Interações de diclofenaco

Diclofenaco tem 95 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 37 graves e 57 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: AINE. ATC M01AB05. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Diclofenaco + cetorolaco

    O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.

    O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.

Grave37 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Diclofenaco + acenocumarol

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Diclofenaco + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto com outros AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal grave.

    O que fazer: Evitar o uso conjunto de múltiplos AINE; vigiar sinais de sangramento digestivo.

  • Diclofenaco + apixabana

    A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.

  • Diclofenaco + celecoxibe

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + ciprofloxacino

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Diclofenaco + citalopram

    Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.

  • Diclofenaco + clopidogrel

    Os AINE aumentam o risco de sangramento gastrointestinal com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução; considerar proteção gástrica e vigiar sinais de sangramento.

  • Diclofenaco + dabigatrana

    O uso concomitante de dabigatrana com AINE, antiagregantes ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Avaliar cuidadosamente o risco-benefício antes de associar; vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Diclofenaco + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.

  • Diclofenaco + dexcetoprofeno

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + duloxetina

    A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

  • Diclofenaco + edoxabana

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Diclofenaco + enalapril

    Em pacientes de risco, a associação de AINE com enalapril pode causar deterioração aguda da função renal.

    O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem enalapril junto com AINE.

  • Diclofenaco + enoxaparina

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Diclofenaco + eplerenona

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Diclofenaco + etoricoxibe

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + fluoxetina

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Diclofenaco + heparina

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Diclofenaco + ibuprofeno

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + indometacina

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + cetoprofeno

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + levofloxacino

    Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.

  • Diclofenaco + lítio

    O diclofenaco pode aumentar as concentrações plasmáticas de lítio e reduzir sua depuração renal.

    O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade por lítio ao associá-lo ao diclofenaco.

  • Diclofenaco + losartana

    Risco de deterioração da função renal com AINE em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal periodicamente.

  • Diclofenaco + meloxicam

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + metotrexato

    O diclofenaco pode aumentar o risco de toxicidade por metotrexato.

    O que fazer: Monitorar sinais de toxicidade por metotrexato ao associá-lo ao diclofenaco.

  • Diclofenaco + moxifloxacino

    Os AINE junto com moxifloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com fatores de risco para convulsões.

  • Diclofenaco + naproxeno

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + nimesulida

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + paroxetina

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Diclofenaco + piroxicam

    Não se recomenda o uso de diclofenaco com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de diclofenaco com outro AINE ou salicilato.

  • Diclofenaco + rivaroxabana

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

  • Diclofenaco + sacubitril/valsartana

    Os AINE, incluindo os inibidores da COX-2, aumentam o risco de deterioração da função renal com sacubitril/valsartana.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Diclofenaco + telmisartana

    Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem deteriorar a função renal e atenuar o efeito anti-hipertensivo da telmisartana.

    O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem telmisartana e um AINE, especialmente em idosos e em pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Diclofenaco + tenofovir

    Evitar tenofovir com AINE em doses altas ou múltiplos pelo risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante ou recente de AINE em doses altas ou múltiplos; considerar alternativas em pacientes com risco de disfunção renal.

  • Diclofenaco + torasemida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.

    O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.

  • Diclofenaco + varfarina

    O diclofenaco e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com um anticoagulante como a varfarina.

Moderada57 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Diclofenaco + aciclovir

    Aciclovir e diclofenaco podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Diclofenaco + alendronato

    O uso concomitante com aspirina ou AINE pode aumentar a irritação gastrointestinal.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; vigiar sintomas gastrointestinais.

  • Diclofenaco + alisquireno

    Os AINE podem deteriorar a função renal e reduzir o efeito anti-hipertensivo do alisquireno.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou com função renal comprometida.

  • Diclofenaco + amicacina

    Amicacina e diclofenaco podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Diclofenaco + amilorida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético da amilorida.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética durante o uso concomitante.

  • Diclofenaco + atenolol

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + bisoprolol

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + bumetanida

    O diclofenaco pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e anti-hipertensiva, e a função renal, ao associar diclofenaco com esses diuréticos.

  • Diclofenaco + candesartana

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo da candesartana e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem candesartana junto com AINE.

  • Diclofenaco + captopril

    Os AINE, incluindo os inibidores seletivos da COX-2, podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do captopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar periodicamente a função renal em pacientes que recebem captopril e um AINE.

  • Diclofenaco + carvedilol

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + ciclosporina

    A ciclosporina aumenta os níveis plasmáticos de diclofenaco.

    O que fazer: Usar diclofenaco no extremo inferior da faixa terapêutica e vigiar a função renal.

  • Diclofenaco + cilostazol

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Diclofenaco + clortalidona

    O diclofenaco pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e anti-hipertensiva, e a função renal, ao associar diclofenaco com esses diuréticos.

