Interações de lisinopril

Lisinopril tem 84 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 2 contraindicadas, 21 graves e 61 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.

Grupo: IECA, Anti-hipertensivos. ATC C09AA03. Bula da FDA (em inglês)

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Contraindicada2 interações contraindicadas

Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.

  • Lisinopril + alisquireno

    BRA e IECA contraindicados com alisquireno em pacientes diabéticos.

    O que fazer: Não coadministrar em pacientes com diabetes; em geral, evitar a associação, especialmente com depuração de creatinina menor que 60 mL/min.

  • Lisinopril + sacubitril/valsartana

    Contraindicado associar sacubitril/valsartana com IECA.

    O que fazer: Não associar; aguardar pelo menos 36 horas ao trocar de um para o outro.

Grave21 interações graves

Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.

  • Lisinopril + amilorida

    Maior risco de hiperpotassemia com IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.

    O que fazer: Usar com cautela e monitorar frequentemente o potássio sérico se o uso concomitante for necessário.

  • Lisinopril + candesartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação tripla com IECA e um antagonista mineralocorticoide; se associados, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Lisinopril + captopril

    O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.

  • Lisinopril + celecoxibe

    O uso concomitante de celecoxibe com IECA ou BRA pode deteriorar a função renal, especialmente em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a função renal, especialmente em idosos, pacientes com depleção de volume ou insuficiência renal.

  • Lisinopril + cloreto de potássio

    Evitar cloreto de potássio com outros medicamentos que causam hiperpotassemia.

    O que fazer: Evitar o uso de cloreto de potássio em pacientes tratados com diuréticos poupadores de potássio, IECA, BRA, ciclosporina ou tacrolimo.

  • Lisinopril + enalapril

    Associar enalapril e lisinopril implica um duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina.

    O que fazer: Evitar. Usar apenas um; se forem associados por indicação especializada, controlar potássio, creatinina e pressão arterial de forma rigorosa.

  • Lisinopril + eplerenona

    o uso concomitante com IECA ou BRA aumenta o risco de hiperpotassemia

    O que fazer: monitorar rigorosamente o potássio sérico e a função renal

  • Lisinopril + espironolactona

    Os medicamentos que aumentam o potássio (IECA, BRA, AINE, heparina, suplementos de potássio) aumentam o risco de hiperpotassemia com espironolactona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico na primeira semana após o início ou o ajuste de dose e periodicamente durante o uso concomitante.

  • Lisinopril + furosemida

    A associação de furosemida com IECA ou BRA pode causar hipotensão grave e deterioração renal.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal; ajustar ou interromper a dose de furosemida ou do IECA/BRA, se necessário.

  • Lisinopril + indometacina

    Risco de deterioração da função renal, incluindo insuficiência renal aguda, ao associar indometacina com IECA ou BRA em pacientes de risco.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, vigiar a função renal durante o uso concomitante; assegurar hidratação adequada.

  • Lisinopril + irbesartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Lisinopril + lítio

    O lisinopril pode aumentar a toxicidade do lítio.

    O que fazer: Monitorar frequentemente os níveis séricos de lítio se administrado junto com lisinopril.

  • Lisinopril + losartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Lisinopril + naproxeno

    Em pacientes de risco, a associação de naproxeno com IECA ou BRA pode causar deterioração aguda da função renal.

    O que fazer: Evitar a associação em pacientes de risco; se necessária, assegurar hidratação adequada e monitorar a função renal.

  • Lisinopril + olmesartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Lisinopril + perindopril

    Associar lisinopril e perindopril implica um duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina.

    O que fazer: Evitar. Usar apenas um; se forem associados por indicação especializada, controlar potássio, creatinina e pressão arterial de forma rigorosa.

  • Lisinopril + piroxicam

    Risco de deterioração da função renal ao associar piroxicam com IECA ou BRA em pacientes vulneráveis.

    O que fazer: Em pacientes idosos, com depleção de volume ou insuficiência renal, monitorar a função renal.

  • Lisinopril + ramipril

    Associar lisinopril e ramipril implica um duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina.

    O que fazer: Evitar. Usar apenas um; se forem associados por indicação especializada, controlar potássio, creatinina e pressão arterial de forma rigorosa.

