Interações de escitalopram

Escitalopram tem 142 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 contraindicadas, 60 graves, 70 moderadas e 2 leves. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: ISRS, Antidepressivos. ATC N06AB10. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada10 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Escitalopram + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Escitalopram + fenelzina

    O uso concomitante com inibidores da MAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Não usar escitalopram com IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão (e vice-versa); não iniciar escitalopram em pacientes tratados com linezolida ou azul de metileno intravenoso.

  • Escitalopram + linezolida

    O uso concomitante com inibidores da MAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Não usar escitalopram com IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão (e vice-versa); não iniciar escitalopram em pacientes tratados com linezolida ou azul de metileno intravenoso.

  • Escitalopram + moclobemida

    O uso concomitante com inibidores da MAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Não usar escitalopram com IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão (e vice-versa); não iniciar escitalopram em pacientes tratados com linezolida ou azul de metileno intravenoso.

  • Escitalopram + pimozida

    O uso concomitante com pimozida é contraindicado.

    O que fazer: Não usar escitalopram junto com pimozida.

  • Escitalopram + rasagilina

    O uso concomitante com inibidores da MAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Não usar escitalopram com IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão (e vice-versa); não iniciar escitalopram em pacientes tratados com linezolida ou azul de metileno intravenoso.

  • Escitalopram + selegilina

    O uso concomitante com inibidores da MAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Não usar escitalopram com IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão (e vice-versa); não iniciar escitalopram em pacientes tratados com linezolida ou azul de metileno intravenoso.

  • Escitalopram + tranilcipromina

    O uso concomitante com inibidores da MAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Não usar escitalopram com IMAO nem nos 14 dias seguintes à sua suspensão (e vice-versa); não iniciar escitalopram em pacientes tratados com linezolida ou azul de metileno intravenoso.

  • Escitalopram + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Escitalopram + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave60 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Escitalopram + amiodarona

    Amiodarona e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + amitriptilina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + azitromicina

    Azitromicina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + buprenorfina

    O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.

  • Escitalopram + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Escitalopram + ciclobenzaprina

    risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose

  • Escitalopram + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Escitalopram + citalopram

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Escitalopram + claritromicina

    Claritromicina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Escitalopram + cloroquina

    Cloroquina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + clorpromazina

    Clorpromazina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + codeína

    O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Escitalopram + desvenlafaxina

    O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.

  • Escitalopram + domperidona

    Domperidona e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + donepezila

    Donepezila e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + edoxabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Escitalopram + eletriptana

    O uso concomitante de eletriptana com ISRS, IRSN, antidepressivos tricíclicos ou IMAO aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender a eletriptana se houver suspeita.

  • Escitalopram + eritromicina

    Eritromicina e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + fentanila

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + fluconazol

    Escitalopram e fluconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + fluoxetina

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Escitalopram + fluvoxamina

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Escitalopram + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Escitalopram + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Escitalopram + haloperidol

    Escitalopram e haloperidol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + hidromorfona

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Escitalopram + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Escitalopram + imipramina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + indometacina

    Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Escitalopram + cetoconazol

    Escitalopram e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + levofloxacino

    Escitalopram e levofloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + lítio

    O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.

  • Escitalopram + metadona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos serotoninérgicos (ISRS, IRSN, tricíclicos, triptanos) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a metadona se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + mirtazapina

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Escitalopram + morfina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.

  • Escitalopram + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Escitalopram + nortriptilina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + ondansetrona

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de síndrome serotoninérgica durante o uso concomitante; se surgirem sintomas, suspender a ondansetrona e iniciar tratamento de suporte.

  • Escitalopram + oxicodona

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Escitalopram + paroxetina

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Escitalopram + petidina

    risco de síndrome serotoninérgica ao associar petidina com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar de perto ao iniciar ou ajustar a dose

  • Escitalopram + posaconazol

    Escitalopram e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + prometazina

    A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.

    O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.

