Interações de fenobarbital

Fenobarbital tem 171 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 8 contraindicadas, 69 graves, 79 moderadas e 15 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Anticonvulsivantes, Barbitúricos. ATC N03AA02. Também chamado: gardenal. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada8 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Fenobarbital + atazanavir

    Contraindicado com indutores fortes do CYP3A pela perda de eficácia antirretroviral.

    O que fazer: Evitar a associação; usar um antirretroviral alternativo.

  • Fenobarbital + bupropiona

    A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

    O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.

  • Fenobarbital + clorpromazina

    Contraindicado usar clorpromazina na presença de grandes quantidades de depressores do sistema nervoso central, incluindo barbitúricos.

    O que fazer: Não usar clorpromazina em estados comatosos nem na presença de grandes quantidades de depressores do SNC, incluindo barbitúricos.

  • Fenobarbital + cobicistate

    Anticonvulsivantes indutores enzimáticos contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um anticonvulsivante sem indução do CYP3A.

  • Fenobarbital + lurasidona

    O uso concomitante de lurasidona com indutores fortes do CYP3A4 é contraindicado.

    O que fazer: Não usar lurasidona junto com um indutor forte do CYP3A4 (p. ex., rifampicina, carbamazepina, fenitoína).

  • Fenobarbital + nifedipino

    Contraindicados os indutores fortes do CYP3A com nifedipino.

    O que fazer: Não usar nifedipino junto com indutores fortes do CYP3A; considerar um anti-hipertensivo alternativo.

  • Fenobarbital + ranolazina

    Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A.

    O que fazer: Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A, como rifampicina, rifabutina, fenobarbital, fenitoína ou carbamazepina.

  • Fenobarbital + voriconazol

    Rifampicina, carbamazepina e os barbitúricos de ação prolongada são contraindicados com voriconazol.

    O que fazer: Não associar voriconazol com rifampicina, carbamazepina nem barbitúricos de ação prolongada.

Grave69 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Fenobarbital + abiraterona

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Fenobarbital + ácido valproico

    O ácido valproico inibe o metabolismo do fenobarbital e de outros barbitúricos, com risco de depressão grave do sistema nervoso central.

    O que fazer: Monitorar os níveis do barbitúrico e reduzir sua dose, se necessário; vigiar sinais de toxicidade neurológica.

  • Fenobarbital + alprazolam

    Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.

    O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.

  • Fenobarbital + apixabana

    Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.

  • Fenobarbital + aripiprazol

    Os indutores fortes do CYP3A4, como carbamazepina ou rifampicina, diminuem a exposição ao aripiprazol.

    O que fazer: Considerar aumentar a dose de aripiprazol ao associá-lo com um indutor forte do CYP3A4.

  • Fenobarbital + bictegravir

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bictegravir a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se bictegravir for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bictegravir e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + budesonida

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de budesonida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se budesonida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de budesonida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + buprenorfina

    Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de buprenorfina e, quando suspensos, podem provocar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o indutor, considerar reduzir a dose de buprenorfina e monitorar a função respiratória.

  • Fenobarbital + carbamazepina

    Fenitoína, fenobarbital, rifampicina e teofilina podem diminuir a concentração plasmática de carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de carbamazepina ao iniciar tratamento com esses indutores.

  • Fenobarbital + ciclosporina

    Vários medicamentos diminuem as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de ciclosporina e ajustar a dose ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Fenobarbital + clozapina

    Não se recomenda associar clozapina com indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de clozapina.

  • Fenobarbital + codeína

    Os indutores do CYP3A4 diminuem os níveis de morfina gerados a partir da codeína, com risco de perda de eficácia ou abstinência; sua suspensão pode causar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar a eficácia e os sinais de abstinência; ao suspender o indutor, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Fenobarbital + colchicina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de colchicina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se colchicina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de colchicina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + darunavir

    Darunavir/ritonavir altera as concentrações de clonazepam, fenitoína e fenobarbital.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de fenitoína e fenobarbital e vigiar a resposta clínica ao anticonvulsivante metabolizado pelo CYP3A.

  • Fenobarbital + deflazacorte

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + desogestrel

    fenobarbital pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais

    O que fazer: sugerir um método anticoncepcional alternativo às mulheres que tomam fenobarbital

  • Fenobarbital + diazepam

    Risco de depressão do sistema nervoso central e apneia com barbitúricos.

    O que fazer: Evitar ou minimizar o uso concomitante; dispor de equipamento de reanimação se usado.

  • Fenobarbital + diltiazem

    Deve-se evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou qualquer indutor conhecido do CYP3A4.

