Interações de rifampicina

Rifampicina tem 176 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 contraindicadas, 72 graves e 94 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Rifamicinas, Antituberculosos, Antibióticos. ATC J04AB02. Também chamado: rifampin. Bula da FDA (em inglês)

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Contraindicada10 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Rifampicina + atazanavir

    Contraindicado com indutores fortes do CYP3A pela perda de eficácia antirretroviral.

    O que fazer: Evitar a associação; usar um antirretroviral alternativo.

  • Rifampicina + cobicistate

    Rifampicina contraindicada com cobicistate.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um antituberculoso alternativo (p. ex., rifabutina com ajuste de dose).

  • Rifampicina + darunavir

    Não usar darunavir/ritonavir com rifampicina: perda do efeito antirretroviral e risco de resistência.

    O que fazer: Não coadministrar; usar um antituberculoso alternativo (p. ex., rifabutina com ajuste de dose).

  • Rifampicina + lurasidona

    O uso concomitante de lurasidona com indutores fortes do CYP3A4 é contraindicado.

    O que fazer: Não usar lurasidona junto com um indutor forte do CYP3A4 (p. ex., rifampicina, carbamazepina, fenitoína).

  • Rifampicina + nevirapina

    Rifampicina contraindicada com nevirapina.

    O que fazer: Não administrar de forma concomitante; usar rifabutina como alternativa em pacientes coinfectados com tuberculose.

  • Rifampicina + nifedipino

    Contraindicados os indutores fortes do CYP3A com nifedipino.

    O que fazer: Não usar nifedipino junto com indutores fortes do CYP3A; considerar um anti-hipertensivo alternativo.

  • Rifampicina + pimozida

    Os antibióticos macrolídeos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antibióticos macrolídeos.

  • Rifampicina + ranolazina

    Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A.

    O que fazer: Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A, como rifampicina, rifabutina, fenobarbital, fenitoína ou carbamazepina.

  • Rifampicina + ritonavir

    O uso concomitante de rifampicina com ritonavir (potencializando o saquinavir) é contraindicado.

    O que fazer: Não usar rifampicina em pacientes que recebem saquinavir potencializado com ritonavir.

  • Rifampicina + voriconazol

    Rifampicina, carbamazepina e os barbitúricos de ação prolongada são contraindicados com voriconazol.

    O que fazer: Não associar voriconazol com rifampicina, carbamazepina nem barbitúricos de ação prolongada.

Grave72 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Rifampicina + abiraterona

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Rifampicina + alprazolam

    Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.

    O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.

  • Rifampicina + apixabana

    Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.

  • Rifampicina + aripiprazol

    Os indutores fortes do CYP3A4, como carbamazepina ou rifampicina, diminuem a exposição ao aripiprazol.

    O que fazer: Considerar aumentar a dose de aripiprazol ao associá-lo com um indutor forte do CYP3A4.

  • Rifampicina + bictegravir

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bictegravir a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se bictegravir for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bictegravir e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + budesonida

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de budesonida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se budesonida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de budesonida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + buprenorfina

    Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de buprenorfina e, quando suspensos, podem provocar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o indutor, considerar reduzir a dose de buprenorfina e monitorar a função respiratória.

  • Rifampicina + carbamazepina

    Fenitoína, fenobarbital, rifampicina e teofilina podem diminuir a concentração plasmática de carbamazepina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de carbamazepina ao iniciar tratamento com esses indutores.

  • Rifampicina + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Rifampicina + citalopram

    O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Rifampicina + clopidogrel

    Evitar indutores fortes do CYP2C19, como a rifampicina, com clopidogrel.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de indutores fortes do CYP2C19, como a rifampicina.

  • Rifampicina + clozapina

    Não se recomenda associar clozapina com indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de clozapina.

  • Rifampicina + codeína

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.

  • Rifampicina + colchicina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de colchicina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se colchicina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de colchicina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + dabigatrana

    Os indutores da glicoproteína P, como a rifampicina, diminuem a exposição à dabigatrana.

    O que fazer: Em geral, evitar o uso concomitante de dabigatrana com indutores da glicoproteína P, como a rifampicina.

  • Rifampicina + deflazacorte

    os indutores moderados ou fortes do CYP3A4 reduzem a eficácia do deflazacorte

    O que fazer: evitar o uso concomitante desses indutores do CYP3A4 com deflazacorte

  • Rifampicina + desogestrel

    A rifampicina reduz a confiabilidade dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Usar um método anticoncepcional não hormonal durante o tratamento com rifampicina.

