Interações de fenitoína
Fenitoína tem 205 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 6 contraindicadas, 81 graves, 100 moderadas e 18 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Anticonvulsivantes. ATC N03AB02. Também chamado: difenilhidantoína, epamin, hidantal. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada6 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Fenitoína + atazanavir
Contraindicado com indutores fortes do CYP3A pela perda de eficácia antirretroviral.
O que fazer: Evitar a associação; usar um antirretroviral alternativo.
- Fenitoína + bupropiona
A bupropiona é contraindicada em pacientes que suspendem abruptamente benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
O que fazer: Não usar bupropiona em pacientes que suspendem abruptamente álcool, benzodiazepínicos, barbitúricos ou antiepilépticos.
- Fenitoína + cobicistate
Anticonvulsivantes indutores enzimáticos contraindicados com cobicistate.
O que fazer: Não coadministrar; usar um anticonvulsivante sem indução do CYP3A.
- Fenitoína + lurasidona
O uso concomitante de lurasidona com indutores fortes do CYP3A4 é contraindicado.
O que fazer: Não usar lurasidona junto com um indutor forte do CYP3A4 (p. ex., rifampicina, carbamazepina, fenitoína).
- Fenitoína + nifedipino
Contraindicados os indutores fortes do CYP3A com nifedipino.
O que fazer: Não usar nifedipino junto com indutores fortes do CYP3A; considerar um anti-hipertensivo alternativo.
- Fenitoína + ranolazina
Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A.
O que fazer: Não usar ranolazina com indutores fortes do CYP3A, como rifampicina, rifabutina, fenobarbital, fenitoína ou carbamazepina.
Grave81 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Fenitoína + abiraterona
Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.
O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.
- Fenitoína + acenocumarol
A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.
O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.
- Fenitoína + ácido valproico
O ácido valproico desloca a fenitoína de sua ligação às proteínas e inibe seu metabolismo, com relatos de crises de escape ao associá-los.
O que fazer: Ajustar a dose de fenitoína conforme a situação clínica; monitorar o controle das crises e os níveis de fenitoína livre.
- Fenitoína + alprazolam
Os indutores do CYP3A4, como carbamazepina ou fenitoína, diminuem as concentrações plasmáticas de alprazolam.
O que fazer: Usar com cautela durante a coadministração; monitorar a resposta clínica e ajustar a dose de alprazolam, se necessário.
- Fenitoína + amiodarona
Interação bidirecional entre amiodarona e fenitoína.
O que fazer: Monitorar as concentrações plasmáticas e ajustar as doses conforme necessário.
- Fenitoína + apixabana
Os indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 diminuem a exposição à apixabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de apixabana com indutores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4.
- Fenitoína + aripiprazol
Os indutores fortes do CYP3A4, como carbamazepina ou rifampicina, diminuem a exposição ao aripiprazol.
O que fazer: Considerar aumentar a dose de aripiprazol ao associá-lo com um indutor forte do CYP3A4.
- Fenitoína + bictegravir
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bictegravir a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se bictegravir for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bictegravir e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + budesonida
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de budesonida a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se budesonida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de budesonida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + buprenorfina
Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de buprenorfina e, quando suspensos, podem provocar depressão respiratória grave.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o indutor, considerar reduzir a dose de buprenorfina e monitorar a função respiratória.
- Fenitoína + capecitabina
a capecitabina aumenta a exposição à fenitoína
O que fazer: monitorar rigorosamente os níveis de fenitoína e ajustar sua dose conforme necessário
- Fenitoína + carbamazepina
Fenitoína, fenobarbital, rifampicina e teofilina podem diminuir a concentração plasmática de carbamazepina.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de carbamazepina ao iniciar tratamento com esses indutores.
- Fenitoína + ciclosporina
Vários medicamentos diminuem as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Monitorar as concentrações de ciclosporina e ajustar a dose ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Fenitoína + clozapina
Não se recomenda associar clozapina com indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de clozapina.
- Fenitoína + codeína
Os indutores do CYP3A4 diminuem os níveis de morfina gerados a partir da codeína, com risco de perda de eficácia ou abstinência; sua suspensão pode causar depressão respiratória grave.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar a eficácia e os sinais de abstinência; ao suspender o indutor, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar sinais de depressão respiratória.
- Fenitoína + colchicina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de colchicina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se colchicina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de colchicina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + dabigatrana
Os indutores da glicoproteína P, como a rifampicina, diminuem a exposição à dabigatrana.
