Interações de verapamil
Verapamil tem 143 interações medicamentosas documentadas na nossa base: 2 contraindicadas, 63 graves e 78 moderadas. Cada uma com o mecanismo, o efeito clínico, o que fazer e a fonte.
Grupo: Bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos, Anti-hipertensivos, Antiarrítmicos. ATC C08DA01. Também chamado: Verapamilo, cloridrato de verapamil. Bula da FDA (em inglês)
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Queixa principal
Cefaleia pulsátil hemicraniana há 24 horas.
História da doença atual
Início pela manhã, EVA 7/10, fotofobia e náusea sem vômito. Terceiro episódio no mês. Melhora parcial com o AINE habitual.
Antecedentes pessoais
HAS diagnosticada há 4 anos, controlada com losartana 50 mg/dia. Nega alergias medicamentosas.
Exame físico · Sinais vitais
PA 130/85 · FC 78 · T 36,8 · EVA 7/10. Sem déficit neurológico focal. Romberg negativo.
Hipótese diagnóstica · CID-10
G43.9Enxaqueca sem aurasugerido
Conduta
Sumatriptana 50 mg VO nas crises. Diário de cefaleia por 2 semanas. Manter losartana 50 mg/dia. Retorno em 7 dias.
Contraindicada2 interações contraindicadas
Não associar: a bula ou o mecanismo a desaconselham sempre.
- Verapamil + dronedarona
A dronedarona é contraindicada com medicamentos que prolongam o intervalo QT, incluindo antiarrítmicos de classe I e III.
O que fazer: Não usar dronedarona junto com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Verapamil + ziprasidona
Contraindicado usar ziprasidona junto com sotalol, outros antiarrítmicos de classe Ia e III, clorpromazina, pimozida, moxifloxacino ou tacrolimo.
O que fazer: Não coadministrar; escolher uma alternativa terapêutica.
Grave63 interações graves
Pode causar dano grave: evitar ou usar só com ajuste e vigilância rigorosa.
- Verapamil + alprazolam
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de alprazolam, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de alprazolam conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + amiodarona
Risco de bradicardia grave, parada sinusal ou bloqueio AV com betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidropiridínicos.
O que fazer: Usar com cautela; considerar marca-passo se houver bradicardia grave ou parada sinusal.
- Verapamil + aripiprazol
O aripiprazol pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose conforme necessário.
- Verapamil + atenolol
O uso concomitante de atenolol com verapamil ou diltiazem aumenta o risco de bradicardia e bloqueio cardíaco.
O que fazer: Usar a associação com precaução, especialmente em pacientes com distúrbios de condução ou disfunção ventricular esquerda; vigiar a frequência cardíaca e o ECG.
- Verapamil + bisoprolol
O verapamil com betabloqueadores pode causar bradicardia excessiva e bloqueio AV.
O que fazer: Monitorar rigorosamente a frequência cardíaca e a condução AV ao associar verapamil com um betabloqueador.
- Verapamil + bosentana
Não se recomenda associar bosentana com um inibidor do CYP2C9 junto com um inibidor forte ou moderado do CYP3A.
O que fazer: Evitar associar um inibidor do CYP2C9 (p. ex., fluconazol, amiodarona) com um inibidor forte ou moderado do CYP3A (p. ex., cetoconazol, itraconazol, eritromicina, diltiazem) em pacientes tratados com bosentana.
- Verapamil + budesonida
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de budesonida, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de budesonida conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + carbamazepina
Numerosos medicamentos inibem o metabolismo da carbamazepina e aumentam sua concentração plasmática.
O que fazer: Ajustar a dose de carbamazepina e/ou monitorar suas concentrações plasmáticas quando usada junto com esses medicamentos; pode ser necessária uma redução de dose.
- Verapamil + carvedilol
O verapamil com betabloqueadores pode causar bradicardia excessiva e bloqueio AV.
O que fazer: Monitorar rigorosamente a frequência cardíaca e a condução AV ao associar verapamil com um betabloqueador.
