Interações de voriconazol
Voriconazol tem 191 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 82 contraindicadas, 34 graves e 75 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antifúngicos azólicos, Antifúngicos. ATC J02AC03. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada82 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Voriconazol + alprazolam
O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.
O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).
- Voriconazol + amiodarona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + amitriptilina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + atazanavir
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + atomoxetina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + azitromicina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + buprenorfina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + carbamazepina
Rifampicina, carbamazepina e os barbitúricos de ação prolongada são contraindicados com voriconazol.
O que fazer: Não associar voriconazol com rifampicina, carbamazepina nem barbitúricos de ação prolongada.
- Voriconazol + ciclobenzaprina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + ciprofloxacino
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + citalopram
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + claritromicina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + clomipramina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + cloroquina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + clorpromazina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + clozapina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + colchicina
Em pacientes com insuficiência renal ou hepática, o uso de colchicina com inibidores da P-gp ou inibidores fortes do CYP3A4 é contraindicado pelo risco de toxicidade fatal.
O que fazer: Não usar colchicina junto com inibidores da P-gp ou inibidores fortes do CYP3A4 em pacientes com insuficiência renal ou hepática; em pacientes com função renal e hepática normal, se for necessário o tratamento com esses inibidores, reduzir ou interromper a dose de colchicina.
- Voriconazol + domperidona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + donepezila
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A.
O que fazer: Não usar dronedarona com inibidores potentes do CYP3A.
- Voriconazol + efavirenz
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + eplerenona
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Voriconazol + ergotamina
O uso conjunto de voriconazol com alcaloides do ergot (ergotamina) é contraindicado.
O que fazer: Não associar voriconazol com ergotamina nem outros alcaloides do ergot.
- Voriconazol + eritromicina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + escitalopram
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + famotidina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + fenobarbital
Rifampicina, carbamazepina e os barbitúricos de ação prolongada são contraindicados com voriconazol.
O que fazer: Não associar voriconazol com rifampicina, carbamazepina nem barbitúricos de ação prolongada.
- Voriconazol + flecainida
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + fluconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + fluoxetina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + formoterol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + haloperidol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + hidroxizina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + hidroxicloroquina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + imipramina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + indapamida
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + itraconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + ivabradina
A ivabradina é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A4.
O que fazer: Não usar ivabradina junto com inibidores potentes do CYP3A4.
- Voriconazol + cetoconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + levofloxacino
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + levomepromazina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + lítio
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + loperamida
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + lovastatina
Contraindicado associar lovastatina com inibidores potentes do CYP3A4.
O que fazer: Não associar; escolher um hipolipemiante alternativo ou suspender temporariamente a lovastatina se o tratamento com o inibidor for breve e inevitável.
- Voriconazol + lurasidona
O uso concomitante de lurasidona com inibidores fortes do CYP3A4 é contraindicado.
O que fazer: Não usar lurasidona junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, claritromicina, ritonavir, voriconazol).
- Voriconazol + metadona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + metoclopramida
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + metronidazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + mirtazapina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + moxifloxacino
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + norfloxacino
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + nortriptilina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + olanzapina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + ondansetrona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + paliperidona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + pimozida
Os antifúngicos azólicos são contraindicados com pimozida.
O que fazer: Não coadministrar pimozida com antifúngicos azólicos.
- Voriconazol + posaconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + prometazina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + propafenona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + quetiapina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + ranolazina
Não usar ranolazina com inibidores fortes do CYP3A.
O que fazer: Não usar ranolazina com inibidores fortes do CYP3A, como cetoconazol, itraconazol, claritromicina ou ritonavir.
- Voriconazol + rifabutina
Rifabutina com voriconazol é contraindicada.
O que fazer: Não usar a associação.
- Voriconazol + rifampicina
Rifampicina, carbamazepina e os barbitúricos de ação prolongada são contraindicados com voriconazol.
O que fazer: Não associar voriconazol com rifampicina, carbamazepina nem barbitúricos de ação prolongada.