  • Fenobarbital + dolutegravir

    Deve-se evitar dolutegravir com oxcarbazepina, fenitoína ou fenobarbital.

    O que fazer: Evitar a coadministração, pois não há dados suficientes para recomendar uma dose.

  • Fenobarbital + domperidona

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de domperidona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se domperidona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de domperidona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + dronedarona

    Os indutores fortes do CYP3A diminuem significativamente a exposição à dronedarona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rifampicina ou outros indutores fortes do CYP3A.

  • Fenobarbital + drospirenona

    Os indutores enzimáticos, como carbamazepina, fenitoína, barbitúricos, efavirenz, bosentana, oxcarbazepina ou rifabutina, podem diminuir a eficácia contraceptiva da drospirenona.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de diminuição da eficácia contraceptiva e considerar um método contraceptivo adicional ao associar com esses indutores.

  • Fenobarbital + efavirenz

    o efavirenz e esses anticonvulsivantes reduzem mutuamente suas concentrações

    O que fazer: usar um tratamento anticonvulsivante alternativo quando possível; caso contrário, monitorar periodicamente os níveis do anticonvulsivante

  • Fenobarbital + eletriptana

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eletriptana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eletriptana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eletriptana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + enzalutamida

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição à enzalutamida e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Evitar a coadministração com indutores fortes do CYP3A4; se não puder ser evitada, aumentar a dose de enzalutamida.

  • Fenobarbital + eplerenona

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + ergotamina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ergotamina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ergotamina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ergotamina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + etinilestradiol

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Fenobarbital + everolimo

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Fenobarbital + felodipino

    Os anticonvulsivantes indutores (fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) reduzem acentuadamente as concentrações plasmáticas de felodipino.

    O que fazer: Considerar um tratamento anti-hipertensivo alternativo em pacientes que recebem esses anticonvulsivantes.

  • Fenobarbital + fentanila

    Os indutores do CYP3A4 diminuem as concentrações de fentanila.

    O que fazer: Monitorar de perto e ajustar a dose de fentanila ao iniciar ou suspender o indutor.

  • Fenobarbital + fluoxetina

    A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.

  • Fenobarbital + fluticasona

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de fluticasona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se fluticasona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fluticasona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + hidromorfona

    Hidromorfona com fenobarbital pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fenobarbital + imatinibe

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição ao imatinibe.

    O que fazer: Considerar agentes alternativos com menor potencial de indução enzimática quando for necessário um indutor forte do CYP3A4.

  • Fenobarbital + itraconazol

    Não se recomenda associar itraconazol a fenitoína ou fenobarbital, pois diminuem sua concentração.

    O que fazer: Evitar o uso associado 2 semanas antes e durante o tratamento com itraconazol.

  • Fenobarbital + ivabradina

    Deve-se evitar o uso de ivabradina com indutores do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de indutores do CYP3A4.

  • Fenobarbital + lamotrigina

    Carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e rifampicina diminuem as concentrações de lamotrigina.

    O que fazer: Pode ser necessário ajuste de dose de lamotrigina; monitorar a resposta clínica.

  • Fenobarbital + levonorgestrel

    fenobarbital pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais

    O que fazer: sugerir um método anticoncepcional alternativo às mulheres que tomam fenobarbital

  • Fenobarbital + linagliptina

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

  • Fenobarbital + lovastatina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de lovastatina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se lovastatina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de lovastatina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + medroxiprogesterona

    fenobarbital pode reduzir a eficácia dos anticoncepcionais hormonais

    O que fazer: sugerir um método anticoncepcional alternativo às mulheres que tomam fenobarbital

  • Fenobarbital + metadona

    Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Fenobarbital + midazolam

    Os barbitúricos aumentam o risco de hipoventilação e apneia quando associados ao midazolam.

    O que fazer: Ajustar a dose de midazolam conforme o tipo e a quantidade de medicação concomitante; vigiar a função respiratória.

  • Fenobarbital + morfina

    Morfina com fenobarbital pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fenobarbital + nevirapina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de nevirapina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se nevirapina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de nevirapina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + orlistate

    Foram relatadas convulsões com o uso combinado de orlistate e antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar alterações na frequência ou gravidade das convulsões ao coadministrar orlistate com antiepilépticos.

  • Fenobarbital + oxicodona

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem diminuir as concentrações plasmáticas de oxicodona e sua eficácia analgésica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência; considerar aumentar a dose de oxicodona, se necessário, para manter a analgesia e, ao descontinuar o indutor, considerar reduzi-la.