- Verapamil + ciclobenzaprina
risco de síndrome serotoninérgica com medicamentos serotoninérgicos
O que fazer: se o uso concomitante for necessário, vigiar de perto ao iniciar o tratamento ou ao aumentar a dose
- Verapamil + ciclosporina
Numerosos medicamentos aumentam as concentrações de ciclosporina.
O que fazer: Ajustar a dose de ciclosporina conforme suas concentrações ao iniciar ou suspender qualquer um desses medicamentos.
- Verapamil + cilostazol
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam a exposição ao cilostazol.
O que fazer: Reduzir a dose de cilostazol para 50 mg duas vezes ao dia ao coadministrar com um inibidor forte ou moderado do CYP3A4.
- Verapamil + ciprofloxacino
Evitar ciprofloxacino em pacientes que recebem outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Verapamil + citalopram
O citalopram não deve ser usado junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Verapamil + claritromicina
Evitar claritromicina em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.
O que fazer: Evitar claritromicina em pacientes tratados com amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA/III.
- Verapamil + clonidina
Diltiazem ou verapamil com clonidina podem causar bradicardia sinusal grave.
O que fazer: Monitorar rigorosamente a frequência cardíaca ao associar clonidina com diltiazem ou verapamil.
- Verapamil + colchicina
Os inibidores moderados do CYP3A4 ou da P-gp, como verapamil ou diltiazem, podem alterar as concentrações de colchicina.
O que fazer: Consultar a tabela de recomendações de dose e ajustar a dose de colchicina quando coadministrada com um inibidor moderado do CYP3A4 ou da P-gp.
- Verapamil + dabigatrana
Deve-se evitar o uso concomitante de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave.
O que fazer: Evitar o uso de dabigatrana com inibidores da glicoproteína P em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr 15-30 mL/min).
- Verapamil + deflazacorte
os inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 aumentam a exposição ao metabólito ativo do deflazacorte
O que fazer: administrar um terço da dose recomendada de deflazacorte durante o uso concomitante
- Verapamil + digoxina
Esses medicamentos aumentam a concentração sérica de digoxina em mais de 50%.
O que fazer: Dosar a concentração sérica de digoxina antes de iniciar o medicamento concomitante; reduzir a dose de digoxina em aproximadamente 30% a 50% ou modificar a frequência de administração e continuar monitorando.
- Verapamil + domperidona
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de domperidona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de domperidona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + edoxabana
Verapamil inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de edoxabana.
O que fazer: Revisar a bula de edoxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Verapamil + eletriptana
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de eletriptana, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de eletriptana conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + eplerenona
os inibidores moderados do CYP3A aumentam as concentrações de eplerenona
O que fazer: não exceder 25 mg uma vez ao dia em pacientes com insuficiência cardíaca pós-infarto tratados com um inibidor moderado do CYP3A
- Verapamil + ergotamina
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ergotamina, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ergotamina conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + eritromicina
A eritromicina deve ser evitada em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III, como amiodarona ou sotalol.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de eritromicina com esses antiarrítmicos.
- Verapamil + everolimo
O verapamil aumenta muito a exposição aos inibidores de mTOR sirolimo e everolimo.
O que fazer: Considerar reduções de dose apropriadas de ambos os medicamentos ao usá-los de forma concomitante.
- Verapamil + fentanila
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fentanila, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fentanila conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + flecainida
deve-se evitar verapamil com flecainida, a menos que o benefício supere o risco
O que fazer: não administrar verapamil concomitantemente com flecainida, a menos que o benefício supere o risco
- Verapamil + fluoxetina
Antiarrítmicos de classe III e outros medicamentos que prolongam o intervalo QT aumentam o risco de arritmia com fluoxetina.
O que fazer: Evitar a associação; se não for possível, monitorar o ECG.
- Verapamil + fluticasona
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de fluticasona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de fluticasona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + fosfomicina
Evitar fosfomicina intravenosa com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos ou antipsicóticos.
