Interações de candesartana

Candesartana tem 66 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 21 graves e 44 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: BRA (bloqueadores do receptor da angiotensina II), Anti-hipertensivos. ATC C09CA06. Também chamado: Candesartán, candesartan, candesartana cilexetila. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Candesartana + alisquireno

    BRA e IECA contraindicados com alisquireno em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Não coadministrar em pacientes com diabetes; em geral, evitar a associação, especialmente com depuração de creatinina menor que 60 mL/min.

Grave21 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Candesartana + amilorida

    Maior risco de hiperpotassemia com IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.

    O que fazer: Usar com cautela e monitorar frequentemente o potássio sérico se o uso concomitante for necessário.

  • Candesartana + captopril

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + celecoxibe

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Candesartana + cloreto de potássio

    Evitar cloreto de potássio com outros medicamentos que causam hiperpotassemia.

    O que fazer: Evitar o uso de cloreto de potássio em pacientes tratados com diuréticos poupadores de potássio, IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.

  • Candesartana + enalapril

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + eplerenona

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Candesartana + espironolactona

    Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.

  • Candesartana + furosemida

    A associação de furosemida com IECA ou BRA pode causar hipotensão grave e deterioração renal.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal; ajustar ou interromper a dose de furosemida ou do IECA/BRA, se necessário.

  • Candesartana + indometacina

    Risco de deterioração da função renal, incluindo insuficiência renal aguda, ao associar indometacina com IECA ou BRA em pacientes de risco.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, vigiar a função renal durante o uso concomitante; assegurar hidratação adequada.

  • Candesartana + irbesartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + lisinopril

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + lítio

    A candesartana pode aumentar os níveis séricos de lítio e sua toxicidade.

    O que fazer: Monitorar os níveis séricos de lítio.

  • Candesartana + losartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + naproxeno

    Em pacientes de risco, a associação de naproxeno com IECA ou BRA pode causar deterioração aguda da função renal.

    O que fazer: Evitar a associação em pacientes de risco; se necessária, assegurar hidratação adequada e monitorar a função renal.

  • Candesartana + olmesartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + perindopril

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + piroxicam

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Candesartana + ramipril

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + sacubitril/valsartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + telmisartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Candesartana + valsartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

Moderada44 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Candesartana + ácido acetilsalicílico

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + aripiprazol

    O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.

  • Candesartana + atomoxetina

    a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos

    O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial

  • Candesartana + bumetanida

    A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.

  • Candesartana + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo

  • Candesartana + ciclosporina

    A ciclosporina com antagonistas do receptor da angiotensina II ou suplementos de potássio pode causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Controlar os níveis de potássio quando associados à ciclosporina.

  • Candesartana + clortalidona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Candesartana + dexcetoprofeno

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + diclofenaco

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + digoxina

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Candesartana + doxazosina

    A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.

    O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.

  • Candesartana + drospirenona

    Candesartana e drospirenona elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Candesartana + duloxetina

    O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.

  • Candesartana + enoxaparina

    Candesartana e enoxaparina elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Candesartana + etoricoxibe

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + fenelzina

    A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.

  • Candesartana + heparina

    Candesartana e heparina elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Candesartana + hidroclorotiazida

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Candesartana + ibuprofeno

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + indapamida

    A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.

  • Candesartana + cetoprofeno

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + cetorolaco

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + levodopa/carbidopa

    A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.

  • Candesartana + meloxicam

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + metildopa

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Candesartana + metilfenidato

    O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.

  • Candesartana + mirtazapina

    O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

  • Candesartana + nimesulida

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Candesartana + nitroglicerina

    A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.

  • Candesartana + olanzapina

    A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.

  • Candesartana + paliperidona

    A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.

  • Candesartana + prazosina

    A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.

  • Candesartana + quetiapina

    A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.

  • Candesartana + risperidona

    O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.

  • Candesartana + sildenafila

    A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.

  • Candesartana + tacrolimo

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Candesartana + tadalafila

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Candesartana + tizanidina

    O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.

  • Candesartana + torasemida

    O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.

  • Candesartana + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.

  • Candesartana + sulfametoxazol/trimetoprima

    Candesartana e sulfametoxazol/trimetoprima elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Candesartana + vardenafila

    A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.

  • Candesartana + verapamil

    O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.

    O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.

  • Candesartana + ziprasidona

    A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos candesartana interage?
Na nossa base, candesartana tem 66 interações documentadas; as mais graves são com alisquireno, amilorida, captopril, celecoxibe, cloreto de potássio, enalapril. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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