O que fazer: Em geral, evitar o uso concomitante de dabigatrana com indutores da glicoproteína P, como a rifampicina.
- Fenitoína + darunavir
Darunavir/ritonavir altera as concentrações de clonazepam, fenitoína e fenobarbital.
O que fazer: Monitorar as concentrações de fenitoína e fenobarbital e vigiar a resposta clínica ao anticonvulsivante metabolizado pelo CYP3A.
- Fenitoína + deflazacorte
os indutores moderados ou fortes do CYP3A4 reduzem a eficácia do deflazacorte
O que fazer: evitar o uso concomitante desses indutores do CYP3A4 com deflazacorte
- Fenitoína + desogestrel
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + digoxina
Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.
O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.
- Fenitoína + diltiazem
Deve-se evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a coadministração de diltiazem com rifampicina ou qualquer indutor conhecido do CYP3A4.
- Fenitoína + dissulfiram
O dissulfiram pode produzir intoxicação por fenitoína.
O que fazer: Usar dissulfiram com cautela em pacientes que recebem fenitoína; obter um nível sérico basal de fenitoína antes de iniciar o dissulfiram e determinar níveis seriados posteriormente, ajustando a dose se aumentarem.
- Fenitoína + dolutegravir
Deve-se evitar dolutegravir com oxcarbazepina, fenitoína ou fenobarbital.
O que fazer: Evitar a coadministração, pois não há dados suficientes para recomendar uma dose.
- Fenitoína + domperidona
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de domperidona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se domperidona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de domperidona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + dronedarona
Os indutores fortes do CYP3A diminuem significativamente a exposição à dronedarona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de rifampicina ou outros indutores fortes do CYP3A.
- Fenitoína + drospirenona
Os indutores enzimáticos, como carbamazepina, fenitoína, barbitúricos, efavirenz, bosentana, oxcarbazepina ou rifabutina, podem diminuir a eficácia contraceptiva da drospirenona.
O que fazer: Advertir sobre o risco de diminuição da eficácia contraceptiva e considerar um método contraceptivo adicional ao associar com esses indutores.
- Fenitoína + edoxabana
A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.
O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.
- Fenitoína + efavirenz
o efavirenz e esses anticonvulsivantes reduzem mutuamente suas concentrações
O que fazer: usar um tratamento anticonvulsivante alternativo quando possível; caso contrário, monitorar periodicamente os níveis do anticonvulsivante
- Fenitoína + eletriptana
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eletriptana a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eletriptana for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eletriptana e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + enoxaparina
A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.
O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.
- Fenitoína + enzalutamida
Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição à enzalutamida e podem reduzir sua eficácia.
O que fazer: Evitar a coadministração com indutores fortes do CYP3A4; se não puder ser evitada, aumentar a dose de enzalutamida.
- Fenitoína + eplerenona
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + ergotamina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ergotamina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se ergotamina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ergotamina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + etinilestradiol
Esses indutores enzimáticos podem reduzir a eficácia contraceptiva do etinilestradiol.
O que fazer: Usar um método contraceptivo de reserva ou alternativo enquanto se usa o indutor enzimático.
- Fenitoína + everolimo
Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.
O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.
- Fenitoína + felodipino
Os anticonvulsivantes indutores (fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) reduzem acentuadamente as concentrações plasmáticas de felodipino.
O que fazer: Considerar um tratamento anti-hipertensivo alternativo em pacientes que recebem esses anticonvulsivantes.
- Fenitoína + fentanila
Os indutores do CYP3A4 diminuem as concentrações de fentanila.
O que fazer: Monitorar de perto e ajustar a dose de fentanila ao iniciar ou suspender o indutor.
- Fenitoína + fluconazol
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + fluoxetina
A fluoxetina pode aumentar os níveis de anticonvulsivantes e produzir toxicidade.
O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos do anticonvulsivante e sinais de toxicidade ao iniciar ou suspender a fluoxetina.
- Fenitoína + fluticasona
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de fluticasona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se fluticasona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fluticasona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + fluvoxamina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + heparina
A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.
O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.
- Fenitoína + hidromorfona
Hidromorfona com fenitoína pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Fenitoína + imatinibe
Os indutores fortes do CYP3A4 diminuem a exposição ao imatinibe.
O que fazer: Considerar agentes alternativos com menor potencial de indução enzimática quando for necessário um indutor forte do CYP3A4.