  • Lisinopril + telmisartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

  • Lisinopril + sulfametoxazol/trimetoprima

    A associação com inibidores da ECA deve ser evitada pelo risco de hiperpotassemia, sobretudo em idosos.

    O que fazer: Evitar o uso concomitante de sulfametoxazol/trimetoprima com IECA, especialmente em pacientes idosos.

  • Lisinopril + valsartana

    O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina com BRA aumenta o risco de hipotensão, hiperpotassemia e insuficiência renal.

    O que fazer: Evitar a associação quando possível; se usada, vigiar rigorosamente a pressão arterial, a função renal e os eletrólitos.

Moderada61 interações moderadas

Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.

  • Lisinopril + ácido acetilsalicílico

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.

  • Lisinopril + aripiprazol

    O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.

  • Lisinopril + atomoxetina

    a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos

    O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial

  • Lisinopril + bumetanida

    A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.

  • Lisinopril + ciclobenzaprina

    a ciclobenzaprina pode reduzir o efeito de alguns anti-hipertensivos

    O que fazer: monitorar a pressão arterial e considerar um anti-hipertensivo alternativo

  • Lisinopril + ciclosporina

    Ciclosporina e lisinopril elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Lisinopril + clortalidona

    A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.

  • Lisinopril + dapagliflozina

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + dexcetoprofeno

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.

  • Lisinopril + diclofenaco

    O diclofenaco pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA, BRA ou betabloqueadores e deteriorar a função renal em pacientes de risco.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e, em pacientes de risco, a função renal, ao associar diclofenaco com um IECA, BRA ou betabloqueador.

  • Lisinopril + digoxina

    Os IECA, BRA e AINE podem reduzir a função renal e diminuir a excreção de digoxina.

    O que fazer: Vigiar a função renal e a concentração de digoxina ao associar com IECA, BRA ou AINE.

  • Lisinopril + doxazosina

    A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.

    O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.

  • Lisinopril + drospirenona

    Os medicamentos que aumentam o potássio sérico, como os IECA, os diuréticos poupadores de potássio ou a heparina, podem aumentar o risco de hiperpotassemia quando associados à drospirenona.

    O que fazer: Monitorar o potássio sérico ao associar drospirenona com medicamentos que possam aumentar o potássio.

  • Lisinopril + duloxetina

    O risco de hipotensão com duloxetina é maior em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar a redução da dose ou a suspensão da duloxetina se surgirem hipotensão sintomática, quedas ou síncope.

  • Lisinopril + empagliflozina

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + enoxaparina

    Enoxaparina e lisinopril elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Lisinopril + etoricoxibe

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.

  • Lisinopril + everolimo

    Os IECA aumentam o risco de angioedema com everolimo.

    O que fazer: Monitorar sintomas de angioedema e tratar imediatamente se surgirem.

  • Lisinopril + fenelzina

    A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.

    O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.

  • Lisinopril + glibenclamida

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + gliclazida

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + glimepirida

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + glipizida

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, AINE, antibióticos sulfonamídicos e quinolonas, voriconazol e cumarínicos, podem aumentar o efeito hipoglicemiante da glipizida.

    O que fazer: Monitorar rigorosamente o paciente para detectar hipoglicemia quando estes medicamentos forem coadministrados.

  • Lisinopril + heparina

    Heparina e lisinopril elevam o potássio; juntos, podem causar hiperpotassemia.

    O que fazer: Dosar potássio e creatinina antes de iniciar, após uma semana e periodicamente. Evitar suplementos de potássio, salvo indicação. Ajustar ou suspender se K⁺ > 5,5 mmol/L.

  • Lisinopril + hidroclorotiazida

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Lisinopril + ibuprofeno

    O ibuprofeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos IECA e dos BRA.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal durante o uso conjunto.

  • Lisinopril + indapamida

    A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.

  • Lisinopril + insulina

    Vários medicamentos, entre eles outros antidiabéticos, IECA, fibratos, fluoxetina, salicilatos, antibióticos sulfonamídicos e agonistas do GLP-1, podem aumentar o risco de hipoglicemia com insulina.

    O que fazer: Pode ser necessário reduzir a dose de insulina e aumentar a frequência de monitoramento da glicemia.

