Interações de amiodarona

Amiodarona tem 133 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 5 contraindicadas, 51 graves, 76 moderadas e 1 leve. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Antiarrítmicos. ATC C01BD01. Também chamado: cloridrato de amiodarona. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada5 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Amiodarona + atazanavir

    Contraindicada a associação de atazanavir com ritonavir e amiodarona.

    O que fazer: Não usar amiodarona junto com atazanavir potencializado com ritonavir.

  • Amiodarona + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Amiodarona + ritonavir

    Ritonavir com esses antiarrítmicos é contraindicado pelo risco de arritmias cardíacas.

    O que fazer: Não usar a associação.

  • Amiodarona + voriconazol

    A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.

    O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.

  • Amiodarona + ziprasidona

    Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.

Grave51 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Amiodarona + acenocumarol

    Amiodarona inibe o CYP2C9 e pode elevar de forma importante os níveis de acenocumarol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de acenocumarol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Amiodarona + azitromicina

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + bosentana

    Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.

    O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.

  • Amiodarona + ciclosporina

    A amiodarona eleva as concentrações de ciclosporina com risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de ciclosporina e a função renal; ajustar a dose.

  • Amiodarona + ciprofloxacino

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + citalopram

    O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + claritromicina

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + cloroquina

    A cloroquina associada a outros medicamentos arritmogênicos, como amiodarona ou moxifloxacino, aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação de cloroquina com outros medicamentos arritmogênicos, como amiodarona ou moxifloxacino; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + clorpromazina

    Amiodarona e clorpromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + codeína

    Os inibidores do CYP2D6 reduzem a formação de morfina a partir da codeína, com risco de perda de eficácia ou abstinência; sua suspensão pode causar depressão respiratória grave.

    O que fazer: Se o uso conjunto for necessário, monitorar a eficácia e sinais de abstinência; ao suspender o inibidor, considerar reduzir a dose de codeína e vigiar sinais de depressão respiratória.

  • Amiodarona + colchicina

    Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.

    O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.

  • Amiodarona + dabigatrana

    Deve-se evitar o uso concomitante de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave.

    O que fazer: Evitar o uso de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr 15-30 mL/min).

  • Amiodarona + digoxina

    A amiodarona aumenta acentuadamente as concentrações séricas de digoxina.

    O que fazer: Reduzir a dose do digitálico em aproximadamente 50% ou suspendê-lo; monitorar os níveis séricos.

  • Amiodarona + diltiazem

    Risco de bradicardia grave, parada sinusal ou bloqueio AV com betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar marca-passo se houver bradicardia grave ou parada sinusal.

  • Amiodarona + domperidona

    Amiodarona e domperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + donepezila

    Amiodarona e donepezila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + edoxabana

    Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Amiodarona + eritromicina

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + escitalopram

    Amiodarona e escitalopram prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + fenitoína

    Interação bidirecional entre amiodarona e fenitoína.

    O que fazer: Monitorar as concentrações plasmáticas e ajustar as doses conforme necessário.

  • Amiodarona + flecainida

    a amiodarona aumenta acentuadamente as concentrações de flecainida

    O que fazer: reduzir a dose de flecainida ao acrescentar amiodarona

  • Amiodarona + fluconazol

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + fluoxetina

    Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.

  • Amiodarona + formoterol

    Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.

    O que fazer: Usar com extrema cautela.

  • Amiodarona + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Amiodarona + haloperidol

    O uso concomitante de haloperidol com medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; monitorar o ECG e os eletrólitos.

  • Amiodarona + hidroxicloroquina

    Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.

  • Amiodarona + itraconazol

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + cetoconazol

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + levofloxacino

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + loperamida

    Deve-se evitar o uso conjunto de loperamida com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antipsicóticos, moxifloxacino ou outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Amiodarona + loratadina

    Risco de prolongamento do intervalo QT com loratadina.

    O que fazer: Evitar a associação ou monitorar o ECG rigorosamente.

  • Amiodarona + lovastatina

    A amiodarona aumenta o risco de miopatia com doses altas de lovastatina.

    O que fazer: Não exceder 40 mg diários de lovastatina; evitar doses maiores, a menos que o benefício supere o risco.

  • Amiodarona + metadona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Amiodarona + moxifloxacino

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + norfloxacino

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + ondansetrona

    Medicamentos que prolongam o intervalo QT exigem monitoramento com ondansetrona.

    O que fazer: Realizar monitoramento eletrocardiográfico em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Amiodarona + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Amiodarona + pimozida

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + posaconazol

    Risco de prolongamento do intervalo QTc com fluoroquinolonas, macrolídeos ou azólicos.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, monitorar o ECG.

  • Amiodarona + propafenona

    Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante.

  • Amiodarona + propranolol

    Risco de bradicardia grave, parada sinusal ou bloqueio AV com betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar marca-passo se houver bradicardia grave ou parada sinusal.

