Interações de fluoxetina

Fluoxetina tem 190 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 contraindicadas, 143 graves, 36 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: ISRS, Antidepressivos. ATC N06AB03. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada10 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Fluoxetina + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Fluoxetina + fenelzina

    O uso concomitante de fenelzina com agentes serotoninérgicos é contraindicado.

    O que fazer: Não usar fenelzina junto com ISRS ou outros agentes serotoninérgicos.

  • Fluoxetina + linezolida

    Os IMAO não devem ser usados junto com fluoxetina.

    O que fazer: Não usar IMAO com fluoxetina nem nas 5 semanas após suspender a fluoxetina; não iniciar fluoxetina antes de 14 dias após suspender um IMAO.

  • Fluoxetina + moclobemida

    Os IMAO não devem ser usados junto com fluoxetina.

    O que fazer: Não usar IMAO com fluoxetina nem nas 5 semanas após suspender a fluoxetina; não iniciar fluoxetina antes de 14 dias após suspender um IMAO.

  • Fluoxetina + pimozida

    A pimozida não deve ser usada junto com fluoxetina.

    O que fazer: Não associar pimozida com fluoxetina.

  • Fluoxetina + rasagilina

    Os IMAO não devem ser usados junto com fluoxetina.

    O que fazer: Não usar IMAO com fluoxetina nem nas 5 semanas após suspender a fluoxetina; não iniciar fluoxetina antes de 14 dias após suspender um IMAO.

  • Fluoxetina + selegilina

    Os IMAO não devem ser usados junto com fluoxetina.

    O que fazer: Não usar IMAO com fluoxetina nem nas 5 semanas após suspender a fluoxetina; não iniciar fluoxetina antes de 14 dias após suspender um IMAO.

  • Fluoxetina + tranilcipromina

    Os IMAO não devem ser usados junto com fluoxetina.

    O que fazer: Não usar IMAO com fluoxetina nem nas 5 semanas após suspender a fluoxetina; não iniciar fluoxetina antes de 14 dias após suspender um IMAO.

  • Fluoxetina + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Fluoxetina + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave143 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Fluoxetina + acenocumarol

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + ácido acetilsalicílico

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + ácido valproico

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + amicacina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + amiodarona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + amitriptilina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Fluoxetina + amoxicilina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + amoxicilina/clavulanato de potássio

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + ampicilina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + apixabana

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + aripiprazol

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + atazanavir

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + atomoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + azitromicina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + buprenorfina

    O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.

  • Fluoxetina + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Fluoxetina + carbamazepina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + cefalexina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + ceftriaxona

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + cefuroxima

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + celecoxibe

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + ciclobenzaprina

    risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose

  • Fluoxetina + cilostazol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.

  • Fluoxetina + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Fluoxetina + citalopram

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + claritromicina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + clindamicina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + clobazam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Fluoxetina + clonazepam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + cloroquina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + clorpromazina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + clozapina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + codeína

    Os inibidores do CYP2D6 reduzem a formação de morfina a partir da codeína, com risco de perda de eficácia ou abstinência; sua suspensão pode causar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, monitorar a eficácia e sinais de abstinência; ao suspender o inibidor, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Fluoxetina + dabigatrana

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + desvenlafaxina

    O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + dexcetoprofeno

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + dextrometorfano

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + diclofenaco

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + dicloxacilina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + digoxina

    Antiarrítmicos de classe III e outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + domperidona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + donepezila

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + doxiciclina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Fluoxetina + edoxabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Fluoxetina + efavirenz

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + eletriptana

    O uso concomitante de eletriptana com ISRS, IRSN, antidepressivos tricíclicos ou IMAO aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender a eletriptana se houver suspeita.

  • Fluoxetina + enoxaparina

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + eritromicina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + escitalopram

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Fluoxetina + etoricoxibe

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + famotidina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + fenitoína

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + fenobarbital

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + fentanila

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fluoxetina + flecainida

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + fluconazol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + fluvoxamina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + formoterol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + fosfomicina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + gabapentina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + gentamicina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + haloperidol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + heparina

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + hidromorfona

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Fluoxetina + hidroxizina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + hidroxicloroquina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + ibuprofeno

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + imipramina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + indapamida

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + indometacina

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + itraconazol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + cetoconazol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + cetoprofeno

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + cetorolaco

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + lacosamida

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + lamotrigina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + levetiracetam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + levofloxacino

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + levomepromazina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + lítio

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + loperamida

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + lurasidona

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + meloxicam

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + metadona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + metoclopramida

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + metronidazol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + minociclina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + mirtazapina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + morfina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.