  • Rifampicina + digoxina

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Rifampicina + diltiazem

    Deve-se evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou qualquer indutor conhecido do CYP3A4.

  • Rifampicina + dimenidrinato

    O dimenidrinato pode mascarar a ototoxicidade de certos antibióticos.

    O que fazer: Usar com cautela junto com antibióticos ototóxicos (por exemplo, aminoglicosídeos); monitorar a função auditiva e vestibular.

  • Rifampicina + dolutegravir

    A rifampicina diminui as concentrações de dolutegravir.

    O que fazer: Ajustar a dose de dolutegravir para duas vezes ao dia em pacientes sem resistência a inibidores da integrase.

  • Rifampicina + domperidona

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de domperidona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se domperidona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de domperidona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + dronedarona

    Os indutores fortes do CYP3A diminuem significativamente a exposição à dronedarona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rifampicina ou outros indutores fortes do CYP3A.

  • Rifampicina + drospirenona

    A rifampicina reduz a confiabilidade dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Usar um método anticoncepcional não hormonal durante o tratamento com rifampicina.

  • Rifampicina + edoxabana

    A rifampicina não deve ser usada com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Rifampicina + efavirenz

    Deve-se evitar o uso concomitante de rifampicina com zidovudina ou efavirenz.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante; se não for possível, vigiar a resposta virológica.

  • Rifampicina + eletriptana

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eletriptana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eletriptana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eletriptana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + enzalutamida

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição à enzalutamida e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Evitar a coadministração com indutores fortes do CYP3A4; se não puder ser evitada, aumentar a dose de enzalutamida.

  • Rifampicina + eplerenona

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + ergotamina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ergotamina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ergotamina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ergotamina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + esomeprazol

    A rifampicina reduz substancialmente as concentrações de esomeprazol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de esomeprazol com rifampicina.

  • Rifampicina + etinilestradiol

    Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.

    O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.

  • Rifampicina + everolimo

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Rifampicina + fentanila

    Os indutores do CYP3A4 diminuem as concentrações de fentanila.

    O que fazer: Monitorar de perto e ajustar a dose de fentanila ao iniciar ou suspender o indutor.

  • Rifampicina + fluoxetina

    Antipsicóticos e antibióticos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Rifampicina + fluticasona

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de fluticasona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se fluticasona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fluticasona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + imatinibe

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição ao imatinibe.

    O que fazer: Considerar agentes alternativos com menor potencial de indução enzimática quando for necessário um indutor forte do CYP3A4.

  • Rifampicina + isoniazida

    O uso associado de rifampicina e isoniazida aumenta o risco de hepatotoxicidade.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente a função hepática em pacientes que recebem rifampicina e isoniazida em conjunto.

  • Rifampicina + itraconazol

    Não se recomenda associar itraconazol a isoniazida, rifampicina ou rifabutina, pois diminuem sua concentração.

    O que fazer: Evitar o uso associado 2 semanas antes e durante o tratamento com itraconazol (rifabutina, além disso, 2 semanas depois).

  • Rifampicina + ivabradina

    Deve-se evitar o uso de ivabradina com indutores do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de indutores do CYP3A4.

  • Rifampicina + lamotrigina

    Carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e rifampicina diminuem as concentrações de lamotrigina.

    O que fazer: Pode ser necessário ajuste de dose de lamotrigina; monitorar a resposta clínica.

  • Rifampicina + lansoprazol

    Os indutores fortes do CYP2C19/CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição ao lansoprazol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de lansoprazol com rifampicina.

  • Rifampicina + levonorgestrel

    A rifampicina reduz a confiabilidade dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Usar um método anticoncepcional não hormonal durante o tratamento com rifampicina.

  • Rifampicina + linagliptina

    A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.

    O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.

  • Rifampicina + lovastatina

    A rifampicina diminui a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como a sinvastatina.

    O que fazer: Vigiar o perfil lipídico e considerar ajustar a dose ou mudar para uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Rifampicina + medroxiprogesterona

    A rifampicina reduz a confiabilidade dos anticoncepcionais hormonais.

    O que fazer: Usar um método anticoncepcional não hormonal durante o tratamento com rifampicina.

  • Rifampicina + metadona

    Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Rifampicina + micofenolato

    Não se recomenda administrar micofenolato com rifampicina, a menos que o benefício supere o risco.

    O que fazer: Evitar a associação, a menos que o benefício supere o risco; se usada, vigiar a resposta clínica.

