Interações de cetorolaco
Cetorolaco tem 101 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 12 contraindicadas, 32 graves e 57 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: AINE. ATC M01AB15. Também chamado: Ketorolaco, ketorolac, cetorolaco de trometamol. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada12 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Cetorolaco + ácido acetilsalicílico
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + celecoxibe
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + dexcetoprofeno
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + diclofenaco
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + etoricoxibe
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + ibuprofeno
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + indometacina
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + cetoprofeno
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + meloxicam
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + naproxeno
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + nimesulida
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
- Cetorolaco + piroxicam
O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.
O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.
Grave32 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Cetorolaco + acenocumarol
Acenocumarol e cetorolaco aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cetorolaco + apixabana
A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.
- Cetorolaco + baclofeno
Foram relatados casos de apneia com o uso concomitante de cetorolaco IV/IM e relaxantes musculares não despolarizantes.
O que fazer: Vigiar a função respiratória se usados em conjunto, especialmente com cetorolaco IV/IM.
- Cetorolaco + carisoprodol
Foram relatados casos de apneia com o uso concomitante de cetorolaco IV/IM e relaxantes musculares não despolarizantes.
O que fazer: Vigiar a função respiratória se usados em conjunto, especialmente com cetorolaco IV/IM.
- Cetorolaco + ciclobenzaprina
Foram relatados casos de apneia com o uso concomitante de cetorolaco IV/IM e relaxantes musculares não despolarizantes.
O que fazer: Vigiar a função respiratória se usados em conjunto, especialmente com cetorolaco IV/IM.
- Cetorolaco + ciprofloxacino
Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.
O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.
- Cetorolaco + citalopram
Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.
O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.
- Cetorolaco + clopidogrel
Os AINE aumentam o risco de sangramento gastrointestinal com clopidogrel.
O que fazer: Usar com precaução; considerar proteção gástrica e vigiar sinais de sangramento.
- Cetorolaco + dabigatrana
O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.
- Cetorolaco + desvenlafaxina
A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.
- Cetorolaco + duloxetina
A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.
- Cetorolaco + edoxabana
Ácido acetilsalicílico e AINE crônicos aumentam o risco de sangramento clinicamente relevante com edoxabana.
O que fazer: Vigiar cuidadosamente sinais de sangramento em pacientes que necessitam de tratamento crônico com ácido acetilsalicílico em doses baixas e/ou AINE.
- Cetorolaco + enalapril
Em pacientes de risco, a associação de AINE com enalapril pode causar deterioração aguda da função renal.
O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem enalapril junto com AINE.
- Cetorolaco + enoxaparina
O uso concomitante de enoxaparina com outros medicamentos que afetam a hemostasia aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Evitar a coadministração, a menos que seja essencial; se for necessária, realizar vigilância clínica e laboratorial rigorosa.
- Cetorolaco + eplerenona
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Cetorolaco + fluoxetina
Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.
- Cetorolaco + heparina
O uso concomitante de cetorolaco com heparina ou varfarina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Usar a associação com extrema cautela e vigiar rigorosamente sinais de sangramento se for imprescindível associá-los.
- Cetorolaco + levofloxacino
Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.
- Cetorolaco + lítio
Os AINE, incluindo o cetorolaco, aumentam as concentrações plasmáticas de lítio.
O que fazer: Vigiar os níveis séricos de lítio e os sinais de toxicidade ao iniciar, ajustar ou suspender o cetorolaco.
- Cetorolaco + losartana
Risco de deterioração da função renal com AINE em pacientes vulneráveis.
O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal periodicamente.
- Cetorolaco + metocarbamol
Foram relatados casos de apneia com o uso concomitante de cetorolaco IV/IM e relaxantes musculares não despolarizantes.
O que fazer: Vigiar a função respiratória se usados em conjunto, especialmente com cetorolaco IV/IM.
- Cetorolaco + metotrexato
Os AINE, incluindo o cetorolaco, podem aumentar a toxicidade do metotrexato.
O que fazer: Usar a associação com cautela; vigiar sinais de toxicidade por metotrexato.
- Cetorolaco + moxifloxacino
Os AINE junto com moxifloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.
O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com fatores de risco para convulsões.
- Cetorolaco + orfenadrina
Foram relatados casos de apneia com o uso concomitante de cetorolaco IV/IM e relaxantes musculares não despolarizantes.
O que fazer: Vigiar a função respiratória se usados em conjunto, especialmente com cetorolaco IV/IM.
- Cetorolaco + paroxetina
O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.
- Cetorolaco + rivaroxabana
Os antiagregantes e AINE aumentam o risco de sangramento com rivaroxabana.
O que fazer: Avaliar rapidamente qualquer sinal ou sintoma de perda de sangue em pacientes tratados de forma concomitante.
- Cetorolaco + sacubitril/valsartana
Os AINE, incluindo os inibidores da COX-2, aumentam o risco de deterioração da função renal com sacubitril/valsartana.