- Verapamil + itraconazol
O itraconazol inibe o metabolismo dos bloqueadores dos canais de cálcio e soma seu efeito inotrópico negativo, com risco de insuficiência cardíaca.
O que fazer: Usar com precaução; considerar a redução da dose do bloqueador dos canais de cálcio e vigiar sinais de insuficiência cardíaca.
- Verapamil + ivabradina
Deve-se evitar o uso concomitante de verapamil ou diltiazem com ivabradina.
O que fazer: Evitar o uso concomitante de verapamil ou diltiazem com ivabradina.
- Verapamil + cetoconazol
o cetoconazol aumenta o risco de edema e insuficiência cardíaca com bloqueadores dos canais de cálcio
O que fazer: vigiar sinais de edema ou insuficiência cardíaca e considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio
- Verapamil + levofloxacino
O levofloxacino deve ser evitado com antiarrítmicos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar levofloxacino em pacientes que recebem amiodarona, sotalol ou outros antiarrítmicos de classe IA ou III.
- Verapamil + loperamida
Deve-se evitar o uso conjunto de loperamida com medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III, antipsicóticos, moxifloxacino ou outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
- Verapamil + lovastatina
Diltiazem, dronedarona e verapamil aumentam o risco de miopatia com doses altas de lovastatina.
O que fazer: Não exceder 20 mg diários de lovastatina; ponderar o benefício frente ao risco da associação.
- Verapamil + lurasidona
Os inibidores moderados do CYP3A4 aumentam a exposição à lurasidona.
O que fazer: Reduzir a dose de lurasidona à metade quando usada junto com um inibidor moderado do CYP3A4 (p. ex., diltiazem, atazanavir, eritromicina, fluconazol, verapamil).
- Verapamil + metadona
O uso concomitante de metadona com medicamentos que prolongam o intervalo QT (antiarrítmicos, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, bloqueadores dos canais de cálcio) aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia.
O que fazer: Avaliar fatores de risco modificáveis antes de iniciar ou ajustar a dose de metadona; monitorar o ECG e corrigir distúrbios eletrolíticos.
- Verapamil + metoprolol
O verapamil com betabloqueadores pode causar bradicardia excessiva e bloqueio AV.
O que fazer: Monitorar rigorosamente a frequência cardíaca e a condução AV ao associar verapamil com um betabloqueador.
- Verapamil + midazolam
Os inibidores do CYP3A4 (diltiazem, eritromicina, itraconazol, cetoconazol, verapamil) prolongam a sedação pelo midazolam.
O que fazer: Usar com cautela; considerar reduzir a dose de midazolam.
- Verapamil + moxifloxacino
Evitar moxifloxacino com antiarrítmicos de classe IA ou III.
O que fazer: Evitar a associação com antiarrítmicos de classe IA ou III.
- Verapamil + nebivolol
O uso conjunto com diltiazem ou verapamil pode causar reduções excessivas da frequência cardíaca, da pressão arterial e da contratilidade.
O que fazer: Monitorar o ECG e a pressão arterial durante o uso concomitante.
- Verapamil + nitroglicerina
Os bloqueadores dos canais de cálcio com nitroglicerina podem causar hipotensão ortostática acentuada.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial e os sintomas de hipotensão ortostática ao associar um bloqueador dos canais de cálcio com nitroglicerina.
- Verapamil + oxicodona
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de oxicodona, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de oxicodona conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + paliperidona
Evitar paliperidona com outros medicamentos que prolongam o intervalo QTc.
O que fazer: Evitar a associação de paliperidona com antiarrítmicos de classe IA/III, antipsicóticos ou antibióticos que prolongam o intervalo QT, como amiodarona, sotalol, clorpromazina ou moxifloxacino.
- Verapamil + pimozida
Risco de efeito aditivo sobre o intervalo QT com antiarrítmicos, tricíclicos ou fenotiazinas.
O que fazer: Evitar a associação sempre que possível; se usada, monitorar o ECG.