  • Rifampicina + midazolam

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + omeprazol

    A rifampicina pode diminuir substancialmente as concentrações de omeprazol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de omeprazol com rifampicina.

  • Rifampicina + oxicodona

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem diminuir as concentrações plasmáticas de oxicodona e sua eficácia analgésica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência; considerar aumentar a dose de oxicodona, se necessário, para manter a analgesia e, ao descontinuar o indutor, considerar reduzi-la.

  • Rifampicina + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Rifampicina + quetiapina

    Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição à quetiapina e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Aumentar a dose de quetiapina em até 5 vezes durante o uso concomitante crônico com um indutor forte do CYP3A4 e reduzi-la dentro de 7 a 14 dias após a suspensão do indutor.

  • Rifampicina + raltegravir

    A rifampicina reduz as concentrações de raltegravir; sua coadministração não é recomendada.

    O que fazer: Não recomendado; se for imprescindível, ajustar a dose de raltegravir conforme a formulação.

  • Rifampicina + rivaroxabana

    Deve-se evitar rivaroxabana com indutores combinados da glicoproteína P e do CYP3A.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de rivaroxabana com esses indutores.

  • Rifampicina + salmeterol

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de salmeterol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se salmeterol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de salmeterol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + sinvastatina

    A rifampicina diminui a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como a sinvastatina.

    O que fazer: Vigiar o perfil lipídico e considerar ajustar a dose ou mudar para uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Rifampicina + sirolimo

    Evitar sirolimo com indutores fortes do CYP3A4/P-gp.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar um agente alternativo com menor potencial de interação.

  • Rifampicina + tacrolimo

    A rifampicina diminui a exposição ao tacrolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de tacrolimo no sangue total e fazer os ajustes de dose necessários quando usados concomitantemente.

  • Rifampicina + tamoxifeno

    A rifampicina diminui acentuadamente a exposição ao tamoxifeno.

    O que fazer: Evitar a associação, se possível; se for necessária, vigiar rigorosamente a resposta clínica.

  • Rifampicina + teofilina

    A rifampicina diminui a exposição à teofilina.

    O que fazer: Vigiar os níveis de teofilina e a resposta clínica; ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + ticagrelor

    Deve-se evitar o uso concomitante de ticagrelor com rifampicina.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de ticagrelor com rifampicina.

  • Rifampicina + tofacitinibe

    os indutores potentes do CYP3A4 reduzem a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: evitar o uso concomitante de tofacitinibe com indutores potentes do CYP3A4

  • Rifampicina + torasemida

    O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.

  • Rifampicina + tramadol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Rifampicina + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Rifampicina + triazolam

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + vardenafila

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de vardenafila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se vardenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de vardenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + verapamil

    A rifampicina reduz muito a biodisponibilidade oral do verapamil.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose de verapamil ao coadministrar com rifampicina.

  • Rifampicina + varfarina

    A rifampicina diminui a exposição aos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Realizar o tempo de protrombina diariamente ou com a frequência necessária para estabelecer e manter a dose requerida do anticoagulante.

  • Rifampicina + zidovudina

    Deve-se evitar o uso concomitante de rifampicina com zidovudina ou efavirenz.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante; se não for possível, vigiar a resposta virológica.

  • Rifampicina + zolpidem

    A rifampicina reduz muito a exposição e o efeito do zolpidem.

    O que fazer: Levar em conta que o uso de rifampicina com zolpidem pode diminuir a eficácia do zolpidem.

Moderada94 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Rifampicina + acenocumarol

    A rifampicina diminui a exposição aos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Realizar o tempo de protrombina diariamente ou com a frequência necessária para estabelecer e manter a dose requerida do anticoagulante.

  • Rifampicina + ácido valproico

    Os indutores enzimáticos hepáticos aumentam a depuração do ácido valproico.

    O que fazer: Aumentar o monitoramento das concentrações de valproato e ajustar a dose ao iniciar ou suspender estes medicamentos.

  • Rifampicina + albendazol

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de albendazol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se albendazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de albendazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + amiodarona

    A rifampicina reduz as concentrações séricas de amiodarona.

    O que fazer: Monitorar a resposta clínica e considerar ajuste da dose de amiodarona.

  • Rifampicina + amitriptilina

    A rifampicina diminui a exposição aos antidepressivos tricíclicos, como a nortriptilina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do antidepressivo tricíclico; ajustar a dose ao iniciar ou suspender a rifampicina.

