Interações de tadalafila

Tadalafila tem 60 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 4 contraindicadas, 7 graves e 49 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Inibidores da PDE-5. ATC G04BE08. Também chamado: Tadalafilo, tadalafil, cialis. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada4 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Tadalafila + dinitrato de isossorbida

    O dinitrato de isossorbida não deve ser usado com inibidores da PDE5 pelo risco de hipotensão grave.

    O que fazer: Não usar dinitrato de isossorbida em pacientes que tomam sildenafila, tadalafila ou vardenafila.

  • Tadalafila + mononitrato de isossorbida

    Contraindicado o uso de mononitrato de isossorbida com inibidores da PDE5.

    O que fazer: Não usar mononitrato de isossorbida junto com sildenafila, tadalafila ou vardenafila.

  • Tadalafila + nitroglicerina

    Nitroglicerina com inibidores da PDE5 é contraindicada pelo risco de hipotensão grave.

    O que fazer: Não usar nitroglicerina em pacientes que usam sildenafila, vardenafila ou tadalafila.

  • Tadalafila + riociguate

    O uso de riociguate com inibidores da fosfodiesterase, específicos ou não específicos, é contraindicado.

    O que fazer: Não coadministrar riociguate com inibidores específicos da PDE-5 (sildenafila, tadalafila, vardenafila) nem não específicos (teofilina, dipiridamol).

Grave7 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Tadalafila + claritromicina

    Não se recomenda associar claritromicina com inibidores da PDE5.

    O que fazer: Evitar a coadministração de sildenafila, tadalafila ou vardenafila com claritromicina.

  • Tadalafila + doxazosina

    O uso concomitante com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática; não é recomendado para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.

    O que fazer: Evitar a associação para o tratamento da hiperplasia prostática benigna; na disfunção erétil, iniciar o inibidor da PDE5 na dose mais baixa em pacientes estáveis com alfabloqueadores, ou o alfabloqueador na dose mais baixa em pacientes que já recebem tadalafila.

  • Tadalafila + itraconazol

    Não se recomenda associar itraconazol a alisquireno, riociguate, sildenafila ou tadalafila (para hipertensão pulmonar).

    O que fazer: Evitar o uso associado durante o tratamento com itraconazol e até 2 semanas depois.

  • Tadalafila + prazosina

    O uso concomitante com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática; não é recomendado para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.

    O que fazer: Evitar a associação para o tratamento da hiperplasia prostática benigna; na disfunção erétil, iniciar o inibidor da PDE5 na dose mais baixa em pacientes estáveis com alfabloqueadores, ou o alfabloqueador na dose mais baixa em pacientes que já recebem tadalafila.

  • Tadalafila + sildenafila

    Não se deve associar tadalafila a outros inibidores da PDE5.

    O que fazer: Não associar tadalafila a outros inibidores da PDE5 nem a outros tratamentos para disfunção erétil.

  • Tadalafila + tansulosina

    O uso concomitante com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática; não é recomendado para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.

    O que fazer: Evitar a associação para o tratamento da hiperplasia prostática benigna; na disfunção erétil, iniciar o inibidor da PDE5 na dose mais baixa em pacientes estáveis com alfabloqueadores, ou o alfabloqueador na dose mais baixa em pacientes que já recebem tadalafila.

  • Tadalafila + vardenafila

    Não se deve associar tadalafila a outros inibidores da PDE5.

    O que fazer: Não associar tadalafila a outros inibidores da PDE5 nem a outros tratamentos para disfunção erétil.

Moderada49 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Tadalafila + alisquireno

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + amilorida

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + anlodipino

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + atazanavir

    Aumento das concentrações de inibidores da PDE5 (uso fora da HAP) com atazanavir.

    O que fazer: Usar doses reduzidas do inibidor da PDE5, com monitoramento de reações adversas.

  • Tadalafila + atenolol

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + bisoprolol

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + bumetanida

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + candesartana

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + captopril

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + carbamazepina

    A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.

  • Tadalafila + carvedilol

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + clonidina

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + clortalidona

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + cobicistate

    Inibidores da PDE-5 para disfunção erétil com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Limitar a dose: sildenafila no máximo 25 mg a cada 48 horas, tadalafila no máximo 10 mg a cada 72 horas, vardenafila no máximo 2,5 mg a cada 72 horas, com monitorização intensificada.

  • Tadalafila + darunavir

    Para disfunção erétil, darunavir/ritonavir obriga a limitar a dose e a frequência dos inibidores da PDE-5.

    O que fazer: Limitar a sildenafila a 25 mg a cada 48 h, a vardenafila a 2.5 mg a cada 72 h ou a tadalafila a 10 mg a cada 72 h, com monitorização intensificada.

  • Tadalafila + diltiazem

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + enalapril

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + enzalutamida

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.

  • Tadalafila + eplerenona

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + eritromicina

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à tadalafila e exigem ajuste da dose.

    O que fazer: Limitar a dose de tadalafila sob demanda a 10 mg a cada 72 horas, ou a 2.5 mg ao dia em uso diário contínuo, quando coadministrada com um inibidor potente do CYP3A4.

  • Tadalafila + espironolactona

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + felodipino

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + fenitoína

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.

  • Tadalafila + fenobarbital

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.

  • Tadalafila + furosemida

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + hidralazina

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + hidroclorotiazida

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + indapamida

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + irbesartana

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + cetoconazol

    Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à tadalafila e exigem ajuste da dose.

    O que fazer: Limitar a dose de tadalafila sob demanda a 10 mg a cada 72 horas, ou a 2.5 mg ao dia em uso diário contínuo, quando coadministrada com um inibidor potente do CYP3A4.

  • Tadalafila + lisinopril

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + losartana

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + metildopa

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + metoprolol

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + nebivolol

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + nifedipino

    Nifedipino pode potencializar o efeito hipotensor da metildopa e dos inibidores da PDE5.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Tadalafila + olmesartana

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + perindopril

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tadalafila.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tadalafila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Tadalafila + propranolol

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + ramipril

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + rifampicina

    Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.

    O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.

  • Tadalafila + ritonavir

    Ritonavir aumenta a exposição a esses inibidores da PDE5 usados para disfunção erétil, com mais risco de seus efeitos adversos.

    O que fazer: Usar com cautela especial sildenafila, tadalafila ou vardenafila em pacientes que recebem ritonavir; não exceder as doses recomendadas.

  • Tadalafila + sacubitril/valsartana

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + telmisartana

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + torasemida

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + valsartana

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + verapamil

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Tadalafila + voriconazol

    Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tadalafila.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tadalafila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos tadalafila interage?
Na nossa base, tadalafila tem 60 interações documentadas; as mais graves são com dinitrato de isossorbida, mononitrato de isossorbida, nitroglicerina, riociguate, claritromicina, doxazosina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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