Interações de piroxicam

Piroxicam tem 98 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 45 graves e 52 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: AINE. ATC M01AC01. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Piroxicam + cetorolaco

    O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.

    O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.

Grave45 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Piroxicam + acenocumarol

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Piroxicam + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto com outros AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal grave.

    O que fazer: Evitar o uso conjunto de múltiplos AINE; vigiar sinais de sangramento digestivo.

  • Piroxicam + apixabana

    A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.

  • Piroxicam + candesartana

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + captopril

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + celecoxibe

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Piroxicam + ciprofloxacino

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Piroxicam + citalopram

    Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.

  • Piroxicam + clopidogrel

    Os AINE aumentam o risco de sangramento gastrointestinal com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução; considerar proteção gástrica e vigiar sinais de sangramento.

  • Piroxicam + dabigatrana

    O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.

  • Piroxicam + dexcetoprofeno

    Não se recomenda associar piroxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de piroxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Piroxicam + diclofenaco

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Piroxicam + duloxetina

    A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

  • Piroxicam + edoxabana

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Piroxicam + enalapril

    Em pacientes de risco, a associação de AINE com enalapril pode causar deterioração aguda da função renal.

    O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem enalapril junto com AINE.

  • Piroxicam + enoxaparina

    O uso concomitante de enoxaparina com outros medicamentos que afetam a hemostasia aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar a coadministração, a menos que seja essencial; se for necessária, realizar vigilância clínica e laboratorial rigorosa.

  • Piroxicam + eplerenona

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Piroxicam + etoricoxibe

    Não se recomenda associar piroxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de piroxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Piroxicam + fluoxetina

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Piroxicam + heparina

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Piroxicam + ibuprofeno

    Não se recomenda associar piroxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de piroxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Piroxicam + indometacina

    O uso de indometacina com outros AINE ou salicilatos aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal sem maior eficácia.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de mais de um AINE ou salicilato.

  • Piroxicam + irbesartana

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + cetoprofeno

    Não se recomenda associar piroxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de piroxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Piroxicam + levofloxacino

    Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.

  • Piroxicam + lisinopril

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + lítio

    Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.

    O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.

  • Piroxicam + losartana

    Risco de deterioração da função renal com AINE em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal periodicamente.

  • Piroxicam + meloxicam

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Piroxicam + metotrexato

    Os AINE (incluindo o ácido acetilsalicílico) podem elevar e prolongar os níveis séricos de metotrexato, com toxicidade grave.

    O que fazer: Não administrar AINE antes ou junto com doses altas de metotrexato; usar com cautela com doses baixas de metotrexato.

  • Piroxicam + moxifloxacino

    Os AINE junto com moxifloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com fatores de risco para convulsões.

  • Piroxicam + naproxeno

    Associar naproxeno a outros AINE ou salicilatos aumenta a toxicidade gastrointestinal sem melhorar a eficácia.

    O que fazer: Não se recomenda o uso concomitante de naproxeno com outros AINE ou salicilatos.

  • Piroxicam + nimesulida

    Não se recomenda associar piroxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de piroxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Piroxicam + olmesartana

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + paroxetina

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Piroxicam + perindopril

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + ramipril

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + rivaroxabana

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

  • Piroxicam + sacubitril/valsartana

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + telmisartana

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + tenofovir

    Evitar tenofovir com AINE em doses altas ou múltiplos pelo risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante ou recente de AINE em doses altas ou múltiplos; considerar alternativas em pacientes com risco de disfunção renal.

  • Piroxicam + torasemida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.

    O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.

  • Piroxicam + valsartana

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Piroxicam + varfarina

    Efeito sinérgico sobre o sangramento entre o piroxicam e os anticoagulantes.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar rigorosamente sinais de sangramento.

Moderada52 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Piroxicam + aciclovir

    Aciclovir e piroxicam podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Piroxicam + alendronato

    O uso concomitante com aspirina ou AINE pode aumentar a irritação gastrointestinal.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; vigiar sintomas gastrointestinais.

  • Piroxicam + alisquireno

    Os AINE podem deteriorar a função renal e reduzir o efeito anti-hipertensivo do alisquireno.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou com função renal comprometida.

