Interações de posaconazol

Posaconazol tem 157 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 16 contraindicadas, 56 graves e 85 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antifúngicos azólicos, Antifúngicos. ATC J02AC04. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada16 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Posaconazol + alprazolam

    O uso concomitante de alprazolam com inibidores fortes do CYP3A4 (exceto ritonavir) é contraindicado.

    O que fazer: Não usar alprazolam junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina).

  • Posaconazol + atorvastatina

    Contraindicado associar posaconazol com estatinas metabolizadas principalmente pelo CYP3A4.

    O que fazer: Não usar a associação.

  • Posaconazol + colchicina

    Em pacientes com insuficiência renal ou hepática, o uso de colchicina com inibidores da P-gp ou inibidores fortes do CYP3A4 é contraindicado pelo risco de toxicidade fatal.

    O que fazer: Não usar colchicina junto com inibidores da P-gp ou inibidores fortes do CYP3A4 em pacientes com insuficiência renal ou hepática; em pacientes com função renal e hepática normal, se for necessário o tratamento com esses inibidores, reduzir ou interromper a dose de colchicina.

  • Posaconazol + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Posaconazol + eplerenona

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Posaconazol + ergotamina

    Contraindicado associar posaconazol com ergotamina.

    O que fazer: Não usar a associação.

  • Posaconazol + ivabradina

    A ivabradina é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A4.

    O que fazer: Não usar ivabradina junto com inibidores potentes do CYP3A4.

  • Posaconazol + lovastatina

    Contraindicado associar lovastatina com inibidores potentes do CYP3A4.

    O que fazer: Não associar; escolher um hipolipemiante alternativo ou suspender temporariamente a lovastatina se o tratamento com o inibidor for breve e inevitável.

  • Posaconazol + lurasidona

    O uso concomitante de lurasidona com inibidores fortes do CYP3A4 é contraindicado.

    O que fazer: Não usar lurasidona junto com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, claritromicina, ritonavir, voriconazol).

  • Posaconazol + pimozida

    Os antifúngicos azólicos são contraindicados com pimozida.

    O que fazer: Não coadministrar pimozida com antifúngicos azólicos.

  • Posaconazol + ranolazina

    Não usar ranolazina com inibidores fortes do CYP3A.

    O que fazer: Não usar ranolazina com inibidores fortes do CYP3A, como cetoconazol, itraconazol, claritromicina ou ritonavir.

  • Posaconazol + sinvastatina

    Contraindicado associar posaconazol com estatinas metabolizadas principalmente pelo CYP3A4.

    O que fazer: Não usar a associação.

  • Posaconazol + sirolimo

    Contraindicado associar posaconazol com sirolimo.

    O que fazer: Não usar a associação.

  • Posaconazol + triazolam

    O uso conjunto de triazolam com inibidores potentes do CYP3A (cetoconazol, itraconazol, azólicos, inibidores da protease do HIV) é contraindicado.

    O que fazer: Não usar de forma concomitante.

  • Posaconazol + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Posaconazol + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave56 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Posaconazol + amiodarona

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Posaconazol + apixabana

    Os inibidores combinados fortes da P-gp e do CYP3A4 aumentam a exposição à apixabana.

    O que fazer: Reduzir a dose de apixabana em 50% com doses de 5 mg ou 10 mg duas vezes ao dia; evitar a coadministração em pacientes com dose de 2.5 mg duas vezes ao dia.

  • Posaconazol + aripiprazol

    Os inibidores fortes do CYP3A4 ou do CYP2D6 aumentam a exposição ao aripiprazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de aripiprazol quando associado a um inibidor forte do CYP3A4 ou do CYP2D6.

  • Posaconazol + azitromicina

    Azitromicina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Posaconazol + budesonida

    Posaconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Posaconazol + carbamazepina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Posaconazol + ciclosporina

    Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.

    O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.

  • Posaconazol + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Posaconazol + citalopram

    Citalopram e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + claritromicina

    Claritromicina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + cloroquina

    Cloroquina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + clorpromazina

    Clorpromazina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + codeína

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações de codeína e de seu metabólito ativo, a morfina.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar o paciente com frequência.

  • Posaconazol + dabigatrana

    Deve-se evitar o uso concomitante de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave.

