Interações de paroxetina

Paroxetina tem 110 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 7 contraindicadas, 57 graves e 46 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: ISRS, Antidepressivos. ATC N06AB05. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada7 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Paroxetina + fenelzina

    O uso concomitante de fenelzina com agentes serotoninérgicos é contraindicado.

    O que fazer: Não usar fenelzina junto com ISRS ou outros agentes serotoninérgicos.

  • Paroxetina + linezolida

    O uso de paroxetina com IMAO, ou nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois, é contraindicado.

    O que fazer: Não usar paroxetina com um IMAO nem iniciar um deles nos 14 dias após suspender o outro.

  • Paroxetina + moclobemida

    O uso de paroxetina com IMAO, ou nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois, é contraindicado.

    O que fazer: Não usar paroxetina com um IMAO nem iniciar um deles nos 14 dias após suspender o outro.

  • Paroxetina + pimozida

    O uso concomitante de paroxetina e pimozida é contraindicado.

    O que fazer: Não usar paroxetina e pimozida juntas.

  • Paroxetina + rasagilina

    O uso de paroxetina com IMAO, ou nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois, é contraindicado.

    O que fazer: Não usar paroxetina com um IMAO nem iniciar um deles nos 14 dias após suspender o outro.

  • Paroxetina + selegilina

    O uso de paroxetina com IMAO, ou nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois, é contraindicado.

    O que fazer: Não usar paroxetina com um IMAO nem iniciar um deles nos 14 dias após suspender o outro.

  • Paroxetina + tranilcipromina

    O uso de paroxetina com IMAO, ou nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois, é contraindicado.

    O que fazer: Não usar paroxetina com um IMAO nem iniciar um deles nos 14 dias após suspender o outro.

Grave57 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Paroxetina + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + amitriptilina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + aripiprazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 ou do CYP2D6 aumentam a exposição ao aripiprazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de aripiprazol quando associado a um inibidor forte do CYP3A4 ou do CYP2D6.

  • Paroxetina + atomoxetina

    A paroxetina aumenta acentuadamente a exposição à atomoxetina.

    O que fazer: Iniciar a atomoxetina em dose reduzida quando administrada com paroxetina e ajustar conforme a resposta clínica.

  • Paroxetina + buprenorfina

    O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.

  • Paroxetina + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Paroxetina + celecoxibe

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + ciclobenzaprina

    risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose

  • Paroxetina + citalopram

    Citalopram e paroxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Paroxetina + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Paroxetina + codeína

    Os inibidores do CYP2D6 reduzem a formação de morfina a partir da codeína, com risco de perda de eficácia ou abstinência; sua suspensão pode causar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, monitorar a eficácia e sinais de abstinência; ao suspender o inibidor, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Paroxetina + desvenlafaxina

    O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.

  • Paroxetina + dexcetoprofeno

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + diclofenaco

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + edoxabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Paroxetina + eletriptana

    O uso concomitante de eletriptana com ISRS, IRSN, antidepressivos tricíclicos ou IMAO aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender a eletriptana se houver suspeita.

  • Paroxetina + escitalopram

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Paroxetina + etoricoxibe

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + fentanila

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + flecainida

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + fluoxetina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Paroxetina + fluvoxamina

    Fluvoxamina e paroxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Paroxetina + hidromorfona

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Paroxetina + ibuprofeno

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + imipramina

    O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + indometacina

    Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Paroxetina + cetoprofeno

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + cetorolaco

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + lítio

    O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.

  • Paroxetina + meloxicam

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + metadona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + metoclopramida

    Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de metoclopramida.

    O que fazer: Reduzir a dose de metoclopramida em pacientes que recebem inibidores potentes do CYP2D6.

  • Paroxetina + mirtazapina

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Paroxetina + morfina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.

  • Paroxetina + moxifloxacino

    Outros medicamentos que prolongam o intervalo QT, como eritromicina, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos, aumentam o risco de arritmia com moxifloxacino.

    O que fazer: Evitar a associação ou usar com extrema precaução, com monitoramento do ECG.

  • Paroxetina + naproxeno

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + nimesulida

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + nortriptilina

    O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + ondansetrona

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de síndrome serotoninérgica durante o uso concomitante; se surgirem sintomas, suspender a ondansetrona e iniciar tratamento de suporte.

  • Paroxetina + oxicodona

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + petidina

    risco de síndrome serotoninérgica ao associar petidina com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar de perto ao iniciar ou ajustar a dose

  • Paroxetina + piroxicam

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + prometazina

    A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.

    O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.

  • Paroxetina + propafenona

    O uso simultâneo de um inibidor do CYP2D6 e do CYP3A4 deve ser evitado com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de um inibidor do CYP2D6 e de um inibidor do CYP3A4 com propafenona.

  • Paroxetina + rizatriptana

    O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + sertralina

    O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Paroxetina + sumatriptana

    O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + tamoxifeno

    A paroxetina pode reduzir a eficácia do tamoxifeno.

    O que fazer: Em pacientes que recebem tamoxifeno para tratamento ou prevenção do câncer de mama, considerar um antidepressivo alternativo com pouca ou nenhuma inibição do CYP2D6.

  • Paroxetina + tapentadol

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Paroxetina + tramadol

    O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + trazodona

    A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Paroxetina + venlafaxina

    Paroxetina e venlafaxina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Paroxetina + vortioxetina

    Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de vortioxetina.

    O que fazer: Reduzir a dose de vortioxetina à metade quando coadministrado um inibidor potente do CYP2D6.