  • Fenobarbital + petidina

    Petidina com fenobarbital pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fenobarbital + pimozida

    Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.

    O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.

  • Fenobarbital + prometazina

    A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.

    O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.

  • Fenobarbital + quetiapina

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição à quetiapina e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Aumentar a dose de quetiapina em até 5 vezes durante o uso concomitante crônico com um indutor forte do CYP3A4 e reduzi-la dentro de 7 a 14 dias após a suspensão do indutor.

  • Fenobarbital + raltegravir

    Não se recomenda associar raltegravir com indutores enzimáticos fortes, como carbamazepina, fenitoína ou fenobarbital.

    O que fazer: Evitar a coadministração com esses anticonvulsivantes.

  • Fenobarbital + ritonavir

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ritonavir a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ritonavir for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ritonavir e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + rivaroxabana

    Deve-se evitar rivaroxabana com indutores combinados da glicoproteína P e do CYP3A.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com esses indutores.

  • Fenobarbital + salmeterol

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de salmeterol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se salmeterol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de salmeterol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + sinvastatina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de sinvastatina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se sinvastatina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de sinvastatina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + sirolimo

    Evitar sirolimo com indutores fortes do CYP3A4/P-gp.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar um agente alternativo com menor potencial de interação.

  • Fenobarbital + tacrolimo

    Fenitoína, carbamazepina e fenobarbital diminuem as concentrações sanguíneas de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Fenobarbital + tamoxifeno

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, não devem ser usados com tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de tamoxifeno com indutores fortes do CYP3A4.

  • Fenobarbital + tapentadol

    Tapentadol com fenobarbital pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

    O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).

  • Fenobarbital + teofilina

    O fenobarbital diminui a concentração de teofilina.

    O que fazer: Monitorar a concentração sérica de teofilina e ajustar sua dose ao coadministrar com fenobarbital.

  • Fenobarbital + ticagrelor

    Evitar ticagrelor com indutores potentes do CYP3A.

    O que fazer: Evitar a associação.

  • Fenobarbital + tofacitinibe

    os indutores potentes do CYP3A4 reduzem a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: evitar o uso concomitante de tofacitinibe com indutores potentes do CYP3A4

  • Fenobarbital + tramadol

    Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de tramadol até obter um efeito estável e vigiar sinais de abstinência de opioides.

  • Fenobarbital + trazodona

    Os indutores potentes do CYP3A4 diminuem a exposição à trazodona.

    O que fazer: Vigiar a necessidade de aumentar a dose de trazodona ao associá-la a um indutor potente do CYP3A4.

  • Fenobarbital + triazolam

    O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.

  • Fenobarbital + vardenafila

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de vardenafila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se vardenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de vardenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + varfarina

    fenobarbital reduz o efeito anticoagulante dos cumarínicos

    O que fazer: monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante ao iniciar ou suspender fenobarbital

Moderada79 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Fenobarbital + acenocumarol

    fenobarbital reduz o efeito anticoagulante dos cumarínicos

    O que fazer: monitorar o INR e ajustar a dose do anticoagulante ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + albendazol

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de albendazol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se albendazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de albendazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + amiodarona

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de amiodarona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se amiodarona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de amiodarona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + amitriptilina

    A amitriptilina potencializa a resposta aos barbitúricos e a outros depressores do sistema nervoso central.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação e ajustar as doses conforme a resposta clínica.

  • Fenobarbital + anlodipino

    Os indutores do CYP3A podem diminuir o efeito do anlodipino.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente a pressão arterial ao coadministrar indutores do CYP3A.

  • Fenobarbital + atorvastatina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de atorvastatina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se atorvastatina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de atorvastatina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + betametasona

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + bosentana

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bosentana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se bosentana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bosentana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + bromazepam

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bromazepam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se bromazepam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bromazepam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + cetirizina

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina potencializa o efeito dos barbitúricos

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a sedação excessiva

  • Fenobarbital + cilostazol

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + cinacalcete

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cinacalcete a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se cinacalcete for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cinacalcete e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + citalopram

    Fenobarbital induz o CYP2C19 e pode reduzir os níveis de citalopram a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se citalopram for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de citalopram e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + clindamicina

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, podem reduzir a eficácia da clindamicina.

    O que fazer: Monitorar a perda de eficácia ao associar com um indutor forte do CYP3A4.

  • Fenobarbital + clobazam

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de clobazam a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se clobazam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de clobazam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + clomipramina

    O fenobarbital e a fenitoína podem reduzir as concentrações plasmáticas de clomipramina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose de clomipramina, se necessário.

