Interações de dextrometorfano

Dextrometorfano tem 44 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 6 contraindicadas, 10 graves, 13 moderadas e 15 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antitussígenos. ATC R05DA09. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada6 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Dextrometorfano + fenelzina

    O dextrometorfano não deve ser usado com IMAO.

    O que fazer: Não usar dextrometorfano se estiver tomando um IMAO, nem nas 2 semanas seguintes à sua suspensão.

  • Dextrometorfano + linezolida

    O dextrometorfano não deve ser usado com IMAO.

    O que fazer: Não usar dextrometorfano se estiver tomando um IMAO, nem nas 2 semanas seguintes à sua suspensão.

  • Dextrometorfano + moclobemida

    O dextrometorfano não deve ser usado com IMAO.

    O que fazer: Não usar dextrometorfano se estiver tomando um IMAO, nem nas 2 semanas seguintes à sua suspensão.

  • Dextrometorfano + rasagilina

    O dextrometorfano não deve ser usado com IMAO.

    O que fazer: Não usar dextrometorfano se estiver tomando um IMAO, nem nas 2 semanas seguintes à sua suspensão.

  • Dextrometorfano + selegilina

    O dextrometorfano não deve ser usado com IMAO.

    O que fazer: Não usar dextrometorfano se estiver tomando um IMAO, nem nas 2 semanas seguintes à sua suspensão.

  • Dextrometorfano + tranilcipromina

    O dextrometorfano não deve ser usado com IMAO.

    O que fazer: Não usar dextrometorfano se estiver tomando um IMAO, nem nas 2 semanas seguintes à sua suspensão.

Grave10 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Dextrometorfano + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Dextrometorfano + codeína

    O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Dextrometorfano + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Dextrometorfano + fluoxetina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Dextrometorfano + lítio

    O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.

  • Dextrometorfano + morfina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.

  • Dextrometorfano + sertralina

    O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Dextrometorfano + tramadol

    O uso concomitante de tramadol com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose; suspender o tramadol se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Dextrometorfano + trazodona

    A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Dextrometorfano + ziprasidona

    Risco aumentado de síndrome serotoninérgica ao associar ziprasidona a outros medicamentos serotoninérgicos.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, informar o paciente e vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender ambos os medicamentos se surgirem sintomas.

Moderada13 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Dextrometorfano + abiraterona

    A abiraterona aumenta as concentrações de dextrometorfano.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar toxicidade; evitar com substratos do CYP2D6 de margem terapêutica estreita.

  • Dextrometorfano + amiodarona

    A amiodarona em uso crônico pode alterar o metabolismo do dextrometorfano e do metotrexato.

    O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade durante o uso concomitante prolongado com amiodarona.

  • Dextrometorfano + bupropiona

    Bupropiona inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de dextrometorfano.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dextrometorfano ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender bupropiona.

  • Dextrometorfano + cinacalcete

    Cinacalcete inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de dextrometorfano.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dextrometorfano ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cinacalcete.

  • Dextrometorfano + citalopram

    Citalopram e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina em doses altas pode aumentar a exposição a substratos do CYP2D6.

    O que fazer: Não é necessário ajuste com desvenlafaxina 100 mg ou menos; reduzir a dose do substrato até a metade se coadministrado com 400 mg de desvenlafaxina.

  • Dextrometorfano + escitalopram

    Escitalopram e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + fluvoxamina

    Fluvoxamina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + memantina

    O uso combinado de memantina com dextrometorfano, outro antagonista NMDA, não foi avaliado sistematicamente.

    O que fazer: Usar a associação com precaução.

  • Dextrometorfano + paroxetina

    Paroxetina inibe de forma potente o CYP2D6 e pode aumentar os níveis de dextrometorfano.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de dextrometorfano ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2D6; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender paroxetina.

  • Dextrometorfano + terbinafina

    A terbinafina pode converter metabolizadores rápidos de dextrometorfano em metabolizadores lentos.

    O que fazer: Monitorar o surgimento de efeitos adversos do dextrometorfano.

  • Dextrometorfano + venlafaxina

    Venlafaxina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + vortioxetina

    Vortioxetina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

Leve15 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Dextrometorfano + amitriptilina

    Amitriptilina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + ciclobenzaprina

    Ciclobenzaprina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + eletriptana

    Dextrometorfano e eletriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + fentanila

    Dextrometorfano e fentanila aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + imipramina

    Dextrometorfano e imipramina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + metadona

    Dextrometorfano e metadona aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + metoclopramida

    Dextrometorfano e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + mirtazapina

    Dextrometorfano e mirtazapina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + nortriptilina

    Dextrometorfano e nortriptilina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + ondansetrona

    Dextrometorfano e ondansetrona aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + petidina

    Dextrometorfano e petidina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + rizatriptana

    Dextrometorfano e rizatriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + sumatriptana

    Dextrometorfano e sumatriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + tapentadol

    Dextrometorfano e tapentadol aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Dextrometorfano + zolmitriptana

    Dextrometorfano e zolmitriptana aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos dextrometorfano interage?
Na nossa base, dextrometorfano tem 44 interações documentadas; as mais graves são com fenelzina, linezolida, moclobemida, rasagilina, selegilina, tranilcipromina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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