Interações de cobicistate

Cobicistate tem 128 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 19 contraindicadas, 46 graves e 63 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Potencializadores farmacocinéticos. ATC V03AX03. Também chamado: Cobicistat. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada19 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Cobicistate + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.

    O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).

  • Cobicistate + carbamazepina

    Anticonvulsivantes indutores enzimáticos contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um anticonvulsivante sem indução do CYP3A.

  • Cobicistate + colchicina

    Colchicina contraindicada com cobicistate na insuficiência renal ou hepática.

    O que fazer: Contraindicado na insuficiência renal ou hepática; nos demais pacientes, reduzir a dose de colchicina conforme a indicação (gota, febre familiar do Mediterrâneo).

  • Cobicistate + dronedarona

    Dronedarona contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + drospirenona

    Drospirenona contraindicada com atazanavir potencializado com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um método contraceptivo alternativo.

  • Cobicistate + eplerenona

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Cobicistate + ergotamina

    Derivados do ergot contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + fenitoína

    Anticonvulsivantes indutores enzimáticos contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um anticonvulsivante sem indução do CYP3A.

  • Cobicistate + fenobarbital

    Anticonvulsivantes indutores enzimáticos contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um anticonvulsivante sem indução do CYP3A.

  • Cobicistate + lovastatina

    Lovastatina e sinvastatina contraindicadas com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar uma estatina alternativa com ajuste de dose.

  • Cobicistate + lurasidona

    Lurasidona contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + midazolam

    Midazolam oral e triazolam contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + nevirapina

    Nevirapina contraindicada com atazanavir potencializado com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + pimozida

    Pimozida contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + ranolazina

    Ranolazina contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + rifampicina

    Rifampicina contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um antituberculoso alternativo (p. ex., rifabutina com ajuste de dose).

  • Cobicistate + sildenafila

    Sildenafila para hipertensão pulmonar contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não usar sildenafila para hipertensão arterial pulmonar durante o tratamento com cobicistate.

  • Cobicistate + sinvastatina

    Lovastatina e sinvastatina contraindicadas com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar uma estatina alternativa com ajuste de dose.

  • Cobicistate + triazolam

    Midazolam oral e triazolam contraindicados com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

Grave46 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Cobicistate + apixabana

    Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.

    O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.

  • Cobicistate + aripiprazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 ou do CYP2D6 aumentam a exposição ao aripiprazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de aripiprazol quando associado a um inibidor forte do CYP3A4 ou do CYP2D6.

  • Cobicistate + atorvastatina

    Atorvastatina não recomendada com atazanavir potencializado com cobicistate.

    O que fazer: Evitar com atazanavir; com darunavir, não exceder 20 mg/dia e monitorar.

  • Cobicistate + betametasona

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Cobicistate + budesonida

    Cobicistate inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Cobicistate + ciclosporina

    Imunossupressores com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento terapêutico do imunossupressor recomendado.

  • Cobicistate + claritromicina

    Os macrolídeos aumentam as concentrações de cobicistate e do inibidor de protease potencializado.

    O que fazer: Considerar um antibiótico alternativo.

  • Cobicistate + clopidogrel

    Clopidogrel não recomendado com cobicistate.

    O que fazer: Evitar; usar um antiagregante alternativo.

  • Cobicistate + dabigatrana

    Deve-se evitar o uso concomitante de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave.

    O que fazer: Evitar o uso de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr 15-30 mL/min).

  • Cobicistate + deflazacorte

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + dexametasona

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + digoxina

    Digoxina com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Titular a dose de digoxina e monitorar suas concentrações.

  • Cobicistate + domperidona

    Cobicistate inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Cobicistate + edoxabana

    Dabigatrana e edoxabana com risco de sangramento aumentado pelo cobicistate com atazanavir.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a indicação do anticoagulante e a função renal.

  • Cobicistate + efavirenz

    Efavirenz não recomendado com darunavir potencializado com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar.

  • Cobicistate + eletriptana

    Cobicistate inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Cobicistate + eritromicina

    Os macrolídeos aumentam as concentrações de cobicistate e do inibidor de protease potencializado.

    O que fazer: Considerar um antibiótico alternativo.

  • Cobicistate + esomeprazol

    Inibidores da bomba de prótons não recomendados com atazanavir potencializado com cobicistate em pacientes com experiência de tratamento.

    O que fazer: Em pacientes com experiência de tratamento, evitar o uso de IBP.

  • Cobicistate + everolimo

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Cobicistate + fentanila

    Fentanila com risco de depressão respiratória potencialmente fatal pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento cuidadoso dos efeitos terapêuticos e adversos da fentanila ao coadministrar.

  • Cobicistate + fludrocortisona

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + fluticasona

    Não se recomenda o uso de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.