  • Amiodarona + quetiapina

    Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.

  • Amiodarona + sinvastatina

    Risco de miopatia ou rabdomiólise com sinvastatina e amiodarona.

    O que fazer: Limitar a dose de sinvastatina ou considerar uma estatina alternativa.

  • Amiodarona + sotalol

    Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.

  • Amiodarona + sulpirida

    Amiodarona e sulpirida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + tizanidina

    Os inibidores menos potentes do CYP1A2 podem causar hipotensão, bradicardia ou sonolência excessiva com tizanidina.

    O que fazer: Evitar o uso conjunto, a menos que haja necessidade clínica; se necessário, iniciar a tizanidina com dose de 2 mg e aumentar gradualmente conforme a resposta.

  • Amiodarona + trazodona

    Risco de prolongamento do intervalo QT com trazodona.

    O que fazer: Evitar a associação ou monitorar o ECG rigorosamente.

  • Amiodarona + vardenafila

    Deve-se evitar o uso de vardenafila em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar o uso de vardenafila em pacientes que recebem amiodarona ou sotalol.

  • Amiodarona + verapamil

    Risco de bradicardia grave, parada sinusal ou bloqueio AV com betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar marca-passo se houver bradicardia grave ou parada sinusal.

  • Amiodarona + varfarina

    A amiodarona potencializa o efeito anticoagulante da varfarina, com risco de sangramento grave.

    O que fazer: Reduzir a dose de varfarina entre um terço e a metade e monitorar o tempo de protrombina rigorosamente.

Moderada76 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Amiodarona + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + amitriptilina

    Amiodarona e amitriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + apixabana

    Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de apixabana.

    O que fazer: Revisar a bula de apixabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Amiodarona + atenolol

    A amiodarona pode potencializar o efeito cronotrópico negativo do atenolol.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca ao associar amiodarona com atenolol.

  • Amiodarona + atomoxetina

    Amiodarona e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + bictegravir

    Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de bictegravir.

    O que fazer: Revisar a bula de bictegravir: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Amiodarona + bisoprolol

    Usar com precaução bisoprolol junto com verapamil, diltiazem ou outros medicamentos que deprimam a condução AV.

    O que fazer: Usar com precaução; vigiar a frequência cardíaca e a condução AV.

  • Amiodarona + bumetanida

    Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + buprenorfina

    Amiodarona e buprenorfina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + carbamazepina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de amiodarona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se amiodarona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de amiodarona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Amiodarona + carvedilol

    A amiodarona e outros inibidores do CYP2C9 aumentam a atividade betabloqueadora do carvedilol.

    O que fazer: Vigiar sinais de bradicardia ou bloqueio cardíaco, especialmente ao adicionar um destes medicamentos a um tratamento já estabelecido com o outro.

  • Amiodarona + ciclobenzaprina

    Amiodarona e ciclobenzaprina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + clomipramina

    Amiodarona e clomipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + clonidina

    Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.

    O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.

  • Amiodarona + clopidogrel

    A amiodarona pode reduzir a eficácia antiagregante do clopidogrel.

    O que fazer: Vigiar a eficácia antiplaquetária; considerar um antiagregante alternativo, se necessário.

  • Amiodarona + clortalidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + clozapina

    Usar clozapina com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico ao associar com outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Amiodarona + cobicistate

    Antiarrítmicos com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.

  • Amiodarona + colestiramina

    A colestiramina pode reduzir os níveis séricos de amiodarona.

    O que fazer: Monitorar a resposta clínica; pode ser necessário ajustar a dose de amiodarona.

  • Amiodarona + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de digoxina e de outros antiarrítmicos.

    O que fazer: Monitorar as concentrações terapêuticas do antiarrítmico; iniciar digoxina com a menor dose e monitorar seus níveis séricos.

  • Amiodarona + deflazacorte

    Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + dexametasona

    Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + dextrometorfano

    A amiodarona em uso crônico pode alterar o metabolismo do dextrometorfano e do metotrexato.

    O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade durante o uso concomitante prolongado com amiodarona.

  • Amiodarona + duloxetina

    A duloxetina aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 de margem terapêutica estreita, como os antidepressivos tricíclicos e os antiarrítmicos de classe 1C.

    O que fazer: Usar com precaução; monitorar as concentrações plasmáticas do antidepressivo tricíclico e reduzir sua dose, se necessário, ao associá-lo com duloxetina.

  • Amiodarona + efavirenz

    Amiodarona e efavirenz prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de amiodarona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se amiodarona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de amiodarona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Amiodarona + everolimo

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Amiodarona + famotidina

    Amiodarona e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + fenobarbital

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de amiodarona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se amiodarona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de amiodarona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Amiodarona + fentanila

    A fentanila associada à amiodarona pode causar hipotensão e bradicardia.

    O que fazer: Monitorar hemodinamicamente durante o uso concomitante.