  • Piroxicam + amicacina

    Amicacina e piroxicam podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Piroxicam + amilorida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético da amilorida.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + atenolol

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + betametasona

    Os corticoides aumentam o risco de ulceração ou sangramento gastrointestinal com piroxicam.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento gastrointestinal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + bisoprolol

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + bumetanida

    O piroxicam reduz o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a função renal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + carvedilol

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + ciclosporina

    Os AINE, incluindo o naproxeno, podem potencializar a disfunção renal com ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar a creatinina sérica e a pressão arterial ao iniciar ou aumentar a dose de um AINE.

  • Piroxicam + cilostazol

    Maior risco de sangramento com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + clortalidona

    O piroxicam reduz o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a função renal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + deflazacorte

    Os corticoides aumentam o risco de ulceração ou sangramento gastrointestinal com piroxicam.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento gastrointestinal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + dexametasona

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Piroxicam + digoxina

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Piroxicam + donepezila

    O uso concomitante com AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal em pacientes tratados com donepezila.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento gastrointestinal ativo ou oculto, especialmente em pacientes com antecedente de úlcera ou que recebem AINE concomitantemente.

  • Piroxicam + escitalopram

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Piroxicam + espironolactona

    Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + fluconazol

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Piroxicam + fludrocortisona

    Os corticoides aumentam o risco de ulceração ou sangramento gastrointestinal com piroxicam.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento gastrointestinal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + fluvoxamina

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Piroxicam + furosemida

    O piroxicam reduz o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a função renal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + gentamicina

    Gentamicina e piroxicam podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Piroxicam + glibenclamida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Piroxicam + glimepirida

    Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.

  • Piroxicam + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Piroxicam + hidroclorotiazida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da hidroclorotiazida.

    O que fazer: Observar rigorosamente o paciente para verificar se o efeito diurético desejado é obtido.

  • Piroxicam + hidrocortisona

    O uso concomitante de aspirina, outros AINE ou salicilatos com hidrocortisona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais e altera a depuração dos salicilatos.

    O que fazer: Usar com cautela, especialmente na hipoprotrombinemia; vigiar sinais de sangramento digestivo e a resposta aos salicilatos.

  • Piroxicam + indapamida

    O piroxicam reduz o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a função renal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + itraconazol

    O itraconazol pode diminuir o efeito do meloxicam e de outros AINE, exigindo aumento de sua dose.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do AINE concomitante.

  • Piroxicam + mesalazina

    O uso concomitante de AINE com mesalazina aumenta o risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Monitorar a função renal e os efeitos adversos relacionados à mesalazina em pacientes que recebem AINE.

  • Piroxicam + metilprednisolona

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Piroxicam + metoprolol

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + nebivolol

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + prasugrel

    Maior risco de sangramento com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + prednisolona

    Os corticoides aumentam o risco de ulceração ou sangramento gastrointestinal com piroxicam.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento gastrointestinal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + prednisona

    Os corticoides aumentam o risco de ulceração ou sangramento gastrointestinal com piroxicam.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento gastrointestinal durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + propranolol

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + repaglinida

    estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário

  • Piroxicam + rivastigmina

    O uso concomitante de AINE com rivastigmina aumenta o risco de sangramento gastrointestinal.

    O que fazer: Vigiar sintomas de sangramento gastrointestinal em pacientes que recebem rivastigmina junto com AINE.

  • Piroxicam + sertralina

    Maior risco de sangramento com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + sotalol

    O piroxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + tacrolimo

    Piroxicam e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Piroxicam + ticagrelor

    Maior risco de sangramento com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + tofacitinibe

    o uso concomitante com AINE pode aumentar o risco de perfuração gastrointestinal com tofacitinibe

    O que fazer: avaliar prontamente os pacientes com sintomas abdominais novos que tomem AINE junto com tofacitinibe

  • Piroxicam + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.

  • Piroxicam + valaciclovir

    Piroxicam e valaciclovir podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Piroxicam + vancomicina

    Piroxicam e vancomicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Piroxicam + venlafaxina

    Maior risco de sangramento com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Piroxicam + voriconazol

    O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.

    O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.

  • Piroxicam + vortioxetina

    O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos piroxicam interage?
Na nossa base, piroxicam tem 98 interações documentadas; as mais graves são com cetorolaco, acenocumarol, ácido acetilsalicílico, apixabana, candesartana, captopril. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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