O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal.
- Cetorolaco + telmisartana
Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem deteriorar a função renal e atenuar o efeito anti-hipertensivo da telmisartana.
O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem telmisartana e um AINE, especialmente em idosos e em pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.
- Cetorolaco + tenofovir
Evitar tenofovir com AINE em doses altas ou múltiplos pelo risco de nefrotoxicidade.
O que fazer: Evitar o uso concomitante ou recente de AINE em doses altas ou múltiplos; considerar alternativas em pacientes com risco de disfunção renal.
- Cetorolaco + tizanidina
Foram relatados casos de apneia com o uso concomitante de cetorolaco IV/IM e relaxantes musculares não despolarizantes.
O que fazer: Vigiar a função respiratória se usados em conjunto, especialmente com cetorolaco IV/IM.
- Cetorolaco + torasemida
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.
O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.
- Cetorolaco + varfarina
O uso concomitante com anticoagulantes, antiagregantes, AINE ou inibidores da recaptação de serotonina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; monitorar o INR com maior frequência ao iniciar ou suspender esses medicamentos.
Moderada57 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Cetorolaco + aciclovir
Aciclovir e cetorolaco podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.
O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.
- Cetorolaco + alendronato
O uso concomitante com aspirina ou AINE pode aumentar a irritação gastrointestinal.
O que fazer: Usar a associação com cautela; vigiar sintomas gastrointestinais.
- Cetorolaco + alisquireno
Os AINE podem deteriorar a função renal e reduzir o efeito anti-hipertensivo do alisquireno.
O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou com função renal comprometida.
- Cetorolaco + alprazolam
Foram relatadas alucinações com o uso concomitante de cetorolaco e medicamentos psicoativos como fluoxetina ou alprazolam.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de alterações neuropsiquiátricas; suspender se surgirem sintomas.
- Cetorolaco + amicacina
Amicacina e cetorolaco podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.
O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.
- Cetorolaco + amilorida
Os AINE podem reduzir o efeito diurético da amilorida.
O que fazer: Vigiar a eficácia diurética durante o uso concomitante.
- Cetorolaco + betametasona
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Cetorolaco + bumetanida
O cetorolaco pode reduzir o efeito natriurético e anti-hipertensivo da furosemida, dos diuréticos de alça e dos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial; ajustar o tratamento diurético, se necessário.
- Cetorolaco + candesartana
Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.
O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.
- Cetorolaco + captopril
Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do captopril e deteriorar a função renal.
O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem captopril e um AINE.
- Cetorolaco + carbamazepina
Foram relatados casos esporádicos de convulsões com o uso concomitante de cetorolaco e fenitoína ou carbamazepina.
O que fazer: Vigiar o surgimento de convulsões se usados juntos.
- Cetorolaco + ciclosporina
Os AINE, incluindo o naproxeno, podem potencializar a disfunção renal com ciclosporina.
O que fazer: Monitorar a creatinina sérica e a pressão arterial ao iniciar ou aumentar a dose de um AINE.
- Cetorolaco + cilostazol
Cilostazol e cetorolaco aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cetorolaco + clortalidona
O cetorolaco pode reduzir o efeito natriurético e anti-hipertensivo da furosemida, dos diuréticos de alça e dos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial; ajustar o tratamento diurético, se necessário.
- Cetorolaco + deflazacorte
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Cetorolaco + dexametasona
o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais
O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica
- Cetorolaco + digoxina
Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.
O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.
- Cetorolaco + donepezila
O uso concomitante com AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal em pacientes tratados com donepezila.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento gastrointestinal ativo ou oculto, especialmente em pacientes com antecedente de úlcera ou que recebem AINE concomitantemente.
- Cetorolaco + escitalopram
O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.
- Cetorolaco + espironolactona
Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.
- Cetorolaco + fenitoína
Foram relatados casos esporádicos de convulsões com o uso concomitante de cetorolaco e fenitoína ou carbamazepina.
O que fazer: Vigiar o surgimento de convulsões se usados juntos.
- Cetorolaco + fluconazol
O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.
O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.
- Cetorolaco + fludrocortisona
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Cetorolaco + fluvoxamina
O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.
- Cetorolaco + furosemida
O cetorolaco pode reduzir o efeito natriurético e anti-hipertensivo da furosemida, dos diuréticos de alça e dos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial; ajustar o tratamento diurético, se necessário.
- Cetorolaco + gentamicina
Gentamicina e cetorolaco podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.
O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.
- Cetorolaco + glibenclamida
Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.
O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.
- Cetorolaco + glimepirida
Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.
O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.
- Cetorolaco + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Cetorolaco + hidroclorotiazida
Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da hidroclorotiazida.
O que fazer: Observar rigorosamente o paciente para verificar se o efeito diurético desejado é obtido.
- Cetorolaco + hidrocortisona
O uso concomitante de aspirina, outros AINE ou salicilatos com hidrocortisona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais e altera a depuração dos salicilatos.
