Interações de eritromicina

Eritromicina tem 145 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 12 contraindicadas, 64 graves, 68 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Macrolídeos, Antibióticos. ATC J01FA01. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada12 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Eritromicina + atorvastatina

    A eritromicina não deve ser usada junto com lovastatina ou sinvastatina pelo risco de miopatia e rabdomiólise.

    O que fazer: Não coadministrar eritromicina com lovastatina nem sinvastatina; considerar uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Eritromicina + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com eritromicina.

    O que fazer: Não usar dronedarona com eritromicina.

  • Eritromicina + ergotamina

    O uso conjunto de ergotamina com inibidores potentes do CYP3A4 (inibidores da protease do HIV, macrolídeos, azólicos) é contraindicado pelo risco de ergotismo agudo.

    O que fazer: Não usar de forma concomitante.

  • Eritromicina + fluconazol

    O fluconazol não deve ser usado junto com eritromicina nem pimozida pelo risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Não coadministrar fluconazol com eritromicina nem com pimozida.

  • Eritromicina + ivabradina

    A ivabradina é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A4.

    O que fazer: Não usar ivabradina junto com inibidores potentes do CYP3A4.

  • Eritromicina + lovastatina

    A eritromicina não deve ser usada junto com lovastatina ou sinvastatina pelo risco de miopatia e rabdomiólise.

    O que fazer: Não coadministrar eritromicina com lovastatina nem sinvastatina; considerar uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Eritromicina + pimozida

    O uso concomitante de eritromicina com pimozida é contraindicado.

    O que fazer: Não coadministrar eritromicina com pimozida.

  • Eritromicina + pravastatina

    A eritromicina não deve ser usada junto com lovastatina ou sinvastatina pelo risco de miopatia e rabdomiólise.

    O que fazer: Não coadministrar eritromicina com lovastatina nem sinvastatina; considerar uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Eritromicina + rosuvastatina

    A eritromicina não deve ser usada junto com lovastatina ou sinvastatina pelo risco de miopatia e rabdomiólise.

    O que fazer: Não coadministrar eritromicina com lovastatina nem sinvastatina; considerar uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Eritromicina + sinvastatina

    A eritromicina não deve ser usada junto com lovastatina ou sinvastatina pelo risco de miopatia e rabdomiólise.

    O que fazer: Não coadministrar eritromicina com lovastatina nem sinvastatina; considerar uma estatina não dependente do CYP3A4.

  • Eritromicina + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Eritromicina + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave64 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Eritromicina + alprazolam

    Deve-se evitar ou reduzir a dose de alprazolam quando associado a inibidores moderados ou fracos do CYP3A4, como fluvoxamina ou eritromicina.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante e considerar uma redução de dose apropriada de alprazolam quando coadministrado com um inibidor moderado ou fraco do CYP3A4.

  • Eritromicina + amiodarona

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Eritromicina + aripiprazol

    Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Eritromicina + azitromicina

    Azitromicina e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Eritromicina + budesonida

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam acentuadamente a exposição sistêmica à budesonida oral.

    O que fazer: Evitar os inibidores do CYP3A4; se o tratamento com um inibidor do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina) for necessário, considerar suspender a budesonida.

  • Eritromicina + carbamazepina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Eritromicina + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Eritromicina + cilostazol

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.

  • Eritromicina + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Eritromicina + citalopram

    O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Eritromicina + claritromicina

    Claritromicina e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + clindamicina

    Não administrar clindamicina e eritromicina simultaneamente.

    O que fazer: Não administrar ambos os medicamentos simultaneamente.

  • Eritromicina + cloroquina

    Cloroquina e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + clorpromazina

    Clorpromazina e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + cobicistate

    Os macrolídeos aumentam as concentrações de cobicistate e do inibidor de protease potencializado.

    O que fazer: Considerar um antibiótico alternativo.

  • Eritromicina + codeína

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.

  • Eritromicina + colchicina

    O uso concomitante de eritromicina com colchicina aumenta o risco de toxicidade por colchicina.

    O que fazer: Se for necessário coadministrar, reduzir a dose inicial e a dose máxima de colchicina e vigiar sinais de toxicidade.

  • Eritromicina + dabigatrana

    Deve-se evitar o uso concomitante de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave.

    O que fazer: Evitar o uso de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr 15-30 mL/min).

  • Eritromicina + deflazacorte

    Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Eritromicina + digoxina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Eritromicina + dimenidrinato

    O dimenidrinato pode mascarar a ototoxicidade de certos antibióticos.

    O que fazer: Usar com cautela junto com antibióticos ototóxicos (por exemplo, aminoglicosídeos); monitorar a função auditiva e vestibular.

  • Eritromicina + domperidona

    Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Eritromicina + donepezila

    Donepezila e eritromicina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + edoxabana

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Eritromicina + efavirenz

    recomenda-se evitar claritromicina e outros macrolídeos com efavirenz, pelo risco de prolongamento do intervalo QT

    O que fazer: considerar antibióticos alternativos aos macrolídeos

  • Eritromicina + eletriptana

    Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Eritromicina + eplerenona

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eritromicina + escitalopram

    Eritromicina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + everolimo

    A eritromicina aumenta as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo e ajustar a dose, se necessário.

