Interações de celecoxibe

Celecoxibe tem 111 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 1 contraindicada, 55 graves e 55 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: AINE, Inibidores seletivos da COX-2. ATC M01AH01. Também chamado: Celecoxib. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada1 interação contraindicada

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Celecoxibe + cetorolaco

    O uso concomitante de cetorolaco com ácido acetilsalicílico ou outros AINE é contraindicado.

    O que fazer: Não coadministrar cetorolaco com ácido acetilsalicílico nem com outros AINE.

Grave55 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Celecoxibe + acenocumarol

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Celecoxibe + ácido acetilsalicílico

    O uso conjunto com outros AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal grave.

    O que fazer: Evitar o uso conjunto de múltiplos AINE; vigiar sinais de sangramento digestivo.

  • Celecoxibe + amitriptilina

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de amitriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de amitriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + apixabana

    A coadministração de apixabana com antiagregantes, heparina, ácido acetilsalicílico ou AINE aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento; avaliar a relação risco-benefício antes de associar apixabana com esses medicamentos.

  • Celecoxibe + aripiprazol

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de aripiprazol, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de aripiprazol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + atomoxetina

    O celecoxibe pode aumentar a exposição e a toxicidade de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6, como a atomoxetina.

    O que fazer: Avaliar a necessidade de ajustar a dose de atomoxetina se coadministrada com celecoxibe.

  • Celecoxibe + candesartana

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + captopril

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + ciclosporina

    O celecoxibe pode aumentar a nefrotoxicidade da ciclosporina.

    O que fazer: Monitorar a função renal durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + ciprofloxacino

    Os AINE (exceto o ácido acetilsalicílico) associados a doses muito altas de ciprofloxacino podem desencadear convulsões.

    O que fazer: Usar com precaução; evitar doses altas de ciprofloxacino associadas a AINE.

  • Celecoxibe + citalopram

    Aumenta o risco de sangramento quando associado a AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre sinais de sangramento; se associado à varfarina, monitorar o INR.

  • Celecoxibe + clomipramina

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de clomipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de clomipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + clopidogrel

    Os AINE aumentam o risco de sangramento gastrointestinal com clopidogrel.

    O que fazer: Usar com precaução; considerar proteção gástrica e vigiar sinais de sangramento.

  • Celecoxibe + dabigatrana

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Celecoxibe + desvenlafaxina

    A desvenlafaxina associada a AINE, aspirina, varfarina ou outros anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir sobre o risco de sangramento; monitorar rigorosamente o paciente em uso de varfarina ao iniciar ou suspender a desvenlafaxina.

  • Celecoxibe + dexcetoprofeno

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + diclofenaco

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + duloxetina

    A duloxetina pode aumentar o risco de sangramento quando associada a antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o maior risco de sangramento e monitorar de perto ao associar duloxetina com antiagregantes, anticoagulantes, AINE ou ácido acetilsalicílico.

  • Celecoxibe + edoxabana

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Celecoxibe + enalapril

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + enoxaparina

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Celecoxibe + eplerenona

    os AINE reduzem o efeito anti-hipertensivo da eplerenona e aumentam o risco de hiperpotassemia grave

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e o potássio sérico durante o uso concomitante

  • Celecoxibe + etoricoxibe

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + flecainida

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de flecainida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de flecainida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + fluoxetina

    Fluoxetina com aspirina, AINE ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela; advertir o paciente sobre sinais de sangramento.

  • Celecoxibe + heparina

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Celecoxibe + ibuprofeno

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + imipramina

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de imipramina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de imipramina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + indometacina

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + irbesartana

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + cetoprofeno

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + levofloxacino

    Os AINE associados ao levofloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com risco de convulsões.

  • Celecoxibe + lisinopril

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + lítio

    O celecoxibe pode aumentar os níveis plasmáticos de lítio.

    O que fazer: Monitorar os níveis séricos de lítio e vigiar sinais de toxicidade durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + losartana

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + meloxicam

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + metotrexato

    O uso concomitante de celecoxibe e metotrexato aumenta o risco de toxicidade por metotrexato.

    O que fazer: Monitorar o paciente quanto a sinais de toxicidade por metotrexato (hemograma, função renal) durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + moxifloxacino

    Os AINE junto com moxifloxacino aumentam o risco de estimulação do SNC e convulsões.

    O que fazer: Usar com cautela; evitar em pacientes com fatores de risco para convulsões.

  • Celecoxibe + naproxeno

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + nimesulida

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + nortriptilina

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de nortriptilina, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de nortriptilina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + olmesartana

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + paroxetina

    O uso conjunto de paroxetina com AINE, ácido acetilsalicílico ou varfarina aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de sangramento; vigiar sinais de hemorragia e, quando aplicável, o INR.

