Interações de eplerenona
Eplerenona tem 90 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 13 contraindicadas, 44 graves e 33 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Diuréticos poupadores de potássio, Antimineralocorticoides, Anti-hipertensivos. ATC C03DA04. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada13 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Eplerenona + amilorida
a eplerenona é contraindicada com suplementos de potássio ou diuréticos poupadores de potássio
O que fazer: não usar eplerenona com suplementos de potássio nem diuréticos poupadores de potássio
- Eplerenona + atazanavir
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + ciclosporina
A ciclosporina não deve ser usada com diuréticos poupadores de potássio.
O que fazer: Não usar diuréticos poupadores de potássio junto com ciclosporina.
- Eplerenona + claritromicina
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + cloreto de potássio
a eplerenona é contraindicada com suplementos de potássio ou diuréticos poupadores de potássio
O que fazer: não usar eplerenona com suplementos de potássio nem diuréticos poupadores de potássio
- Eplerenona + cobicistate
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + darunavir
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + espironolactona
a eplerenona é contraindicada com suplementos de potássio ou diuréticos poupadores de potássio
O que fazer: não usar eplerenona com suplementos de potássio nem diuréticos poupadores de potássio
- Eplerenona + itraconazol
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + cetoconazol
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + posaconazol
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + ritonavir
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
- Eplerenona + voriconazol
a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A
O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A
Grave44 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Eplerenona + ácido acetilsalicílico
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + alisquireno
Eplerenona e alisquireno elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.
O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.
- Eplerenona + candesartana
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + captopril
O uso concomitante com diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio aumenta o risco de hiperpotassemia.
O que fazer: Usar somente para hipopotassemia documentada e com vigilância rigorosa do potássio sérico; advertir contra o uso de substitutos do sal com potássio sem consultar o médico.
- Eplerenona + carbamazepina
Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.
- Eplerenona + celecoxibe
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + ciprofloxacino
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Eplerenona + dexcetoprofeno
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + diclofenaco
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + diltiazem
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Eplerenona + dronedarona
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Eplerenona + drospirenona
Os medicamentos que aumentam o potássio sérico, como os IECA, os diuréticos poupadores de potássio ou a heparina, podem aumentar o risco de hiperpotassemia quando associados à drospirenona.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar drospirenona com medicamentos que possam aumentar o potássio.
- Eplerenona + enalapril
Os diuréticos poupadores de potássio e os suplementos de potássio podem causar hiperpotassemia significativa junto com enalapril.
O que fazer: Usar a associação com cautela e monitorar frequentemente o potássio sérico.
- Eplerenona + enoxaparina
Eplerenona e enoxaparina elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.
O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.
- Eplerenona + enzalutamida
Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.
- Eplerenona + eritromicina
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Eplerenona + etoricoxibe
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + fenitoína
Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.
- Eplerenona + fenobarbital
Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.
- Eplerenona + fluconazol
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Eplerenona + fluvoxamina
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Eplerenona + heparina
Eplerenona e heparina elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.
O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.
- Eplerenona + ibuprofeno
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + imatinibe
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Eplerenona + indometacina
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + irbesartana
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + cetoprofeno
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + cetorolaco
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + lisinopril
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + losartana
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + meloxicam
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + naproxeno
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + nimesulida
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + olmesartana
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + perindopril
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + piroxicam
os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave
O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante
- Eplerenona + ramipril
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + rifampicina
Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.
- Eplerenona + sacubitril/valsartana
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + tacrolimo
Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.
O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.
- Eplerenona + telmisartana
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + sulfametoxazol/trimetoprima
Eplerenona e sulfametoxazol/trimetoprima elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.
O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.
- Eplerenona + valsartana
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Eplerenona + verapamil
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
Moderada33 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Eplerenona + aripiprazol
O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.
- Eplerenona + atomoxetina
a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos
O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial
- Eplerenona + bosentana
Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.
- Eplerenona + bumetanida
A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.
- Eplerenona + ciclobenzaprina
a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos
O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo
- Eplerenona + clortalidona
A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.
- Eplerenona + doxazosina
A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.
O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.
- Eplerenona + duloxetina
O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.
- Eplerenona + efavirenz
Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.
- Eplerenona + fenelzina
A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.
O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.
- Eplerenona + furosemida
A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.
- Eplerenona + hidroclorotiazida
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Eplerenona + indapamida
A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.
- Eplerenona + levodopa/carbidopa
A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.
- Eplerenona + lítio
eplerenona pode aumentar o risco de toxicidade por lítio
O que fazer: monitorar frequentemente as concentrações séricas de lítio
- Eplerenona + dipirona
Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.
- Eplerenona + metildopa
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Eplerenona + metilfenidato
O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.
- Eplerenona + mirtazapina
O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
- Eplerenona + nevirapina
Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.
- Eplerenona + nitroglicerina
A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.
- Eplerenona + olanzapina
A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.
- Eplerenona + paliperidona
A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.
- Eplerenona + prazosina
A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.
- Eplerenona + quetiapina
A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.
- Eplerenona + rifabutina
Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.
O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.
- Eplerenona + risperidona
O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.
- Eplerenona + sildenafila
A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.
- Eplerenona + tadalafila
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Eplerenona + tizanidina
O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.
- Eplerenona + trazodona
O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.
- Eplerenona + vardenafila
A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.
- Eplerenona + ziprasidona
A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos eplerenona interage?
- Na nossa base, eplerenona tem 90 interações documentadas; as mais graves são com amilorida, atazanavir, ciclosporina, claritromicina, cloreto de potássio, cobicistate. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
- Como reviso eplerenona com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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