Interações de citalopram
Citalopram tem 170 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 10 contraindicadas, 107 graves e 53 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: ISRS, Antidepressivos. ATC N06AB04. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada10 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Citalopram + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Citalopram + fenelzina
O uso concomitante com IMAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Não usar citalopram com IMAO nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Citalopram + linezolida
O uso concomitante com IMAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Não usar citalopram com IMAO nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Citalopram + moclobemida
O uso concomitante com IMAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Não usar citalopram com IMAO nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Citalopram + pimozida
O uso concomitante com pimozida é contraindicado.
O que fazer: Não usar citalopram junto com pimozida.
- Citalopram + rasagilina
O uso concomitante com IMAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Não usar citalopram com IMAO nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Citalopram + selegilina
O uso concomitante com IMAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Não usar citalopram com IMAO nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Citalopram + tranilcipromina
O uso concomitante com IMAO é contraindicado pelo risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Não usar citalopram com IMAO nem nos 14 dias após a suspensão de qualquer um dos dois.
- Citalopram + voriconazol
A associação de voriconazol com pimozida, quinidina ou ivabradina é contraindicada.
O que fazer: Não associar voriconazol com pimozida, quinidina nem ivabradina.
- Citalopram + ziprasidona
Contraindicado associar ziprasidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso combinado com qualquer medicamento que prolongue o intervalo QT; se não for possível, não usar ziprasidona.
Grave107 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Citalopram + ácido acetilsalicílico
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + amicacina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + amiodarona
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + amitriptilina
O uso concomitante de amitriptilina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, ISRS, IRSN, fentanila, lítio, tramadol) pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, em particular ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose; suspender imediatamente diante de sinais de síndrome serotoninérgica.
- Citalopram + amoxicilina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + amoxicilina/clavulanato de potássio
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + ampicilina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + aripiprazol
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + azitromicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + buprenorfina
O uso de buprenorfina com outros medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, observar cuidadosamente o paciente, em particular durante o início do tratamento e os ajustes de dose.
- Citalopram + bupropiona
A associação de bupropiona com outros medicamentos que reduzem o limiar convulsivo exige extrema precaução.
O que fazer: Usar com extrema precaução; iniciar com doses baixas e aumentar gradualmente.
- Citalopram + cefalexina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + ceftriaxona
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + cefuroxima
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + celecoxibe
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + ciclobenzaprina
risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos
O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose
- Citalopram + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Citalopram + claritromicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + clindamicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + clomipramina
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + cloroquina
Citalopram e cloroquina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + clorpromazina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + clozapina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + codeína
O uso concomitante de codeína com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Citalopram + desvenlafaxina
O uso concomitante de desvenlafaxina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar com precaução; vigiar sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou aumentar a dose; descontinuar imediatamente se surgirem sintomas.
- Citalopram + dexcetoprofeno
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + diclofenaco
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + dicloxacilina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + digoxina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + domperidona
Citalopram e domperidona prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + donepezila
Citalopram e donepezila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + doxiciclina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + duloxetina
O uso de duloxetina com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente necessário, informar o paciente sobre o maior risco e monitorar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Citalopram + edoxabana
Anticoagulantes, antiagregantes, trombolíticos, ISRS e IRSN aumentam o risco de sangramento com edoxabana.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Citalopram + efavirenz
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.
- Citalopram + eletriptana
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + eritromicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + escitalopram
Não se recomenda associar escitalopram com outro ISRS ou IRSN.
O que fazer: Evitar a associação com outro ISRS ou IRSN.
- Citalopram + esomeprazol
O esomeprazol aumenta a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a um máximo de 20 mg ao dia se coadministrado com esomeprazol.
- Citalopram + etoricoxibe
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + fentanila
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + flecainida
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + fluconazol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.
- Citalopram + fluoxetina
Evitar fluoxetina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT; se for imprescindível, monitorar com ECG.
- Citalopram + fluvoxamina
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.
- Citalopram + formoterol
Antidepressivos tricíclicos e medicamentos que prolongam o intervalo QTc potencializam os efeitos cardiovasculares do formoterol.
O que fazer: Usar com extrema cautela.
