Interações de eplerenona

Eplerenona tem 90 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 13 contraindicadas, 44 graves e 33 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Diuréticos poupadores de potássio, Antimineralocorticoides, Anti-hipertensivos. ATC C03DA04. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada13 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Eplerenona + amilorida

    a eplerenona é contraindicada com suplementos de potássio ou diuréticos poupadores de potássio

    O que fazer: não usar eplerenona com suplementos de potássio nem diuréticos poupadores de potássio

  • Eplerenona + atazanavir

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + ciclosporina

    A ciclosporina não deve ser usada com diuréticos poupadores de potássio.

    O que fazer: Não usar diuréticos poupadores de potássio junto com ciclosporina.

  • Eplerenona + claritromicina

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + cloreto de potássio

    a eplerenona é contraindicada com suplementos de potássio ou diuréticos poupadores de potássio

    O que fazer: não usar eplerenona com suplementos de potássio nem diuréticos poupadores de potássio

  • Eplerenona + cobicistate

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + darunavir

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + espironolactona

    a eplerenona é contraindicada com suplementos de potássio ou diuréticos poupadores de potássio

    O que fazer: não usar eplerenona com suplementos de potássio nem diuréticos poupadores de potássio

  • Eplerenona + itraconazol

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + cetoconazol

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + posaconazol

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + ritonavir

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

  • Eplerenona + voriconazol

    a eplerenona é contraindicada com inibidores potentes do CYP3A

    O que fazer: não usar eplerenona com inibidores potentes do CYP3A

Grave44 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Eplerenona + ácido acetilsalicílico

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + alisquireno

    Eplerenona e alisquireno elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Eplerenona + candesartana

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + captopril

    O uso concomitante com diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio aumenta o risco de hiperpotassemia.

    O que fazer: Usar somente para hipopotassemia documentada e com vigilância rigorosa do potássio sérico; advertir contra o uso de substitutos do sal com potássio sem consultar o médico.

  • Eplerenona + carbamazepina

    Carbamazepina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar carbamazepina.

  • Eplerenona + celecoxibe

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + ciprofloxacino

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eplerenona + dexcetoprofeno

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + diclofenaco

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + diltiazem

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eplerenona + dronedarona

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eplerenona + drospirenona

    Os medicamentos que aumentam o potássio sérico, como os IECA, os diuréticos poupadores de potássio ou a heparina, podem aumentar o risco de hiperpotassemia quando associados à drospirenona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar drospirenona com medicamentos que possam aumentar o potássio.

  • Eplerenona + enalapril

    Os diuréticos poupadores de potássio e os suplementos de potássio podem causar hiperpotassemia significativa junto com enalapril.

    O que fazer: Usar a associação com cautela e monitorar frequentemente o potássio sérico.

  • Eplerenona + enoxaparina

    Eplerenona e enoxaparina elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Eplerenona + enzalutamida

    Enzalutamida induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar enzalutamida.

  • Eplerenona + eritromicina

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eplerenona + etoricoxibe

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + fenitoína

    Fenitoína induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenitoína.

  • Eplerenona + fenobarbital

    Fenobarbital induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar fenobarbital.

  • Eplerenona + fluconazol

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eplerenona + fluvoxamina

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eplerenona + heparina

    Eplerenona e heparina elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Eplerenona + ibuprofeno

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + imatinibe

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

  • Eplerenona + indometacina

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + irbesartana

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + cetoprofeno

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + cetorolaco

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + lisinopril

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + losartana

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + meloxicam

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + naproxeno

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + nimesulida

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + olmesartana

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + perindopril

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + piroxicam

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Eplerenona + ramipril

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + rifampicina

    Rifampicina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifampicina.

  • Eplerenona + sacubitril/valsartana

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + tacrolimo

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Eplerenona + telmisartana

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + sulfametoxazol/trimetoprima

    Eplerenona e sulfametoxazol/trimetoprima elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Eplerenona + valsartana

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Eplerenona + verapamil

    os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona

    O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A

Moderada33 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Eplerenona + aripiprazol

    O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.

  • Eplerenona + atomoxetina

    a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos

    O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial

  • Eplerenona + bosentana

    Bosentana induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar bosentana.

  • Eplerenona + bumetanida

    A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.

  • Eplerenona + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo

  • Eplerenona + clortalidona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Eplerenona + doxazosina

    A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.

    O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.

  • Eplerenona + duloxetina

    O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.

  • Eplerenona + efavirenz

    Efavirenz induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar efavirenz.

  • Eplerenona + fenelzina

    A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.

  • Eplerenona + furosemida

    A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.

  • Eplerenona + hidroclorotiazida

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Eplerenona + indapamida

    A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.

  • Eplerenona + levodopa/carbidopa

    A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.

  • Eplerenona + lítio

    eplerenona pode aumentar o risco de toxicidade por lítio

    O que fazer: monitorar frequentemente as concentrações séricas de lítio

  • Eplerenona + dipirona

    Dipirona induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar dipirona.

  • Eplerenona + metildopa

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Eplerenona + metilfenidato

    O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.

  • Eplerenona + mirtazapina

    O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

  • Eplerenona + nevirapina

    Nevirapina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar nevirapina.

  • Eplerenona + nitroglicerina

    A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.

  • Eplerenona + olanzapina

    A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.

  • Eplerenona + paliperidona

    A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.

  • Eplerenona + prazosina

    A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.

  • Eplerenona + quetiapina

    A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.

  • Eplerenona + rifabutina

    Rifabutina induz o CYP3A4 e pode reduzir os níveis de eplerenona a ponto de torná-lo ineficaz.

    O que fazer: Evitar a associação se eplerenona for crítico (anticoagulantes, antirretrovirais, imunossupressores, anticoncepcionais). Se for usada, ajustar a dose de eplerenona e monitorar seu efeito ou seus níveis, inclusive ao retirar rifabutina.

  • Eplerenona + risperidona

    O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.

  • Eplerenona + sildenafila

    A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.

  • Eplerenona + tadalafila

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Eplerenona + tizanidina

    O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.

  • Eplerenona + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.

  • Eplerenona + vardenafila

    A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.

  • Eplerenona + ziprasidona

    A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos eplerenona interage?
Na nossa base, eplerenona tem 90 interações documentadas; as mais graves são com amilorida, atazanavir, ciclosporina, claritromicina, cloreto de potássio, cobicistate. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso eplerenona com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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