    O que fazer: Evitar o uso de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr 15-30 mL/min).

  • Posaconazol + deflazacorte

    Posaconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Posaconazol + digoxina

    O posaconazol pode aumentar as concentrações de digoxina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações plasmáticas de digoxina durante a coadministração.

  • Posaconazol + domperidona

    Posaconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Posaconazol + donepezila

    Donepezila e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + edoxabana

    Posaconazol inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Posaconazol + efavirenz

    Evitar a associação de posaconazol e efavirenz, a menos que o benefício supere o risco.

    O que fazer: Evitar a associação, a menos que o benefício supere o risco.

  • Posaconazol + eletriptana

    Posaconazol inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Posaconazol + eritromicina

    Eritromicina e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + escitalopram

    Escitalopram e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + everolimo

    Não se recomenda associar everolimo com inibidores ou indutores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação; se imprescindível, monitorar rigorosamente as concentrações de vale do everolimo.

  • Posaconazol + fenitoína

    Evitar a associação de posaconazol e fenitoína, a menos que o benefício supere o risco.

    O que fazer: Evitar a associação, a menos que o benefício supere o risco; se necessária, monitorar as concentrações de fenitoína e infecções fúngicas.

  • Posaconazol + fentanila

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azóis, inibidores de protease) aumentam o risco de superdosagem de fentanila.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose de fentanila ao associar o inibidor.

  • Posaconazol + fluconazol

    Fluconazol e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Posaconazol + fluticasona

    Não se recomenda o uso de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar a associação de fluticasona com inibidores fortes do CYP3A4.

  • Posaconazol + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Posaconazol + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Posaconazol + haloperidol

    Haloperidol e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Posaconazol + cetoconazol

    Cetoconazol e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + levofloxacino

    Levofloxacino e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + metadona

    Os inibidores do CYP3A4, CYP2B6, CYP2C19, CYP2C9 ou CYP2D6 (macrolídeos, azólicos, inibidores da protease do HIV, fluconazol, fluvoxamina, alguns ISRS) aumentam as concentrações plasmáticas de metadona.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de metadona até obter um efeito estável; vigiar depressão respiratória e sedação.

  • Posaconazol + midazolam

    O posaconazol aumenta as concentrações de benzodiazepínicos metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente e ter disponível um antagonista dos receptores de benzodiazepínicos.

  • Posaconazol + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Posaconazol + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Posaconazol + oxicodona

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de oxicodona e o risco de depressão respiratória.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de oxicodona até obter um efeito estável, especialmente se o inibidor for adicionado após atingir uma dose estável.

  • Posaconazol + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Posaconazol + petidina

    os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de petidina

    O que fazer: avaliar o paciente com frequência e considerar reduzir a dose de petidina ao iniciar o inibidor

  • Posaconazol + progesterona

    Não se recomenda o uso concomitante de progesterona vaginal com outros produtos vaginais antifúngicos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de produtos vaginais antifúngicos com progesterona vaginal.

  • Posaconazol + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Posaconazol + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Posaconazol + rifabutina

    Evitar a associação de posaconazol e rifabutina, a menos que o benefício supere o risco.

    O que fazer: Evitar a associação, a menos que o benefício supere o risco; se necessária, monitorar infecções fúngicas e hemograma.

  • Posaconazol + salmeterol

    Não se recomenda o uso de salmeterol com inibidores fortes do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de salmeterol com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., ritonavir, atazanavir, claritromicina, itraconazol, cetoconazol).

  • Posaconazol + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Posaconazol + sulpirida

    Posaconazol e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + tacrolimo

    O posaconazol aumenta acentuadamente as concentrações de ciclosporina e tacrolimo.

    O que fazer: Reduzir a dose de tacrolimo para um terço, ou a de ciclosporina para três quartos da dose original, ao iniciar posaconazol, e monitorar frequentemente suas concentrações.

  • Posaconazol + tansulosina

    Não usar tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

    O que fazer: Evitar a associação de tansulosina 0.4 mg com inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol.

  • Posaconazol + ticagrelor

    Evitar ticagrelor com inibidores potentes do CYP3A.

    O que fazer: Evitar a associação.