  • Rifampicina + anlodipino

    Os indutores do CYP3A podem diminuir o efeito do anlodipino.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente a pressão arterial ao coadministrar indutores do CYP3A.

  • Rifampicina + atenolol

    A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + atorvastatina

    A rifampicina pode reduzir significativamente as concentrações de atorvastatina.

    O que fazer: Administrar atorvastatina e rifampicina de forma simultânea.

  • Rifampicina + betametasona

    A rifampicina diminui o efeito dos corticoides sistêmicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar aumentar a dose do corticoide, se necessário.

  • Rifampicina + bisoprolol

    A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + bosentana

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bosentana a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se bosentana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bosentana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + bromazepam

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + bupropiona

    Rifampicina induz o CYP2B6 e pode reduzir os níveis de bupropiona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se bupropiona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bupropiona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + carbonato de cálcio

    Os antiácidos diminuem a absorção da rifampicina.

    O que fazer: Administrar rifampicina pelo menos 1 hora antes de tomar antiácidos.

  • Rifampicina + carisoprodol

    A rifampicina, indutor do CYP2C19, diminui a exposição ao carisoprodol e aumenta a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar indutores do CYP2C19, como a rifampicina.

  • Rifampicina + carvedilol

    A rifampicina reduz significativamente as concentrações plasmáticas de carvedilol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose de carvedilol ao associar rifampicina.

  • Rifampicina + celecoxibe

    A rifampicina, um indutor do CYP2C9, pode reduzir a eficácia do celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose de celecoxibe se coadministrado com rifampicina.

  • Rifampicina + cilostazol

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + cinacalcete

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cinacalcete a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se cinacalcete for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cinacalcete e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + claritromicina

    A rifampicina diminui a exposição à claritromicina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica; considerar um antibiótico alternativo, se necessário.

  • Rifampicina + clindamicina

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, podem reduzir a eficácia da clindamicina.

    O que fazer: Monitorar a perda de eficácia ao associar com um indutor forte do CYP3A4.

  • Rifampicina + clobazam

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + clomipramina

    A rifampicina diminui a exposição aos antidepressivos tricíclicos, como a nortriptilina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do antidepressivo tricíclico; ajustar a dose ao iniciar ou suspender a rifampicina.

  • Rifampicina + clonazepam

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + dexametasona

    os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona

    O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica

  • Rifampicina + diazepam

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + donepezila

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de donepezila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se donepezila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de donepezila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + doxiciclina

    Rifampicina diminui a exposição à doxiciclina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica; considerar um antibiótico alternativo, se necessário.

  • Rifampicina + duloxetina

    Rifampicina induz o CYP1A2 e pode reduzir os níveis de duloxetina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se duloxetina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de duloxetina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + enalapril

    Rifampicina diminui a exposição ao metabólito ativo do enalapril.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + enoxaparina

    A rifampicina diminui a exposição aos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Realizar o tempo de protrombina diariamente ou com a frequência necessária para estabelecer e manter a dose requerida do anticoagulante.

  • Rifampicina + escitalopram

    Rifampicina induz o CYP2C19 e pode reduzir os níveis de escitalopram a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se escitalopram for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de escitalopram e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + estradiol

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de estradiol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se estradiol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de estradiol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + eszopiclona

    Os indutores do CYP3A4 podem diminuir a exposição e o efeito da eszopiclona.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose de eszopiclona ao associar um indutor do CYP3A4.

  • Rifampicina + felodipino

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de felodipino a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se felodipino for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de felodipino e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + fenitoína

    Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.

  • Rifampicina + flecainida

    Rifampicina diminui a exposição aos antiarrítmicos, como a propafenona.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e o ritmo cardíaco; ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + fluconazol

    Rifampicina acelera o metabolismo do fluconazol e reduz sua concentração.

    O que fazer: Considerar aumentar a dose de fluconazol quando administrado com rifampicina.

  • Rifampicina + fludrocortisona

    Fenitoína, rifampicina e barbitúricos aumentam a depuração da fludrocortisona.

    O que fazer: Vigiar o efeito clínico do corticoide e aumentar a dose de fludrocortisona, se necessário.

  • Rifampicina + genfibrozila

    A genfibrozila pode aumentar a exposição a fármacos que são substratos do transportador OATP1B1.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose do fármaco substrato do OATP1B1 quando usado junto com genfibrozila.

  • Rifampicina + glibenclamida

    Rifampicina pode piorar o controle glicêmico em pacientes tratados com sulfonilureias.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar o tratamento antidiabético, se necessário.