- Citalopram + fosfomicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + gentamicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + haloperidol
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + hidromorfona
O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Citalopram + hidroxicloroquina
Não se recomenda o uso de hidroxicloroquina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso concomitante com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT ou são arritmogênicos; corrigir distúrbios eletrolíticos antes do uso.
- Citalopram + ibuprofeno
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + imipramina
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + indometacina
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + isoniazida
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.
- Citalopram + cetoconazol
Citalopram e cetoconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + cetoprofeno
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + cetorolaco
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + levofloxacino
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + levomepromazina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + lítio
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + lurasidona
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + meloxicam
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + metadona
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + metronidazol
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + minociclina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + mirtazapina
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Citalopram + morfina
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com morfina.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar frequentemente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose.
- Citalopram + moxifloxacino
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + naproxeno
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + nimesulida
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + nitrofurantoína
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + norfloxacino
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + nortriptilina
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + olanzapina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + omeprazol
Os inibidores do CYP2C19 aumentam a exposição ao citalopram e o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Limitar a dose de citalopram a 20 mg/dia se coadministrado com um inibidor do CYP2C19.
- Citalopram + ondansetrona
Medicamentos serotoninérgicos aumentam o risco de síndrome serotoninérgica com ondansetrona.
O que fazer: Monitorar o aparecimento de síndrome serotoninérgica durante o uso concomitante; se surgirem sintomas, suspender a ondansetrona e iniciar tratamento de suporte.
- Citalopram + oxicodona
O uso concomitante de oxicodona com medicamentos serotoninérgicos pode produzir síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for necessário, avaliar o paciente com frequência, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao ajustar a dose, e suspender se houver suspeita de síndrome serotoninérgica.
- Citalopram + paliperidona
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + paroxetina
Citalopram e paroxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Citalopram + benzilpenicilina benzatina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + petidina
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + piroxicam
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + posaconazol
Citalopram e posaconazol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + prometazina
A prometazina com outros depressores do sistema nervoso central intensifica a sedação.
O que fazer: Evitar esses medicamentos ou administrá-los em dose reduzida junto com prometazina; reduzir a dose de barbitúricos pelo menos à metade.
- Citalopram + propafenona
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + quetiapina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + rifabutina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + rifampicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + risperidona
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + rizatriptana
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + secnidazol
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + sertralina
O uso concomitante de sertralina com outros medicamentos serotoninérgicos (triptanos, tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se for clinicamente necessário associá-los, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose.
- Citalopram + sotalol
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + sulpirida
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + sumatriptana
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + tapentadol
O uso com medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar, se possível; se usados em conjunto, vigiar rigorosamente o paciente, especialmente ao iniciar o tratamento ou ajustar a dose.
- Citalopram + tinidazol
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + tramadol
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
- Citalopram + trazodona
A trazodona junto com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Se o uso concomitante for clinicamente justificado, informar o paciente sobre o risco e vigiar o aparecimento de sintomas de síndrome serotoninérgica.
- Citalopram + sulfametoxazol/trimetoprima
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + vancomicina
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + venlafaxina
Citalopram e venlafaxina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Citalopram + verapamil
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Citalopram + vortioxetina
Citalopram e vortioxetina aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Citalopram + varfarina
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Citalopram + zolmitriptana
O uso com outros medicamentos serotoninérgicos aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se necessária, vigiar rigorosamente sinais de síndrome serotoninérgica, especialmente ao iniciar ou ajustar a dose.
Moderada53 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Citalopram + abiraterona
Abiraterona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + acenocumarol
Acenocumarol e citalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + apixabana
Apixabana e citalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + atazanavir
Citalopram e atazanavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + atomoxetina
Citalopram e atomoxetina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + betametasona
Betametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + bumetanida
Bumetanida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + carbamazepina
A carbamazepina induz o metabolismo de numerosos medicamentos e diminui suas concentrações plasmáticas.
O que fazer: Monitorar a concentração ou a resposta clínica do outro medicamento e ajustar sua dose conforme necessário ao associá-lo com carbamazepina.
- Citalopram + cilostazol
Cilostazol e citalopram aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + clonidina
Os antidepressivos tricíclicos podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da clonidina.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose de clonidina se for coadministrada com um tricíclico.
- Citalopram + clopidogrel
Os ISRS e IRSN podem aumentar o risco de sangramento com clopidogrel.
