Interações de fluvoxamina

Fluvoxamina tem 120 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 8 contraindicadas, 75 graves e 37 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: ISRS, Antidepressivos. ATC N06AB08. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada8 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Fluvoxamina + fenelzina

    O uso concomitante de fenelzina com agentes serotoninérgicos é contraindicado.

    O que fazer: Não usar fenelzina junto com ISRS ou outros agentes serotoninérgicos.

  • Fluvoxamina + linezolida

    Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.

    O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.

  • Fluvoxamina + moclobemida

    Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.

    O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.

  • Fluvoxamina + pimozida

    Não usar fluvoxamina junto com pimozida nem tizanidina.

    O que fazer: Não associar fluvoxamina com pimozida nem com tizanidina.

  • Fluvoxamina + rasagilina

    Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.

    O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.

  • Fluvoxamina + selegilina

    Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.

    O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.

  • Fluvoxamina + tizanidina

    Não usar fluvoxamina junto com pimozida nem tizanidina.

    O que fazer: Não associar fluvoxamina com pimozida nem com tizanidina.

  • Fluvoxamina + tranilcipromina

    Não usar fluvoxamina junto com IMAO nem nos 14 dias após sua suspensão.

    O que fazer: Não usar IMAO destinados a transtornos psiquiátricos com fluvoxamina nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.

Grave75 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Fluvoxamina + acenocumarol

    Fluvoxamina inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + alprazolam

    Deve-se evitar ou reduzir a dose de alprazolam quando associado a inibidores moderados ou fracos do CYP3A4, como fluvoxamina ou eritromicina.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante e considerar uma redução de dose apropriada de alprazolam quando coadministrado com um inibidor moderado ou fraco do CYP3A4.

  • Fluvoxamina + amitriptilina

    O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.

  • Fluvoxamina + aripiprazol

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Fluvoxamina + budesonida

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + buprenorfina

    O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.

  • Fluvoxamina + bupropiona

    A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.

    O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.

  • Fluvoxamina + carbamazepina

    Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.

    O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.

  • Fluvoxamina + ciclobenzaprina

    risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos

    O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose

  • Fluvoxamina + ciclosporina

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ciclosporina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ciclosporina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + cilostazol

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.

    O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.

  • Fluvoxamina + citalopram

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.

  • Fluvoxamina + clomipramina

    O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + clopidogrel

    Os ISRS e IRSN podem aumentar o risco de sangramento com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de sangramento.

  • Fluvoxamina + clozapina

    Os inibidores fortes do CYP1A2 aumentam muito as concentrações de clozapina.

    O que fazer: Reduzir a dose de clozapina para um terço da dose original ao coadministrar; restaurá-la ao suspender o inibidor.

  • Fluvoxamina + codeína

    O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Fluvoxamina + colchicina

    Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.

    O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.

  • Fluvoxamina + deflazacorte

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de deflazacorte, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de deflazacorte conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + desvenlafaxina

    O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.

  • Fluvoxamina + diazepam

    Não se recomenda coadministrar fluvoxamina com diazepam.

    O que fazer: Evitar a coadministração de fluvoxamina e diazepam.

  • Fluvoxamina + domperidona

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + dronedarona

    A dronedarona pode aumentar a exposição a outros substratos do CYP2D6, incluindo antidepressivos tricíclicos e ISRS.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos e ajustar a dose, se necessário.

  • Fluvoxamina + duloxetina

    O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Fluvoxamina + edoxabana

    Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Fluvoxamina + eletriptana

    O uso concomitante de eletriptana com ISRS, IRSN, antidepressivos tricíclicos ou IMAO aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender a eletriptana se houver suspeita.

  • Fluvoxamina + eplerenona

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Fluvoxamina + ergotamina

    Os inibidores menos potentes do CYP3A4 (fluconazol, fluoxetina, fluvoxamina, metronidazol) implicam risco potencial de toxicidade grave, incluindo vasoespasmo, com ergotamina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar o efeito desses medicamentos sobre o CYP3A4 antes de associá-los à ergotamina.

  • Fluvoxamina + escitalopram

    Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.

  • Fluvoxamina + everolimo

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de everolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de everolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + fenitoína

    Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.

    O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.