  • Lisinopril + cetoprofeno

    Cetoprofeno pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos inibidores da ECA.

    O que fazer: Levar em conta essa interação em pacientes que recebem IECA junto com cetoprofeno.

  • Lisinopril + cetorolaco

    O uso concomitante de cetorolaco com IECA ou BRA pode aumentar o risco de deterioração da função renal.

    O que fazer: Vigiar a função renal, especialmente em pacientes com depleção de volume; assegurar hidratação adequada.

  • Lisinopril + levodopa/carbidopa

    A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.

    O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.

  • Lisinopril + linagliptina

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + liraglutida

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + meloxicam

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.

  • Lisinopril + metformina

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + metildopa

    A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.

    O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.

  • Lisinopril + metilfenidato

    O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.

  • Lisinopril + mirtazapina

    O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

  • Lisinopril + nimesulida

    Os AINE podem reduzir o efeito anti-hipertensivo do lisinopril e deteriorar a função renal.

    O que fazer: Monitorar a função renal periodicamente em pacientes que recebem lisinopril junto com AINE, especialmente em idosos, pacientes desidratados ou com função renal comprometida.

  • Lisinopril + nitroglicerina

    A nitroglicerina com outros anti-hipertensivos, betabloqueadores ou outros nitratos pode ter efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Observar os pacientes quanto a possíveis efeitos hipotensores aditivos.

  • Lisinopril + olanzapina

    A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.

  • Lisinopril + paliperidona

    A paliperidona pode predispor à hipotensão em pacientes tratados com anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e considerar monitorar os sinais vitais ortostáticos em pacientes vulneráveis à hipotensão.

  • Lisinopril + pioglitazona

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + prazosina

    A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.

    O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.

  • Lisinopril + propranolol

    A associação de IECA com betabloqueadores pode causar hipotensão, em particular no infarto agudo do miocárdio.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar IECA com propranolol, sobretudo no infarto agudo do miocárdio.

  • Lisinopril + quetiapina

    A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.

  • Lisinopril + repaglinida

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + risperidona

    O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.

  • Lisinopril + semaglutida

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + sildenafila

    A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.

  • Lisinopril + sirolimo

    Os IECA podem potencializar o angioedema associado ao sirolimo.

    O que fazer: Vigiar sinais de angioedema ao associar sirolimo com um IECA.

  • Lisinopril + sitagliptina

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + tacrolimo

    Risco de hiperpotassemia ao associar tacrolimo a diuréticos poupadores de potássio, IECA ou BRA.

    O que fazer: Considerar cuidadosamente o uso desses agentes e vigiar o potássio sérico durante o tratamento com tacrolimo.

  • Lisinopril + tadalafila

    A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.

  • Lisinopril + tizanidina

    O uso com anti-hipertensivos aumenta o risco de hipotensão.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial em pacientes que recebem tratamento anti-hipertensivo concomitante.

  • Lisinopril + torasemida

    O uso conjunto de torasemida com IECA ou BRA aumenta o risco de hipotensão e deterioração da função renal.

    O que fazer: Monitorar a pressão arterial e a função renal ao iniciar a associação.

  • Lisinopril + trazodona

    O uso concomitante de trazodona com um anti-hipertensivo pode exigir a redução da dose deste último.

    O que fazer: Considerar reduzir a dose do anti-hipertensivo ao associá-lo à trazodona.

  • Lisinopril + vardenafila

    A vardenafila pode somar seu efeito hipotensor ao dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar vardenafila com anti-hipertensivos.

  • Lisinopril + verapamil

    O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.

    O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.

  • Lisinopril + vildagliptina

    Pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina e dos antidiabéticos orais.

    O que fazer: Vigiar rigorosamente a glicemia ao iniciar lisinopril em pacientes tratados com insulina ou antidiabéticos orais.

  • Lisinopril + ziprasidona

    A ziprasidona pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.

    O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a ziprasidona em pacientes em tratamento anti-hipertensivo.

Perguntas frequentes

Com quais medicamentos lisinopril interage?
Na nossa base, lisinopril tem 84 interações documentadas; as mais graves são com alisquireno, sacubitril/valsartana, amilorida, candesartana, captopril, celecoxibe. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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