O que fazer: Usar com precaução e vigiar sinais de sangramento.
- Citalopram + clortalidona
Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + dabigatrana
Citalopram e dabigatrana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + deflazacorte
Deflazacorte pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + dexametasona
Dexametasona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + dextrometorfano
Citalopram e dextrometorfano aumentam a serotonina; juntos, elevam o risco de síndrome serotoninérgica.
O que fazer: Usar a menor dose eficaz, informar o paciente sobre os sintomas de alarme e monitorar ao iniciar ou aumentar a dose. Evitar se já houver outros serotoninérgicos.
- Citalopram + diazepam
Os antidepressivos, incluindo os IMAO, podem potencializar o efeito sedativo do diazepam.
O que fazer: Considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes associados e vigiar a sedação.
- Citalopram + enoxaparina
Citalopram e enoxaparina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP2C19 e pode reduzir os níveis de citalopram a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se citalopram for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de citalopram e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Citalopram + famotidina
Citalopram e famotidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + fenitoína
Esses medicamentos podem aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
O que fazer: Monitorar níveis de fenitoína e sinais de toxicidade; ajustar a dose, se necessário.
- Citalopram + fenobarbital
Fenobarbital induz o CYP2C19 e pode reduzir os níveis de citalopram a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se citalopram for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de citalopram e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.
- Citalopram + fludrocortisona
Fludrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + furosemida
Furosemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + heparina
Citalopram e heparina aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + hidroclorotiazida
Hidroclorotiazida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + hidrocortisona
Hidrocortisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + hidroxizina
O uso concomitante de hidroxizina com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Usar com cautela; redobrar a vigilância se coexistirem outros fatores de risco de prolongamento do intervalo QT.
- Citalopram + indapamida
Citalopram e indapamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + itraconazol
O itraconazol pode aumentar as concentrações de venlafaxina e de outros antidepressivos.
O que fazer: Vigiar efeitos adversos; pode ser necessário reduzir a dose do antidepressivo.
- Citalopram + loperamida
Citalopram e loperamida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + lorazepam
O lorazepam produz depressão aditiva do sistema nervoso central com outros depressores, como fenotiazinas, barbitúricos, antidepressivos e IMAO.
O que fazer: Levar em conta o efeito aditivo e ajustar a dose ou vigiar o paciente ao associar lorazepam com estes medicamentos.
- Citalopram + metilprednisolona
Metilprednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + metoclopramida
Citalopram e metoclopramida prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + metoprolol
O citalopram pode duplicar os níveis plasmáticos de metoprolol.
O que fazer: Monitorar frequência cardíaca e pressão arterial; ajustar a dose de metoprolol, se necessário.
- Citalopram + prasugrel
Citalopram e prasugrel aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + prednisolona
Prednisolona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + prednisona
Prednisona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + propranolol
Os IMAO e os antidepressivos tricíclicos podem exacerbar o efeito hipotensor do propranolol.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IMAO ou antidepressivos tricíclicos com propranolol.
- Citalopram + ranolazina
Citalopram e ranolazina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + ritonavir
Citalopram e ritonavir prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + rivaroxabana
Citalopram e rivaroxabana aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + salbutamol
Citalopram e salbutamol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + salmeterol
Citalopram e salmeterol prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + solifenacina
Usar com cautela junto com outros medicamentos que prolongam o QT.
O que fazer: Usar com cautela em pacientes que tomam outros medicamentos que prolongam o QT ou com antecedentes de prolongamento do intervalo QT.
- Citalopram + tacrolimo
O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.
O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.
- Citalopram + tamoxifeno
Citalopram e tamoxifeno prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + terbinafina
A terbinafina pode aumentar as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6.
O que fazer: Monitorar rigorosamente e considerar reduzir a dose do medicamento metabolizado pelo CYP2D6.
- Citalopram + ticagrelor
Citalopram e ticagrelor aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Citalopram + tizanidina
Citalopram e tizanidina prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
- Citalopram + tolterodina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Citalopram + torasemida
Torasemida pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.
O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.
- Citalopram + vardenafila
Citalopram e vardenafila prolongam o intervalo QT; juntos, aumentam o risco de arritmias ventriculares.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, ECG basal e após o início, corrigir potássio e magnésio e evitar outros fatores de risco.
Perguntas frequentes
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