  • Posaconazol + tramadol

    Os inibidores do CYP3A4 (macrolídeos, azólicos, inibidores de protease) aumentam a concentração plasmática de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de convulsões, síndrome serotoninérgica e toxicidade opioide; considerar reduzir a dose de tramadol se o uso concomitante for necessário.

  • Posaconazol + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Posaconazol + vardenafila

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.

    O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.

Moderada85 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Posaconazol + abiraterona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + albendazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de albendazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de albendazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + amitriptilina

    Posaconazol e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + anlodipino

    Os inibidores do CYP3A (diltiazem, itraconazol, claritromicina e outros inibidores fortes) aumentam a exposição sistêmica ao anlodipino.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de anlodipino ao associar um inibidor do CYP3A.

  • Posaconazol + atazanavir

    O posaconazol aumenta as concentrações de ritonavir e atazanavir.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os efeitos adversos e a toxicidade do ritonavir e do atazanavir.

  • Posaconazol + atomoxetina

    Posaconazol e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + betametasona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de betametasona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de betametasona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + bictegravir

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de bictegravir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de bictegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + bromazepam

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de bromazepam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de bromazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Posaconazol + buprenorfina

    Os inibidores do CYP3A4 aumentam a concentração plasmática de buprenorfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, considerar reduzir a dose de buprenorfina até obter um efeito estável; ao suspender o inibidor, vigiar sinais de síndrome de abstinência.

  • Posaconazol + ciclobenzaprina

    Posaconazol e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + cilostazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de cilostazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de cilostazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + cinacalcete

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam as concentrações séricas de cinacalcete.

    O que fazer: Ajustar a dose de cinacalcete ao iniciar ou suspender um inibidor forte do CYP3A4 e monitorar de perto PTHi, fósforo sérico e cálcio sérico.

  • Posaconazol + clindamicina

    Os inibidores fortes do CYP3A4 podem aumentar as concentrações de clindamicina.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de eventos adversos ao associar com um inibidor forte do CYP3A4.

  • Posaconazol + clobazam

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clobazam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clobazam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + clomipramina

    Posaconazol e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + clonazepam

    Os antifúngicos azólicos, como o fluconazol, podem aumentar as concentrações de clonazepam.

    O que fazer: Usar com precaução antifúngicos azólicos orais em pacientes que recebem clonazepam.

  • Posaconazol + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Posaconazol + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Posaconazol + clozapina

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de clozapina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de clozapina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + darunavir

    Darunavir/ritonavir e os antifúngicos azólicos aumentam mutuamente sua exposição.

    O que fazer: Monitorar eventos adversos; não exceder 200 mg/dia de cetoconazol ou itraconazol se for necessário coadministrar.

  • Posaconazol + desogestrel

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de desogestrel.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de desogestrel ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + dexametasona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de dexametasona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dexametasona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + diazepam

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de diazepam.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de diazepam ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + diltiazem

    Posaconazol aumenta as concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Monitorar frequentemente eventos adversos e toxicidade; considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio.

  • Posaconazol + dolutegravir

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de dolutegravir.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dolutegravir ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + drospirenona

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à drospirenona e o risco de hiperpotassemia.

    O que fazer: Considerar monitorar o potássio sérico em mulheres que recebem um inibidor potente do CYP3A4 de forma prolongada junto com drospirenona.

  • Posaconazol + estradiol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de estradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de estradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + eszopiclona

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à eszopiclona.

    O que fazer: Reduzir a dose de eszopiclona quando administrada junto com um inibidor potente do CYP3A4.

  • Posaconazol + etinilestradiol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de etinilestradiol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de etinilestradiol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + famotidina

    Posaconazol e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + felodipino

    Posaconazol aumenta as concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Monitorar frequentemente eventos adversos e toxicidade; considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio.

  • Posaconazol + flecainida

    Posaconazol e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Posaconazol + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Posaconazol + glibenclamida

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de glibenclamida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de glibenclamida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + glipizida

    Monitorar a glicemia ao associar posaconazol com glipizida.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de glicose; não é necessário ajuste de dose da glipizida.

  • Posaconazol + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Posaconazol + hidrocortisona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de hidrocortisona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de hidrocortisona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + hidroxizina

    Posaconazol e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + imatinibe

    Os inibidores fortes do CYP3A4 aumentam significativamente a exposição ao imatinibe.

