Interações de abiraterona
Abiraterona tem 76 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 18 graves e 58 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Antineoplásicos, Antiandrogênicos. ATC L02BX03. Também chamado: acetato de abiraterona. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Grave18 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Abiraterona + amitriptilina
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + aripiprazol
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + atomoxetina
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de atomoxetina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de atomoxetina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + carbamazepina
Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.
O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.
- Abiraterona + clomipramina
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de clomipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de clomipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + enzalutamida
Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.
O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.
- Abiraterona + fenitoína
Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.
O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.
- Abiraterona + fenobarbital
Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.
O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.
- Abiraterona + flecainida
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + imipramina
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + nortriptilina
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de nortriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de nortriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + pimozida
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + pioglitazona
Abiraterona com tiazolidinedionas ou repaglinida pode causar hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético, se necessário.
- Abiraterona + propafenona
Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de propafenona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de propafenona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Abiraterona + repaglinida
Abiraterona com tiazolidinedionas ou repaglinida pode causar hipoglicemia grave.
O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético, se necessário.
- Abiraterona + rifampicina
Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.
O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.
- Abiraterona + tamoxifeno
A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.
O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.
- Abiraterona + zidovudina
Os agentes citotóxicos ou supressores da medula óssea podem aumentar a toxicidade hematológica da zidovudina.
O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência; considerar ajustar a dose de zidovudina se surgir toxicidade hematológica.
Moderada58 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Abiraterona + alendronato
O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.
O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.
- Abiraterona + alopurinol
O alopurinol aumenta o risco de mielossupressão associado a agentes citotóxicos.
O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência e realizar acompanhamento médico regular.
- Abiraterona + amiodarona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + atazanavir
Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.
- Abiraterona + azitromicina
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + bosentana
Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Abiraterona + ciprofloxacino
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + citalopram
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + claritromicina
Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.
- Abiraterona + cloroquina
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + clorpromazina
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + cobicistate
Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.
- Abiraterona + codeína
Abiraterona inibe o CYP2D6, a enzima que converte codeína em sua forma ativa: codeína pode perder eficácia.
O que fazer: Preferir uma alternativa a abiraterona que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a codeína que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.
- Abiraterona + colestiramina
Colestiramina pode reduzir a absorção de abiraterona.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente abiraterona 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de abiraterona.
- Abiraterona + dapagliflozina
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + darunavir
Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.
- Abiraterona + dextrometorfano
A abiraterona aumenta as concentrações de dextrometorfano.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar toxicidade; evitar com substratos do CYP2D6 de margem terapêutica estreita.
- Abiraterona + digoxina
Abiraterona pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.
O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.
- Abiraterona + domperidona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + donepezila
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + dronedarona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + efavirenz
Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.
- Abiraterona + empagliflozina
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + eritromicina
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + escitalopram
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + fluconazol
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + glibenclamida
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + gliclazida
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + glimepirida
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + glipizida
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + haloperidol
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por haloperidol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + hidroxicloroquina
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + insulina
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + itraconazol
Itraconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender itraconazol.
- Abiraterona + cetoconazol
Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.
- Abiraterona + levofloxacino
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + linagliptina
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + liraglutida
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + mercaptopurina
O uso concomitante de mercaptopurina com outros medicamentos mielossupressores pode aumentar a mielossupressão.
O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência e ajustar a dose conforme necessário.
- Abiraterona + metadona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Abiraterona + metformina
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + moxifloxacino
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por moxifloxacino.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + nevirapina
Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.
- Abiraterona + ondansetrona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + orlistate
Orlistate pode reduzir a absorção de abiraterona.
O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente abiraterona 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de abiraterona.
- Abiraterona + posaconazol
Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.
- Abiraterona + rifabutina
Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.
- Abiraterona + ritonavir
Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.
- Abiraterona + semaglutida
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + sitagliptina
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + sotalol
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + sulpirida
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Abiraterona + tramadol
Abiraterona inibe o CYP2D6, a enzima que converte tramadol em sua forma ativa: tramadol pode perder eficácia.
O que fazer: Preferir uma alternativa a abiraterona que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tramadol que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.
- Abiraterona + verapamil
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Abiraterona + vildagliptina
A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.
O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.
- Abiraterona + voriconazol
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Abiraterona + ziprasidona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ziprasidona.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos abiraterona interage?
- Na nossa base, abiraterona tem 76 interações documentadas; as mais graves são com amitriptilina, aripiprazol, atomoxetina, carbamazepina, clomipramina, enzalutamida. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso abiraterona com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com abiraterona já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
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