O que fazer: Usar com cautela, especialmente na hipoprotrombinemia; vigiar sinais de sangramento digestivo e a resposta aos salicilatos.
- Cetorolaco + indapamida
O cetorolaco pode reduzir o efeito natriurético e anti-hipertensivo da furosemida, dos diuréticos de alça e dos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial; ajustar o tratamento diurético, se necessário.
- Cetorolaco + irbesartana
Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem deteriorar a função renal quando coadministrados com irbesartana.
O que fazer: Vigiar periodicamente a função renal em pacientes que recebem irbesartana e AINE.
- Cetorolaco + itraconazol
O itraconazol pode diminuir o efeito do meloxicam e de outros AINE, exigindo aumento de sua dose.
O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do AINE concomitante.
- Cetorolaco + lisinopril
O uso concomitante de cetorolaco com IECA ou BRA pode aumentar o risco de deterioração da função renal.
O que fazer: Vigiar a função renal, especialmente em pacientes com depleção de volume; assegurar hidratação adequada.
- Cetorolaco + mesalazina
O uso concomitante de AINE com mesalazina aumenta o risco de nefrotoxicidade.
O que fazer: Monitorar a função renal e os efeitos adversos relacionados à mesalazina em pacientes que recebem AINE.
- Cetorolaco + metilprednisolona
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Cetorolaco + olmesartana
O uso concomitante de cetorolaco com IECA ou BRA pode aumentar o risco de deterioração da função renal.
O que fazer: Vigiar a função renal, especialmente em pacientes com depleção de volume; assegurar hidratação adequada.
- Cetorolaco + perindopril
O uso concomitante de cetorolaco com IECA ou BRA pode aumentar o risco de deterioração da função renal.
O que fazer: Vigiar a função renal, especialmente em pacientes com depleção de volume; assegurar hidratação adequada.
- Cetorolaco + prasugrel
O uso crônico de AINE junto com prasugrel pode aumentar o risco de sangramento.
O que fazer: Usar com cautela o uso crônico de AINE em pacientes tratados com prasugrel.
- Cetorolaco + prednisolona
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Cetorolaco + prednisona
O uso concomitante de corticoides orais aumenta o risco de sangramento gastrointestinal associado ao cetorolaco.
O que fazer: Avaliar o risco gastrointestinal antes de associar corticoides orais; considerar gastroproteção e vigiar sinais de sangramento.
- Cetorolaco + propranolol
Os AINE, em particular a indometacina, reduzem o efeito anti-hipertensivo do propranolol.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial e considerar ajuste de dose se AINE forem associados de forma crônica.
- Cetorolaco + ramipril
O uso concomitante de cetorolaco com IECA ou BRA pode aumentar o risco de deterioração da função renal.
O que fazer: Vigiar a função renal, especialmente em pacientes com depleção de volume; assegurar hidratação adequada.
- Cetorolaco + repaglinida
estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida
O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário
- Cetorolaco + rivastigmina
O uso concomitante de AINE com rivastigmina aumenta o risco de sangramento gastrointestinal.
O que fazer: Vigiar sintomas de sangramento gastrointestinal em pacientes que recebem rivastigmina junto com AINE.
- Cetorolaco + sertralina
O uso concomitante de cetorolaco com ISRS aumenta o risco de sangramento gastrointestinal.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento gastrointestinal; considerar gastroproteção.
- Cetorolaco + tacrolimo
Cetorolaco e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.
O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.
- Cetorolaco + ticagrelor
Cetorolaco e ticagrelor aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.
O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).
- Cetorolaco + tofacitinibe
o uso concomitante com AINE pode aumentar o risco de perfuração gastrointestinal com tofacitinibe
O que fazer: avaliar prontamente os pacientes com sintomas abdominais novos que tomem AINE junto com tofacitinibe
- Cetorolaco + trazodona
O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.
- Cetorolaco + valaciclovir
Cetorolaco e valaciclovir podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.
O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.
- Cetorolaco + valsartana
O uso concomitante de cetorolaco com IECA ou BRA pode aumentar o risco de deterioração da função renal.
O que fazer: Vigiar a função renal, especialmente em pacientes com depleção de volume; assegurar hidratação adequada.
- Cetorolaco + vancomicina
Cetorolaco e vancomicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.
O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.
- Cetorolaco + venlafaxina
O uso concomitante de venlafaxina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; monitorar de perto o efeito anticoagulante (INR) ao iniciar ou suspender a venlafaxina em pacientes em uso de varfarina.
- Cetorolaco + voriconazol
O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.
O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.
- Cetorolaco + vortioxetina
O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.
O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos cetorolaco interage?
- Na nossa base, cetorolaco tem 101 interações documentadas; as mais graves são com ácido acetilsalicílico, celecoxibe, dexcetoprofeno, diclofenaco, etoricoxibe, ibuprofeno. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso cetorolaco com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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