- Fenitoína + itraconazol
Não se recomenda associar itraconazol a fenitoína ou fenobarbital, pois diminuem sua concentração.
O que fazer: Evitar o uso associado 2 semanas antes e durante o tratamento com itraconazol.
- Fenitoína + ivabradina
Deve-se evitar o uso de ivabradina com indutores do CYP3A4.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de indutores do CYP3A4.
- Fenitoína + lamotrigina
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + levonorgestrel
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + linagliptina
A rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4 ou da glicoproteína P reduzem a exposição e a eficácia da linagliptina.
O que fazer: Recomenda-se o uso de tratamentos alternativos quando a linagliptina precisar ser administrada com um indutor potente do CYP3A4 ou da glicoproteína P.
- Fenitoína + lovastatina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de lovastatina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se lovastatina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de lovastatina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + metadona
Os indutores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19 ou CYP2C9 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital) podem diminuir as concentrações plasmáticas de metadona.
O que fazer: Vigiar sintomas de abstinência de opioides; se o indutor for suspenso, considerar reduzir a dose de metadona e vigiar depressão respiratória e sedação.
- Fenitoína + metronidazol
Fenitoína e fenobarbital aceleram a eliminação do metronidazol e podem alterar a depuração da fenitoína.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao metronidazol e considerar ajuste de dose se administrado junto com fenitoína ou fenobarbital.
- Fenitoína + midazolam
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de midazolam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se midazolam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de midazolam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + morfina
Morfina com fenitoína pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Fenitoína + nevirapina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de nevirapina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se nevirapina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de nevirapina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + orlistate
Foram relatadas convulsões com o uso combinado de orlistate e antiepilépticos.
O que fazer: Vigiar alterações na frequência ou gravidade das convulsões ao coadministrar orlistate com antiepilépticos.
- Fenitoína + oxicodona
Os indutores fortes do CYP3A4 podem diminuir as concentrações plasmáticas de oxicodona e sua eficácia analgésica.
O que fazer: Avaliar o paciente com frequência; considerar aumentar a dose de oxicodona, se necessário, para manter a analgesia e, ao descontinuar o indutor, considerar reduzi-la.
- Fenitoína + petidina
suspender um indutor potente do CYP3A4 aumenta a concentração de petidina
O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina se o indutor for suspenso
- Fenitoína + pimozida
Cautela em pacientes que recebem anticonvulsivantes, pois a pimozida pode diminuir o limiar convulsivo.
O que fazer: Manter tratamento anticonvulsivante adequado e vigiar o controle das crises.
- Fenitoína + posaconazol
Evitar a associação de posaconazol e fenitoína, a menos que o benefício supere o risco.
O que fazer: Evitar a associação, a menos que o benefício supere o risco; se necessária, monitorar as concentrações de fenitoína e infecções fúngicas.
- Fenitoína + quetiapina
A fenitoína diminui as concentrações desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do medicamento coadministrado; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + raltegravir
Não se recomenda associar raltegravir com indutores enzimáticos fortes, como carbamazepina, fenitoína ou fenobarbital.
O que fazer: Evitar a coadministração com esses anticonvulsivantes.
- Fenitoína + ritonavir
Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.
- Fenitoína + rivaroxabana
A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.
O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.
- Fenitoína + salmeterol
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de salmeterol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se salmeterol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de salmeterol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + sinvastatina
A fenitoína diminui as concentrações de estatinas, ticagrelor e certos antirretrovirais.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + sirolimo
Evitar sirolimo com indutores fortes do CYP3A4/P-gp.
O que fazer: Evitar a associação; considerar um agente alternativo com menor potencial de interação.
- Fenitoína + tacrolimo
Fenitoína, carbamazepina e fenobarbital diminuem as concentrações sanguíneas de tacrolimo.
O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.
- Fenitoína + tamoxifeno
Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, não devem ser usados com tamoxifeno.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de tamoxifeno com indutores fortes do CYP3A4.
- Fenitoína + tapentadol
Tapentadol com fenitoína pode causar sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
O que fazer: Reservar a associação para quando não houver alternativa; usar as menores doses e a menor duração, monitorar sedação e respiração e orientar o paciente (não dirigir, não consumir álcool).
- Fenitoína + teofilina
Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.
- Fenitoína + ticagrelor
Evitar ticagrelor com indutores potentes do CYP3A.
O que fazer: Evitar a associação.