  • Paroxetina + varfarina

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Paroxetina + ziprasidona

    Risco aumentado de síndrome serotoninérgica ao associar ziprasidona a outros medicamentos serotoninérgicos.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, informar o paciente e vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender ambos os medicamentos se surgirem sintomas.

  • Paroxetina + zolmitriptana

    O uso concomitante de paroxetina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se a associação for clinicamente necessária, vigiar de perto o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose, e suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

Moderada46 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Paroxetina + acenocumarol

    Acenocumarol e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + amiodarona

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + apixabana

    Apixabana e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + carvedilol

    Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentariam os níveis do enantiômero ativo do carvedilol.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar o surgimento de tontura ou outros efeitos vasodilatadores ao associar um inibidor potente do CYP2D6.

  • Paroxetina + cilostazol

    Cilostazol e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + cinacalcete

    Cinacalcete inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de paroxetina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de paroxetina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cinacalcete.

  • Paroxetina + clonidina

    Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.

  • Paroxetina + clopidogrel

    Os ISRS e IRSN podem aumentar o risco de sangramento com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de sangramento.

  • Paroxetina + clorpromazina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + clozapina

    Os inibidores do CYP2D6 ou do CYP3A4 aumentam os níveis de clozapina.

    O que fazer: Usar com precaução e monitorar clinicamente o paciente.

  • Paroxetina + cobicistate

    Antidepressivos tricíclicos e ISRS com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Titular cuidadosamente a dose do antidepressivo, usando a menor dose inicial ou de manutenção possível, e monitorar a resposta.

  • Paroxetina + dabigatrana

    Dabigatrana e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode reduzir o efeito antidepressivo da paroxetina e da sertralina.

    O que fazer: Titular a dose do ISRS conforme a resposta clínica ao iniciar darunavir/ritonavir.

  • Paroxetina + dextrometorfano

    Paroxetina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de dextrometorfano.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dextrometorfano ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender paroxetina.

  • Paroxetina + diazepam

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Paroxetina + digoxina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + donepezila

    Paroxetina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de donepezila.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de donepezila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender paroxetina.

  • Paroxetina + dronedarona

    A dronedarona pode aumentar a exposição a outros substratos do CYP2D6, incluindo antidepressivos tricíclicos e ISRS.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos e ajustar a dose, se necessário.

  • Paroxetina + enoxaparina

    Enoxaparina e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + fenitoína

    Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.

  • Paroxetina + haloperidol

    Os inibidores do CYP3A4 e/ou do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de haloperidol.

    O que fazer: Vigiar sinais de efeito farmacológico aumentado ou prolongado do haloperidol; considerar reduzir a dose de haloperidol, se necessário.

  • Paroxetina + heparina

    Heparina e paroxetina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + itraconazol

    O itraconazol pode aumentar as concentrações de venlafaxina e de outros antidepressivos.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo.

  • Paroxetina + levomepromazina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + lorazepam

    O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.

    O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.

  • Paroxetina + lurasidona

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + metoprolol

    Os inibidores potentes do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de metoprolol.

    O que fazer: Vigiar sinais de excesso de betabloqueio (bradicardia, hipotensão) e ajustar a dose, se necessário.

  • Paroxetina + mirabegrona

    A mirabegrona aumenta a exposição a fármacos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar e ajustar a dose do fármaco substrato do CYP2D6, se necessário, ao coadministrar com mirabegrona.

  • Paroxetina + nebivolol

    Os inibidores do CYP2D6 aumentam a exposição ao nebivolol.

    O que fazer: Usar com precaução; pode ser necessário reduzir a dose de nebivolol.

  • Paroxetina + olanzapina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + paliperidona

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + prasugrel

    Paroxetina e prasugrel aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + propranolol

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Paroxetina + quetiapina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + risperidona

    Paroxetina aumenta as concentrações plasmáticas de risperidona.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos da risperidona (extrapiramidalismo, sedação) e ajustar a dose, se necessário.

  • Paroxetina + ritonavir

    A associação com fosamprenavir/ritonavir diminui significativamente os níveis plasmáticos de paroxetina.

    O que fazer: Ajustar a dose de paroxetina conforme a resposta clínica e a tolerabilidade.

  • Paroxetina + rivaroxabana

    Paroxetina e rivaroxabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + sotalol

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + sulpirida

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Paroxetina + tansulosina

    Usar tansulosina com cautela junto com inibidores moderados do CYP3A4 ou inibidores do CYP2D6.

    O que fazer: Usar com cautela, sobretudo com doses de tansulosina maiores que 0.4 mg, em pacientes tratados com eritromicina, paroxetina ou terbinafina.

  • Paroxetina + teofilina

    Foram relatados níveis elevados de teofilina com o uso concomitante de paroxetina.

    O que fazer: Monitorar os níveis de teofilina quando ambos os fármacos forem administrados de forma concomitante.

  • Paroxetina + terbinafina

    A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.

  • Paroxetina + ticagrelor

    Paroxetina e ticagrelor aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Paroxetina + tolterodina

    Paroxetina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de tolterodina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tolterodina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender paroxetina.

  • Paroxetina + triazolam

    Sertralina e paroxetina podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.

    O que fazer: Cautela ao coadministrar com triazolam; considerar reduzir sua dose.

  • Paroxetina + verapamil

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos paroxetina interage?
Na nossa base, paroxetina tem 110 interações documentadas; as mais graves são com fenelzina, linezolida, moclobemida, pimozida, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso paroxetina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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