  • Fluoxetina + moxifloxacino

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + naproxeno

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + nimesulida

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + nitrofurantoína

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + norfloxacino

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + nortriptilina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + olanzapina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + ondansetrona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + oxcarbazepina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + oxicodona

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fluoxetina + paliperidona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + paroxetina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + benzilpenicilina benzatina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + petidina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + piroxicam

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + posaconazol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + pregabalina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + prometazina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + propafenona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + quetiapina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + ranolazina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + rifabutina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + rifampicina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + risperidona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + ritonavir

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + rivaroxabana

    A fluoxetina pode alterar o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar de perto o paciente anticoagulado ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + rizatriptana

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + salbutamol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + salmeterol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + secnidazol

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + sertralina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + solifenacina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + sotalol

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + sulpirida

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + sumatriptana

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + tacrolimo

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + tamoxifeno

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + tapentadol

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + tinidazol

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + tizanidina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + tolterodina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + topiramato

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + tramadol

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + trazodona

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + sulfametoxazol/trimetoprima

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + vancomicina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + vardenafila

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + venlafaxina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Fluoxetina + verapamil

    Antiarrítmicos de classe III e outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Fluoxetina + vortioxetina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluoxetina + varfarina

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + zolmitriptana

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

Moderada36 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Fluoxetina + alprazolam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.

  • Fluoxetina + bromazepam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.

  • Fluoxetina + carvedilol

    Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentariam os níveis do enantiômero ativo do carvedilol.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar o surgimento de tontura ou outros efeitos vasodilatadores ao associar um inibidor potente do CYP2D6.

  • Fluoxetina + cinacalcete

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a concentração de fluoxetina.

    O que fazer: Vigiar clinicamente ao associar inibidores do CYP2D6 com fluoxetina.

  • Fluoxetina + clonidina

    Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.

  • Fluoxetina + clopidogrel

    Os ISRS e IRSN podem aumentar o risco de sangramento com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de sangramento.

  • Fluoxetina + dapagliflozina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + diazepam

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Fluoxetina + empagliflozina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + ergotamina

    Os inibidores menos potentes do CYP3A4 (fluconazol, fluoxetina, fluvoxamina, metronidazol) implicam risco potencial de toxicidade grave, incluindo vasoespasmo, com ergotamina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar o efeito desses medicamentos sobre o CYP3A4 antes de associá-los à ergotamina.

  • Fluoxetina + glibenclamida

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + gliclazida

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + glimepirida

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + glipizida

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + insulina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + linagliptina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + liraglutida

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + lorazepam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.

  • Fluoxetina + metformina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + metoprolol

    Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de metoprolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de betabloqueio (bradicardia, hipotensão) e ajustar a dose, se necessário.

  • Fluoxetina + midazolam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.

  • Fluoxetina + mirabegrona

    A mirabegrona aumenta a exposição a fármacos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar e ajustar a dose do fármaco substrato do CYP2D6, se necessário, ao coadministrar com mirabegrona.

  • Fluoxetina + nebivolol

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Fluoxetina + nifedipino

    Os inibidores do CYP3A aumentam a exposição ao nifedipino.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar iniciar nifedipino na menor dose disponível.

  • Fluoxetina + pioglitazona

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + prasugrel

    Fluoxetina e prasugrel aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluoxetina + propranolol

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Fluoxetina + repaglinida

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + semaglutida

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + sitagliptina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fluoxetina + tansulosina

    Fluoxetina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tansulosina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tansulosina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluoxetina.

  • Fluoxetina + terbinafina

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a concentração de fluoxetina.

    O que fazer: Vigiar clinicamente ao associar inibidores do CYP2D6 com fluoxetina.

  • Fluoxetina + ticagrelor

    Fluoxetina e ticagrelor aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluoxetina + tofacitinibe

    os inibidores moderados do CYP3A4 associados a inibidores potentes do CYP2C19 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Fluoxetina + triazolam

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de alguns benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar sedação e desempenho psicomotor; considerar ajuste da dose do benzodiazepínico.

  • Fluoxetina + vildagliptina

    A fluoxetina pode alterar o controle glicêmico em pacientes tratados com insulina ou hipoglicemiantes orais.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose de insulina ou hipoglicemiante ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Fluoxetina + carisoprodol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos fluoxetina interage?
Na nossa base, fluoxetina tem 190 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, fenelzina, linezolida, moclobemida, pimozida, rasagilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso fluoxetina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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