Interações de fluvoxamina
Fluvoxamina tem 120 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 8 contraindicadas, 75 graves e 37 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: ISRS, Antidepressivos. ATC N06AB08. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada8 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Fluvoxamina + fenelzina
O uso concomitante de fenelzina com agentes serotoninérgicos é contraindicado.
O que fazer: Não usar fenelzina junto com ISRS ou outros agentes serotoninérgicos.
- Fluvoxamina + linezolida
Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.
O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Fluvoxamina + moclobemida
Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.
O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Fluvoxamina + pimozida
Não usar fluvoxamina junto com pimozida nem tizanidina.
O que fazer: Não associar fluvoxamina com pimozida nem com tizanidina.
- Fluvoxamina + rasagilina
Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.
O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Fluvoxamina + selegilina
Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.
O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Fluvoxamina + tizanidina
Não usar fluvoxamina junto com pimozida nem tizanidina.
O que fazer: Não associar fluvoxamina com pimozida nem com tizanidina.
- Fluvoxamina + tranilcipromina
Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.
O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
Grave75 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Fluvoxamina + acenocumarol
Fluvoxamina inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + alprazolam
Deve-se evitar ou reduzir a dose de alprazolam quando associado a inibidores moderados ou fracos do CYP3A4, como fluvoxamina ou eritromicina.
O que fazer: Evitar o uso concomitante e considerar uma redução de dose apropriada de alprazolam quando coadministrado com um inibidor moderado ou fraco do CYP3A4.
- Fluvoxamina + amitriptilina
O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.
- Fluvoxamina + aripiprazol
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + bosentana
Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.
O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.
- Fluvoxamina + budesonida
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + buprenorfina
O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.
- Fluvoxamina + bupropiona
A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.
O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.
- Fluvoxamina + carbamazepina
Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.
O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.
- Fluvoxamina + ciclobenzaprina
risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos
O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose
- Fluvoxamina + ciclosporina
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ciclosporina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ciclosporina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + cilostazol
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Fluvoxamina + citalopram
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.
- Fluvoxamina + clomipramina
O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Fluvoxamina + clopidogrel
Os ISRS e IRSN podem aumentar o risco de sangramento com clopidogrel.
O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de sangramento.
- Fluvoxamina + clozapina
Os inibidores fortes do CYP1A2 aumentam muito as concentrações de clozapina.
O que fazer: Reduzir a dose de clozapina para um terço da dose original ao coadministrar; restaurá-la ao suspender o inibidor.
- Fluvoxamina + codeína
O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Fluvoxamina + colchicina
Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.
O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.
- Fluvoxamina + deflazacorte
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + desvenlafaxina
O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.
- Fluvoxamina + diazepam
Não se recomenda coadministrar fluvoxamina com diazepam.
O que fazer: Evitar a coadministração de fluvoxamina e diazepam.
- Fluvoxamina + domperidona
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + dronedarona
A dronedarona pode aumentar a exposição a outros substratos do CYP2D6, incluindo antidepressivos tricíclicos e ISRS.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos e ajustar a dose, se necessário.
- Fluvoxamina + duloxetina
O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Fluvoxamina + edoxabana
Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Fluvoxamina + eletriptana
O uso concomitante de eletriptana com ISRS, IRSN, antidepressivos tricíclicos ou IMAO aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender a eletriptana se houver suspeita.
- Fluvoxamina + eplerenona
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Fluvoxamina + ergotamina
Os inibidores menos potentes do CYP3A4 (fluconazol, fluoxetina, fluvoxamina, metronidazol) implicam risco potencial de toxicidade grave, incluindo vasoespasmo, com ergotamina.
O que fazer: Usar com cautela; considerar o efeito desses medicamentos sobre o CYP3A4 antes de associá-los à ergotamina.
- Fluvoxamina + escitalopram
Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.
O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.
- Fluvoxamina + everolimo
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + fenitoína
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Fluvoxamina + fentanila
Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Fluvoxamina + fluoxetina
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.
O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.
- Fluvoxamina + fluticasona
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + hidromorfona
O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Fluvoxamina + imipramina
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + indometacina
Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.
- Fluvoxamina + ivabradina
Deve-se evitar o uso de ivabradina com inibidores moderados do CYP3A4.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de inibidores moderados do CYP3A4.
- Fluvoxamina + lítio
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + lovastatina
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de lovastatina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de lovastatina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + lurasidona
Os inibidores moderados do CYP3A4 aumentam a exposição à lurasidona.
O que fazer: Reduzir a dose de lurasidona à metade quando usada junto com um inibidor moderado do CYP3A4 (p. ex., diltiazem, atazanavir, eritromicina, fluconazol, verapamil).
- Fluvoxamina + metadona
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + midazolam
A fluvoxamina reduz a depuração de benzodiazepínicos metabolizados por oxidação hepática.
O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.
- Fluvoxamina + mirtazapina
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Fluvoxamina + morfina
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.
- Fluvoxamina + moxifloxacino
Outros medicamentos que prolongam o intervalo QT, como eritromicina, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos, aumentam o risco de arritmia com moxifloxacino.
O que fazer: Evitar a associação ou usar com extrema precaução, com monitoramento do ECG.
- Fluvoxamina + nortriptilina
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + olanzapina
A fluvoxamina aumenta acentuadamente as concentrações plasmáticas de olanzapina.
O que fazer: Considerar doses mais baixas de olanzapina em pacientes que recebem fluvoxamina.
- Fluvoxamina + ondansetrona
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com ondansetrona.
O que fazer: Monitorar o aparecimento de síndrome serotoninérgica durante o uso concomitante; se surgirem sintomas, suspender a ondansetrona e iniciar tratamento de suporte.
