Interações de lítio
Lítio tem 121 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 9 contraindicadas, 73 graves e 39 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Estabilizadores do humor. ATC N05AN01. Também chamado: Litio, carbonato de litio, carbonato de lítio. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada9 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Lítio + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Lítio + fenelzina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + linezolida
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + moclobemida
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + rasagilina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + selegilina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + tranilcipromina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Lítio + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave73 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Lítio + amilorida
O lítio não deve ser associado à amilorida pelo risco elevado de toxicidade por lítio.
O que fazer: Evitar o uso concomitante; se necessário, monitorar rigorosamente os níveis de lítio.
- Lítio + amitriptilina
O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.
- Lítio + bumetanida
A bumetanida reduz a depuração renal do lítio e aumenta o risco de toxicidade por lítio.
O que fazer: Em geral, evitar a administração conjunta de lítio com bumetanida; se necessária, monitorar rigorosamente a litemia.
- Lítio + candesartana
A candesartana pode aumentar os níveis séricos de lítio e sua toxicidade.
O que fazer: Monitorar os níveis séricos de lítio.
- Lítio + captopril
O uso concomitante com lítio pode aumentar suas concentrações séricas e o risco de toxicidade por lítio.
O que fazer: Coadministrar com precaução e monitorar frequentemente os níveis séricos de lítio.
- Lítio + celecoxibe
O celecoxibe pode aumentar os níveis plasmáticos de lítio.
O que fazer: Monitorar os níveis séricos de lítio e vigiar sinais de toxicidade durante o uso concomitante.
- Lítio + ciclobenzaprina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Lítio + citalopram
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Lítio + clomipramina
O uso concomitante de clomipramina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Lítio + clorpromazina
Risco de uma síndrome encefalopática grave ao associar clorpromazina com lítio.
O que fazer: Vigiar rigorosamente sinais de neurotoxicidade e suspender o tratamento imediatamente se surgirem.
- Lítio + clortalidona
Clortalidona reduz a eliminação renal de lítio e pode levar seus níveis à faixa tóxica.
O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, dosar a litemia 5-7 dias após iniciar ou alterar a dose de clortalidona, reduzir a dose de lítio se necessário e monitorar a função renal e os sintomas.
- Lítio + codeína
O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Lítio + desvenlafaxina
O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.
- Lítio + dexcetoprofeno
Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + dextrometorfano
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + diclofenaco
O diclofenaco pode aumentar as concentrações plasmáticas de lítio e reduzir sua depuração renal.
O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade por lítio ao associá-lo ao diclofenaco.
- Lítio + duloxetina
O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Lítio + eletriptana
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + enalapril
O uso concomitante de lítio e enalapril foi associado a toxicidade por lítio.
O que fazer: Monitorar frequentemente os níveis séricos de lítio se administrado junto com enalapril.
- Lítio + escitalopram
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + etoricoxibe
Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + fentanila
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Lítio + fluvoxamina
O uso concomitante com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica potencialmente fatal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se clinicamente necessária, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose.
- Lítio + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Lítio + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Lítio + furosemida
Evitar a associação de lítio com furosemida.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com lítio.
- Lítio + haloperidol
O uso associado de haloperidol e lítio foi associado a uma síndrome encefalopática com possível dano cerebral irreversível.
O que fazer: Vigiar rigorosamente sinais de neurotoxicidade precoce e suspender o tratamento imediatamente se surgirem.
- Lítio + hidroclorotiazida
Evitar a associação de lítio com hidroclorotiazida.
O que fazer: Evitar a associação; se necessária, monitorar rigorosamente a litemia.
- Lítio + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Lítio + ibuprofeno
O ibuprofeno aumenta os níveis plasmáticos de lítio e reduz sua depuração renal.
O que fazer: Vigiar cuidadosamente o paciente quanto a sinais de toxicidade por lítio ao iniciar, ajustar ou suspender o ibuprofeno; controlar a litemia.
- Lítio + imipramina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + indapamida
Em geral, indapamida com lítio não deve ser usada pelo alto risco de toxicidade por lítio.
O que fazer: Em geral, não administrar diuréticos como a indapamida junto com lítio; se necessário, revisar as informações de prescrição do lítio.