- Verapamil + propafenona
Outros antiarrítmicos e medicamentos que prolongam o intervalo QT não devem ser usados com propafenona.
O que fazer: Evitar o uso concomitante.
- Verapamil + propranolol
O uso concomitante de verapamil e propranolol foi associado a bradicardia grave, insuficiência cardíaca e colapso cardiovascular.
O que fazer: Usar com extrema cautela; vigiar rigorosamente frequência cardíaca, pressão arterial e sinais de insuficiência cardíaca.
- Verapamil + quetiapina
A quetiapina pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar quetiapina a anti-hipertensivos.
- Verapamil + ranolazina
Limitar a dose de ranolazina com inibidores moderados do CYP3A.
O que fazer: Limitar a dose de ranolazina a 500 mg duas vezes ao dia com inibidores moderados do CYP3A, como diltiazem, verapamil, eritromicina ou fluconazol.
- Verapamil + rifampicina
A rifampicina reduz muito a biodisponibilidade oral do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e ajustar a dose de verapamil ao coadministrar com rifampicina.
- Verapamil + salmeterol
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de salmeterol, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de salmeterol conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + sinvastatina
O uso concomitante com verapamil, diltiazem ou dronedarona obriga a limitar a dose de sinvastatina.
O que fazer: Não ultrapassar 10 mg/dia de sinvastatina em pacientes que tomam verapamil, diltiazem ou dronedarona.
- Verapamil + sirolimo
O verapamil aumenta muito a exposição aos inibidores de mTOR sirolimo e everolimo.
O que fazer: Considerar reduções de dose apropriadas de ambos os medicamentos ao usá-los de forma concomitante.
- Verapamil + sotalol
Não se recomenda usar sotalol junto com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar a associação de sotalol com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT; se necessária, vigiar o ECG rigorosamente.
- Verapamil + tacrolimo
Os bloqueadores dos canais de cálcio aumentam as concentrações sanguíneas de tacrolimo.
O que fazer: Vigiar as concentrações de tacrolimo e ajustar a dose conforme necessário.
- Verapamil + ticagrelor
Verapamil inibe o CYP3A4 e pode elevar de forma importante os níveis de ticagrelor, um fármaco de margem terapêutica estreita.
O que fazer: Evitar a associação se houver alternativa. Se for usada, reduzir a dose de ticagrelor conforme a bula e monitorar sinais de toxicidade (e níveis plasmáticos, se dosados).
- Verapamil + tizanidina
Os inibidores menos potentes do CYP1A2 podem causar hipotensão, bradicardia ou sonolência excessiva com tizanidina.
O que fazer: Evitar o uso conjunto, a menos que haja necessidade clínica; se necessário, iniciar a tizanidina com dose de 2 mg e aumentar gradualmente conforme a resposta.
- Verapamil + trazodona
Deve-se evitar o uso de trazodona com inibidores do CYP3A4 ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT.
O que fazer: Evitar o uso de trazodona junto com inibidores do CYP3A4 (como itraconazol, claritromicina ou voriconazol) ou com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (como amiodarona, sotalol, ziprasidona ou clorpromazina).
- Verapamil + triazolam
Fluvoxamina, diltiazem e verapamil podem aumentar as concentrações plasmáticas de triazolam.
O que fazer: Cautela ao coadministrar com triazolam; considerar reduzir sua dose.
- Verapamil + vardenafila
Os inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 aumentam consideravelmente as concentrações plasmáticas de vardenafila.
O que fazer: Reduzir a dose de vardenafila e limitar a frequência de administração conforme o inibidor: não exceder 5 mg/24h com cetoconazol 200 mg/dia ou eritromicina; não exceder 2.5 mg/72h com ritonavir ou cobicistate.
Moderada78 interações moderadas
Clinicamente relevante: ajustar a dose ou monitorar.
- Verapamil + abiraterona
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + ácido acetilsalicílico
O verapamil com ácido acetilsalicílico pode aumentar o tempo de sangramento.
