Interações de clortalidona

Clortalidona tem 125 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 3 graves e 122 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Diuréticos tiazídicos, Anti-hipertensivos. ATC C03BA04. Bula da FDA (em inglês)

Você escuta o paciente. O Cliini escreve a nota por você.

O Cliini escuta a sua consulta e entrega a nota estruturada com CID-10 sugerido, receita médica e orientações — pronta para o prontuário.

Grave3 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Clortalidona + digoxina

    A hipopotassemia induzida pela clortalidona pode exagerar os efeitos tóxicos dos digitálicos.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico e vigiar sinais de toxicidade digitálica.

  • Clortalidona + lítio

    Clortalidona reduz a eliminação renal de lítio e pode levar seus níveis à faixa tóxica.

    O que fazer: Evitar se houver alternativa. Se forem associados, dosar a litemia 5-7 dias após iniciar ou alterar a dose de clortalidona, reduzir a dose de lítio se necessário e monitorar a função renal e os sintomas.

  • Clortalidona + sulfametoxazol/trimetoprima

    Em idosos, a associação com diuréticos tiazídicos aumenta o risco de trombocitopenia com púrpura.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de sulfametoxazol/trimetoprima com diuréticos tiazídicos, especialmente em idosos.

Moderada122 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Clortalidona + alisquireno

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + alopurinol

    O uso concomitante de alopurinol com ampicilina, amoxicilina ou diuréticos tiazídicos aumenta o risco de erupção cutânea, que pode ser grave.

    O que fazer: Vigiar o aparecimento de erupção cutânea; suspender o alopurinol imediatamente se ocorrer; com tiazidas e disfunção renal, monitorar a função renal e reduzir a dose de alopurinol.

  • Clortalidona + amilorida

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + amiodarona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por amiodarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + anlodipino

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + aripiprazol

    O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.

  • Clortalidona + atenolol

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + atomoxetina

    a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos

    O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial

  • Clortalidona + azitromicina

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por azitromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + betametasona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + bisoprolol

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + bumetanida

    A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.

  • Clortalidona + candesartana

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + captopril

    O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.

  • Clortalidona + carvedilol

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + celecoxibe

    O celecoxibe pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial durante o uso concomitante; monitorar a função renal.

  • Clortalidona + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo

  • Clortalidona + ciprofloxacino

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ciprofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + citalopram

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por citalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + claritromicina

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por claritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + clonidina

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + cloroquina

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + clorpromazina

    Os diuréticos tiazídicos podem acentuar a hipotensão ortostática associada à clorpromazina.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial, em especial ao ficar em pé, durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + colestiramina

    a colestiramina pode reduzir a absorção destes medicamentos

    O que fazer: administrar o outro medicamento pelo menos 1 hora antes ou de 4 a 6 horas depois da colestiramina

  • Clortalidona + dapagliflozina

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + deflazacorte

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + dexametasona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + dexcetoprofeno

    Dexcetoprofeno pode reduzir o efeito de clortalidona e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Usar o AINE pelo menor tempo possível; garantir a hidratação; controlar pressão arterial, creatinina e potássio, especialmente em idosos e em pacientes com insuficiência renal ou cardíaca.

  • Clortalidona + diclofenaco

    O diclofenaco pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e anti-hipertensiva, e a função renal, ao associar diclofenaco com esses diuréticos.

  • Clortalidona + diltiazem

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + domperidona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por domperidona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + donepezila

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por donepezila.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + doxazosina

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + dronedarona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por dronedarona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + duloxetina

    O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.

  • Clortalidona + empagliflozina

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + enalapril

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + eplerenona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + eritromicina

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por eritromicina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + escitalopram

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por escitalopram.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + espironolactona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + etoricoxibe

    Etoricoxibe pode reduzir o efeito de clortalidona e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Usar o AINE pelo menor tempo possível; garantir a hidratação; controlar pressão arterial, creatinina e potássio, especialmente em idosos e em pacientes com insuficiência renal ou cardíaca.

  • Clortalidona + felodipino

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + fenelzina

    A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.

  • Clortalidona + fenofibrato

    Os betabloqueadores, as tiazidas e os estrogênios podem piorar a hipertrigliceridemia e reduzir a eficácia do fenofibrato.

    O que fazer: Suspender ou trocar estes medicamentos, se possível, antes de considerar o tratamento com fenofibrato.

  • Clortalidona + fluconazol

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por fluconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + fludrocortisona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + formoterol

    Os diuréticos tiazídicos podem agravar a hipopotassemia ou as alterações no ECG com formoterol.

    O que fazer: Usar com precaução ao coadministrar.