  • Amiodarona + fludrocortisona

    Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + hidroclorotiazida

    Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + hidrocortisona

    Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + hidroxizina

    O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.

  • Amiodarona + imipramina

    Amiodarona e imipramina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + indapamida

    Amiodarona e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + ivabradina

    Os medicamentos que diminuem a frequência cardíaca aumentam o risco de bradicardia com ivabradina.

    O que fazer: Monitorar a frequência cardíaca em pacientes que recebem ivabradina junto com outros cronotrópicos negativos.

  • Amiodarona + lacosamida

    Amiodarona e lacosamida reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Amiodarona + levomepromazina

    Amiodarona e levomepromazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + lítio

    Amiodarona e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + meloxicam

    Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.

  • Amiodarona + metilprednisolona

    Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + metoclopramida

    Amiodarona e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + metoprolol

    Amiodarona e metoprolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Amiodarona + metotrexato

    A amiodarona em uso crônico pode alterar o metabolismo do dextrometorfano e do metotrexato.

    O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade durante o uso concomitante prolongado com amiodarona.

  • Amiodarona + metronidazol

    O uso de metronidazol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitoramento eletrocardiográfico quando metronidazol for associado a outros medicamentos que prolongam o QT.

  • Amiodarona + mirtazapina

    Amiodarona e mirtazapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + nebivolol

    Amiodarona e nebivolol reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Amiodarona + nevirapina

    Amiodarona com concentrações possivelmente reduzidas pela nevirapina.

    O que fazer: Não há doses estabelecidas para esta associação; monitorar clinicamente.

  • Amiodarona + nortriptilina

    Amiodarona e nortriptilina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + olanzapina

    Amiodarona e olanzapina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + orlistate

    O orlistate diminui a exposição à amiodarona.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica à amiodarona ao coadministrar com orlistate.

  • Amiodarona + paroxetina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Amiodarona + prednisolona

    Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + prednisona

    Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Amiodarona + prometazina

    Amiodarona e prometazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + ranolazina

    Os inibidores da glicoproteína P, como a ciclosporina, aumentam a exposição à ranolazina.

    O que fazer: Titular a dose de ranolazina conforme a resposta clínica em pacientes tratados com ciclosporina ou outros inibidores predominantes da glicoproteína P.

  • Amiodarona + rifampicina

    A rifampicina reduz as concentrações séricas de amiodarona.

    O que fazer: Monitorar a resposta clínica e considerar ajuste da dose de amiodarona.

  • Amiodarona + risperidona

    Amiodarona e risperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + rivaroxabana

    Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.

    O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Amiodarona + rivastigmina

    Amiodarona e rivastigmina reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Amiodarona + salbutamol

    Amiodarona e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + salmeterol

    Amiodarona e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + sertralina

    Amiodarona e sertralina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + sirolimo

    Amiodarona inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de sirolimo.

    O que fazer: Revisar a bula de sirolimo: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.

  • Amiodarona + solifenacina

    Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.

    O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.

  • Amiodarona + tacrolimo

    Amiodarona, estrogênios, metilprednisolona e metoclopramida podem aumentar as concentrações de tacrolimo.

    O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.

  • Amiodarona + tamoxifeno

    Amiodarona e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

  • Amiodarona + terbinafina

    Os inibidores do CYP2C9 e do CYP3A4, como amiodarona ou cetoconazol, podem aumentar a exposição à terbinafina.

    O que fazer: Monitorar eventos adversos da terbinafina ao associar.

  • Amiodarona + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Amiodarona + torasemida

    Os inibidores do CYP2C9 (amiodarona, fluconazol) diminuem a depuração da torasemida e aumentam suas concentrações plasmáticas.

    O que fazer: Monitorar o efeito diurético e a pressão arterial; ajustar a dose de torasemida, se necessário.

  • Amiodarona + tramadol

    Os inibidores do CYP2D6 (p. ex., amiodarona) aumentam os níveis de tramadol e reduzem os de seu metabólito ativo M1.

    O que fazer: Avaliar o paciente com frequência quanto a convulsões, síndrome serotoninérgica e sinais de abstinência de opioides quando usado junto com um inibidor do CYP2D6.

  • Amiodarona + triazolam

    Ergotamina, ciclosporina, amiodarona e nifedipino podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.

    O que fazer: Precaução ao coadministrar qualquer um desses medicamentos com triazolam.

  • Amiodarona + venlafaxina

    Amiodarona e venlafaxina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.

Leve1 interação leve

Efeito pouco provável ou leve: tê-lo em mente.

  • Amiodarona + levotiroxina

    Amiodarona inibe a conversão periférica de T4 em T3.

    O que fazer: Geralmente não requer ajuste; monitorar os parâmetros tireoidianos.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos amiodarona interage?
Na nossa base, amiodarona tem 133 interações documentadas; as mais graves são com atazanavir, dronedarona, ritonavir, voriconazol, ziprasidona, acenocumarol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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