Interações de tadalafila
Tadalafila tem 60 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 4 contraindicadas, 7 graves e 49 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Inibidores da PDE-5. ATC G04BE08. Também chamado: Tadalafilo, tadalafil, cialis. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada4 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Tadalafila + dinitrato de isossorbida
O dinitrato de isossorbida não deve ser usado com inibidores da PDE5 pelo risco de hipotensão grave.
O que fazer: Não usar dinitrato de isossorbida em pacientes que tomam sildenafila, tadalafila ou vardenafila.
- Tadalafila + mononitrato de isossorbida
Contraindicado o uso de mononitrato de isossorbida com inibidores da PDE5.
O que fazer: Não usar mononitrato de isossorbida junto com sildenafila, tadalafila ou vardenafila.
- Tadalafila + nitroglicerina
Nitroglicerina com inibidores da PDE5 é contraindicada pelo risco de hipotensão grave.
O que fazer: Não usar nitroglicerina em pacientes que usam sildenafila, vardenafila ou tadalafila.
- Tadalafila + riociguate
O uso de riociguate com inibidores da fosfodiesterase, específicos ou não específicos, é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar riociguate com inibidores específicos da PDE-5 (sildenafila, tadalafila, vardenafila) nem não específicos (teofilina, dipiridamol).
Grave7 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Tadalafila + claritromicina
Não se recomenda associar claritromicina com inibidores da PDE5.
O que fazer: Evitar a coadministração de sildenafila, tadalafila ou vardenafila com claritromicina.
- Tadalafila + doxazosina
O uso concomitante com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática; não é recomendado para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.
O que fazer: Evitar a associação para o tratamento da hiperplasia prostática benigna; na disfunção erétil, iniciar o inibidor da PDE5 na dose mais baixa em pacientes estáveis com alfabloqueadores, ou o alfabloqueador na dose mais baixa em pacientes que já recebem tadalafila.
- Tadalafila + itraconazol
Não se recomenda associar itraconazol a alisquireno, riociguate, sildenafila ou tadalafila (para hipertensão pulmonar).
O que fazer: Evitar o uso associado durante o tratamento com itraconazol e até 2 semanas depois.
- Tadalafila + prazosina
O uso concomitante com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática; não é recomendado para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.
O que fazer: Evitar a associação para o tratamento da hiperplasia prostática benigna; na disfunção erétil, iniciar o inibidor da PDE5 na dose mais baixa em pacientes estáveis com alfabloqueadores, ou o alfabloqueador na dose mais baixa em pacientes que já recebem tadalafila.
- Tadalafila + sildenafila
Não se deve associar tadalafila a outros inibidores da PDE5.
O que fazer: Não associar tadalafila a outros inibidores da PDE5 nem a outros tratamentos para disfunção erétil.
- Tadalafila + tansulosina
O uso concomitante com alfabloqueadores pode produzir hipotensão sintomática; não é recomendado para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.
O que fazer: Evitar a associação para o tratamento da hiperplasia prostática benigna; na disfunção erétil, iniciar o inibidor da PDE5 na dose mais baixa em pacientes estáveis com alfabloqueadores, ou o alfabloqueador na dose mais baixa em pacientes que já recebem tadalafila.
- Tadalafila + vardenafila
Não se deve associar tadalafila a outros inibidores da PDE5.
O que fazer: Não associar tadalafila a outros inibidores da PDE5 nem a outros tratamentos para disfunção erétil.
Moderada49 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Tadalafila + alisquireno
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + amilorida
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + anlodipino
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + atazanavir
Aumento das concentrações de inibidores da PDE5 (uso fora da HAP) com atazanavir.
O que fazer: Usar doses reduzidas do inibidor da PDE5, com monitoramento de reações adversas.
- Tadalafila + atenolol
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + bisoprolol
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + bumetanida
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + candesartana
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + captopril
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + carbamazepina
A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.
- Tadalafila + carvedilol
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + clonidina
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + clortalidona
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + cobicistate
Inibidores da PDE-5 para disfunção erétil com concentrações aumentadas pelo cobicistate.
O que fazer: Limitar a dose: sildenafila no máximo 25 mg a cada 48 horas, tadalafila no máximo 10 mg a cada 72 horas, vardenafila no máximo 2,5 mg a cada 72 horas, com monitorização intensificada.
- Tadalafila + darunavir
Para disfunção erétil, darunavir/ritonavir obriga a limitar a dose e a frequência dos inibidores da PDE-5.
O que fazer: Limitar a sildenafila a 25 mg a cada 48 h, a vardenafila a 2.5 mg a cada 72 h ou a tadalafila a 10 mg a cada 72 h, com monitorização intensificada.
- Tadalafila + diltiazem
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + enalapril
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + enzalutamida
Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.
O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.
- Tadalafila + eplerenona
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + eritromicina
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à tadalafila e exigem ajuste da dose.
O que fazer: Limitar a dose de tadalafila sob demanda a 10 mg a cada 72 horas, ou a 2.5 mg ao dia em uso diário contínuo, quando coadministrada com um inibidor potente do CYP3A4.
- Tadalafila + espironolactona
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + felodipino
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + fenitoína
Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.
O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.
- Tadalafila + fenobarbital
Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.
O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.
- Tadalafila + furosemida
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + hidralazina
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + hidroclorotiazida
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + indapamida
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + irbesartana
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + cetoconazol
Os inibidores potentes do CYP3A4 aumentam a exposição à tadalafila e exigem ajuste da dose.
O que fazer: Limitar a dose de tadalafila sob demanda a 10 mg a cada 72 horas, ou a 2.5 mg ao dia em uso diário contínuo, quando coadministrada com um inibidor potente do CYP3A4.
- Tadalafila + lisinopril
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + losartana
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + metildopa
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + metoprolol
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + nebivolol
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + nifedipino
Nifedipino pode potencializar o efeito hipotensor da metildopa e dos inibidores da PDE5.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Tadalafila + olmesartana
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + perindopril
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tadalafila.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tadalafila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Tadalafila + propranolol
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + ramipril
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + rifampicina
Os indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, diminuem a exposição à tadalafila e podem reduzir sua eficácia.
O que fazer: Considerar a possível perda de eficácia da tadalafila ao coadministrar com um indutor forte do CYP3A4, como a rifampicina.
- Tadalafila + ritonavir
Ritonavir aumenta a exposição a esses inibidores da PDE5 usados para disfunção erétil, com mais risco de seus efeitos adversos.
O que fazer: Usar com cautela especial sildenafila, tadalafila ou vardenafila em pacientes que recebem ritonavir; não exceder as doses recomendadas.
- Tadalafila + sacubitril/valsartana
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + telmisartana
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + torasemida
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + valsartana
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + verapamil
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Tadalafila + voriconazol
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de tadalafila.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de tadalafila ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos tadalafila interage?
- Na nossa base, tadalafila tem 60 interações documentadas; as mais graves são com dinitrato de isossorbida, mononitrato de isossorbida, nitroglicerina, riociguate, claritromicina, doxazosina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso tadalafila com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com tadalafila já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.