- Fenitoína + tofacitinibe
os indutores potentes do CYP3A4 reduzem a exposição ao tofacitinibe
O que fazer: evitar o uso concomitante de tofacitinibe com indutores potentes do CYP3A4
- Fenitoína + tramadol
Os indutores do CYP3A4 diminuem a concentração plasmática de tramadol.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar aumentar a dose de tramadol até obter um efeito estável e vigiar sinais de abstinência de opioides.
- Fenitoína + trazodona
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + triazolam
O triazolam produz efeitos depressores aditivos sobre o SNC quando coadministrado com anticonvulsivantes ou anti-histamínicos.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar o grau de sedação.
- Fenitoína + sulfametoxazol/trimetoprima
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + vardenafila
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de vardenafila a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se vardenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de vardenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + voriconazol
Fenitoína e voriconazol interagem de forma bidirecional: a fenitoína reduz as concentrações de voriconazol e o voriconazol aumenta as de fenitoína.
O que fazer: Aumentar a dose de manutenção de voriconazol de 4 mg/kg para 5 mg/kg IV a cada 12 horas ou de 200 mg para 400 mg por via oral a cada 12 horas (100 a 200 mg em pacientes com menos de 40 kg) e monitorar as concentrações plasmáticas e os efeitos adversos da fenitoína.
- Fenitoína + varfarina
A fenitoína diminui as concentrações dos anticoagulantes de ação direta.
O que fazer: Monitorar a eficácia anticoagulante; considerar um anticoagulante alternativo, se possível.
Moderada100 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Fenitoína + ácido acetilsalicílico
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + ácido fólico
O ácido fólico pode antagonizar o efeito anticonvulsivante da fenitoína.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de fenitoína se for administrado ácido fólico; vigiar o controle das crises convulsivas.
- Fenitoína + albendazol
A fenitoína diminui as concentrações desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do medicamento coadministrado; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + amitriptilina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + anlodipino
Os indutores do CYP3A podem diminuir o efeito do anlodipino.
O que fazer: Monitorar rigorosamente a pressão arterial ao coadministrar indutores do CYP3A.
- Fenitoína + anastrozol
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + atorvastatina
A fenitoína diminui as concentrações de estatinas, ticagrelor e certos antirretrovirais.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + azitromicina
Recomenda-se monitorização ao associar azitromicina com digoxina, colchicina ou fenitoína, devido a interações descritas com outros macrolídeos.
O que fazer: Monitorar cuidadosamente os pacientes que recebem digoxina, colchicina ou fenitoína junto com azitromicina.
- Fenitoína + betametasona
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + bosentana
Bosentana induz o CYP2C9 e pode reduzir os níveis de fenitoína a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se fenitoína for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de fenitoína e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Fenitoína + bromazepam
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de bromazepam a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se bromazepam for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de bromazepam e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + carbonato de cálcio
Os antiácidos podem diminuir a absorção da fenitoína se tomados ao mesmo tempo.
O que fazer: Não tomar fenitoína e os antiácidos no mesmo horário do dia.
- Fenitoína + cilostazol
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cilostazol a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se cilostazol for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cilostazol e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + cinacalcete
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de cinacalcete a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se cinacalcete for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de cinacalcete e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + ciprofloxacino
O ciprofloxacino pode alterar (aumentar ou diminuir) os níveis séricos de fenitoína.
O que fazer: Vigiar a concentração sérica de fenitoína durante e pouco depois do uso concomitante.
- Fenitoína + citalopram
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + clindamicina
Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, podem reduzir a eficácia da clindamicina.
O que fazer: Monitorar a perda de eficácia ao associar com um indutor forte do CYP3A4.
- Fenitoína + clobazam
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + clomipramina
O fenobarbital e a fenitoína podem reduzir as concentrações plasmáticas de clomipramina.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose de clomipramina, se necessário.
- Fenitoína + clonazepam
O clonazepam pode alterar as concentrações de fenitoína.
O que fazer: Monitorar a concentração de fenitoína quando coadministrada com clonazepam.
- Fenitoína + clorpromazina
A clorpromazina pode diminuir o limiar convulsivo, exigindo ajuste dos anticonvulsivantes.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anticonvulsivante.
- Fenitoína + colestiramina
Colestiramina pode reduzir a absorção de fenitoína.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente fenitoína 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de fenitoína.