- Lítio + indometacina
A indometacina aumenta os níveis plasmáticos de lítio e reduz sua depuração renal.
O que fazer: Vigiar os níveis séricos de lítio e os sinais de toxicidade durante o uso concomitante.
- Lítio + irbesartana
A irbesartana aumenta as concentrações séricas de lítio e o risco de toxicidade por lítio.
O que fazer: Vigiar os níveis séricos de lítio em pacientes que recebem irbesartana e lítio.
- Lítio + cetoprofeno
O cetoprofeno, como outros AINE, pode elevar os níveis plasmáticos de lítio.
O que fazer: Observar cuidadosamente os pacientes em busca de sinais de toxicidade por lítio quando administrados em conjunto.
- Lítio + cetorolaco
Os AINE, incluindo o cetorolaco, aumentam as concentrações plasmáticas de lítio.
O que fazer: Vigiar os níveis séricos de lítio e os sinais de toxicidade ao iniciar, ajustar ou suspender o cetorolaco.
- Lítio + lisinopril
O lisinopril pode aumentar a toxicidade do lítio.
O que fazer: Monitorar frequentemente os níveis séricos de lítio se administrado junto com lisinopril.
- Lítio + losartana
Risco de toxicidade por lítio ao associá-lo à losartana.
O que fazer: Monitorar os níveis séricos de lítio durante o uso concomitante.
- Lítio + meloxicam
Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + metadona
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + metoclopramida
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + mirtazapina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + morfina
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.
- Lítio + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Lítio + naproxeno
Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + nimesulida
Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + nortriptilina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + olmesartana
O uso concomitante de olmesartana com lítio aumenta o risco de toxicidade por lítio.
O que fazer: Monitorar os níveis séricos de lítio durante o uso concomitante.
- Lítio + ondansetrona
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + paliperidona
Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.
- Lítio + paroxetina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + perindopril
O perindopril pode aumentar os níveis de lítio e causar toxicidade.
O que fazer: Monitorar frequentemente a litemia; levar em conta que o uso de diuréticos aumenta ainda mais o risco.
- Lítio + petidina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + piroxicam
Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + propafenona
Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Lítio + quetiapina
Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos que prolongam o intervalo QTc, pelo risco de arritmias ventriculares graves.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG e corrigir alterações de potássio e magnésio.
- Lítio + ramipril
Lítio com risco de toxicidade aumentado pelo ramipril.
O que fazer: Monitorar frequentemente os níveis séricos de lítio; o risco aumenta se, além disso, for usado um diurético.
- Lítio + rizatriptana
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + sacubitril/valsartana
Sacubitril/valsartana pode aumentar os níveis séricos de lítio e sua toxicidade.
O que fazer: Vigiar os níveis séricos de lítio durante o uso concomitante.
- Lítio + sertralina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + sotalol
Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.
- Lítio + sumatriptana
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + tapentadol
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + telmisartana
A telmisartana pode aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar os níveis séricos de lítio durante o uso concomitante com telmisartana.
- Lítio + torasemida
A torasemida reduz a depuração renal do lítio, com alto risco de toxicidade.
O que fazer: Monitorar periodicamente os níveis de lítio durante a coadministração.
- Lítio + tramadol
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + trazodona
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + valsartana
Os antagonistas do sistema renina-angiotensina aumentam as concentrações séricas de lítio no estado de equilíbrio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + venlafaxina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + vortioxetina
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
- Lítio + zolmitriptana
O lítio junto com outros medicamentos serotoninérgicos pode precipitar uma síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Vigiar sinais e sintomas de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o lítio; se ocorrer, considerar suspender o lítio ou o medicamento serotoninérgico concomitante.
Moderada39 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Lítio + ácido acetilsalicílico
Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + amiodarona
Amiodarona e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + aripiprazol
O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.
- Lítio + azitromicina
Azitromicina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + carbamazepina
A associação de carbamazepina com lítio aumenta o risco de neurotoxicidade.
O que fazer: Monitorar sinais de neurotoxicidade ao associar carbamazepina com lítio.
- Lítio + claritromicina
Claritromicina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + clonidina
Doses intravenosas altas de clonidina poderiam aumentar o potencial arritmogênico do haloperidol intravenoso.