- Fluvoxamina + oxicodona
O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Fluvoxamina + paroxetina
Fluvoxamina e paroxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Fluvoxamina + petidina
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + prometazina
A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.
O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.
- Fluvoxamina + quetiapina
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de quetiapina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de quetiapina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + ranolazina
Limitar a dose de ranolazina com inibidores moderados do CYP3A.
O que fazer: Limitar a dose de ranolazina a 500 mg duas vezes ao dia com inibidores moderados do CYP3A, como diltiazem, verapamil, eritromicina ou fluconazol.
- Fluvoxamina + rizatriptana
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + salmeterol
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de salmeterol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de salmeterol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + sertralina
O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Fluvoxamina + sinvastatina
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de sinvastatina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de sinvastatina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + sirolimo
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de sirolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de sirolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + sumatriptana
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + tacrolimo
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de tacrolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de tacrolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + tapentadol
O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Fluvoxamina + teofilina
A fluvoxamina reduz acentuadamente a depuração da teofilina.
O que fazer: Se a teofilina for coadministrada, reduzir sua dose a um terço da habitual e monitorar suas concentrações plasmáticas.
- Fluvoxamina + ticagrelor
Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + tramadol
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Fluvoxamina + trazodona
A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Fluvoxamina + triazolam
A fluvoxamina reduz a depuração de benzodiazepínicos metabolizados por oxidação hepática.
O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.
- Fluvoxamina + vardenafila
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.
O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.
- Fluvoxamina + venlafaxina
Fluvoxamina e venlafaxina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Fluvoxamina + voriconazol
Fluvoxamina inibe o CYP2C19 e pode elevar de forma importante os níveis de voriconazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de voriconazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Fluvoxamina + vortioxetina
Fluvoxamina e vortioxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Fluvoxamina + varfarina
A fluvoxamina aumenta as concentrações plasmáticas de varfarina e prolonga o tempo de protrombina.
O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e ajustar a dose de varfarina.
- Fluvoxamina + ziprasidona
Risco aumentado de síndrome serotoninérgica ao associar ziprasidona a outros medicamentos serotoninérgicos.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, informar o paciente e vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender ambos os medicamentos se surgirem sintomas.
- Fluvoxamina + zolmitriptana
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
Moderada37 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Fluvoxamina + ácido acetilsalicílico
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + apixabana
Apixabana e fluvoxamina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Fluvoxamina + carisoprodol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.
O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.
- Fluvoxamina + carvedilol
A amiodarona e outros inibidores do CYP2C9 aumentam a atividade betabloqueadora do carvedilol.
O que fazer: Vigiar sinais de bradicardia ou bloqueio cardíaco, especialmente ao adicionar um destes medicamentos a um tratamento já estabelecido com o outro.
- Fluvoxamina + celecoxibe
Os ISRS e os IRSN aumentam o risco de sangramento com celecoxibe.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.
- Fluvoxamina + clobazam
Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.
O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.
- Fluvoxamina + clonidina
Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.
- Fluvoxamina + dabigatrana
Dabigatrana e fluvoxamina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Fluvoxamina + dexcetoprofeno
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + dextrometorfano
Fluvoxamina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Fluvoxamina + diclofenaco
O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.
- Fluvoxamina + enoxaparina
Enoxaparina e fluvoxamina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Fluvoxamina + esomeprazol
Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de esomeprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de esomeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.
- Fluvoxamina + etoricoxibe
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + haloperidol
Os inibidores do CYP3A4 e/ou do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de haloperidol.
O que fazer: Vigiar sinais de efeito farmacológico aumentado ou prolongado do haloperidol; considerar reduzir a dose de haloperidol, se necessário.
- Fluvoxamina + heparina
Fluvoxamina e heparina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Fluvoxamina + ibuprofeno
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + itraconazol
O itraconazol pode aumentar as concentrações de venlafaxina e de outros antidepressivos.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo.
- Fluvoxamina + cetoprofeno
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + cetorolaco
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + lansoprazol
Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de lansoprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de lansoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.
- Fluvoxamina + lorazepam
O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.
O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.
- Fluvoxamina + meloxicam
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + metoclopramida
Fluvoxamina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Fluvoxamina + metoprolol
Fluvoxamina aumenta as concentrações plasmáticas de propranolol e metoprolol.
O que fazer: Reduzir a dose inicial de propranolol ou metoprolol e titular com mais cautela ao coadministrar com fluvoxamina.
- Fluvoxamina + naproxeno
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + nimesulida
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + omeprazol
Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de omeprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de omeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.
- Fluvoxamina + pantoprazol
Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de pantoprazol.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de pantoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.
- Fluvoxamina + piroxicam
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Fluvoxamina + prasugrel
Fluvoxamina e prasugrel aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Fluvoxamina + propafenona
Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP1A2 e pode aumentar os níveis de propafenona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de propafenona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP1A2; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.
- Fluvoxamina + propranolol
Fluvoxamina aumenta as concentrações plasmáticas de propranolol e metoprolol.
O que fazer: Reduzir a dose inicial de propranolol ou metoprolol e titular com mais cautela ao coadministrar com fluvoxamina.
- Fluvoxamina + rivaroxabana
Fluvoxamina e rivaroxabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Fluvoxamina + terbinafina
A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.
O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.
- Fluvoxamina + tofacitinibe
os inibidores moderados do CYP3A4 associados a inibidores potentes do CYP2C19 aumentam a exposição ao tofacitinibe
O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula
- Fluvoxamina + torasemida
Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos fluvoxamina interage?
- Na nossa base, fluvoxamina tem 120 interações documentadas; as mais graves são com fenelzina, linezolida, moclobemida, pimozida, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso fluvoxamina com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com fluvoxamina já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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