  • Diclofenaco + dexametasona

    o uso concomitante com AINE ou aspirina aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais

    O que fazer: vigiar sintomas gastrointestinais e considerar proteção gástrica

  • Diclofenaco + digoxina

    O diclofenaco pode aumentar a concentração sérica e prolongar a meia-vida da digoxina.

    O que fazer: Monitorar os níveis séricos de digoxina ao associá-la com diclofenaco.

  • Diclofenaco + donepezila

    O uso concomitante com AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal em pacientes tratados com donepezila.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento gastrointestinal ativo ou oculto, especialmente em pacientes com antecedente de úlcera ou que recebem AINE concomitantemente.

  • Diclofenaco + escitalopram

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Diclofenaco + espironolactona

    Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.

  • Diclofenaco + fluconazol

    O fluconazol aumenta a exposição aos AINE metabolizados pelo CYP2C9.

    O que fazer: Vigiar de perto os efeitos adversos e ajustar a dose do AINE, se necessário.

  • Diclofenaco + fluvoxamina

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Diclofenaco + furosemida

    O diclofenaco pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e anti-hipertensiva, e a função renal, ao associar diclofenaco com esses diuréticos.

  • Diclofenaco + gentamicina

    Diclofenaco e gentamicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Diclofenaco + glibenclamida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Diclofenaco + glimepirida

    Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.

  • Diclofenaco + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Diclofenaco + hidroclorotiazida

    O diclofenaco pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e anti-hipertensiva, e a função renal, ao associar diclofenaco com esses diuréticos.

  • Diclofenaco + hidrocortisona

    O uso concomitante de aspirina, outros AINE ou salicilatos com hidrocortisona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais e altera a depuração dos salicilatos.

    O que fazer: Usar com cautela, especialmente na hipoprotrombinemia; vigiar sinais de sangramento digestivo e a resposta aos salicilatos.

  • Diclofenaco + indapamida

    O diclofenaco pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e anti-hipertensiva, e a função renal, ao associar diclofenaco com esses diuréticos.

  • Diclofenaco + irbesartana

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + itraconazol

    O itraconazol pode diminuir o efeito do meloxicam e de outros AINE, exigindo aumento de sua dose.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do AINE concomitante.

  • Diclofenaco + lisinopril

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + mesalazina

    O uso concomitante de AINE com mesalazina aumenta o risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Monitorar a função renal e os efeitos adversos relacionados à mesalazina em pacientes que recebem AINE.

  • Diclofenaco + metilprednisolona

    O uso concomitante de aspirina ou outros AINE com metilprednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e vigiar sinais de toxicidade gastrointestinal.

  • Diclofenaco + metoprolol

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + nebivolol

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + olmesartana

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + perindopril

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + prasugrel

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Diclofenaco + prednisolona

    O uso concomitante de aspirina, outros AINE ou salicilatos com prednisolona aumenta o risco de efeitos adversos gastrointestinais e altera a depuração dos salicilatos.

    O que fazer: Usar com cautela, especialmente na hipoprotrombinemia; vigiar sinais de sangramento digestivo e a resposta aos salicilatos.

  • Diclofenaco + prednisona

    A associação de aspirina ou outros AINE com prednisona aumenta o risco gastrointestinal.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar proteção gástrica quando associados.

  • Diclofenaco + propranolol

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + ramipril

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + repaglinida

    estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário

  • Diclofenaco + rivastigmina

    O uso concomitante de AINE com rivastigmina aumenta o risco de sangramento gastrointestinal.

    O que fazer: Vigiar sintomas de sangramento gastrointestinal em pacientes que recebem rivastigmina junto com AINE.

  • Diclofenaco + sertralina

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Diclofenaco + sotalol

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + tacrolimo

    Diclofenaco e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Diclofenaco + ticagrelor

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Diclofenaco + tofacitinibe

    o uso concomitante com AINE pode aumentar o risco de perfuração gastrointestinal com tofacitinibe

    O que fazer: avaliar prontamente os pacientes com sintomas abdominais novos que tomem AINE junto com tofacitinibe

  • Diclofenaco + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.

  • Diclofenaco + valaciclovir

    Diclofenaco e valaciclovir podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Diclofenaco + valsartana

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Diclofenaco + vancomicina

    Diclofenaco e vancomicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Diclofenaco + venlafaxina

    O uso concomitante de diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento ao associar diclofenaco com antiagregantes, ISRS ou IRSN.

  • Diclofenaco + voriconazol

    O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.

    O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.

  • Diclofenaco + vortioxetina

    O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos diclofenaco interage?
Na nossa base, diclofenaco tem 95 interações documentadas; as mais graves são com cetorolaco, acenocumarol, ácido acetilsalicílico, apixabana, celecoxibe, ciprofloxacino. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso diclofenaco com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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