Interações de digoxina

Digoxina tem 127 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 2 contraindicadas, 49 graves e 76 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: Digitálicos, Antiarrítmicos. ATC C01AA05. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada2 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Digoxina + dronedarona

    A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.

    O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Digoxina + ziprasidona

    Contraindicado usar ziprasidona junto com sotalol, outros antiarrítmicos de classe Ia e III, clorpromazina, pimozida, moxifloxacino ou tacrolimo.

    O que fazer: Não coadministrar; escolher uma alternativa terapêutica.

Grave49 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Digoxina + amiodarona

    A amiodarona aumenta acentuadamente as concentrações séricas de digoxina.

    O que fazer: Reduzir a dose do digitálico em aproximadamente 50% ou suspendê-lo; monitorar os níveis séricos.

  • Digoxina + anlodipino

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + atenolol

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + bisoprolol

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + captopril

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + carbamazepina

    Carbamazepina induz a glicoproteína P e pode reduzir os níveis de digoxina.

    O que fazer: Evitar a associação. Se for imprescindível, monitorar o efeito de digoxina e considerar uma alternativa que não dependa da glicoproteína P.

  • Digoxina + carvedilol

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + ciclosporina

    A ciclosporina pode produzir toxicidade digitálica grave com digoxina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações séricas de digoxina se usadas concomitantemente.

  • Digoxina + ciprofloxacino

    Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Digoxina + citalopram

    O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Digoxina + claritromicina

    Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.

    O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.

  • Digoxina + clortalidona

    A hipopotassemia induzida pela clortalidona pode exagerar os efeitos tóxicos dos digitálicos.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico e vigiar sinais de toxicidade digitálica.

  • Digoxina + cobicistate

    Digoxina com concentrações aumentadas pelo cobicistate.

    O que fazer: Titular a dose de digoxina e monitorar suas concentrações.

  • Digoxina + colchicina

    O uso concomitante com digoxina foi associado a rabdomiólise.

    O que fazer: Vigiar sinais de rabdomiólise e considerar monitorar as concentrações de digoxina.

  • Digoxina + dexametasona

    dexametasona aumenta o risco de arritmias em pacientes em uso de digitálicos

    O que fazer: monitorar o potássio sérico e o ECG durante o uso concomitante

  • Digoxina + diltiazem

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + doxiciclina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + eritromicina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + felodipino

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + fenitoína

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Digoxina + fludrocortisona

    A hipopotassemia induzida pela fludrocortisona aumenta o risco de toxicidade digitálica e arritmias.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico e usar suplementos de potássio, se necessário.

  • Digoxina + fluoxetina

    Antiarrítmicos de classe III e outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.

    O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.

  • Digoxina + fosfomicina

    Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.

  • Digoxina + gentamicina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + indapamida

    A hipopotassemia pela indapamida pode sensibilizar o coração à toxicidade dos digitálicos.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico e vigiar sinais de toxicidade digitálica em pacientes que recebem digoxina junto com indapamida.

  • Digoxina + itraconazol

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + ivabradina

    A ivabradina aumenta o risco de bradicardia quando associada à digoxina.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca ao associar ivabradina à digoxina.

  • Digoxina + cetoconazol

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + levofloxacino

    O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.

  • Digoxina + loperamida

    Deve-se evitar o uso conjunto de loperamida com medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antipsicóticos, moxifloxacino ou outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

  • Digoxina + metilprednisolona

    A metilprednisolona pode aumentar o risco de arritmias em pacientes que tomam digitálicos.

    O que fazer: Vigiar o potássio sérico e sinais de toxicidade digitálica durante o uso concomitante.

  • Digoxina + metoprolol

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + minociclina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + moxifloxacino

    Evitar moxifloxacino com antiarrítmicos de classe IA ou III.

    O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III.

  • Digoxina + nebivolol

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + nifedipino

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + paliperidona

    Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.

    O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.

  • Digoxina + pimozida

    Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.

    O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.

  • Digoxina + posaconazol

    O posaconazol pode aumentar as concentrações de digoxina.

    O que fazer: Monitorar as concentrações plasmáticas de digoxina durante a coadministração.

  • Digoxina + propafenona

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + propranolol

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + pseudoefedrina

    Os simpaticomiméticos aumentam o risco de arritmias cardíacas em pacientes em uso de digoxina.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar o ritmo cardíaco ao associar simpaticomiméticos à digoxina.

  • Digoxina + ranolazina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + rifampicina

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Digoxina + ritonavir

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + sotalol

    Os betabloqueadores e os bloqueadores dos canais de cálcio têm efeito aditivo com a digoxina sobre a condução do nó AV.