  • Eritromicina + fentanila

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Eritromicina + flecainida

    A eritromicina deve ser evitada em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de eritromicina com esses antiarrítmicos.

  • Eritromicina + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Eritromicina + fluticasona

    Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Eritromicina + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Eritromicina + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Eritromicina + haloperidol

    O uso concomitante de haloperidol com medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; monitorar o ECG e os eletrólitos.

  • Eritromicina + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Eritromicina + cetoconazol

    Eritromicina e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + levofloxacino

    Eritromicina e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + lurasidona

    Os inibidores moderados do CYP3A4 aumentam a exposição à lurasidona.

    O que fazer: Reduzir a dose de lurasidona à metade quando usada junto com um inibidor moderado do CYP3A4 (p. ex., diltiazem, atazanavir, eritromicina, fluconazol, verapamil).

  • Eritromicina + metadona

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Eritromicina + midazolam

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Eritromicina + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Eritromicina + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Eritromicina + oxicodona

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Eritromicina + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Eritromicina + petidina

    os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de petidina

    O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina ao iniciar o inibidor

  • Eritromicina + posaconazol

    Eritromicina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + propafenona

    A eritromicina deve ser evitada em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de eritromicina com esses antiarrítmicos.

  • Eritromicina + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Eritromicina + ranolazina

    Limitar a dose de ranolazina com inibidores moderados do CYP3A.

    O que fazer: Limitar a dose de ranolazina a 500 mg duas vezes ao dia com inibidores moderados do CYP3A, como diltiazem, verapamil, eritromicina ou fluconazol.

  • Eritromicina + salmeterol

    Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de salmeterol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de salmeterol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Eritromicina + sirolimo

    Evitar sirolimo com inibidores fortes do CYP3A4/P-gp.

    O que fazer: Evitar a associação; considerar um agente alternativo com menor potencial de interação.

  • Eritromicina + sotalol

    A eritromicina deve ser evitada em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de eritromicina com esses antiarrítmicos.

  • Eritromicina + sulpirida

    Eritromicina e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + tacrolimo

    A eritromicina pode alterar as concentrações plasmáticas de vários medicamentos metabolizados pelo CYP3A4, como ciclosporina, carbamazepina, tacrolimo, rifabutina, corticoides e cilostazol.

    O que fazer: Vigiar clinicamente e os níveis séricos, quando disponíveis; ajustar a dose, se necessário.

  • Eritromicina + ticagrelor

    Eritromicina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Eritromicina + torasemida

    O uso conjunto de torasemida com aminoglicosídeos aumenta o risco de ototoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de torasemida e aminoglicosídeos, se possível.

  • Eritromicina + tramadol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Eritromicina + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Eritromicina + triazolam

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Eritromicina + vardenafila

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.

    O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.

  • Eritromicina + verapamil

    A eritromicina deve ser evitada em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de eritromicina com esses antiarrítmicos.

Moderada68 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Eritromicina + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Eritromicina + acenocumarol

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Eritromicina + amitriptilina

    Eritromicina e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + anlodipino

    A eritromicina pode potencializar o efeito hipotensor dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e a frequência cardíaca ao coadministrar.

  • Eritromicina + apixabana

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Eritromicina + atazanavir

    Eritromicina e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + atomoxetina

    Eritromicina e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Eritromicina + bictegravir

    Eritromicina inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de bictegravir.

    O que fazer: Revisar a bula de bictegravir: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Eritromicina + bromazepam

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Eritromicina + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Eritromicina + buprenorfina

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam a concentração plasmática de buprenorfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o inibidor, vigiar sinais de síndrome de abstinência.

  • Eritromicina + ciclobenzaprina

    Eritromicina e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + clobazam

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Eritromicina + clomipramina

    Eritromicina e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + clonazepam

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Eritromicina + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Eritromicina + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Eritromicina + clozapina

    Os inibidores do CYP2D6 ou do CYP3A4 aumentam os níveis de clozapina.

    O que fazer: Usar com precaução e monitorar clinicamente o paciente.

  • Eritromicina + dexametasona

    os macrolídeos reduzem a eliminação da dexametasona

    O que fazer: vigiar sinais de excesso de corticoide e ajustar a dose, se necessário

  • Eritromicina + diazepam

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Eritromicina + diltiazem

    A eritromicina pode potencializar o efeito hipotensor dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e a frequência cardíaca ao coadministrar.

  • Eritromicina + enoxaparina

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Eritromicina + famotidina

    Eritromicina e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + felodipino

    A eritromicina pode potencializar o efeito hipotensor dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e a frequência cardíaca ao coadministrar.

  • Eritromicina + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Eritromicina + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Eritromicina + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Eritromicina + heparina

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Eritromicina + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Eritromicina + hidrocortisona

    O cetoconazol e os macrolídeos diminuem a depuração da hidrocortisona.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide; pode ser necessário ajustar a dose.