- Voriconazol + risperidona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + ritonavir
Ritonavir em doses altas com voriconazol é contraindicado pelo risco de perda da resposta antifúngica.
O que fazer: Não coadministrar voriconazol com ritonavir 400 mg a cada 12 horas ou doses maiores.
- Voriconazol + salbutamol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + salmeterol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + sertralina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + sinvastatina
O uso concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 com sinvastatina é contraindicado.
O que fazer: Não associar; se o tratamento com o inibidor potente do CYP3A4 for imprescindível, suspender temporariamente a sinvastatina.
- Voriconazol + sirolimo
O uso conjunto de voriconazol e sirolimo é contraindicado.
O que fazer: Não usar voriconazol junto com sirolimo.
- Voriconazol + solifenacina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + sotalol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + sulpirida
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + tacrolimo
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + tamoxifeno
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + tizanidina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + tolterodina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + trazodona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + triazolam
O uso conjunto de triazolam com inibidores potentes do CYP3A (cetoconazol, itraconazol, azólicos, inibidores da protease do HIV) é contraindicado.
O que fazer: Não usar de forma concomitante.
- Voriconazol + vardenafila
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + venlafaxina
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Voriconazol + ziprasidona
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
Grave34 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Voriconazol + acenocumarol
O voriconazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina ou outros testes de anticoagulação a intervalos curtos e ajustar a dose do anticoagulante de acordo.
- Voriconazol + apixabana
Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.
O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.
- Voriconazol + aripiprazol
Os inibidores fortes do CYP3A4 ou do CYP2D6 aumentam a exposição ao aripiprazol.
O que fazer: Reduzir a dose de aripiprazol quando associado a um inibidor forte do CYP3A4 ou do CYP2D6.
- Voriconazol + atorvastatina
O voriconazol aumenta as concentrações das estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com risco de rabdomiólise.
O que fazer: Monitorar com frequência as reações adversas e a toxicidade relacionadas à estatina; ajustar a dose da estatina conforme necessário.
- Voriconazol + bosentana
Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.
O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.
- Voriconazol + budesonida
Voriconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Voriconazol + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Voriconazol + cilostazol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição aos metabólitos ativos do cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP2C19.
- Voriconazol + clopidogrel
Voriconazol inibe o CYP2C19, a enzima que converte clopidogrel em sua forma ativa: clopidogrel pode perder eficácia.
O que fazer: Preferir uma alternativa a voriconazol que não iniba o CYP2C19, ou uma alternativa a clopidogrel que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.
- Voriconazol + cobicistate
Voriconazol não recomendado com cobicistate, a menos que o benefício o justifique.
O que fazer: Evitar, a menos que a relação benefício/risco justifique seu uso; monitorar rigorosamente.
- Voriconazol + codeína
Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.
O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.
- Voriconazol + darunavir
Não se recomenda voriconazol com darunavir/ritonavir, a menos que o benefício o justifique.
O que fazer: Evitar a associação, a menos que o benefício esperado supere o risco; se usada, monitorar rigorosamente.
- Voriconazol + deflazacorte
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + eletriptana
Voriconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Voriconazol + esomeprazol
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de omeprazol e de outros inibidores da bomba de prótons.
O que fazer: Ao iniciar voriconazol em pacientes que já recebem omeprazol em doses de 40 mg ou mais, reduzir a dose de omeprazol à metade.
- Voriconazol + everolimo
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Voriconazol + fenitoína
Fenitoína e voriconazol interagem de forma bidirecional: a fenitoína reduz as concentrações de voriconazol e o voriconazol aumenta as de fenitoína.
O que fazer: Aumentar a dose de manutenção de voriconazol de 4 mg/kg para 5 mg/kg IV a cada 12 horas ou de 200 mg para 400 mg por via oral a cada 12 horas (100 a 200 mg em pacientes com menos de 40 kg) e monitorar as concentrações plasmáticas e os efeitos adversos da fenitoína.
- Voriconazol + fentanila
Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.