    O que fazer: Vigiar a frequência cardíaca e o ECG ao associar betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio com digoxina.

  • Digoxina + ticagrelor

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + trazodona

    Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.

    O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).

  • Digoxina + verapamil

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.

    O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

Moderada76 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Digoxina + abiraterona

    Abiraterona pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + ácido acetilsalicílico

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + alprazolam

    O alprazolam aumenta o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Medir as concentrações séricas de digoxina antes de iniciar o alprazolam, continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina, se necessário.

  • Digoxina + atorvastatina

    A atorvastatina aumenta as concentrações plasmáticas de digoxina no estado de equilíbrio.

    O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que tomam digoxina.

  • Digoxina + azitromicina

    A azitromicina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III.

    O que fazer: Ponderar o risco e o benefício de usar azitromicina em pacientes com esses antiarrítmicos.

  • Digoxina + betametasona

    Betametasona pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + bumetanida

    A hipopotassemia induzida pela bumetanida pode favorecer a toxicidade dos digitálicos.

    O que fazer: Vigiar a potassemia em pacientes que recebem digitálicos junto com bumetanida, especialmente na insuficiência cardíaca congestiva.

  • Digoxina + bupropiona

    A bupropiona pode diminuir os níveis plasmáticos de digoxina.

    O que fazer: Monitorar os níveis plasmáticos de digoxina ao coadministrar com bupropiona.

  • Digoxina + candesartana

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + carbonato de cálcio

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Digoxina + celecoxibe

    O celecoxibe pode aumentar a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Monitorar os níveis séricos de digoxina durante o uso concomitante.

  • Digoxina + clomipramina

    A clomipramina pode aumentar as concentrações plasmáticas de varfarina e digoxina por deslocamento da ligação às proteínas plasmáticas.

    O que fazer: Vigiar clinicamente (INR com varfarina, níveis de digoxina) ao coadministrar com clomipramina.

  • Digoxina + clonidina

    Digitálicos, bloqueadores dos canais de cálcio e betabloqueadores podem potencializar o efeito da clonidina sobre a frequência cardíaca.

    O que fazer: Monitorar a frequência cardíaca quando associados à clonidina.

  • Digoxina + cloreto de potássio

    Em pacientes que recebem digitálicos, a administração de potássio requer monitorização cardíaca rigorosa.

    O que fazer: Manter monitorização cardíaca contínua e controle frequente do potássio sérico em pacientes que recebem digitálicos.

  • Digoxina + colestiramina

    a colestiramina pode reduzir a absorção destes medicamentos

    O que fazer: administrar o outro medicamento pelo menos 1 hora antes ou de 4 a 6 horas depois da colestiramina

  • Digoxina + darunavir

    Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de digoxina e de outros antiarrítmicos.

    O que fazer: Monitorar as concentrações terapêuticas do antiarrítmico; iniciar digoxina com a menor dose e monitorar seus níveis séricos.

  • Digoxina + deflazacorte

    Deflazacorte pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + dexcetoprofeno

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + diclofenaco

    O diclofenaco pode aumentar a concentração sérica e prolongar a meia-vida da digoxina.

    O que fazer: Monitorar os níveis séricos de digoxina ao associá-la com diclofenaco.

  • Digoxina + donepezila

    Digoxina e donepezila reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Digoxina + duloxetina

    A duloxetina aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 de margem terapêutica estreita, como os antidepressivos tricíclicos e os antiarrítmicos de classe 1C.

    O que fazer: Usar com precaução; monitorar as concentrações plasmáticas do antidepressivo tricíclico e reduzir sua dose, se necessário, ao associá-lo com duloxetina.

  • Digoxina + enalapril

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + esomeprazol

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + espironolactona

    A espironolactona aumenta a exposição aparente à digoxina.

    O que fazer: Medir as concentrações de digoxina antes de iniciar espironolactona; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 15-30% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.

  • Digoxina + etoricoxibe

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + everolimo

    Os inibidores da glicoproteína P, como a digoxina, podem aumentar as concentrações de everolimo.

    O que fazer: Monitorar as concentrações de everolimo quando coadministrado com inibidores da glicoproteína P.

  • Digoxina + flecainida

    a flecainida aumenta levemente as concentrações de digoxina

    O que fazer: monitorar os níveis de digoxina e sinais de toxicidade digitálica

  • Digoxina + formoterol

    Formoterol pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + furosemida

    Furosemida pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + haloperidol

    O uso concomitante de haloperidol com medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Usar a associação com cautela; monitorar o ECG e os eletrólitos.