  • Fluvoxamina + fentanila

    Os medicamentos serotoninérgicos associados à fentanila podem causar síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente, sobretudo ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose; suspender a fentanila se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fluvoxamina + fluoxetina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com fluoxetina.

    O que fazer: Avaliar risco-benefício antes de associar; se usados em conjunto, vigiar o aparecimento de síndrome serotoninérgica e suspender se surgirem sintomas.

  • Fluvoxamina + fluticasona

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + hidromorfona

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Fluvoxamina + imipramina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + indometacina

    Aumenta o risco de sangramento, incluindo sangramento grave, ao associar indometacina com anticoagulantes, antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Fluvoxamina + ivabradina

    Deve-se evitar o uso de ivabradina com inibidores moderados do CYP3A4.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de inibidores moderados do CYP3A4.

  • Fluvoxamina + lítio

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + lovastatina

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de lovastatina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de lovastatina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + lurasidona

    Os inibidores moderados do CYP3A4 aumentam a exposição à lurasidona.

    O que fazer: Reduzir a dose de lurasidona à metade quando usada junto com um inibidor moderado do CYP3A4 (p. ex., diltiazem, atazanavir, eritromicina, fluconazol, verapamil).

  • Fluvoxamina + metadona

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + midazolam

    A fluvoxamina reduz a depuração de benzodiazepínicos metabolizados por oxidação hepática.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Fluvoxamina + mirtazapina

    O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Fluvoxamina + morfina

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.

  • Fluvoxamina + moxifloxacino

    Outros medicamentos que prolongam o intervalo QT, como eritromicina, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos, aumentam o risco de arritmia com moxifloxacino.

    O que fazer: Evitar a associação ou usar com extrema precaução, com monitoramento do ECG.

  • Fluvoxamina + nortriptilina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + olanzapina

    A fluvoxamina aumenta acentuadamente as concentrações plasmáticas de olanzapina.

    O que fazer: Considerar doses mais baixas de olanzapina em pacientes que recebem fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + ondansetrona

    Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar o aparecimento de síndrome serotoninérgica durante o uso concomitante; se surgirem sintomas, suspender a ondansetrona e iniciar tratamento de suporte.

  • Fluvoxamina + oxicodona

    O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.

  • Fluvoxamina + paroxetina

    Fluvoxamina e paroxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Fluvoxamina + petidina

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + prometazina

    A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.

    O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.

  • Fluvoxamina + quetiapina

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de quetiapina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de quetiapina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + ranolazina

    Limitar a dose de ranolazina com inibidores moderados do CYP3A.

    O que fazer: Limitar a dose de ranolazina a 500 mg duas vezes ao dia com inibidores moderados do CYP3A, como diltiazem, verapamil, eritromicina ou fluconazol.

  • Fluvoxamina + rizatriptana

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + salmeterol

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de salmeterol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de salmeterol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + sertralina

    O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + sinvastatina

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de sinvastatina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de sinvastatina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + sirolimo

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de sirolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de sirolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + sumatriptana

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + tacrolimo

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de tacrolimo, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de tacrolimo conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + tapentadol

    O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.

  • Fluvoxamina + teofilina

    A fluvoxamina reduz acentuadamente a depuração da teofilina.

    O que fazer: Se a teofilina for coadministrada, reduzir sua dose a um terço da habitual e monitorar suas concentrações plasmáticas.

  • Fluvoxamina + ticagrelor

    Fluvoxamina inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + tramadol

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

  • Fluvoxamina + trazodona

    A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.

  • Fluvoxamina + triazolam

    A fluvoxamina reduz a depuração de benzodiazepínicos metabolizados por oxidação hepática.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose do benzodiazepínico.

  • Fluvoxamina + vardenafila

    Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.

    O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.

  • Fluvoxamina + venlafaxina

    Fluvoxamina e venlafaxina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Fluvoxamina + voriconazol

    Fluvoxamina inibe o CYP2C19 e pode elevar de forma importante os níveis de voriconazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de voriconazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Fluvoxamina + vortioxetina

    Fluvoxamina e vortioxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Fluvoxamina + varfarina

    A fluvoxamina aumenta as concentrações plasmáticas de varfarina e prolonga o tempo de protrombina.

    O que fazer: Monitorar o tempo de protrombina e ajustar a dose de varfarina.