O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.
- Voriconazol + fluticasona
Não se recomenda o uso de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.
- Voriconazol + fluvoxamina
Fluvoxamina inibe o CYP2C19 e pode elevar de forma importante os níveis de voriconazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de voriconazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Voriconazol + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Voriconazol + isoniazida
Isoniazida inibe o CYP2C19 e pode elevar de forma importante os níveis de voriconazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de voriconazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Voriconazol + midazolam
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de midazolam e de outros benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4, como triazolam e alprazolam.
O que fazer: Ajustar a dose do benzodiazepínico e vigiar a sedação ao associá-lo ao voriconazol.
- Voriconazol + moclobemida
Moclobemida inibe o CYP2C19 e pode elevar de forma importante os níveis de voriconazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de voriconazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Voriconazol + omeprazol
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de omeprazol e de outros inibidores da bomba de prótons.
O que fazer: Ao iniciar voriconazol em pacientes que já recebem omeprazol em doses de 40 mg ou mais, reduzir a dose de omeprazol à metade.
- Voriconazol + oxicodona
Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.
O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.
- Voriconazol + petidina
os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de petidina
O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina ao iniciar o inibidor
- Voriconazol + pravastatina
O voriconazol aumenta as concentrações das estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com risco de rabdomiólise.
O que fazer: Monitorar com frequência as reações adversas e a toxicidade relacionadas à estatina; ajustar a dose da estatina conforme necessário.
- Voriconazol + progesterona
Não se recomenda o uso concomitante de progesterona vaginal com outros produtos vaginais antifúngicos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de produtos vaginais antifúngicos com progesterona vaginal.
- Voriconazol + rosuvastatina
O voriconazol aumenta as concentrações das estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, com risco de rabdomiólise.
O que fazer: Monitorar com frequência as reações adversas e a toxicidade relacionadas à estatina; ajustar a dose da estatina conforme necessário.
- Voriconazol + tansulosina
Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.
O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.
- Voriconazol + ticagrelor
Evitar ticagrelor com inibidores potentes do CYP3A.
O que fazer: Evitar a associação.
- Voriconazol + tramadol
Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.
O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.
- Voriconazol + varfarina
O voriconazol potencializa o efeito anticoagulante da varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina ou outros testes de anticoagulação a intervalos curtos e ajustar a dose do anticoagulante de acordo.
Moderada75 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Voriconazol + abiraterona
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + ácido acetilsalicílico
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + albendazol
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de albendazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de albendazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + anlodipino
Os inibidores do CYP3A (diltiazem, itraconazol, claritromicina e outros inibidores fortes) aumentam a exposição sistêmica ao anlodipino.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de anlodipino ao associar um inibidor do CYP3A.
- Voriconazol + betametasona
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + bictegravir
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de bictegravir.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de bictegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + bromazepam
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de midazolam e de outros benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4, como triazolam e alprazolam.
O que fazer: Ajustar a dose do benzodiazepínico e vigiar a sedação ao associá-lo ao voriconazol.
- Voriconazol + bumetanida
Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por voriconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Voriconazol + carisoprodol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.
O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.
- Voriconazol + carvedilol
A amiodarona e outros inibidores do CYP2C9 aumentam a atividade betabloqueadora do carvedilol.
O que fazer: Vigiar sinais de bradicardia ou bloqueio cardíaco, especialmente ao adicionar um destes medicamentos a um tratamento já estabelecido com o outro.
- Voriconazol + celecoxibe
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + cinacalcete
Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações séricas de cinacalcete.
O que fazer: Ajustar a dose de cinacalcete ao iniciar ou suspender um inibidor forte do CYP3A4 e monitorar de perto PTHi, fósforo sérico e cálcio sérico.
- Voriconazol + clindamicina
Os inibidores fortes do CYP3A4 podem aumentar as concentrações de clindamicina.
O que fazer: Monitorar o aparecimento de eventos adversos ao associar com um inibidor forte do CYP3A4.
- Voriconazol + clobazam
Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.
O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.