O que fazer: Vigiar sinais de sangramento ao coadministrar verapamil com ácido acetilsalicílico.
- Verapamil + alisquireno
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + amilorida
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + anlodipino
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + anastrozol
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + apixabana
Verapamil inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de apixabana.
O que fazer: Revisar a bula de apixabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Verapamil + atazanavir
Aumento das concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio com atazanavir.
O que fazer: Usar com cautela; titular a dose do bloqueador dos canais de cálcio e monitorar com ECG.
- Verapamil + atomoxetina
a atomoxetina pode alterar o efeito dos anti-hipertensivos
O que fazer: usar com cautela e monitorar a pressão arterial
- Verapamil + atorvastatina
O verapamil pode aumentar a concentração de atorvastatina.
O que fazer: Considerar doses iniciais e de manutenção mais baixas de atorvastatina em pacientes que recebem verapamil.
- Verapamil + azitromicina
A azitromicina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT em pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III.
O que fazer: Ponderar o risco e o benefício de usar azitromicina em pacientes com esses antiarrítmicos.
- Verapamil + bictegravir
Verapamil inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de bictegravir.
O que fazer: Revisar a bula de bictegravir: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Verapamil + bumetanida
A bumetanida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Reduzir a dose dos anti-hipertensivos concomitantes conforme a resposta clínica.
- Verapamil + candesartana
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + capecitabina
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + captopril
O captopril pode ter efeito anti-hipertensivo aumentado quando associado a outros anti-hipertensivos, em particular diuréticos tiazídicos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao iniciar ou ajustar a dose de outros anti-hipertensivos em associação com captopril.
- Verapamil + clortalidona
A clortalidona pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar clortalidona com outros anti-hipertensivos; ajustar a dose, se necessário.
- Verapamil + cobicistate
Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações aumentadas pelo cobicistate.
O que fazer: Monitoramento clínico ao coadministrar.
- Verapamil + darunavir
Darunavir/ritonavir pode aumentar as concentrações de digoxina e de outros antiarrítmicos.
O que fazer: Monitorar as concentrações terapêuticas do antiarrítmico; iniciar digoxina com a menor dose e monitorar seus níveis séricos.
- Verapamil + diltiazem
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + donepezila
Donepezila e verapamil reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Verapamil + doxazosina
A adição de outros anti-hipertensivos à doxazosina deve ser feita com cautela, pelo risco de hipotensão.
O que fazer: Acrescentar anti-hipertensivos adicionais com cautela, especialmente ao iniciar ou aumentar a dose.
- Verapamil + duloxetina
A duloxetina aumenta as concentrações de medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 de margem terapêutica estreita, como os antidepressivos tricíclicos e os antiarrítmicos de classe 1C.
O que fazer: Usar com precaução; monitorar as concentrações plasmáticas do antidepressivo tricíclico e reduzir sua dose, se necessário, ao associá-lo com duloxetina.
- Verapamil + efavirenz
efavirenz reduz as concentrações dos bloqueadores dos canais de cálcio
O que fazer: ajustar a dose do bloqueador dos canais de cálcio conforme a resposta clínica
- Verapamil + enalapril
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + enzalutamida
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + espironolactona
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + felodipino
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + fenelzina
A fenelzina associada a anti-hipertensivos, incluindo diuréticos tiazídicos, pode causar hipotensão exagerada.
O que fazer: Usar com cautela ao associar fenelzina com medicamentos anti-hipertensivos.
- Verapamil + fenitoína
A fenitoína diminui as concentrações desses medicamentos.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica e os níveis do medicamento coadministrado; ajustar a dose, se necessário.
- Verapamil + fenobarbital
Fenobarbital pode diminuir a concentração de verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao coadministrar fenobarbital com verapamil.
- Verapamil + fluconazol
O fluconazol pode aumentar a exposição sistêmica a estes bloqueadores dos canais de cálcio.
O que fazer: Vigiar frequentemente os eventos adversos.