    O que fazer: Usar com cautela ao administrar imatinibe com um inibidor forte do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol, itraconazol, claritromicina, atazanavir, ritonavir, voriconazol).

  • Posaconazol + imipramina

    Posaconazol e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + indapamida

    Posaconazol e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + itraconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de itraconazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de itraconazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + ivermectina

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de ivermectina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de ivermectina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + levomepromazina

    Posaconazol e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + levonorgestrel

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de levonorgestrel.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de levonorgestrel ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + lítio

    Posaconazol e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + loperamida

    Os inibidores do CYP3A4, do CYP2C8 ou da glicoproteína P (itraconazol, genfibrozila, ritonavir) aumentam a exposição à loperamida.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de toxicidade cardíaca da loperamida ao associar esses inibidores.

  • Posaconazol + loratadina

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de loratadina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de loratadina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + medroxiprogesterona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de medroxiprogesterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de medroxiprogesterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + metilprednisolona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de metilprednisolona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de metilprednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + metoclopramida

    Metoclopramida pode reduzir a absorção de digoxina, fosfomicina e posaconazol em suspensão oral.

    O que fazer: Vigiar a resposta terapêutica; para a digoxina, monitorar suas concentrações e aumentar a dose, se necessário.

  • Posaconazol + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Posaconazol + mirtazapina

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam os níveis plasmáticos de mirtazapina.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar mirtazapina com inibidores potentes do CYP3A4, antifúngicos azólicos, inibidores da protease do HIV ou eritromicina; considerar reduzir a dose de mirtazapina.

  • Posaconazol + nevirapina

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de nevirapina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de nevirapina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + nifedipino

    Posaconazol aumenta as concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Monitorar frequentemente eventos adversos e toxicidade; considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio.

  • Posaconazol + norfloxacino

    Posaconazol e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + nortriptilina

    Posaconazol e nortriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + olanzapina

    Posaconazol e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + oxibutinina

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de oxibutinina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de oxibutinina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + prednisolona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de prednisolona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de prednisolona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + prednisona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de prednisona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de prednisona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + prometazina

    Posaconazol e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + repaglinida

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de repaglinida.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de repaglinida ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + riociguate

    Os inibidores potentes do CYP e da P-gp/BCRP, como os antimicóticos azólicos ou os inibidores de protease do HIV, aumentam a exposição ao riociguate.

    O que fazer: Considerar uma dose inicial de riociguate de 0,5 mg três vezes ao dia ao associar um inibidor potente do CYP e da P-gp/BCRP.

  • Posaconazol + risperidona

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de risperidona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de risperidona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + ritonavir

    O posaconazol aumenta as concentrações de ritonavir e atazanavir.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os efeitos adversos e a toxicidade do ritonavir e do atazanavir.

  • Posaconazol + rivaroxabana

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de rivaroxabana ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + salbutamol

    Posaconazol e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + sertralina

    Posaconazol e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + sildenafila

    Eritromicina e os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à sildenafila.

    O que fazer: Considerar uma dose inicial de 25 mg de sildenafila em pacientes que tomam eritromicina ou inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., itraconazol ou cetoconazol).

  • Posaconazol + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Posaconazol + tadalafila

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tadalafila.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tadalafila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + tamoxifeno

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tamoxifeno.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tamoxifeno ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + teofilina

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de teofilina.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de teofilina ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Posaconazol + tizanidina

    Posaconazol e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + tofacitinibe

    os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Posaconazol + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Posaconazol + torasemida

    Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Posaconazol + venlafaxina

    Posaconazol e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Posaconazol + verapamil

    Posaconazol aumenta as concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.

    O que fazer: Monitorar frequentemente eventos adversos e toxicidade; considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio.

  • Posaconazol + varfarina

    Os inibidores do CYP2C9, CYP1A2 e/ou CYP3A4 aumentam o efeito anticoagulante da varfarina.

    O que fazer: Monitorar o INR com maior frequência ao iniciar, suspender ou alterar a dose destes medicamentos; ajustar a dose de varfarina conforme a resposta.

  • Posaconazol + zolpidem

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de zolpidem.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de zolpidem ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

Perguntas frequentes

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