- Voriconazol + clonazepam
Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.
O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.
- Voriconazol + clonidina
Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.
O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.
- Voriconazol + clortalidona
Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por voriconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Voriconazol + desogestrel
O voriconazol e os anticoncepcionais hormonais que contêm etinilestradiol aumentam mutuamente suas concentrações.
O que fazer: Monitorar reações adversas relacionadas ao anticoncepcional hormonal e ao voriconazol durante o uso conjunto.
- Voriconazol + dexametasona
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + dexcetoprofeno
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + diazepam
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de midazolam e de outros benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4, como triazolam e alprazolam.
O que fazer: Ajustar a dose do benzodiazepínico e vigiar a sedação ao associá-lo ao voriconazol.
- Voriconazol + diclofenaco
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + diltiazem
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diltiazem.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diltiazem ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + dolutegravir
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de dolutegravir.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dolutegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + drospirenona
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à drospirenona e o risco de hiperpotassemia.
O que fazer: Considerar monitorar o potássio sérico em mulheres que recebem um inibidor potente do CYP3A4 de forma prolongada junto com drospirenona.
- Voriconazol + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP2C19 e pode reduzir os níveis de voriconazol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se voriconazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de voriconazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Voriconazol + estradiol
O voriconazol e os anticoncepcionais hormonais que contêm etinilestradiol aumentam mutuamente suas concentrações.
O que fazer: Monitorar reações adversas relacionadas ao anticoncepcional hormonal e ao voriconazol durante o uso conjunto.
- Voriconazol + eszopiclona
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à eszopiclona.
O que fazer: Reduzir a dose de eszopiclona quando administrada junto com um inibidor potente do CYP3A4.
- Voriconazol + etinilestradiol
Esses antifúngicos azólicos aumentam a exposição ao componente estrogênico e progestagênico do etinilestradiol.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de eventos adversos relacionados a estrogênios ao coadministrar com esses antifúngicos.
- Voriconazol + etoricoxibe
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + felodipino
Voriconazol aumenta as concentrações dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas ao bloqueador dos canais de cálcio; ajustar sua dose conforme necessário.
- Voriconazol + fludrocortisona
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + furosemida
Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por voriconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Voriconazol + glibenclamida
Voriconazol aumenta as concentrações das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia.
O que fazer: Monitorar com frequência a glicemia e os sinais de hipoglicemia; ajustar a dose do hipoglicemiante oral conforme necessário.
- Voriconazol + gliclazida
Voriconazol aumenta as concentrações das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia.
O que fazer: Monitorar com frequência a glicemia e os sinais de hipoglicemia; ajustar a dose do hipoglicemiante oral conforme necessário.
- Voriconazol + glimepirida
Voriconazol aumenta as concentrações das sulfonilureias, com risco de hipoglicemia.
O que fazer: Monitorar com frequência a glicemia e os sinais de hipoglicemia; ajustar a dose do hipoglicemiante oral conforme necessário.
- Voriconazol + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Voriconazol + hidroclorotiazida
Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por voriconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Voriconazol + hidrocortisona
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + hidromorfona
Voriconazol aumenta as concentrações de fentanila e de outros opioides de ação prolongada metabolizados pelo CYP3A4.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de fentanila ou de outros opioides de ação prolongada metabolizados pelo CYP3A4 e prolongar a vigilância de reações adversas.
- Voriconazol + ibuprofeno
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + imatinibe
Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam significativamente a exposição ao imatinibe.
O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina, atazanavir, ritonavir, voriconazol).
- Voriconazol + indometacina
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + ivermectina
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de ivermectina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de ivermectina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + cetoprofeno
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + cetorolaco
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + lansoprazol
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de omeprazol e de outros inibidores da bomba de prótons.
O que fazer: Ao iniciar voriconazol em pacientes que já recebem omeprazol em doses de 40 mg ou mais, reduzir a dose de omeprazol à metade.
- Voriconazol + levonorgestrel
O voriconazol e os anticoncepcionais hormonais que contêm etinilestradiol aumentam mutuamente suas concentrações.
