Interações de lisinopril
Lisinopril tem 84 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 2 contraindicadas, 21 graves e 61 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: IECA, Anti-hipertensivos. ATC C09AA03. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada2 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Lisinopril + alisquireno
BRA e IECA contraindicados com alisquireno em pacientes diabéticos.
O que fazer: Não coadministrar em pacientes com diabetes; em geral, evitar a associação, especialmente com depuração de creatinina menor que 60 mL/min.
- Lisinopril + sacubitril/valsartana
Contraindicado associar sacubitril/valsartana com IECA.
O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 36 horas ao trocar de um para o outro.
Grave21 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Lisinopril + amilorida
Maior risco de hiperpotassemia com IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.
O que fazer: Usar com cautela e monitorar frequentemente o potássio sérico se o uso concomitante for necessário.
- Lisinopril + candesartana
O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.
O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.
- Lisinopril + captopril
O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.
- Lisinopril + celecoxibe
O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.
O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.
- Lisinopril + cloreto de potássio
Evitar cloreto de potássio com outros medicamentos que causam hiperpotassemia.
O que fazer: Evitar o uso de cloreto de potássio em pacientes tratados com diuréticos poupadores de potássio, IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.
- Lisinopril + enalapril
Associar enalapril e lisinopril implica um duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina.
O que fazer: Evitar. Usar apenas um; se forem associados por indicação especializada, controlar potássio, creatinina e pressão arterial de forma rigorosa.
- Lisinopril + eplerenona
o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia
O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal
- Lisinopril + espironolactona
Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.
- Lisinopril + furosemida
A associação de furosemida com IECA ou BRA pode causar hipotensão grave e deterioração renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal; ajustar ou interromper a dose de furosemida ou do IECA/BRA, se necessário.
- Lisinopril + indometacina
Risco de deterioração da função renal, incluindo insuficiência renal aguda, ao associar indometacina com IECA ou BRA em pacientes de risco.
O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, vigiar a função renal durante o uso concomitante; assegurar hidratação adequada.
- Lisinopril + irbesartana
O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.
- Lisinopril + lítio
O lisinopril pode aumentar a toxicidade do lítio.
O que fazer: Monitorar frequentemente os níveis séricos de lítio se administrado junto com lisinopril.
- Lisinopril + losartana
O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.
- Lisinopril + naproxeno
Em pacientes de risco, a associação de naproxeno com IECA ou BRA pode causar deterioração aguda da função renal.
O que fazer: Evitar a associação em pacientes de risco; se necessária, assegurar hidratação adequada e monitorar a função renal.
- Lisinopril + olmesartana
O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.
- Lisinopril + perindopril
Associar lisinopril e perindopril implica um duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina.
O que fazer: Evitar. Usar apenas um; se forem associados por indicação especializada, controlar potássio, creatinina e pressão arterial de forma rigorosa.
- Lisinopril + piroxicam
Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.
O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.
- Lisinopril + ramipril
Associar lisinopril e ramipril implica um duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina.
O que fazer: Evitar. Usar apenas um; se forem associados por indicação especializada, controlar potássio, creatinina e pressão arterial de forma rigorosa.
- Lisinopril + telmisartana
O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.
- Lisinopril + sulfametoxazol/trimetoprima
A associação com inibidores da ECA deve ser evitada pelo risco de hiperpotassemia, sobretudo em idosos.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de sulfametoxazol/trimetoprima com IECA, especialmente em pacientes idosos.
- Lisinopril + valsartana
O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.
O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.
Moderada61 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Lisinopril + ácido acetilsalicílico
Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.
O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.
- Lisinopril + aripiprazol
O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.
- Lisinopril + atomoxetina
a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos
O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial
- Lisinopril + bumetanida
A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.
- Lisinopril + ciclobenzaprina
a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos
O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo
- Lisinopril + ciclosporina
Ciclosporina e lisinopril elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.
O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.
- Lisinopril + clortalidona
A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.
- Lisinopril + dapagliflozina
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + dexcetoprofeno
Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.
O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.
- Lisinopril + diclofenaco
O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.
- Lisinopril + digoxina
Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.
O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.
- Lisinopril + doxazosina
A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.
O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.
- Lisinopril + drospirenona
Os medicamentos que aumentam o potássio sérico, como os IECA, os diuréticos poupadores de potássio ou a heparina, podem aumentar o risco de hiperpotassemia quando associados à drospirenona.
O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar drospirenona com medicamentos que possam aumentar o potássio.
- Lisinopril + duloxetina
O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.
- Lisinopril + empagliflozina
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + enoxaparina
Enoxaparina e lisinopril elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.
O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.
- Lisinopril + etoricoxibe
Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.
O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.
- Lisinopril + everolimo
Os IECA aumentam o risco de angioedema com everolimo.
O que fazer: Monitorar sintomas de angioedema e tratar imediatamente se surgirem.
- Lisinopril + fenelzina
A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.
O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.
- Lisinopril + glibenclamida
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + gliclazida
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + glimepirida
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + glipizida
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.
O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.
- Lisinopril + heparina
Heparina e lisinopril elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.
O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.
- Lisinopril + hidroclorotiazida
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Lisinopril + ibuprofeno
O ibuprofeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA e dos BRA.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal durante o uso conjunto.
- Lisinopril + indapamida
A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.
- Lisinopril + insulina
Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, antibióticos sulfonamídicos e agonistas do GLP-1, podem aumentar o risco de hipoglicemia com insulina.
O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia.
- Lisinopril + cetoprofeno
Cetoprofeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos inibidores da ECA.
O que fazer: Levar em conta essa interação em pacientes que recebem IECA junto com cetoprofeno.
- Lisinopril + cetorolaco
O uso concomitante de cetorolaco com IECA ou BRA pode aumentar o risco de deterioração da função renal.
O que fazer: Vigiar a função renal, especialmente em pacientes com depleção de volume; assegurar hidratação adequada.
- Lisinopril + levodopa/carbidopa
A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.
- Lisinopril + linagliptina
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + liraglutida
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + meloxicam
Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.
O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.
- Lisinopril + metformina
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + metildopa
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Lisinopril + metilfenidato
O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.
- Lisinopril + mirtazapina
O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
- Lisinopril + nimesulida
Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.
O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.
- Lisinopril + nitroglicerina
A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.
- Lisinopril + olanzapina
A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.
- Lisinopril + paliperidona
A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.
- Lisinopril + pioglitazona
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + prazosina
A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.
- Lisinopril + propranolol
A associação de IECA com betabloqueadores pode causar hipotensão, em particular no infarto agudo do miocárdio.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IECA com propranolol, sobretudo no infarto agudo do miocárdio.
- Lisinopril + quetiapina
A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.
- Lisinopril + repaglinida
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + risperidona
O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.
- Lisinopril + semaglutida
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + sildenafila
A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.
- Lisinopril + sirolimo
Os IECA podem potencializar o angioedema associado ao sirolimo.
O que fazer: Vigiar sinais de angioedema ao associar sirolimo com um IECA.
- Lisinopril + sitagliptina
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + tacrolimo
Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.
O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.
- Lisinopril + tadalafila
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Lisinopril + tizanidina
O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.
- Lisinopril + torasemida
O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.
- Lisinopril + trazodona
O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.
O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.
- Lisinopril + vardenafila
A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.
- Lisinopril + verapamil
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Lisinopril + vildagliptina
Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.
O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.
- Lisinopril + ziprasidona
A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos lisinopril interage?
- Na nossa base, lisinopril tem 84 interações documentadas; as mais graves são com alisquireno, sacubitril/valsartana, amilorida, candesartana, captopril, celecoxibe. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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