  • Celecoxibe + perindopril

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + pimozida

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de pimozida, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de pimozida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + piroxicam

    Não se recomenda associar celecoxibe com outros AINE ou salicilatos.

    O que fazer: Evitar o uso simultâneo de celecoxibe com outro AINE ou salicilato.

  • Celecoxibe + propafenona

    Celecoxibe inibe o CYP2D6 e pode elevar de forma importante os níveis de propafenona, um fármaco de margem terapêutica estreita.

    O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de propafenona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).

  • Celecoxibe + ramipril

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + rivaroxabana

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

  • Celecoxibe + sacubitril/valsartana

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + telmisartana

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + tenofovir

    Evitar tenofovir com AINE em doses altas ou múltiplos pelo risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante ou recente de AINE em doses altas ou múltiplos; considerar alternativas em pacientes com risco de disfunção renal.

  • Celecoxibe + torasemida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético e anti-hipertensivo da torasemida e têm sido associados a insuficiência renal aguda.

    O que fazer: Monitorar a função renal e a resposta diurética/anti-hipertensiva ao associar com AINE.

  • Celecoxibe + valsartana

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Celecoxibe + varfarina

    O celecoxibe e os anticoagulantes têm efeito sinérgico sobre o sangramento.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento durante o uso concomitante; usar a associação somente se necessária.

Moderada55 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Celecoxibe + aciclovir

    Aciclovir e celecoxibe podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Celecoxibe + alendronato

    O uso concomitante com aspirina ou AINE pode aumentar a irritação gastrointestinal.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; vigiar sintomas gastrointestinais.

  • Celecoxibe + alisquireno

    Os AINE podem deteriorar a função renal e reduzir o efeito anti-hipertensivo do alisquireno.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente, especialmente em pacientes idosos, com depleção de volume ou com função renal comprometida.

  • Celecoxibe + amicacina

    Amicacina e celecoxibe podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Celecoxibe + amilorida

    Os AINE podem reduzir o efeito diurético da amilorida.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + atenolol

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + betametasona

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + bisoprolol

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + bumetanida

    O celecoxibe pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial durante o uso concomitante; monitorar a função renal.

  • Celecoxibe + carvedilol

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + cilostazol

    Celecoxibe e cilostazol aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Celecoxibe + clortalidona

    O celecoxibe pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial durante o uso concomitante; monitorar a função renal.

  • Celecoxibe + codeína

    Celecoxibe inibe o CYP2D6, a enzima que converte codeína em sua forma ativa: codeína pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a celecoxibe que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a codeína que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Celecoxibe + deflazacorte

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + dexametasona

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + digoxina

    O celecoxibe pode aumentar a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Monitorar os níveis séricos de digoxina durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + donepezila

    O uso concomitante com AINE aumenta o risco de sangramento gastrointestinal em pacientes tratados com donepezila.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento gastrointestinal ativo ou oculto, especialmente em pacientes com antecedente de úlcera ou que recebem AINE concomitantemente.

  • Celecoxibe + escitalopram

    Os ISRS e os IRSN aumentam o risco de sangramento com celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + espironolactona

    Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + fluconazol

    Os inibidores do CYP2C9, como o fluconazol, aumentam a exposição e a toxicidade do celecoxibe.

    O que fazer: Considerar ajustar a dose de celecoxibe quando coadministrado com inibidores do CYP2C9; usar a menor dose eficaz.

  • Celecoxibe + fludrocortisona

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + fluvoxamina

    Os ISRS e os IRSN aumentam o risco de sangramento com celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + furosemida

    O celecoxibe pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial durante o uso concomitante; monitorar a função renal.

  • Celecoxibe + gentamicina

    Celecoxibe e gentamicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Celecoxibe + glibenclamida

    Estes medicamentos podem potencializar a ação hipoglicemiante da glibenclamida.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia.

  • Celecoxibe + glimepirida

    Vários medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glimepirida.

    O que fazer: Vigiar de perto o paciente para detectar hipoglicemia ao associar estes medicamentos.

  • Celecoxibe + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Celecoxibe + hidroclorotiazida

    O celecoxibe pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial durante o uso concomitante; monitorar a função renal.

  • Celecoxibe + hidrocortisona

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + indapamida

    O celecoxibe pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial durante o uso concomitante; monitorar a função renal.

  • Celecoxibe + itraconazol

    O itraconazol pode diminuir o efeito do meloxicam e de outros AINE, exigindo aumento de sua dose.