- Verapamil + furosemida
A furosemida potencializa o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do outro anti-hipertensivo, se necessário.
- Verapamil + haloperidol
O uso concomitante de haloperidol com medicamentos que prolongam o intervalo QT aumenta o risco de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Usar a associação com cautela; monitorar o ECG e os eletrólitos.
- Verapamil + hidralazina
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + hidroclorotiazida
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Verapamil + imatinibe
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + indapamida
A indapamida pode potencializar o efeito de outros anti-hipertensivos.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial ao associar indapamida com outros anti-hipertensivos.
- Verapamil + indometacina
A indometacina pode reduzir o efeito anti-hipertensivo de IECA, BRA e betabloqueadores.
O que fazer: Vigiar a pressão arterial durante o uso concomitante e ajustar o tratamento anti-hipertensivo, se necessário.
- Verapamil + irbesartana
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + lacosamida
Os medicamentos que afetam a condução cardíaca, como betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio, aumentam o risco de alterações da condução com lacosamida.
O que fazer: Usar com cautela; obter um eletrocardiograma antes de iniciar a lacosamida e após atingir a dose de manutenção.
- Verapamil + letrozol
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + levodopa/carbidopa
A levodopa/carbidopa pode causar hipotensão postural sintomática em pacientes que recebem anti-hipertensivos.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose do anti-hipertensivo ao iniciar levodopa/carbidopa.
- Verapamil + lisinopril
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + lítio
Os bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar o risco de reações neurológicas adversas com lítio.
O que fazer: Vigiar o aparecimento de sintomas neurológicos ao associar um bloqueador dos canais de cálcio com lítio.
- Verapamil + losartana
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + mercaptopurina
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + metildopa
A associação com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito hipotensor da metildopa.
O que fazer: Ajustar a dose conforme a resposta pressórica.
- Verapamil + metilfenidato
O metilfenidato pode diminuir a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e ajustar a dose do anti-hipertensivo conforme necessário.
- Verapamil + metotrexato
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + mirtazapina
O uso com anti-hipertensivos pode aumentar o risco de hipotensão.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial em pacientes tratados com anti-hipertensivos.
- Verapamil + mononitrato de isossorbida
Risco de hipotensão ortostática acentuada com bloqueadores dos canais de cálcio.
O que fazer: Pode ser necessário ajustar a dose de um dos dois medicamentos.
- Verapamil + nevirapina
Bloqueadores dos canais de cálcio com concentrações reduzidas pela nevirapina.
O que fazer: Não há doses estabelecidas para essas associações; monitorar a resposta clínica.
- Verapamil + nifedipino
Verapamil aumenta a exposição ao nifedipino.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial e considerar reduzir a dose de nifedipina.
- Verapamil + olanzapina
A olanzapina pode potencializar o efeito dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar olanzapina com anti-hipertensivos.
- Verapamil + olmesartana
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + paroxetina
Os medicamentos metabolizados pelo CYP2D6 exigem cautela se associados à paroxetina.
O que fazer: Usar com cautela; considerar monitoramento clínico ou dos níveis plasmáticos e ajustar a dose do medicamento concomitante.
- Verapamil + perindopril
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + posaconazol
Posaconazol aumenta as concentrações de bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pelo CYP3A4.
O que fazer: Monitorar frequentemente eventos adversos e toxicidade; considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio.
- Verapamil + prazosina
A adição de um diurético ou outro anti-hipertensivo à prazosina produz um efeito hipotensor aditivo.
O que fazer: Introduzir com cautela qualquer anti-hipertensivo adicional; reduzir a dose de prazosina para 1-2 mg três vezes ao dia e retitular conforme a resposta clínica.
- Verapamil + prednisona
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + ramipril
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + risperidona
O uso concomitante de risperidona com anti-hipertensivos pode causar hipotensão clinicamente significativa.
O que fazer: Monitorar a pressão arterial ao associar risperidona com tratamento anti-hipertensivo.