  • Rifampicina + gliclazida

    Rifampicina pode piorar o controle glicêmico em pacientes tratados com sulfonilureias.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar o tratamento antidiabético, se necessário.

  • Rifampicina + glimepirida

    Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.

  • Rifampicina + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Rifampicina + haloperidol

    Rifampicina reduz acentuadamente as concentrações plasmáticas de haloperidol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e aumentar a dose de haloperidol ou ajustar o intervalo posológico conforme necessário; vigiar também ao suspender a rifampicina, pelo possível aumento das concentrações de haloperidol.

  • Rifampicina + heparina

    A rifampicina diminui a exposição aos anticoagulantes orais, como a varfarina.

    O que fazer: Realizar o tempo de protrombina diariamente ou com a frequência necessária para estabelecer e manter a dose requerida do anticoagulante.

  • Rifampicina + hidrocortisona

    Os indutores enzimáticos (barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, rifampicina) aumentam o metabolismo da hidrocortisona.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de hidrocortisona durante o uso conjunto.

  • Rifampicina + hidróxido de alumínio e magnésio

    Os antiácidos diminuem a absorção da rifampicina.

    O que fazer: Administrar rifampicina pelo menos 1 hora antes de tomar antiácidos.

  • Rifampicina + imipramina

    A rifampicina diminui a exposição aos antidepressivos tricíclicos, como a nortriptilina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do antidepressivo tricíclico; ajustar a dose ao iniciar ou suspender a rifampicina.

  • Rifampicina + ivermectina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ivermectina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ivermectina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ivermectina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + cetoconazol

    Rifampicina diminui a exposição ao cetoconazol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica antifúngica; considerar uma terapia alternativa, se necessário.

  • Rifampicina + leflunomida

    Rifampicina aumenta as concentrações do metabólito ativo da leflunomida.

    O que fazer: Usar com cautela, já que as concentrações podem continuar aumentando com doses repetidas.

  • Rifampicina + levotiroxina

    Fenobarbital e rifampicina aumentam o metabolismo hepático da levotiroxina.

    O que fazer: Vigiar o estado tireoidiano se barbitúricos ou rifampicina forem acrescentados ou retirados; ajustar a dose de levotiroxina conforme necessário.

  • Rifampicina + loperamida

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de loperamida a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se loperamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de loperamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + loratadina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de loratadina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se loratadina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de loratadina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + lorazepam

    A rifampicina diminui a exposição ao diazepam e a outros benzodiazepínicos.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + losartana

    Rifampicina reduz as concentrações de losartana e de seu metabólito ativo.

    O que fazer: Vigiar a resposta anti-hipertensiva durante o uso concomitante.

  • Rifampicina + metilprednisolona

    Os indutores enzimáticos, como carbamazepina, fenitoína, rifampicina e barbitúricos, podem aumentar o metabolismo da metilprednisolona.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de metilprednisolona ao usá-la junto com esses indutores enzimáticos.

  • Rifampicina + metoprolol

    A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + mirtazapina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de mirtazapina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se mirtazapina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de mirtazapina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + morfina

    Rifampicina diminui a exposição à oxicodona e à morfina.

    O que fazer: Vigiar a eficácia analgésica e ajustar a dose do opioide, se necessário.

  • Rifampicina + moxifloxacino

    Rifampicina diminui a exposição ao moxifloxacino.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica; considerar um antibiótico alternativo, se necessário.

  • Rifampicina + nebivolol

    A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + nortriptilina

    A rifampicina diminui a exposição aos antidepressivos tricíclicos, como a nortriptilina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do antidepressivo tricíclico; ajustar a dose ao iniciar ou suspender a rifampicina.

  • Rifampicina + olanzapina

    Omeprazol e rifampicina podem aumentar a depuração da olanzapina.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose de olanzapina ao associar com esses fármacos.

  • Rifampicina + ondansetrona

    Rifampicina diminui a exposição à ondansetrona.

    O que fazer: Vigiar o controle de náuseas e vômitos; considerar doses adicionais ou alternativas, se necessário.

  • Rifampicina + oxcarbazepina

    Esses indutores enzimáticos diminuem o metabólito ativo da oxcarbazepina.

    O que fazer: Monitorar os níveis do metabólito ativo (MHD) durante a titulação da oxcarbazepina; pode ser necessário ajustar sua dose.