  • Eritromicina + hidroxizina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Eritromicina + imipramina

    Eritromicina e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + indapamida

    Eritromicina e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + itraconazol

    Ciprofloxacino, eritromicina e claritromicina podem aumentar as concentrações de itraconazol.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos do itraconazol; pode ser necessário reduzir sua dose.

  • Eritromicina + levomepromazina

    Eritromicina e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + lítio

    Eritromicina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + loperamida

    Os inibidores do CYP3A4, do CYP2C8 ou da glicoproteína P (itraconazol, genfibrozila, ritonavir) aumentam a exposição à loperamida.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de toxicidade cardíaca da loperamida ao associar esses inibidores.

  • Eritromicina + lorazepam

    A eritromicina pode aumentar o efeito do triazolam, do midazolam e de benzodiazepínicos relacionados.

    O que fazer: Vigiar o grau de sedação; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Eritromicina + metilprednisolona

    Os macrolídeos podem reduzir a depuração da metilprednisolona.

    O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por corticoide e ajustar a dose, se necessário.

  • Eritromicina + metoclopramida

    Eritromicina e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Eritromicina + mirtazapina

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam os níveis plasmáticos de mirtazapina.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar mirtazapina com inibidores potentes do CYP3A4, antifúngicos azólicos, inibidores da protease do HIV ou eritromicina; considerar reduzir a dose de mirtazapina.

  • Eritromicina + nifedipino

    A eritromicina pode potencializar o efeito hipotensor dos bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial e a frequência cardíaca ao coadministrar.

  • Eritromicina + norfloxacino

    Eritromicina e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + nortriptilina

    Eritromicina e nortriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + olanzapina

    Eritromicina e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + prednisolona

    A eritromicina pode alterar as concentrações plasmáticas de vários medicamentos metabolizados pelo CYP3A4, como ciclosporina, carbamazepina, tacrolimo, rifabutina, corticoides e cilostazol.

    O que fazer: Vigiar clinicamente e os níveis séricos, quando disponíveis; ajustar a dose, se necessário.

  • Eritromicina + prednisona

    Os antibióticos macrolídeos diminuem a depuração dos corticoides.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de corticoide ao associar com macrolídeos; ajustar a dose, se necessário.

  • Eritromicina + prometazina

    Eritromicina e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + repaglinida

    os inibidores do CYP3A4 aumentam a exposição à repaglinida

    O que fazer: considerar reduzir a dose de repaglinida e aumentar a frequência de monitoramento da glicose

  • Eritromicina + rifabutina

    A eritromicina pode alterar as concentrações plasmáticas de vários medicamentos metabolizados pelo CYP3A4, como ciclosporina, carbamazepina, tacrolimo, rifabutina, corticoides e cilostazol.

    O que fazer: Vigiar clinicamente e os níveis séricos, quando disponíveis; ajustar a dose, se necessário.

  • Eritromicina + risperidona

    Eritromicina e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + ritonavir

    Eritromicina e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + rivaroxabana

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

  • Eritromicina + salbutamol

    Eritromicina e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + sertralina

    Eritromicina e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + sildenafila

    Eritromicina aumenta a exposição sistêmica à sildenafila.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de sildenafila ao coadministrar com eritromicina.

  • Eritromicina + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Eritromicina + tadalafila

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à tadalafila e exigem ajuste da dose.

    O que fazer: Limitar a dose de tadalafila sob demanda a 10 mg a cada 72 horas, ou a 2.5 mg ao dia em uso diário contínuo, quando coadministrada com um inibidor potente do CYP3A4.

  • Eritromicina + tamoxifeno

    Eritromicina e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + tansulosina

    Usar tansulosina com cautela junto com inibidores moderados do CYP3A4 ou inibidores do CYP2D6.

    O que fazer: Usar com cautela, sobretudo com doses de tansulosina maiores que 0.4 mg, em pacientes tratados com eritromicina, paroxetina ou terbinafina.

  • Eritromicina + teofilina

    Eritromicina pode aumentar os níveis séricos de teofilina, com risco de toxicidade; a teofilina, por sua vez, reduz as concentrações de eritromicina.

    O que fazer: Vigiar os níveis séricos de teofilina e reduzir sua dose, se necessário, durante o tratamento concomitante com eritromicina.

  • Eritromicina + tizanidina

    Eritromicina e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + tofacitinibe

    os inibidores moderados do CYP3A4 associados a inibidores potentes do CYP2C19 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Eritromicina + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Eritromicina + venlafaxina

    Eritromicina e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Eritromicina + varfarina

    A eritromicina pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais.

    O que fazer: Vigiar o INR (ou outro parâmetro de coagulação) com maior frequência ao iniciar ou suspender eritromicina.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Eritromicina + oxibutinina

    Outros inibidores do CYP3A4, como itraconazol, claritromicina ou eritromicina, podem alterar os parâmetros farmacocinéticos da oxibutinina.

    O que fazer: Não é necessário ajuste específico; considerar o risco teórico de maior exposição à oxibutinina.

Perguntas frequentes

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