  • Digoxina + heparina

    Digitálicos, tetraciclinas e anti-histamínicos podem contrabalançar parcialmente o efeito anticoagulante da heparina.

    O que fazer: Vigiar o efeito anticoagulante ao associar heparina com esses fármacos.

  • Digoxina + hidroclorotiazida

    A hipopotassemia induzida pela hidroclorotiazida pode aumentar a toxicidade da digoxina.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico e os sinais de toxicidade digitálica; corrigir a hipopotassemia.

  • Digoxina + hidrocortisona

    A hidrocortisona pode aumentar o risco de arritmias em pacientes que recebem digitálicos.

    O que fazer: Vigiar o potássio sérico e os sinais de toxicidade digitálica.

  • Digoxina + hidroxicloroquina

    A hidroxicloroquina pode aumentar os níveis séricos de digoxina.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente os níveis séricos de digoxina durante o tratamento combinado.

  • Digoxina + hidróxido de alumínio e magnésio

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Digoxina + ibuprofeno

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + indometacina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + irbesartana

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + cetoprofeno

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + cetorolaco

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + lacosamida

    Digoxina e lacosamida reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Digoxina + lansoprazol

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + levotiroxina

    A levotiroxina pode reduzir o efeito terapêutico dos digitálicos.

    O que fazer: Vigiar níveis e efeito dos digitálicos; pode ser necessário aumento de dose ao normalizar-se o estado tireoidiano.

  • Digoxina + lisinopril

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + losartana

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + meloxicam

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + metadona

    O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.

    O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.

  • Digoxina + metformina

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + tiamazol

    Ao normalizar a função tireoidiana com tiamazol, os níveis séricos de digoxina podem aumentar.

    O que fazer: Reduzir a dose de digoxina quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento com tiamazol.

  • Digoxina + metoclopramida

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Digoxina + mirabegrona

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + naproxeno

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + nimesulida

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + olmesartana

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + omeprazol

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + paroxetina

    Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.

    O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.

  • Digoxina + perindopril

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + piroxicam

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + prednisolona

    A prednisolona pode aumentar o risco de arritmias em pacientes que recebem digitálicos.

    O que fazer: Vigiar o potássio sérico e os sinais de toxicidade digitálica.

  • Digoxina + prednisona

    Prednisona pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + propiltiouracila

    Ao normalizar a função tireoidiana com propiltiouracila, os níveis de digitálicos podem aumentar.

    O que fazer: Reduzir a dose do digitálico quando o paciente hipertireóideo se tornar eutireóideo com o tratamento.

  • Digoxina + ramipril

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + rivastigmina

    Digoxina e rivastigmina reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Digoxina + sacubitril/valsartana

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Digoxina + salbutamol

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Digoxina + salmeterol

    Salmeterol pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + sinvastatina

    A sinvastatina pode aumentar as concentrações plasmáticas de digoxina.

    O que fazer: Monitorar os níveis de digoxina ao iniciar sinvastatina.

  • Digoxina + sucralfato

    Esses medicamentos diminuem a concentração sérica de digoxina.

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e aumentar a dose de digoxina em aproximadamente 20% a 40%, conforme necessário.

  • Digoxina + tacrolimo

    O tacrolimo pode prolongar o QT; vigiar com antiarrítmicos ou outros medicamentos que prolonguem o QT.

    O que fazer: Considerar eletrocardiogramas e vigiar eletrólitos periodicamente durante o tratamento concomitante.

  • Digoxina + telmisartana

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + tizanidina

    Digoxina e tizanidina reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.

    O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.

  • Digoxina + tolterodina

    Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

    O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.

  • Digoxina + torasemida

    Torasemida pode reduzir o potássio e aumentar o risco de toxicidade por digoxina.

    O que fazer: Monitorar potássio, magnésio e função renal; manter o potássio na faixa normal-alta e monitorar os níveis de digoxina.

  • Digoxina + tramadol

    Foram notificados casos raros de toxicidade por digoxina com o uso de tramadol.

    O que fazer: Avaliar com frequência sinais de toxicidade por digoxina e ajustar sua dose conforme necessário.

  • Digoxina + sulfametoxazol/trimetoprima

    Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em menor grau (menos de 50% ou de magnitude não bem estabelecida).

    O que fazer: Medir a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; continuar monitorando e reduzir a dose de digoxina conforme necessário.

  • Digoxina + valsartana

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos digoxina interage?
Na nossa base, digoxina tem 127 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, ziprasidona, amiodarona, anlodipino, atenolol, bisoprolol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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