  • Cobicistate + hidrocortisona

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + ivabradina

    Cobicistate inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ivabradina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ivabradina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Cobicistate + lansoprazol

    Inibidores da bomba de prótons não recomendados com atazanavir potencializado com cobicistate em pacientes com experiência de tratamento.

    O que fazer: Em pacientes com experiência de tratamento, evitar o uso de IBP.

  • Cobicistate + metadona

    Buprenorfina e metadona com efeito variável ao coadministrar com cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do opioide usando a menor dose inicial ou de manutenção possível.

  • Cobicistate + metilprednisolona

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + omeprazol

    Inibidores da bomba de prótons não recomendados com atazanavir potencializado com cobicistate em pacientes com experiência de tratamento.

    O que fazer: Em pacientes com experiência de tratamento, evitar o uso de IBP.

  • Cobicistate + oxicodona

    Cobicistate inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Cobicistate + pantoprazol

    Inibidores da bomba de prótons não recomendados com atazanavir potencializado com cobicistate em pacientes com experiência de tratamento.

    O que fazer: Em pacientes com experiência de tratamento, evitar o uso de IBP.

  • Cobicistate + prednisolona

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + prednisona

    Corticoides com exposição aumentada pelo cobicistate (todas as vias).

    O que fazer: Considerar corticoides alternativos menos afetados por inibidores potentes do CYP3A (p. ex., beclometasona, prednisona, prednisolona); evitar uso prolongado sem monitoramento.

  • Cobicistate + quetiapina

    Quetiapina com exposição muito aumentada pelo cobicistate.

    O que fazer: Considerar uma terapia antirretroviral alternativa; se for necessário coadministrar, reduzir a dose de quetiapina para 1/6 da dose habitual e monitorar.

  • Cobicistate + rifabutina

    Não se recomenda coadministrar rifabutina com elvitegravir/cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar rifabutina com elvitegravir/cobicistate.

  • Cobicistate + ritonavir

    Ritonavir não recomendado em associação com cobicistate.

    O que fazer: Não usar TYBOST em associação com esquemas que contenham ritonavir.

  • Cobicistate + rivaroxabana

    Rivaroxabana não recomendada com cobicistate.

    O que fazer: Evitar; usar um anticoagulante alternativo.

  • Cobicistate + salmeterol

    Salmeterol não recomendado com cobicistate.

    O que fazer: Evitar; usar um broncodilatador alternativo.

  • Cobicistate + sirolimo

    Evitar sirolimo com inibidores fortes do CYP3A4/P-gp.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar um agente alternativo com menor potencial de interação.

  • Cobicistate + tacrolimo

    Imunossupressores com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento terapêutico do imunossupressor recomendado.

  • Cobicistate + tansulosina

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Cobicistate + tenofovir

    Fumarato de tenofovir desoproxila com risco de deterioração renal ao coadministrar com cobicistate.

    O que fazer: Não recomendado se a depuração de creatinina estimada for inferior a 70 mL/min.

  • Cobicistate + ticagrelor

    Ticagrelor não recomendado com cobicistate.

    O que fazer: Evitar; usar um antiagregante alternativo.

  • Cobicistate + trazodona

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à trazodona.

    O que fazer: Considerar uma dose menor de trazodona ao associá-la a um inibidor potente do CYP3A4.

  • Cobicistate + vardenafila

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.

    O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.

  • Cobicistate + voriconazol

    Voriconazol não recomendado com cobicistate, a menos que o benefício o justifique.

    O que fazer: Evitar, a menos que a relação benefício/risco justifique seu uso; monitorar rigorosamente.

Moderada63 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Cobicistate + abiraterona

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + albendazol

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de albendazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de albendazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + amiodarona

    Antiarrítmicos com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + amitriptilina

    Antidepressivos tricíclicos e ISRS com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do antidepressivo, usando a menor dose inicial ou de manutenção possível, e monitorar a resposta.

  • Cobicistate + anlodipino

    Os inibidores do CYP3A (diltiazem, itraconazol, claritromicina e outros inibidores fortes) aumentam a exposição sistêmica ao anlodipino.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de anlodipino ao associar um inibidor do CYP3A.

  • Cobicistate + atazanavir

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de atazanavir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de atazanavir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + bictegravir

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de bictegravir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de bictegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + bromazepam

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de bromazepam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de bromazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + buprenorfina

    Buprenorfina e metadona com efeito variável ao coadministrar com cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do opioide usando a menor dose inicial ou de manutenção possível.

  • Cobicistate + carvedilol

    Betabloqueadores metabolizados pelo CYP2D6 com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + cilostazol

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + cinacalcete

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações séricas de cinacalcete.

    O que fazer: Ajustar a dose de cinacalcete ao iniciar ou suspender um inibidor forte do CYP3A4 e monitorar de perto PTHi, fósforo sérico e cálcio sérico.

  • Cobicistate + clindamicina

    Os inibidores fortes do CYP3A4 podem aumentar as concentrações de clindamicina.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de eventos adversos ao associar com um inibidor forte do CYP3A4.