  • Fenobarbital + clonazepam

    Os indutores do citocromo P450 diminuem as concentrações plasmáticas de clonazepam.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do clonazepam.

  • Fenobarbital + clonidina

    A clonidina potencializa o efeito depressor do sistema nervoso central dos barbitúricos.

    O que fazer: Usar com precaução; alertar sobre o risco de sedação aumentada.

  • Fenobarbital + clorfeniramina

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + colestiramina

    a colestiramina pode reduzir a absorção destes medicamentos

    O que fazer: administrar o outro medicamento pelo menos 1 hora antes ou de 4 a 6 horas depois da colestiramina

  • Fenobarbital + desloratadina

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + dexametasona

    os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona

    O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica

  • Fenobarbital + difenidramina

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + dimenidrinato

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + donepezila

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de donepezila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se donepezila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de donepezila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + doxiciclina

    os indutores enzimáticos encurtam a meia-vida da doxiciclina

    O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar aumentar a dose ou a duração do tratamento com doxiciclina

  • Fenobarbital + duloxetina

    Fenobarbital induz o CYP1A2 e pode reduzir os níveis de duloxetina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se duloxetina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de duloxetina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + estradiol

    fenobarbital reduz o efeito do estradiol

    O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do estradiol

  • Fenobarbital + eszopiclona

    Os indutores do CYP3A4 podem diminuir a exposição e o efeito da eszopiclona.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose de eszopiclona ao associar um indutor do CYP3A4.

  • Fenobarbital + fenelzina

    Fenelzina potencializa o efeito hipnótico dos barbitúricos.

    O que fazer: Administrar o barbitúrico em dose reduzida junto com fenelzina.

  • Fenobarbital + fenitoína

    O ácido valproico e o fenobarbital podem aumentar ou diminuir de forma imprevisível as concentrações de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os níveis de fenitoína ao coadministrar com ácido valproico ou fenobarbital.

  • Fenobarbital + fexofenadina

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + flecainida

    os indutores enzimáticos aumentam a eliminação da flecainida

    O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose da flecainida

  • Fenobarbital + fludrocortisona

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + glibenclamida

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de glibenclamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se glibenclamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de glibenclamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + glimepirida

    Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.

  • Fenobarbital + haloperidol

    Fenobarbital e fenitoína podem reduzir as concentrações plasmáticas de haloperidol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica; considerar aumentar a dose de haloperidol ou ajustar o intervalo posológico.

  • Fenobarbital + hidroclorotiazida

    Os barbitúricos podem potencializar a hipotensão ortostática da hidroclorotiazida.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão postural ao associar.

  • Fenobarbital + hidrocortisona

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + hidroxizina

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode reduzir a atividade dos antiepilépticos.

    O que fazer: Vigiar o controle das crises convulsivas ao coadministrar.

  • Fenobarbital + imipramina

    Os indutores enzimáticos (barbitúricos, fenitoína) diminuem e os inibidores (fluoxetina) aumentam as concentrações plasmáticas de imipramina.

    O que fazer: Ajustar a dose de imipramina conforme a resposta clínica ao associar ou retirar esses fármacos.

  • Fenobarbital + isotretinoína

    O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.

    O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.

  • Fenobarbital + ivermectina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ivermectina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ivermectina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ivermectina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + levotiroxina

    Fenobarbital e rifampicina aumentam o metabolismo hepático da levotiroxina.

    O que fazer: Vigiar o estado tireoidiano se barbitúricos ou rifampicina forem acrescentados ou retirados; ajustar a dose de levotiroxina conforme necessário.

  • Fenobarbital + linezolida

    os IMAO prolongam o efeito do fenobarbital

    O que fazer: vigiar sinais de sedação excessiva e ajustar a dose, se necessário

  • Fenobarbital + loperamida

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de loperamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se loperamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de loperamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + loratadina

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

  • Fenobarbital + lorazepam

    O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.

    O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.

  • Fenobarbital + metilprednisolona

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + metronidazol

    Fenitoína e fenobarbital aceleram a eliminação do metronidazol e podem alterar a depuração da fenitoína.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao metronidazol e considerar ajuste de dose se administrado junto com fenitoína ou fenobarbital.

  • Fenobarbital + mirtazapina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de mirtazapina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se mirtazapina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de mirtazapina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + moclobemida

    os IMAO prolongam o efeito do fenobarbital

    O que fazer: vigiar sinais de sedação excessiva e ajustar a dose, se necessário

  • Fenobarbital + ondansetrona

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ondansetrona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ondansetrona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ondansetrona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + oxcarbazepina

    Esses indutores enzimáticos diminuem o metabólito ativo da oxcarbazepina.