O que fazer: Usar com precaução; a relevância para a clonidina oral não está estabelecida.
- Lítio + cloroquina
Cloroquina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + clozapina
O uso concomitante de lítio com clozapina tem sido associado à síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Monitorar rigorosamente se o lítio for associado à clozapina.
- Lítio + dapagliflozina
A dapagliflozina pode diminuir as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Vigiar a concentração sérica de lítio com maior frequência ao iniciar dapagliflozina ou ao modificar sua dose.
- Lítio + diltiazem
Os bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar o risco de reações neurológicas adversas com lítio.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de sintomas neurológicos ao associar um bloqueador dos canais de cálcio com lítio.
- Lítio + domperidona
Domperidona e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + donepezila
Donepezila e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + empagliflozina
Empagliflozina pode diminuir as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar a concentração sérica de lítio com maior frequência ao iniciar empagliflozina ou ao modificar sua dose.
- Lítio + eplerenona
eplerenona pode aumentar o risco de toxicidade por lítio
O que fazer: monitorar frequentemente as concentrações séricas de lítio
- Lítio + eritromicina
Eritromicina e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + espironolactona
Espironolactona aumenta o risco de toxicidade por lítio.
O que fazer: Monitorar periodicamente os níveis de lítio quando coadministrado com espironolactona.
- Lítio + fenitoína
O uso concomitante de lítio com metildopa, fenitoína ou carbamazepina pode aumentar o risco de reações adversas desses fármacos.
O que fazer: Vigiar de perto o aparecimento de reações adversas de metildopa, fenitoína ou carbamazepina.
- Lítio + fluconazol
Fluconazol e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + insulina
Betabloqueadores, clonidina e sais de lítio podem alterar o efeito hipoglicemiante da insulina, e os primeiros podem ainda mascarar os sintomas de hipoglicemia.
O que fazer: Ajustar a dose de insulina conforme necessário e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia, já que os sintomas de hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.
- Lítio + cetoconazol
Cetoconazol e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + levofloxacino
Levofloxacino e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + levomepromazina
O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.
- Lítio + lurasidona
O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.
- Lítio + metildopa
O uso concomitante de lítio com metildopa, fenitoína ou carbamazepina pode aumentar o risco de reações adversas desses fármacos.
O que fazer: Vigiar de perto o aparecimento de reações adversas de metildopa, fenitoína ou carbamazepina.
- Lítio + metronidazol
Metronidazol pode aumentar as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + nifedipino
Os bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar o risco de reações neurológicas adversas com lítio.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de sintomas neurológicos ao associar um bloqueador dos canais de cálcio com lítio.
- Lítio + olanzapina
O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.
- Lítio + pimozida
O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.
- Lítio + posaconazol
Posaconazol e lítio prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Lítio + risperidona
O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.
- Lítio + solifenacina
Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.
O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.
- Lítio + sulpirida
O uso combinado de lítio com um antipsicótico foi associado a reações neurotóxicas, incluindo a síndrome neuroléptica maligna.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de reações neurológicas adversas ao associar lítio com um antipsicótico.
- Lítio + tacrolimo
O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.
O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.
- Lítio + teofilina
A teofilina pode diminuir as concentrações séricas de lítio.
O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; aumentar a dose de lítio conforme a resposta clínica.
- Lítio + tinidazol
Tinidazol pode aumentar os níveis séricos de lítio.
O que fazer: Medir os níveis séricos de lítio e de creatinina após vários dias de tratamento simultâneo.
- Lítio + tolterodina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Lítio + topiramato
As doses altas de topiramato aumentam a exposição sistêmica ao lítio.
O que fazer: Monitorar a litemia ao coadministrar lítio com doses altas de topiramato.
- Lítio + verapamil
Os bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar o risco de reações neurológicas adversas com lítio.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de sintomas neurológicos ao associar um bloqueador dos canais de cálcio com lítio.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos lítio interage?
- Na nossa base, lítio tem 121 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, fenelzina, linezolida, moclobemida, rasagilina, selegilina. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso lítio com outros medicamentos ao mesmo tempo?
- Abra o verificador de interações com lítio já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.
Revise interações sem sair da consulta.
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