  • Clortalidona + furosemida

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + glibenclamida

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + gliclazida

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + glimepirida

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + glipizida

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + haloperidol

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por haloperidol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + hidralazina

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + hidroclorotiazida

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + hidrocortisona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + hidroxicloroquina

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por hidroxicloroquina.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + ibuprofeno

    O ibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e dos diuréticos tiazídicos ou de alça.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética, a pressão arterial e a função renal.

  • Clortalidona + indapamida

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + indometacina

    A indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial durante o uso concomitante e ajustar o tratamento anti-hipertensivo, se necessário.

  • Clortalidona + insulina

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + irbesartana

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + cetoconazol

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por cetoconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + cetoprofeno

    O cetoprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e das tiazidas.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a função renal durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + cetorolaco

    O cetorolaco pode reduzir o efeito natriurético e anti-hipertensivo da furosemida, dos diuréticos de alça e dos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a pressão arterial; ajustar o tratamento diurético, se necessário.

  • Clortalidona + levodopa/carbidopa

    A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.

  • Clortalidona + levofloxacino

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por levofloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + linagliptina

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + liraglutida

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + lisinopril

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + losartana

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + meloxicam

    O meloxicam pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e dos diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e o controle da pressão arterial ao associar meloxicam com esses diuréticos.

  • Clortalidona + metadona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por metadona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + metformina

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + metildopa

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + metilfenidato

    O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.

  • Clortalidona + metilprednisolona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + metoprolol

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + mirtazapina

    O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

  • Clortalidona + moxifloxacino

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por moxifloxacino.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + naproxeno

    O naproxeno pode reduzir o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a eficácia diurética durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + nebivolol

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + nifedipino

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + nimesulida

    Nimesulida pode reduzir o efeito de clortalidona e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Usar o AINE pelo menor tempo possível; garantir a hidratação; controlar pressão arterial, creatinina e potássio, especialmente em idosos e em pacientes com insuficiência renal ou cardíaca.

  • Clortalidona + nitroglicerina

    A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.

  • Clortalidona + olanzapina

    A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.

  • Clortalidona + olmesartana

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + ondansetrona

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por ondansetrona.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + paliperidona

    A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.

  • Clortalidona + perindopril

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + pimozida

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por pimozida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + pioglitazona

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + piroxicam

    O piroxicam reduz o efeito natriurético dos diuréticos de alça e tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a eficácia diurética e a função renal durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + posaconazol

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por posaconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + prazosina

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + prednisolona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + prednisona

    O uso conjunto com corticoides aumenta o risco de hipopotassemia.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico durante o uso concomitante.

  • Clortalidona + propranolol

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + quetiapina

    A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.

  • Clortalidona + ramipril

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + repaglinida

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + risperidona

    O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.

  • Clortalidona + sacubitril/valsartana

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + salbutamol

    Os diuréticos não poupadores de potássio podem piorar as alterações no ECG e a hipopotassemia induzidas pelo salbutamol.

    O que fazer: Usar com precaução ao coadministrar; considerar a monitorização do potássio sérico.

  • Clortalidona + salmeterol

    Os diuréticos tiazídicos podem agravar as alterações eletrocardiográficas e a hipopotassemia associadas ao salmeterol.

    O que fazer: Usar a associação com precaução; vigiar o potássio sérico e o ECG se a dose recomendada for excedida.

  • Clortalidona + semaglutida

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + sildenafila

    A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.

  • Clortalidona + sitagliptina

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + sotalol

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sotalol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + sulpirida

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por sulpirida.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + tadalafila

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Clortalidona + telmisartana

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + tizanidina

    O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.

  • Clortalidona + torasemida

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.

  • Clortalidona + valsartana

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + vardenafila

    A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.

  • Clortalidona + verapamil

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Clortalidona + vildagliptina

    A clortalidona pode alterar o controle glicêmico em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Vigiar a glicemia e ajustar a dose do antidiabético conforme necessário.

  • Clortalidona + voriconazol

    Clortalidona pode reduzir o potássio, o que aumenta o risco de arritmia pelo prolongamento do intervalo QT causado por voriconazol.

    O que fazer: Monitorar potássio e magnésio e corrigi-los antes e durante o tratamento; ECG se houver outros fatores de risco.

  • Clortalidona + ziprasidona

    A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos clortalidona interage?
Na nossa base, clortalidona tem 125 interações documentadas; as mais graves são com digoxina, lítio, sulfametoxazol/trimetoprima. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
Como reviso clortalidona com outros medicamentos ao mesmo tempo?
Abra o verificador de interações com clortalidona já carregado e adicione até mais 9 medicamentos: ele revisa todos os pares e os ordena por gravidade.

Revise interações sem sair da consulta.

O Cliini escreve a receita e a nota por você enquanto você atende: escuta a consulta e entrega o prontuário estruturado, com diagnósticos e medicamentos.

Abrir o verificador de interações →