  • Escitalopram + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Escitalopram + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Escitalopram + rizatriptana

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + sertralina

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Escitalopram + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Escitalopram + sulpirida

    Escitalopram e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + sumatriptana

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + tapentadol

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Escitalopram + tramadol

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + trazodona

    A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Escitalopram + venlafaxina

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Escitalopram + vortioxetina

    Escitalopram e vortioxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Escitalopram + varfarina

    O uso concomitante com anticoagulantes, antiagregantes, AINE ou inibidores da recaptação de serotonina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; monitorar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender esses medicamentos.

  • Escitalopram + zolmitriptana

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente no início do tratamento e ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

Moderada70 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Escitalopram + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + acenocumarol

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + ácido acetilsalicílico

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + apixabana

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + atazanavir

    Escitalopram e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + atomoxetina

    Escitalopram e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + celecoxibe

    Os ISRS e os IRSN aumentam o risco de sangramento com celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Escitalopram + cilostazol

    Cilostazol e escitalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Escitalopram + clonidina

    Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.

  • Escitalopram + clopidogrel

    Os ISRS e IRSN podem aumentar o risco de sangramento com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de sangramento.

  • Escitalopram + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + clozapina

    Os inibidores do CYP2D6 ou do CYP3A4 aumentam os níveis de clozapina.

    O que fazer: Usar com precaução e monitorar clinicamente o paciente.

  • Escitalopram + dabigatrana

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + deflazacorte

    Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + dexametasona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + dexcetoprofeno

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + dextrometorfano

    Escitalopram e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Escitalopram + diazepam

    Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.

  • Escitalopram + diclofenaco

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Escitalopram + efavirenz

    Escitalopram e efavirenz prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + enoxaparina

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + etoricoxibe

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + famotidina

    Escitalopram e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + fenitoína

    Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.

  • Escitalopram + flecainida

    Escitalopram e flecainida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + heparina

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + hidrocortisona

    Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + hidroxizina

    Escitalopram e hidroxizina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + ibuprofeno

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + indapamida

    Escitalopram e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + itraconazol

    O itraconazol pode aumentar as concentrações de venlafaxina e de outros antidepressivos.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo.

  • Escitalopram + cetoprofeno

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + cetorolaco

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + levomepromazina

    Escitalopram e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + loperamida

    Escitalopram e loperamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + lorazepam

    O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.

    O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.

  • Escitalopram + meloxicam

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + metilprednisolona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + metoclopramida

    Escitalopram e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Escitalopram + naproxeno

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + nimesulida

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + norfloxacino

    Escitalopram e norfloxacino prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + olanzapina

    Escitalopram e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + piroxicam

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + prasugrel

    Escitalopram e prasugrel aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Escitalopram + prednisolona

    Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + prednisona

    Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + propranolol

    Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.

  • Escitalopram + ranolazina

    Escitalopram e ranolazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + rifampicina

    Rifampicina induz o CYP2C19 e pode reduzir os níveis de escitalopram a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se escitalopram for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de escitalopram e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Escitalopram + risperidona

    Escitalopram e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + ritonavir

    Escitalopram e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + rivaroxabana

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Escitalopram + salbutamol

    Escitalopram e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + salmeterol

    Escitalopram e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Escitalopram + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Escitalopram + tamoxifeno

    Escitalopram e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + terbinafina

    A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.

  • Escitalopram + ticagrelor

    Escitalopram e ticagrelor aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Escitalopram + tizanidina

    Escitalopram e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Escitalopram + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Escitalopram + torasemida

    Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Escitalopram + vardenafila

    Escitalopram e vardenafila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

Leve2 interações leves

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Escitalopram + carbamazepina

    Carbamazepina, um indutor enzimático, poderia aumentar a depuração do escitalopram.

    O que fazer: Considerar a possibilidade de aumento da depuração do escitalopram se forem coadministrados; vigiar a resposta clínica.

  • Escitalopram + metoprolol

    Escitalopram pode aumentar as concentrações plasmáticas de metoprolol.

    O que fazer: Não são necessários ajustes de dose de rotina; considerar vigilância clínica em pacientes com doença respiratória reativa.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos escitalopram interage?
Na nossa base, escitalopram tem 142 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, fenelzina, linezolida, moclobemida, pimozida, rasagilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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