  • Rifampicina + oxibutinina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de oxibutinina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se oxibutinina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de oxibutinina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + pantoprazol

    Rifampicina induz o CYP2C19 e pode reduzir os níveis de pantoprazol a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se pantoprazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de pantoprazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + petidina

    suspender um indutor potente do CYP3A4 aumenta a concentração de petidina

    O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina se o indutor for suspenso

  • Rifampicina + pioglitazona

    Rifampicina pode reduzir significativamente a exposição à pioglitazona.

    O que fazer: Ajustar o tratamento antidiabético conforme a resposta clínica ao iniciar ou suspender a rifampicina, sem exceder a dose máxima recomendada de pioglitazona.

  • Rifampicina + pravastatina

    A rifampicina diminui a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como a sinvastatina.

    O que fazer: Vigiar o perfil lipídico e considerar ajustar a dose ou mudar para uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Rifampicina + prednisolona

    Os indutores enzimáticos (barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, rifampicina) aumentam o metabolismo da prednisolona.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de prednisolona durante o uso conjunto.

  • Rifampicina + prednisona

    Os antibióticos macrolídeos diminuem a depuração dos corticoides.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide ao associar com macrolídeos; ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + progesterona

    Os indutores fortes do CYP3A4 podem aumentar a eliminação da progesterona e reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4.

  • Rifampicina + propafenona

    Rifampicina reduz as concentrações de propafenona.

    O que fazer: Monitorar a resposta clínica; pode ser necessário ajuste de dose.

  • Rifampicina + propranolol

    Os indutores do metabolismo hepático diminuem as concentrações plasmáticas de propranolol.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do propranolol.

  • Rifampicina + repaglinida

    os indutores do CYP3A4/CYP2C8 reduzem o efeito da repaglinida

    O que fazer: aumentar a dose de repaglinida e a frequência de monitoramento da glicose conforme necessário

  • Rifampicina + rifabutina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rifabutina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se rifabutina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rifabutina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + riociguate

    Os indutores potentes do CYP3A podem reduzir significativamente a exposição ao riociguate.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao associar um indutor potente do CYP3A; não há dados que orientem um ajuste específico de dose.

  • Rifampicina + risperidona

    Os indutores enzimáticos, como a carbamazepina, diminuem as concentrações plasmáticas de risperidona.

    O que fazer: Monitorar de perto ao iniciar ou suspender o indutor e ajustar a dose de risperidona conforme necessário.

  • Rifampicina + rosuvastatina

    A rifampicina diminui a exposição às estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como a sinvastatina.

    O que fazer: Vigiar o perfil lipídico e considerar ajustar a dose ou mudar para uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Rifampicina + sildenafila

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de sildenafila a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se sildenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de sildenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + solifenacina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de solifenacina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se solifenacina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de solifenacina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + sotalol

    A rifampicina diminui a exposição aos betabloqueadores de metabolização hepática.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica (frequência cardíaca, pressão arterial) e ajustar a dose, se necessário.

  • Rifampicina + tadalafila

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.

  • Rifampicina + tansulosina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + terbinafina

    Rifampicina aumenta a depuração da terbinafina.

    O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica ao associar; pode ser necessário ajuste de dose.

  • Rifampicina + tinidazol

    Os indutores do CYP3A4 podem acelerar a eliminação do tinidazol e reduzir seu efeito.

    O que fazer: Vigiar o efeito clínico do tinidazol; pode ser necessário ajuste de dose se coadministrado com indutores do CYP3A4.

  • Rifampicina + tizanidina

    Rifampicina induz o CYP1A2 e pode reduzir os níveis de tizanidina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tizanidina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tizanidina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + tolterodina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tolterodina a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se tolterodina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tolterodina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Rifampicina + sulfametoxazol/trimetoprima

    O cotrimoxazol aumenta a concentração de rifampicina e o risco de toxicidade.

    O que fazer: Monitorar reações adversas associadas à rifampicina durante a coadministração com cotrimoxazol.

  • Rifampicina + vortioxetina

    Os indutores potentes do CYP diminuem as concentrações plasmáticas de vortioxetina.

    O que fazer: Considerar aumentar a dose de vortioxetina quando se coadministra um indutor potente do CYP.

  • Rifampicina + ziprasidona

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ziprasidona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se ziprasidona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ziprasidona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos rifampicina interage?
Na nossa base, rifampicina tem 176 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, cobicistate, darunavir, lurasidona, nevirapina, nifedipino. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso rifampicina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com rifampicina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.

Abrir o verificador de interações →