Interações de meloxicam

Meloxicam tem 100 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 37 graves e 62 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: AINE. ATC M01AC06. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Meloxicam + cetorolaco

    O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.

    O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.

Grave37 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Meloxicam + acenocumarol

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

  • Meloxicam + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto com outros AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal grave.

    O que fazer: Evitar o uso conjunto de múltiplos AINE; vigiar sinais de sangramento digestivo.

  • Meloxicam + apixabana

    A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.

  • Meloxicam + celecoxibe

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Meloxicam + ciprofloxacino

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Meloxicam + citalopram

    Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.

  • Meloxicam + clopidogrel

    Os AINE aumentam o risco de sangramento gastrointestinal com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução; considerar proteção gástrica e vigiar sinais de sangramento.

  • Meloxicam + dabigatrana

    O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.

  • Meloxicam + dexcetoprofeno

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Meloxicam + diclofenaco

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Meloxicam + duloxetina

    A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

  • Meloxicam + edoxabana

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

  • Meloxicam + enalapril

    Em pacientes de risco, a associação de AINE com enalapril pode causar deterioração aguda da função renal.

    O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem enalapril junto com AINE.

  • Meloxicam + enoxaparina

    O uso concomitante de enoxaparina com outros medicamentos que afetam a hemostasia aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Evitar a coadministração, a menos que seja essencial; se for necessária, realizar vigilância clínica e laboratorial rigorosa.

  • Meloxicam + eplerenona

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Meloxicam + etoricoxibe

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Meloxicam + fluoxetina

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Meloxicam + heparina

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

  • Meloxicam + ibuprofeno

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Meloxicam + indometacina

    O uso de indometacina com outros AINE ou salicilatos aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal sem maior eficácia.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de mais de um AINE ou salicilato.

  • Meloxicam + cetoprofeno

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Meloxicam + levofloxacino

    Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.

  • Meloxicam + lítio

    Os AINE podem aumentar as concentrações séricas de lítio.

    O que fazer: Monitorar com maior frequência a litemia; reduzir a dose de lítio conforme a resposta clínica.

  • Meloxicam + losartana

    Risco de deterioração da função renal com AINE em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal periodicamente.

  • Meloxicam + metotrexato

    O meloxicam aumenta o risco de toxicidade por metotrexato.

    O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade por metotrexato durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + moxifloxacino

    Os AINE junto com moxifloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com fatores de risco para convulsões.

  • Meloxicam + naproxeno

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Meloxicam + nimesulida

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Meloxicam + paroxetina

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Meloxicam + piroxicam

    Não se recomenda associar meloxicam a outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de meloxicam com outros AINE ou salicilatos.

  • Meloxicam + rivaroxabana

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

  • Meloxicam + sacubitril/valsartana

    Os AINE, incluindo os inibidores da COX-2, aumentam o risco de deterioração da função renal com sacubitril/valsartana.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Meloxicam + telmisartana

    Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem deteriorar a função renal e atenuar o efeito anti-hipertensivo da telmisartana.

    O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem telmisartana e um AINE, especialmente em idosos e em pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Meloxicam + tenofovir

    Evitar tenofovir com AINE em doses altas ou múltiplos pelo risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante ou recente de AINE em doses altas ou múltiplos; considerar alternativas em pacientes com risco de disfunção renal.

  • Meloxicam + torasemida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.

    O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.

  • Meloxicam + varfarina

    O meloxicam e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se for necessária, vigiar sinais de sangramento.

Moderada62 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Meloxicam + aciclovir

    Aciclovir e meloxicam podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Meloxicam + alendronato

    O uso concomitante com aspirina ou AINE pode aumentar a irritação gastrointestinal.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; vigiar sintomas gastrointestinais.

  • Meloxicam + alisquireno

    Os AINE podem deteriorar a função renal e reduzir o efeito anti-hipertensivo do alisquireno.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou com função renal comprometida.

  • Meloxicam + amicacina

    Amicacina e meloxicam podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Meloxicam + amilorida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético da amilorida.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + amiodarona

    Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.

  • Meloxicam + atenolol

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + bisoprolol

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + bumetanida

    Meloxicam pode reduzir o efeito de bumetanida e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Usar o AINE pelo menor tempo possível; garantir a hidratação; controlar pressão arterial, creatinina e potássio, especialmente em idosos e em pacientes com insuficiência renal ou cardíaca.

  • Meloxicam + candesartana

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Meloxicam + capecitabina

    Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.

  • Meloxicam + captopril

    Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do captopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem captopril e um AINE.

  • Meloxicam + carvedilol

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + ciclosporina

    Os AINE, incluindo o naproxeno, podem potencializar a disfunção renal com ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar a creatinina sérica e a pressão arterial ao iniciar ou aumentar a dose de um AINE.

  • Meloxicam + cilostazol

    O uso concomitante com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento quando o meloxicam for associado a esses fármacos.

  • Meloxicam + clortalidona

    O meloxicam pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e dos diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e o controle da pressão arterial ao associar meloxicam com esses diuréticos.

