazer: Monitorar a concentração sérica de teofilina e ajustar sua dose ao coadministrar com claritromicina.

  • Claritromicina + ticagrelor

    Evitar ticagrelor com inibidores potentes do CYP3A.

    O que fazer: Evitar a associação.

  • Claritromicina + tolterodina

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de tolterodina.

    O que fazer: Em pacientes que recebem cetoconazol ou outros inibidores potentes do CYP3A4 (itraconazol, claritromicina, ritonavir), usar tolterodina de liberação prolongada 2 mg uma vez ao dia.

  • Claritromicina + torasemida

    O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.

  • Claritromicina + tramadol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Claritromicina + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Claritromicina + triazolam

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Claritromicina + vardenafila

    Não se recomenda associar claritromicina com inibidores da PDE5.

    O que fazer: Evitar a coadministração de sildenafila, tadalafila ou vardenafila com claritromicina.

  • Claritromicina + verapamil

    Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.

  • Claritromicina + varfarina

    A claritromicina potencializa o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar frequentemente o INR e o tempo de protrombina durante o tratamento concomitante.

Moderada88 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Claritromicina + abiraterona

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + albendazol

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de albendazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de albendazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + amitriptilina

    Claritromicina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + anlodipino

    Os inibidores do CYP3A (diltiazem, itraconazol, claritromicina e outros inibidores fortes) aumentam a exposição sistêmica ao anlodipino.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de anlodipino ao associar um inibidor do CYP3A.

  • Claritromicina + atazanavir

    Aumento das concentrações de claritromicina com atazanavir.

    O que fazer: Reduzir a dose de claritromicina em 50%.

  • Claritromicina + atomoxetina

    Claritromicina e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + betametasona

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de betametasona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de betametasona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + bictegravir

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de bictegravir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de bictegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + bromazepam

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Claritromicina + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por claritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Claritromicina + buprenorfina

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam a concentração plasmática de buprenorfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o inibidor, vigiar sinais de síndrome de abstinência.

  • Claritromicina + ciclobenzaprina

    Claritromicina e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + cilostazol

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + cinacalcete

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações séricas de cinacalcete.

    O que fazer: Ajustar a dose de cinacalcete ao iniciar ou suspender um inibidor forte do CYP3A4 e monitorar de perto PTHi, fósforo sérico e cálcio sérico.

  • Claritromicina + clindamicina

    Os inibidores fortes do CYP3A4 podem aumentar as concentrações de clindamicina.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de eventos adversos ao associar com um inibidor forte do CYP3A4.

  • Claritromicina + clobazam

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Claritromicina + clomipramina

    Claritromicina e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + clonazepam

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Claritromicina + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Claritromicina + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por claritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Claritromicina + clozapina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clozapina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clozapina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + dapagliflozina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + darunavir

    Não ultrapassar 1000 mg/dia de claritromicina com inibidores da protease do HIV, como o ritonavir.

    O que fazer: Considerar terapia antibacteriana alternativa para indicações diferentes de infecção por Mycobacterium avium; não ultrapassar 1000 mg/dia de claritromicina com inibidores da protease.

  • Claritromicina + desogestrel

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de desogestrel.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de desogestrel ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + diazepam

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Claritromicina + diltiazem

    A claritromicina pode aumentar o efeito dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar pressão arterial e função renal, em especial em pacientes com mais de 65 anos.

  • Claritromicina + dolutegravir

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de dolutegravir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dolutegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + drospirenona

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à drospirenona e o risco de hiperpotassemia.

    O que fazer: Considerar monitorar o potássio sérico em mulheres que recebem um inibidor potente do CYP3A4 de forma prolongada junto com drospirenona.

  • Claritromicina + empagliflozina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + estradiol

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de estradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de estradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + eszopiclona

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à eszopiclona.

    O que fazer: Reduzir a dose de eszopiclona quando administrada junto com um inibidor potente do CYP3A4.

  • Claritromicina + etinilestradiol

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + famotidina

    Claritromicina e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + felodipino

    A claritromicina pode aumentar o efeito dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar pressão arterial e função renal, em especial em pacientes com mais de 65 anos.