- Verapamil + ritonavir
Ritonavir aumenta a concentração desses bloqueadores dos canais de cálcio.
O que fazer: Monitorar clinicamente e considerar reduzir a dose do bloqueador dos canais de cálcio ao coadministrar com ritonavir.
- Verapamil + rivaroxabana
Verapamil inibe a glicoproteína P e aumenta a absorção e os níveis de rivaroxabana.
O que fazer: Revisar a bula de rivaroxabana: pode ser necessário reduzir a dose ou evitar a associação, sobretudo na insuficiência renal. Monitorar sinais de toxicidade e, se aplicável, níveis plasmáticos.
- Verapamil + rivastigmina
Rivastigmina e verapamil reduzem a frequência cardíaca e a condução AV; juntos, podem causar bradicardia grave.
O que fazer: Evitar na disfunção sinusal, no bloqueio AV ou na insuficiência cardíaca. Se forem associados: doses baixas, frequência cardíaca, pressão arterial e ECG no início.
- Verapamil + sacubitril/valsartana
Outros anti-hipertensivos podem potencializar a hipotensão associada a sacubitril/valsartana.
O que fazer: Se ocorrer hipotensão, considerar ajustar a dose dos diuréticos ou anti-hipertensivos concomitantes.
- Verapamil + sildenafila
A sildenafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Usar com cautela e vigiar a pressão arterial ao associar sildenafila com anti-hipertensivos.
- Verapamil + tadalafila
A tadalafila pode potencializar o efeito hipotensor dos anti-hipertensivos.
O que fazer: Advertir o paciente sobre o risco de hipotensão e vigiar a pressão arterial.
- Verapamil + tamoxifeno
Certos esquemas citotóxicos que incluem prednisona podem reduzir a absorção do verapamil.
O que fazer: Vigiar a resposta clínica ao verapamil em pacientes que recebem estes esquemas citotóxicos.
- Verapamil + telmisartana
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + teofilina
Verapamil diminui a eliminação da teofilina.
O que fazer: Monitorar a concentração sérica de teofilina ao coadministrar com verapamil.
- Verapamil + tofacitinibe
os inibidores moderados do CYP3A4 associados a inibidores potentes do CYP2C19 aumentam a exposição ao tofacitinibe
O que fazer: ajustar a dose de tofacitinibe conforme indicado na bula
- Verapamil + tolterodina
Ter cautela ao usar tolterodina em pacientes tratados com antiarrítmicos de classe IA ou III ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
O que fazer: Considerar o risco de prolongamento do intervalo QT antes de prescrever tolterodina a pacientes que recebem antiarrítmicos de classe IA ou III (por exemplo, amiodarona ou sotalol) ou com antecedente de prolongamento do intervalo QT.
- Verapamil + torasemida
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + valsartana
O verapamil com outros anti-hipertensivos tem um efeito aditivo sobre a pressão arterial.
O que fazer: Monitorar adequadamente os pacientes que recebem estas associações.
- Verapamil + voriconazol
Voriconazol inibe de forma potente o CYP3A4 e pode aumentar os níveis de verapamil.
O que fazer: Avaliar reduzir a dose de verapamil ou escolher uma alternativa que não dependa do CYP3A4; monitorar efeitos adversos ao iniciar ou suspender voriconazol.
- Verapamil + varfarina
Os inibidores do CYP2C9, CYP1A2 e/ou CYP3A4 aumentam o efeito anticoagulante da varfarina.
O que fazer: Monitorar o INR com maior frequência ao iniciar, suspender ou alterar a dose destes medicamentos; ajustar a dose de varfarina conforme a resposta.
Perguntas frequentes
- Com quais medicamentos verapamil interage?
- Na nossa base, verapamil tem 143 interações documentadas; as mais graves são com dronedarona, ziprasidona, alprazolam, amiodarona, aripiprazol, atenolol. A lista completa, agrupada por gravidade, está nesta página. Um medicamento não aparecer não garante que não interaja.
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