    O que fazer: Pode ser necessário aumentar a dose do AINE concomitante.

  • Celecoxibe + mesalazina

    O uso concomitante de AINE com mesalazina aumenta o risco de nefrotoxicidade.

    O que fazer: Monitorar a função renal e os efeitos adversos relacionados à mesalazina em pacientes que recebem AINE.

  • Celecoxibe + metilprednisolona

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + metoprolol

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + nebivolol

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + prasugrel

    O uso crônico de AINE junto com prasugrel pode aumentar o risco de sangramento.

    O que fazer: Usar com cautela o uso crônico de AINE em pacientes tratados com prasugrel.

  • Celecoxibe + prednisolona

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + prednisona

    O uso concomitante de corticoides com celecoxibe aumenta o risco de úlcera ou sangramento digestivo.

    O que fazer: Monitorar sinais de sangramento digestivo durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + propranolol

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + repaglinida

    estes medicamentos aumentam o risco de hipoglicemia com repaglinida

    O que fazer: monitorar a glicemia com maior frequência e ajustar a dose de repaglinida, se necessário

  • Celecoxibe + rifampicina

    A rifampicina, um indutor do CYP2C9, pode reduzir a eficácia do celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar a resposta clínica e considerar ajustar a dose de celecoxibe se coadministrado com rifampicina.

  • Celecoxibe + rivastigmina

    O uso concomitante de AINE com rivastigmina aumenta o risco de sangramento gastrointestinal.

    O que fazer: Vigiar sintomas de sangramento gastrointestinal em pacientes que recebem rivastigmina junto com AINE.

  • Celecoxibe + sertralina

    Os ISRS e os IRSN aumentam o risco de sangramento com celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + sotalol

    O celecoxibe pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + tacrolimo

    Celecoxibe e tacrolimo podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Celecoxibe + tamoxifeno

    Celecoxibe inibe o CYP2D6, a enzima que converte tamoxifeno em sua forma ativa: tamoxifeno pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a celecoxibe que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tamoxifeno que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Celecoxibe + ticagrelor

    Celecoxibe e ticagrelor aumentam o risco de sangramento; juntos, o efeito se soma.

    O que fazer: Evitar se não houver indicação clara para ambos. Se forem associados: menor dose e menor duração, gastroproteção com IBP se houver risco digestivo e monitorar sinais de sangramento (e o INR com antagonistas da vitamina K).

  • Celecoxibe + tofacitinibe

    o uso concomitante com AINE pode aumentar o risco de perfuração gastrointestinal com tofacitinibe

    O que fazer: avaliar prontamente os pacientes com sintomas abdominais novos que tomem AINE junto com tofacitinibe

  • Celecoxibe + tramadol

    Celecoxibe inibe o CYP2D6, a enzima que converte tramadol em sua forma ativa: tramadol pode perder eficácia.

    O que fazer: Preferir uma alternativa a celecoxibe que não iniba o CYP2D6, ou uma alternativa a tramadol que não exija ativação. Se forem associados, monitorar a resposta clínica.

  • Celecoxibe + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com antiagregantes, AINE ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar o paciente sobre o risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, monitorar cuidadosamente o INR ao iniciar ou suspender a trazodona.

  • Celecoxibe + valaciclovir

    Celecoxibe e valaciclovir podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Celecoxibe + vancomicina

    Celecoxibe e vancomicina podem lesar o rim; juntos, o risco se soma.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, hidratar, dosar a creatinina no início e durante o tratamento e ajustar as doses à função renal.

  • Celecoxibe + venlafaxina

    Os ISRS e os IRSN aumentam o risco de sangramento com celecoxibe.

    O que fazer: Vigiar sinais de sangramento durante o uso concomitante.

  • Celecoxibe + voriconazol

    O voriconazol aumenta as concentrações dos AINE metabolizados pelo CYP2C9, como ibuprofeno e diclofenaco.

    O que fazer: Monitorar com frequência reações adversas e toxicidade relacionadas aos AINE; pode ser necessário reduzir sua dose.

  • Celecoxibe + vortioxetina

    O uso concomitante com antiagregantes ou anticoagulantes aumenta o risco de sangramento.

    O que fazer: Informar os pacientes sobre o maior risco de sangramento; em pacientes em uso de varfarina, vigiar cuidadosamente o INR.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos celecoxibe interage?
Na nossa base, celecoxibe tem 111 interações documentadas; as mais graves são com cetorolaco, acenocumarol, ácido acetilsalicílico, amitriptilina, apixabana, aripiprazol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso celecoxibe com outros medicamentos ao mesmo tempo?
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