O que fazer: Monitorar reações adversas relacionadas ao anticoncepcional hormonal e ao voriconazol durante o uso conjunto.
- Voriconazol + loratadina
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de loratadina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de loratadina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + lorazepam
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de midazolam e de outros benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4, como triazolam e alprazolam.
O que fazer: Ajustar a dose do benzodiazepínico e vigiar a sedação ao associá-lo ao voriconazol.
- Voriconazol + medroxiprogesterona
O voriconazol e os anticoncepcionais hormonais que contêm etinilestradiol aumentam mutuamente suas concentrações.
O que fazer: Monitorar reações adversas relacionadas ao anticoncepcional hormonal e ao voriconazol durante o uso conjunto.
- Voriconazol + meloxicam
Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.
- Voriconazol + metilprednisolona
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + metotrexato
O uso conjunto com metotrexato aumenta o risco de toxicidade cutânea associada ao voriconazol.
O que fazer: Vigiar a pele dos pacientes que recebem voriconazol junto com metotrexato.
- Voriconazol + morfina
Voriconazol aumenta as concentrações de fentanila e de outros opioides de ação prolongada metabolizados pelo CYP3A4.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de fentanila ou de outros opioides de ação prolongada metabolizados pelo CYP3A4 e prolongar a vigilância de reações adversas.
- Voriconazol + naproxeno
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + nevirapina
Os inibidores da transcriptase reversa não análogos de nucleosídeos (ITRNN) podem alterar as concentrações de voriconazol e vice-versa.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas ao voriconazol e ao ITRNN ao associá-los.
- Voriconazol + nifedipino
Voriconazol aumenta as concentrações dos bloqueadores dos canais de cálcio di-hidropiridínicos.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas ao bloqueador dos canais de cálcio; ajustar sua dose conforme necessário.
- Voriconazol + nimesulida
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + oxibutinina
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de oxibutinina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de oxibutinina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + pantoprazol
O voriconazol aumenta significativamente as concentrações de omeprazol e de outros inibidores da bomba de prótons.
O que fazer: Ao iniciar voriconazol em pacientes que já recebem omeprazol em doses de 40 mg ou mais, reduzir a dose de omeprazol à metade.
- Voriconazol + piroxicam
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Voriconazol + prednisolona
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + prednisona
O voriconazol pode aumentar o efeito dos corticoides e produzir disfunção suprarrenal.
O que fazer: Monitorar os pacientes que recebem voriconazol e corticoides (por qualquer via) para detectar disfunção suprarrenal durante e após o tratamento.
- Voriconazol + repaglinida
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de repaglinida.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de repaglinida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + riociguate
Os inibidores potentes do CYP e da P-gp/BCRP, como os antimicóticos azólicos ou os inibidores de protease do HIV, aumentam a exposição ao riociguate.
O que fazer: Considerar uma dose inicial de riociguate de 0,5 mg três vezes ao dia ao associar um inibidor potente do CYP e da P-gp/BCRP.
- Voriconazol + rivaroxabana
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de rivaroxabana.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de rivaroxabana ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + sildenafila
Eritromicina e os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à sildenafila.
O que fazer: Considerar uma dose inicial de 25 mg de sildenafila em pacientes que tomam eritromicina ou inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., itraconazol ou cetoconazol).
- Voriconazol + tadalafila
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tadalafila.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tadalafila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + tapentadol
Voriconazol aumenta as concentrações de fentanila e de outros opioides de ação prolongada metabolizados pelo CYP3A4.
O que fazer: Considerar reduzir a dose de fentanila ou de outros opioides de ação prolongada metabolizados pelo CYP3A4 e prolongar a vigilância de reações adversas.
- Voriconazol + teofilina
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de teofilina.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de teofilina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + tofacitinibe
os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição ao tofacitinibe
O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula
- Voriconazol + torasemida
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
- Voriconazol + verapamil
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de verapamil.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de verapamil ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Voriconazol + zolpidem
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de zolpidem.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de zolpidem ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
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