  • Cobicistate + clobazam

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + clonazepam

    Clonazepam com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + clozapina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clozapina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clozapina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + codeína

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de codeína.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de codeína ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + darunavir

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de darunavir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de darunavir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + desogestrel

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de desogestrel.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de desogestrel ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + diazepam

    Diazepam com concentrações potencialmente aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Coadministrar com monitorização clínica rigorosa e manejo apropriado em caso de depressão respiratória ou sedação prolongada.

  • Cobicistate + diltiazem

    Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + dolutegravir

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de dolutegravir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dolutegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + donepezila

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de donepezila.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de donepezila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + estradiol

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de estradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de estradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + eszopiclona

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à eszopiclona.

    O que fazer: Reduzir a dose de eszopiclona quando administrada junto com um inibidor potente do CYP3A4.

  • Cobicistate + etinilestradiol

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + famotidina

    A famotidina reduz as concentrações de atazanavir potencializado com cobicistate.

    O que fazer: Administrar atazanavir/cobicistate ao mesmo tempo ou pelo menos 10 horas depois do antagonista H2; não exceder dose comparável a famotidina 40 mg duas vezes ao dia.

  • Cobicistate + felodipino

    Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + flecainida

    Antiarrítmicos com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + glibenclamida

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + haloperidol

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de haloperidol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de haloperidol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + hidróxido de alumínio e magnésio

    Antiácidos reduzem as concentrações de atazanavir potencializado com cobicistate.

    O que fazer: Separar a administração em pelo menos 2 horas.

  • Cobicistate + imatinibe

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam significativamente a exposição ao imatinibe.

    O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina, atazanavir, ritonavir, voriconazol).

  • Cobicistate + itraconazol

    Itraconazol e cetoconazol com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Não há recomendações específicas de dose; monitorar clinicamente.

  • Cobicistate + ivermectina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de ivermectina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de ivermectina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + cetoconazol

    Itraconazol e cetoconazol com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Não há recomendações específicas de dose; monitorar clinicamente.

  • Cobicistate + levonorgestrel

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de levonorgestrel.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de levonorgestrel ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + loperamida

    Os inibidores do CYP3A4, do CYP2C8 ou da glicoproteína P (itraconazol, genfibrozila, ritonavir) aumentam a exposição à loperamida.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de toxicidade cardíaca da loperamida ao associar esses inibidores.

  • Cobicistate + loratadina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de loratadina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de loratadina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + medroxiprogesterona

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de medroxiprogesterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de medroxiprogesterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + metoprolol

    Betabloqueadores metabolizados pelo CYP2D6 com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + mirtazapina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de mirtazapina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de mirtazapina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + nifedipino

    Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + nortriptilina

    Antidepressivos tricíclicos e ISRS com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do antidepressivo, usando a menor dose inicial ou de manutenção possível, e monitorar a resposta.

  • Cobicistate + ondansetrona

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de ondansetrona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de ondansetrona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + oxcarbazepina

    Oxcarbazepina com possível redução das concentrações de cobicistate/atazanavir.

    O que fazer: Considerar um anticonvulsivante ou antirretroviral alternativo; se coadministrados, monitorar a resposta virológica.

  • Cobicistate + oxibutinina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de oxibutinina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de oxibutinina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + paroxetina

    Antidepressivos tricíclicos e ISRS com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do antidepressivo, usando a menor dose inicial ou de manutenção possível, e monitorar a resposta.

  • Cobicistate + petidina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de petidina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de petidina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + propafenona

    Antiarrítmicos com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + repaglinida

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de repaglinida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de repaglinida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + risperidona

    Risperidona com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose do antipsicótico.

  • Cobicistate + solifenacina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de solifenacina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de solifenacina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + tadalafila

    Inibidores da PDE-5 para disfunção erétil com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Limitar a dose: sildenafila no máximo 25 mg a cada 48 horas, tadalafila no máximo 10 mg a cada 72 horas, vardenafila no máximo 2,5 mg a cada 72 horas, com monitorização intensificada.

  • Cobicistate + tamoxifeno

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + teofilina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de teofilina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de teofilina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + tofacitinibe

    os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Cobicistate + tolterodina

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tolterodina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + tramadol

    Tramadol com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de tramadol.

  • Cobicistate + verapamil

    Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Cobicistate + varfarina

    Varfarina com efeito variável ao coadministrar com cobicistate.

    O que fazer: Monitorar o INR ao coadministrar.

  • Cobicistate + ziprasidona

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de ziprasidona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de ziprasidona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Cobicistate + zolpidem

    Zolpidem com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose e realizar monitorização clínica.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos cobicistate interage?
Na nossa base, cobicistate tem 128 interações documentadas; as mais graves são com alprazolam, carbamazepina, colchicina, dronedarona, drospirenona, eplerenona. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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