- Fenitoína + desvenlafaxina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + dexametasona
os indutores do CYP3A4 reduzem o efeito da dexametasona
O que fazer: aumentar a dose de dexametasona conforme a resposta clínica
- Fenitoína + diazepam
Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.
- Fenitoína + donepezila
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de donepezila a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se donepezila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de donepezila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + doxiciclina
os indutores enzimáticos encurtam a meia-vida da doxiciclina
O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar aumentar a dose ou a duração do tratamento com doxiciclina
- Fenitoína + duloxetina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + escitalopram
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + estradiol
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + eszopiclona
Os indutores do CYP3A4 podem diminuir a exposição e o efeito da eszopiclona.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose de eszopiclona ao associar um indutor do CYP3A4.
- Fenitoína + fenelzina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + fenobarbital
O ácido valproico e o fenobarbital podem aumentar ou diminuir de forma imprevisível as concentrações de fenitoína.
O que fazer: Monitorar frequentemente os níveis de fenitoína ao coadministrar com ácido valproico ou fenobarbital.
- Fenitoína + flecainida
os indutores enzimáticos aumentam a eliminação da flecainida
O que fazer: vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose da flecainida
- Fenitoína + fludrocortisona
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + furosemida
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + gabapentina
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + glibenclamida
Estes medicamentos podem produzir hiperglicemia e perda do controle glicêmico com glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar perda do controle glicêmico.
- Fenitoína + glimepirida
Vários medicamentos podem reduzir o efeito hipoglicemiante da glimepirida.
O que fazer: Vigiar de perto o controle glicêmico do paciente ao associar estes medicamentos.
- Fenitoína + glipizida
Vários medicamentos, entre eles antipsicóticos atípicos, corticoides, estrogênios, isoniazida, fenitoína, anticoncepcionais hormonais, inibidores de protease, simpatomiméticos e hormônio tireoidiano, podem diminuir o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar piora do controle glicêmico quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Fenitoína + haloperidol
Fenobarbital e fenitoína podem reduzir as concentrações plasmáticas de haloperidol.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica; considerar aumentar a dose de haloperidol ou ajustar o intervalo posológico.
- Fenitoína + hidrocortisona
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + hidroxicloroquina
A hidroxicloroquina pode reduzir a atividade dos antiepilépticos.
O que fazer: Vigiar o controle das crises convulsivas ao coadministrar.
- Fenitoína + hidróxido de alumínio e magnésio
Os antiácidos podem diminuir a absorção da fenitoína se tomados ao mesmo tempo.
O que fazer: Não tomar fenitoína e os antiácidos no mesmo horário do dia.
- Fenitoína + imipramina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + isoniazida
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + isotretinoína
O uso crônico de anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína pode aumentar o risco de osteoporose/osteomalácia.
O que fazer: Levar em conta este risco adicional em pacientes que recebem anticonvulsivantes ou corticoides sistêmicos junto com isotretinoína.
- Fenitoína + ivermectina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ivermectina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se ivermectina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ivermectina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + cetoconazol
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + cetorolaco
Foram relatados casos esporádicos de convulsões com o uso concomitante de cetorolaco e fenitoína ou carbamazepina.
O que fazer: Vigiar o surgimento de convulsões se usados juntos.
- Fenitoína + lacosamida
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + letrozol
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + levetiracetam
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + levodopa/carbidopa
A fenitoína pode reverter os efeitos benéficos da levodopa na doença de Parkinson.
O que fazer: Observar cuidadosamente o paciente quanto à perda da resposta terapêutica.
- Fenitoína + levotiroxina
Carbamazepina, fenitoína, furosemida e heparina podem deslocar a levotiroxina de suas proteínas transportadoras.
O que fazer: Monitorar os parâmetros de função tireoidiana.
- Fenitoína + lítio
O uso concomitante de lítio com metildopa, fenitoína ou carbamazepina pode aumentar o risco de reações adversas desses fármacos.
O que fazer: Vigiar de perto o aparecimento de reações adversas de metildopa, fenitoína ou carbamazepina.
- Fenitoína + loperamida
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de loperamida a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se loperamida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de loperamida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + loratadina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de loratadina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se loratadina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de loratadina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + lorazepam
Fenitoína e lorazepam têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + medroxiprogesterona
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + mercaptopurina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + metformina
Vários medicamentos podem provocar perda do controle glicêmico em pacientes tratados com metformina.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar perda do controle glicêmico ao associar estes medicamentos.