    O que fazer: Monitorar os níveis do metabólito ativo (MHD) durante a titulação da oxcarbazepina; pode ser necessário ajustar sua dose.

  • Fenobarbital + oxibutinina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de oxibutinina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se oxibutinina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de oxibutinina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + prednisolona

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + prednisona

    fenobarbital reduz o efeito dos corticoides

    O que fazer: ajustar a dose do corticoide ao iniciar ou suspender fenobarbital

  • Fenobarbital + progesterona

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem aumentar a eliminação da progesterona e reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4.

  • Fenobarbital + propafenona

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de propafenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se propafenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de propafenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + propranolol

    Os indutores do metabolismo hepático diminuem as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do propranolol.

  • Fenobarbital + rasagilina

    os IMAO prolongam o efeito do fenobarbital

    O que fazer: vigiar sinais de sedação excessiva e ajustar a dose, se necessário

  • Fenobarbital + repaglinida

    os indutores do CYP3A4/CYP2C8 reduzem o efeito da repaglinida

    O que fazer: aumentar a dose de repaglinida e a frequência de monitoramento da glicose conforme necessário

  • Fenobarbital + rifabutina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rifabutina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rifabutina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rifabutina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + riociguate

    Os indutores potentes do CYP3A podem reduzir significativamente a exposição ao riociguate.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao associar um indutor potente do CYP3A; não há dados que orientem um ajuste específico de dose.

  • Fenobarbital + risperidona

    Os indutores enzimáticos, como a carbamazepina, diminuem as concentrações plasmáticas de risperidona.

    O que fazer: Monitorar de perto ao iniciar ou suspender o indutor e ajustar a dose de risperidona conforme necessário.

  • Fenobarbital + selegilina

    os IMAO prolongam o efeito do fenobarbital

    O que fazer: vigiar sinais de sedação excessiva e ajustar a dose, se necessário

  • Fenobarbital + sildenafila

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de sildenafila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se sildenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de sildenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + solifenacina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de solifenacina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se solifenacina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de solifenacina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + tadalafila

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.

  • Fenobarbital + tansulosina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + tinidazol

    Os indutores do CYP3A4 podem acelerar a eliminação do tinidazol e reduzir seu efeito.

    O que fazer: Vigiar o efeito clínico do tinidazol; pode ser necessário ajuste de dose se coadministrado com indutores do CYP3A4.

  • Fenobarbital + tizanidina

    Fenobarbital induz o CYP1A2 e pode reduzir os níveis de tizanidina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tizanidina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tizanidina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + tolterodina

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tolterodina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tolterodina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tolterodina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + tranilcipromina

    os IMAO prolongam o efeito do fenobarbital

    O que fazer: vigiar sinais de sedação excessiva e ajustar a dose, se necessário

  • Fenobarbital + verapamil

    Fenobarbital pode diminuir a concentração de verapamil.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao coadministrar fenobarbital com verapamil.

  • Fenobarbital + ziprasidona

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ziprasidona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ziprasidona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ziprasidona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Fenobarbital + zolpidem

    o fenobarbital potencializa a depressão do sistema nervoso central com outros depressores

    O que fazer: usar com precaução e alertar sobre a diminuição do estado de alerta

Leve15 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Fenobarbital + baclofeno

    Baclofeno e fenobarbital têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + carisoprodol

    Carisoprodol e fenobarbital têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + flunarizina

    Fenobarbital e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + gabapentina

    Fenobarbital e gabapentina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + lacosamida

    Carbamazepina, fenobarbital e fenitoína reduzem levemente as concentrações plasmáticas de lacosamida.

    O que fazer: Não é necessário ajuste de dose de rotina; considerar a resposta clínica.

  • Fenobarbital + levetiracetam

    Fenobarbital e levetiracetam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + levomepromazina

    Fenobarbital e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + metocarbamol

    Fenobarbital e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + metoclopramida

    Fenobarbital e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + nortriptilina

    Fenobarbital e nortriptilina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + olanzapina

    Fenobarbital e olanzapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + orfenadrina

    Fenobarbital e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + pramipexol

    Fenobarbital e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + pregabalina

    Fenobarbital e pregabalina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.

  • Fenobarbital + topiramato

    Fenobarbital e lamotrigina produzem alterações menores na concentração plasmática de topiramato.

    O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar o efeito se forem observadas alterações clínicas.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos fenobarbital interage?
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