  • Fluvoxamina + ziprasidona

    Risco aumentado de síndrome serotoninérgica ao associar ziprasidona a outros medicamentos serotoninérgicos.

    O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, informar o paciente e vigiar sinais de síndrome serotoninérgica; suspender ambos os medicamentos se surgirem sintomas.

  • Fluvoxamina + zolmitriptana

    O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.

Moderada37 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Fluvoxamina + ácido acetilsalicílico

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + apixabana

    Apixabana e fluvoxamina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluvoxamina + carisoprodol

    Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao carisoprodol e diminuem a de seu metabólito meprobamato.

    O que fazer: Levar em conta a possível mudança na exposição ao associar inibidores do CYP2C19, como omeprazol ou fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + carvedilol

    A amiodarona e outros inibidores do CYP2C9 aumentam a atividade betabloqueadora do carvedilol.

    O que fazer: Vigiar sinais de bradicardia ou bloqueio cardíaco, especialmente ao adicionar um destes medicamentos a um tratamento já estabelecido com o outro.

  • Fluvoxamina + celecoxibe

    Os ISRS e os IRSN aumentam o risco de sangramento com celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Fluvoxamina + clobazam

    Os inibidores do CYP2C19 (fluconazol, fluvoxamina, omeprazol) aumentam a exposição ao metabólito ativo do clobazam.

    O que fazer: Ajustar a dose de clobazam quando coadministrado com inibidores fortes ou moderados do CYP2C19.

  • Fluvoxamina + clonidina

    Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.

  • Fluvoxamina + dabigatrana

    Dabigatrana e fluvoxamina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluvoxamina + dexcetoprofeno

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + dextrometorfano

    Fluvoxamina e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Fluvoxamina + diclofenaco

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Fluvoxamina + enoxaparina

    Enoxaparina e fluvoxamina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluvoxamina + esomeprazol

    Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de esomeprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de esomeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + etoricoxibe

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + haloperidol

    Os inibidores do CYP3A4 e/ou do CYP2D6 aumentam as concentrações plasmáticas de haloperidol.

    O que fazer: Vigiar sinais de efeito farmacológico aumentado ou prolongado do haloperidol; considerar reduzir a dose de haloperidol, se necessário.

  • Fluvoxamina + heparina

    Fluvoxamina e heparina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluvoxamina + ibuprofeno

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + itraconazol

    O itraconazol pode aumentar as concentrações de venlafaxina e de outros antidepressivos.

    O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo.

  • Fluvoxamina + cetoprofeno

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + cetorolaco

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + lansoprazol

    Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de lansoprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de lansoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + lorazepam

    O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.

    O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.

  • Fluvoxamina + meloxicam

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + metoclopramida

    Fluvoxamina e metoclopramida aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.

    O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.

  • Fluvoxamina + metoprolol

    Fluvoxamina aumenta as concentrações plasmáticas de propranolol e metoprolol.

    O que fazer: Reduzir a dose inicial de propranolol ou metoprolol e titular com mais cautela ao coadministrar com fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + naproxeno

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + nimesulida

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + omeprazol

    Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de omeprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de omeprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + pantoprazol

    Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP2C19 e pode aumentar os níveis de pantoprazol.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de pantoprazol ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP2C19; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + piroxicam

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Fluvoxamina + prasugrel

    Fluvoxamina e prasugrel aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluvoxamina + propafenona

    Fluvoxamina inibe de forma potente o CYP1A2 e pode aumentar os níveis de propafenona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de propafenona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP1A2; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + propranolol

    Fluvoxamina aumenta as concentrações plasmáticas de propranolol e metoprolol.

    O que fazer: Reduzir a dose inicial de propranolol ou metoprolol e titular com mais cautela ao coadministrar com fluvoxamina.

  • Fluvoxamina + rivaroxabana

    Fluvoxamina e rivaroxabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Fluvoxamina + terbinafina

    A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.

  • Fluvoxamina + tofacitinibe

    os inibidores moderados do CYP3A4 associados a inibidores potentes do CYP2C19 aumentam a exposição ao tofacitinibe

    O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula

  • Fluvoxamina + torasemida

    Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos fluvoxamina interage?
Na nossa base, fluvoxamina tem 120 interações documentadas; as mais graves são com fenelzina, linezolida, moclobemida, pimozida, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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