- Fenitoína + metilfenidato
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + metilprednisolona
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + metotrexato
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + mirtazapina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + moclobemida
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + nortriptilina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + omeprazol
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + ondansetrona
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ondansetrona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se ondansetrona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ondansetrona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + oxcarbazepina
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + oxibutinina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de oxibutinina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se oxibutinina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de oxibutinina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + paroxetina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + prednisolona
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + prednisona
A fenitoína pode reduzir a eficácia desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose do medicamento coadministrado.
- Fenitoína + pregabalina
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + progesterona
Os indutores fortes do CYP3A4 podem aumentar a eliminação da progesterona e reduzir sua eficácia.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4.
- Fenitoína + propafenona
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de propafenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se propafenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de propafenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + propranolol
Os indutores do metabolismo hepático diminuem as concentrações plasmáticas de propranolol.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajuste de dose do propranolol.
- Fenitoína + repaglinida
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de repaglinida a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se repaglinida for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de repaglinida e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + rifabutina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de rifabutina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se rifabutina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de rifabutina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + rifampicina
Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.
- Fenitoína + riociguate
Os indutores potentes do CYP3A podem reduzir significativamente a exposição ao riociguate.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao associar um indutor potente do CYP3A; não há dados que orientem um ajuste específico de dose.
- Fenitoína + risperidona
Os indutores enzimáticos, como a carbamazepina, diminuem as concentrações plasmáticas de risperidona.
O que fazer: Monitorar de perto ao iniciar ou suspender o indutor e ajustar a dose de risperidona conforme necessário.
- Fenitoína + sertralina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + sildenafila
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de sildenafila a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se sildenafila for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de sildenafila e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + solifenacina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de solifenacina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se solifenacina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de solifenacina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + sucralfato
Esses medicamentos podem diminuir as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar os níveis de fenitoína e o controle clínico das convulsões.
- Fenitoína + tadalafila
Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.
O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.
- Fenitoína + tansulosina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tansulosina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se tansulosina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tansulosina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + tinidazol
Tinidazol pode prolongar a meia-vida e reduzir a depuração da fenitoína.
O que fazer: Vigiar sinais de toxicidade por fenitoína e ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + tolterodina
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de tolterodina a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se tolterodina for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de tolterodina e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + topiramato
A fenitoína diminui as concentrações de outros anticonvulsivantes.
O que fazer: Vigiar o controle clínico das convulsões e os níveis do anticonvulsivante coadministrado.
- Fenitoína + torasemida
A torasemida, ao inibir o CYP2C9, pode afetar a eficácia e a segurança da varfarina, da fenitoína e do celecoxibe.
O que fazer: Monitorar os pacientes e ajustar as doses, se necessário.
- Fenitoína + tranilcipromina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + venlafaxina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + verapamil
A fenitoína diminui as concentrações desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do medicamento coadministrado; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + vortioxetina
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fenitoína + ziprasidona
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de ziprasidona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se ziprasidona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de ziprasidona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Fenitoína + zolpidem
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de zolpidem a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se zolpidem for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de zolpidem e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
Leve18 interações leves
Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.
- Fenitoína + baclofeno
Baclofeno e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + carisoprodol
Carisoprodol e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + cetirizina
Cetirizina e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + ciclobenzaprina
Ciclobenzaprina e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + clonidina
Clonidina e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + clorfeniramina
Clorfeniramina e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + difenidramina
Difenidramina e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + dimenidrinato
Dimenidrinato e fenitoína têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + flunarizina
Fenitoína e flunarizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + hidroxizina
Fenitoína e hidroxizina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + levomepromazina
Fenitoína e levomepromazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + metocarbamol
Fenitoína e metocarbamol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + metoclopramida
Fenitoína e metoclopramida têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + olanzapina
Fenitoína e olanzapina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + orfenadrina
Fenitoína e orfenadrina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + pramipexol
Fenitoína e pramipexol têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + prometazina
Fenitoína e prometazina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
- Fenitoína + tizanidina
Fenitoína e tizanidina têm efeito sedativo; juntos, aumentam a sonolência e o risco de quedas.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, orientar o paciente (direção de veículos, álcool) e redobrar a cautela em idosos.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos fenitoína interage?
- Na nossa base, fenitoína tem 205 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, bupropiona, cobicistate, lurasidona, nifedipino, ranolazina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso fenitoína com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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