  • Claritromicina + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por claritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Claritromicina + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por claritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Claritromicina + glibenclamida

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + gliclazida

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + glimepirida

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + glipizida

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por claritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Claritromicina + hidrocortisona

    O cetoconazol e os macrolídeos diminuem a depuração da hidrocortisona.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose.

  • Claritromicina + hidroxizina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Claritromicina + imatinibe

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam significativamente a exposição ao imatinibe.

    O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina, atazanavir, ritonavir, voriconazol).

  • Claritromicina + imipramina

    Claritromicina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + indapamida

    Claritromicina e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + insulina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + itraconazol

    A claritromicina e o itraconazol elevam mutuamente suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente sinais ou sintomas de reações adversas ao associar ambos os fármacos.

  • Claritromicina + ivermectina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de ivermectina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de ivermectina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + levomepromazina

    Claritromicina e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + levonorgestrel

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de levonorgestrel.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de levonorgestrel ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + linagliptina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + liraglutida

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + lítio

    Claritromicina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + loperamida

    Os inibidores do CYP3A4, do CYP2C8 ou da glicoproteína P (itraconazol, genfibrozila, ritonavir) aumentam a exposição à loperamida.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de toxicidade cardíaca da loperamida ao associar esses inibidores.

  • Claritromicina + loratadina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de loratadina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de loratadina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + lorazepam

    A claritromicina potencializa o efeito sedativo dos benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Ajustar a dose e antecipar o prolongamento e a intensificação do efeito sedativo; usar com precaução.

  • Claritromicina + medroxiprogesterona

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de medroxiprogesterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de medroxiprogesterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + metformina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + metilprednisolona

    Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.

  • Claritromicina + metoclopramida

    Claritromicina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Claritromicina + mirtazapina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de mirtazapina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de mirtazapina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + nifedipino

    A claritromicina pode aumentar o efeito dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar pressão arterial e função renal, em especial em pacientes com mais de 65 anos.

  • Claritromicina + norfloxacino

    Claritromicina e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + nortriptilina

    Claritromicina e nortriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + olanzapina

    Claritromicina e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + oxibutinina

    Outros inibidores do CYP3A4, como itraconazol, claritromicina ou eritromicina, podem alterar os parâmetros farmacocinéticos da oxibutinina.

    O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar o risco teórico de maior exposição à oxibutinina.

  • Claritromicina + pioglitazona

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + prednisolona

    O cetoconazol e os macrolídeos, inibidores do CYP3A4, diminuem o metabolismo da prednisolona.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose de prednisolona.

  • Claritromicina + prednisona

    Os antibióticos macrolídeos diminuem a depuração dos corticoides.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide ao associar com macrolídeos; ajustar a dose, se necessário.

  • Claritromicina + prometazina

    Claritromicina e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + repaglinida

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + rifampicina

    A rifampicina diminui a exposição à claritromicina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica; considerar um antibiótico alternativo, se necessário.

  • Claritromicina + risperidona

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de risperidona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de risperidona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + ritonavir

    Não ultrapassar 1000 mg/dia de claritromicina com inibidores da protease do HIV, como o ritonavir.

    O que fazer: Considerar terapia antibacteriana alternativa para indicações diferentes de infecção por Mycobacterium avium; não ultrapassar 1000 mg/dia de claritromicina com inibidores da protease.

  • Claritromicina + rivaroxabana

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de rivaroxabana ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + salbutamol

    Claritromicina e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + semaglutida

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + sertralina

    Claritromicina e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + sitagliptina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Claritromicina + tamoxifeno

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Claritromicina + tizanidina

    Claritromicina e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + tofacitinibe

    os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Claritromicina + venlafaxina

    Claritromicina e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Claritromicina + vildagliptina

    A claritromicina pode potencializar o efeito dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

    O que fazer: Vigiar a glicemia ao associar claritromicina com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Claritromicina + zolpidem

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de zolpidem.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de zolpidem ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Claritromicina + zidovudina

    A administração simultânea pode diminuir as concentrações de zidovudina.

    O que fazer: Separar a administração de claritromicina e zidovudina em pelo menos duas horas.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos claritromicina interage?
Na nossa base, claritromicina tem 172 interações documentadas; as mais graves são com alprazolam, colchicina, dronedarona, eletriptana, eplerenona, ergotamina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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