Interações de abiraterona

Abiraterona tem 76 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 18 graves e 58 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antineoplásicos, Antiandrogênicos. ATC L02BX03. Também chamado: acetato de abiraterona. Bula da FDA (em inglês)

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Grave18 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Abiraterona + amitriptilina

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + aripiprazol

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + atomoxetina

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de atomoxetina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de atomoxetina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + carbamazepina

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Abiraterona + clomipramina

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de clomipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de clomipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + enzalutamida

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Abiraterona + fenitoína

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Abiraterona + fenobarbital

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Abiraterona + flecainida

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + imipramina

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + nortriptilina

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de nortriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de nortriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + pimozida

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + pioglitazona

    Abiraterona com tiazolidinedionas ou repaglinida pode causar hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético, se necessário.

  • Abiraterona + propafenona

    Abiraterona inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de propafenona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de propafenona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Abiraterona + repaglinida

    Abiraterona com tiazolidinedionas ou repaglinida pode causar hipoglicemia grave.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético, se necessário.

  • Abiraterona + rifampicina

    Evitar indutores fortes do CYP3A4, como a rifampicina, com abiraterona.

    O que fazer: Evitar os indutores fortes do CYP3A4; se for imprescindível usá-los, aumentar a frequência de administração da abiraterona.

  • Abiraterona + tamoxifeno

    A quimioterapia concomitante aumenta ainda mais o risco de eventos tromboembólicos com tamoxifeno.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente os riscos e benefícios em pacientes com antecedentes de eventos tromboembólicos quando se coadministra quimioterapia.

  • Abiraterona + zidovudina

    Os agentes citotóxicos ou supressores da medula óssea podem aumentar a toxicidade hematológica da zidovudina.

    O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência; considerar ajustar a dose de zidovudina se surgir toxicidade hematológica.

Moderada58 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Abiraterona + alendronato

    O tratamento concomitante com corticoides ou quimioterapia aumenta o risco de osteonecrose da mandíbula durante o tratamento com alendronato.

    O que fazer: Redobrar a vigilância da saúde dental em pacientes com câncer ou em quimioterapia ou corticoides que recebem alendronato.

  • Abiraterona + alopurinol

    O alopurinol aumenta o risco de mielossupressão associado a agentes citotóxicos.

    O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência e realizar acompanhamento médico regular.

  • Abiraterona + amiodarona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + atazanavir

    Atazanavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender atazanavir.

  • Abiraterona + azitromicina

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Abiraterona + ciprofloxacino

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + citalopram

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + claritromicina

    Claritromicina inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender claritromicina.

  • Abiraterona + cloroquina

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + clorpromazina

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por clorpromazina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + cobicistate

    Cobicistate inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cobicistate.

  • Abiraterona + codeína

    Abiraterona inibe o CYP2D6, a enzima que converte codeína em sua forma ativa: codeína pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a abiraterona que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a codeína que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Abiraterona + colestiramina

    Colestiramina pode reduzir a absorção de abiraterona.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente abiraterona 4 horas antes de colestiramina) e monitorar a resposta ou os níveis de abiraterona.

  • Abiraterona + dapagliflozina

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + darunavir

    Darunavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender darunavir.

  • Abiraterona + dextrometorfano

    A abiraterona aumenta as concentrações de dextrometorfano.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar toxicidade; evitar com substratos do CYP2D6 de margem terapêutica estreita.

  • Abiraterona + digoxina

    Abiraterona pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Abiraterona + domperidona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + donepezila

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + dronedarona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + efavirenz

    Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.

  • Abiraterona + empagliflozina

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + eritromicina

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + escitalopram

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + fluconazol

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + glibenclamida

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + gliclazida

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + glimepirida

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + glipizida

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + haloperidol

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por haloperidol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + hidroxicloroquina

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + insulina

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + itraconazol

    Itraconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender itraconazol.

  • Abiraterona + cetoconazol

    Cetoconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender cetoconazol.

  • Abiraterona + levofloxacino

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + linagliptina

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + liraglutida

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + mercaptopurina

    O uso concomitante de mercaptopurina com outros medicamentos mielossupressores pode aumentar a mielossupressão.

    O que fazer: Monitorar o hemograma com maior frequência e ajustar a dose conforme necessário.

  • Abiraterona + metadona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Abiraterona + metformina

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + moxifloxacino

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por moxifloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + nevirapina

    Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.

  • Abiraterona + ondansetrona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + orlistate

    Orlistate pode reduzir a absorção de abiraterona.

    O que fazer: Separar as tomadas (habitualmente abiraterona 4 horas antes de orlistate) e monitorar a resposta ou os níveis de abiraterona.

  • Abiraterona + posaconazol

    Posaconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender posaconazol.

  • Abiraterona + rifabutina

    Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de abiraterona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se abiraterona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de abiraterona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.

  • Abiraterona + ritonavir

    Ritonavir inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender ritonavir.

  • Abiraterona + semaglutida

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + sitagliptina

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + sotalol

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + sulpirida

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Abiraterona + tramadol

    Abiraterona inibe o CYP2D6, a enzima que converte tramadol em sua forma ativa: tramadol pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a abiraterona que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tramadol que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Abiraterona + verapamil

    Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.

  • Abiraterona + vildagliptina

    A abiraterona pode alterar o controle glicêmico em pacientes com diabetes tratados com antidiabéticos.

    O que fazer: Monitorar a glicemia e avaliar se é necessário ajustar a dose do antidiabético.

  • Abiraterona + voriconazol

    Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de abiraterona.

    O que fazer: Avaliar reduzir a dose de abiraterona ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.

  • Abiraterona + ziprasidona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ziprasidona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos abiraterona interage?
Na nossa base, abiraterona tem 76 interações documentadas; as mais graves são com amitriptilina, aripiprazol, atomoxetina, carbamazepina, clomipramina, enzalutamida. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso abiraterona com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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