  • Meloxicam + dexametasona

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Meloxicam + digoxina

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Meloxicam + donepezila

    O uso concomitante com AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal em pacientes tratados com donepezila.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento gastrointestinal ativo ou oculto, especialmente em pacientes com antecedente de úlcera ou que recebem AINE concomitantemente.

  • Meloxicam + efavirenz

    Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.

  • Meloxicam + escitalopram

    O uso concomitante com AINE, ácido acetilsalicílico, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; vigiar sinais de sangramento e, com varfarina, controlar o INR ao iniciar ou suspender o escitalopram.

  • Meloxicam + espironolactona

    Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + fluconazol

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Meloxicam + fluvoxamina

    O uso concomitante com aspirina ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o maior risco de sangramento com o uso concomitante de aspirina ou AINE.

  • Meloxicam + furosemida

    O meloxicam pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e dos diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e o controle da pressão arterial ao associar meloxicam com esses diuréticos.

  • Meloxicam + gentamicina

    Gentamicina e meloxicam podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Meloxicam + glibenclamida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Meloxicam + glimepirida

    Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.

  • Meloxicam + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Meloxicam + hidroclorotiazida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da hidroclorotiazida.

    O que fazer: Observar rigorosamente o paciente para verificar se o efeito diurético desejado é obtido.

  • Meloxicam + hidrocortisona

    O uso concomitante de aspirina, outros AINE ou salicilatos com hidrocortisona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais e altera a depuração dos salicilatos.

    O que fazer: Usar com cautela, especialmente na hipoprotrombinemia; vigiar sinais de sangramento digestivo e a resposta aos salicilatos.

  • Meloxicam + indapamida

    O meloxicam pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e dos diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e o controle da pressão arterial ao associar meloxicam com esses diuréticos.

  • Meloxicam + irbesartana

    Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem deteriorar a função renal quando coadministrados com irbesartana.

    O que fazer: Vigiar periodicamente a função renal em pacientes que recebem irbesartana e AINE.

  • Meloxicam + itraconazol

    O itraconazol pode diminuir o efeito do meloxicam e de outros AINE, exigindo aumento de sua dose.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do AINE concomitante.

  • Meloxicam + lisinopril

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.

  • Meloxicam + mesalazina

    O uso concomitante de AINE com mesalazina aumenta o risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Monitorar a função renal e os efeitos adversos relacionados à mesalazina em pacientes que recebem AINE.

  • Meloxicam + metilprednisolona

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Meloxicam + metoprolol

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + metronidazol

    Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.

  • Meloxicam + nebivolol

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + olmesartana

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + perindopril

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + prasugrel

    O uso concomitante com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento quando o meloxicam for associado a esses fármacos.

  • Meloxicam + prednisolona

    O uso concomitante de aspirina, outros AINE ou salicilatos com prednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais e altera a depuração dos salicilatos.

    O que fazer: Usar com cautela, especialmente na hipoprotrombinemia; vigiar sinais de sangramento digestivo e a resposta aos salicilatos.

  • Meloxicam + prednisona

    A associação de aspirina ou outros AINE com prednisona aumenta o risco gastrointestinal.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar proteção gástrica quando associados.

  • Meloxicam + propranolol

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + ramipril

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + repaglinida

    estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário

  • Meloxicam + rivastigmina

    O uso concomitante de AINE com rivastigmina aumenta o risco de sangramento gastrointestinal.

    O que fazer: Vigiar sintomas de sangramento gastrointestinal em pacientes que recebem rivastigmina junto com AINE.

  • Meloxicam + sertralina

    O uso concomitante com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento quando o meloxicam for associado a esses fármacos.

  • Meloxicam + sotalol

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + tacrolimo

    Meloxicam e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Meloxicam + ticagrelor

    O uso concomitante com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento quando o meloxicam for associado a esses fármacos.

  • Meloxicam + tofacitinibe

    o uso concomitante com AINE pode aumentar o risco de perfuração gastrointestinal com tofacitinibe

    O que fazer: avaliar prontamente os pacientes com sintomas abdominais novos que tomem AINE junto com tofacitinibe

  • Meloxicam + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.

  • Meloxicam + sulfametoxazol/trimetoprima

    Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.

  • Meloxicam + valaciclovir

    Meloxicam e valaciclovir podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Meloxicam + valsartana

    O meloxicam pode diminuir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Meloxicam + vancomicina

    Meloxicam e vancomicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Meloxicam + venlafaxina

    O uso concomitante com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento quando o meloxicam for associado a esses fármacos.

  • Meloxicam + voriconazol

    Os inibidores do CYP2C9, como amiodarona e fluconazol, aumentam as concentrações plasmáticas de meloxicam.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose de meloxicam e vigiar reações adversas em pacientes tratados com inibidores do CYP2C9.

  • Meloxicam + vortioxetina

    O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos meloxicam interage?
Na nossa base, meloxicam tem 100 interações documentadas; as mais graves são com cetorolaco, acenocumarol, ácido acetilsalicílico, apixabana, celecoxibe, ciprofloxacino. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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